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Casal praticava sexo na frente de crianças e colocava aranha em sua boca

O casal inglês ficou conhecido por obrigar uma criança a queimar outra e também por forçar a entrada de uma aranha na boca de uma menina, conheceu esta segunda-feira a sentença pelos vários maus-tratos contra menores.

O casal irá cumprir a 32 meses de cadeia cada um. Além da crueldade contra as crianças eles filmavam os atos que tinha o prazer de executar.

No tribunal de Grimsby, Lincolnshire, na Inglaterra, o casal conheceu a sentença por obrigar uma criança a segurar um bebé contra um radiador, provocando-lhe queimaduras graves.

Após o incidente, Kirman e Drinkell demoraram 20 minutos a pedir ajuda médica para a criança, que foi internada na unidade de queimados.

Apesar de este ser o caso que tornou públicas as agressões a crianças e levou ao banco dos réus, a lista de maus-tratos é extensa.

Foram divulgados, em tribunal, vídeos em que o casal forçava a entrada de uma aranha na boca de uma menina. Este episódio chocou pela brutalidade das imagens. O casal fixava a menina no chão, ao mesmo tempo que forçavam a entrada de uma aranha na sua boca, enquanto ela gritava e chorava.

O casal fez vídeos de si mesmos atormentando uma menina e um menino fazendo sexo na frente deles e soando uma buzina no ouvido do bebê.

O relatório médico das crianças demonstra que se criaram lesões psicológicas pelo sofrimentos a que estiveram sujeitas.

O juiz David Tremberg disse que as crianças foram "sistematicamente aterrorizadas". Acrescentou ainda que o casal "infligia sofrimento de forma impiedosa" e que as gravações eram um forma de poder "olhar para trás para" e para "o seu próprio prazer".

Problemas psicológicos tem levado pessoas a atear fogo no próprio corpo

Tem se tornado corriqueiro pessoas atear fogo em seu próprio corpo para chamar atenção de autoridades alegando não serem ouvidas quando tentam chamar atenção de maneira convencional.

Estudos relatam que crise financeira em época de recessão é um dos fatores predominante no aumento de descontrole emocional e psicológico e que levam pessoas  a cometerem atos extremos. 

O mais recente caso ocorreu na Polônia quando um homem de 49 anos com graves problemas financeiros tentou num gesto de desespero, atear fogo ao próprio corpo nesta sexta-feira (23/9), diante da sede do governo, informou a polícia de Varsóvia.

Outro caso ocorreu na Grécia em frente a uma agência bancária quando um homem de 55 anos gritava que estava endividado e sua pequena empresa estava quebrando por causa da instituição. O homem derramou gasolina sobre o próprio corpo e ateou fogo quando policias usaram extintores para apagar as chamas.

Em Janeiro deste ano, um jovem morreu na Tunísia após atear fogo ao próprio corpo. Frustrado com o desemprego e corrupção no país, ele se matou após ter perdido a licença para trabalhar com sua barraca de frutas.

Este ano na China já ocorreram duas mortes de monges budistas na mesma situação em protesto contra o controle do exercido de  Pequim sobre as províncias de etnia tibetana.

Desde meados de Janeiro já se contabilizam mais de 20 casos de argelinos, entre eles uma mulher, que tentaram queimar o próprio corpo em todo o país em protesto pela precariedade econômica.O primeiro caso ligado à precariedade social foi registrado na Argélia no dia 12 de Janeiro, quando Mohsen Buterfif, de 30 anos e pai de uma menina pequena, ateou fogo em si mesmo em frente a Prefeitura de Bukhadra, na província oriental de Tebesa.

No Brasil tem muitos acontecimentos porém um que chamou atenção foi o caso de uma mulher que tomou esta atitude dentro de uma agência do INSS quando realizava perícia médica. No momento que o médico prescrevia o laudo, certamente negativo, a beneficiária tirou o frasco de álcool de dentro da bolsa, derramou sobre o próprio corpo e em seguida ateou fogo.

Somente um grave problema psicológico poderá levar uma pessoa a tomar uma atitude desta natureza. Situações vividas dentro do lar, perdas de familiares, problemas entre casais, crises financeiras e outros conflitos mais sérios, podem contribuir para o surgimento da doença. Embora muitos casos de ansiedade, depressão e outros distúrbios mentais possam surgir sem que nenhum sintoma ou fator significativo possa ser evidenciado.

Portanto é importante prestarmos atenção nas atitudes de membros da família quando do início de pequenos distúrbios psicológicos e procurar um profissional de imediato para um tratamento  e evitar problemas mais graves no futuro.