WP-ThGWU6Yg-LZQP372atnaqZcM assédio moral | Imigrantes Brasil
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Mãe fornece arma de choque ao filho para conter assédio moral

Uma mãe frustrada no estado de  Indiana, nos EUA,  está lutando contra a expulsão de seu filho gay da escola depois que ela deu a ele  uma arma de choque para levar para a escola para dissuadir outros garotos que vinham lhe perseguindo.
 
Chelisa Grimes,  afirmou que deu o dispositivo de choque a seu filho Darnell "Dynasty" Young, 17, como um último recurso para acabar com meses de perseguição contra seu filho homossexual.
 
"Eu não tive a intenção de  promover a violência,  mas o que uma mãe pode fazer para defender seu filho. Já havia tentado de tudo para protegê-lo,  o que a escola não fez."
 
"Eu sentia como se não  houvesse mais nada para  fazer,  porém tinha que proteger meu filho", disse ela. Em 16 de abril, seis estudantes ameaçaram espancar o jovem no Arsenal Technical High School, em Indianápolis, então o jovem pegou a arma de choque de sua mochila e apontou ao alto para assustá-los. "Ele não usou a arma contra nenhum dos agressores."

A arma de choque somente atinge outra pessoa se estiver muito próximo e tem que ser  pressionado por alguém. O garoto agora enfrenta na justiça o direito de permanecer na escola, já que as autoridades querem sua expulsão. 

"Acho que o dispositivo de auto-proteção é o que está fazendo a notícia, mas o quadro geral é que o meu filho não é o único que não se sente seguro na nossa escola", disse Grimes.
Ela acha que os funcionários da escola deveriam fazer mais para combater o bullying. Young disse que pensou em  tirar a própria vida por causa de valentões que ameaçá-lo pela forma como se veste e sua orientação sexual.

"Eu estava na extremidade no meu extremo. Eu não sabia o que fazer e pensei em suicídio. Eu odeio dizer essa palavra, porque Deus me abençoou com esta vida. Eu amo a vida. Eu amo a minha educação, más este assédio moral ficou tão ruim e me pertubou tanto  que  pensei sobre isso."

Mulher é demitida depois de doar rim para sua chefe

Quarenta e sete anos de idade Deborah Stevens é uma doce mãe de dois filhos que achava que  estava fazendo algo humano e acima da bondade de seu coração que, por sua vez, porém  parece que deu um tiro pela culatra..

Deborah Stevens era funcionária do Grupo Atlântico Automotive, quando a mais de um ano antes  ela decidiu se mudar para a Flórida. Ela saiu deixando uma boa imagem em seu emprego   e durante uma viagem de volta para NY, ela visitou sua  ex-patroa  para lhe dizer olá..

Enquanto ela estava visitando sua ex-chefe,  Jacqueline Brucia explicou que ela  estava tendo problemas de saúde e precisava de um novo rim. Brucia pediu a ela se estaria disposta a doar.
 
Após a decisão de voltar para Nova York, Deborah pediu então seu antigo emprego de volta. Brucia imediatamente a contratou de volta, e então lembrou que ela lhe tinha  oferecido um rim.

"Minha chefe precisava de um rim", disse Deborah.

Deborah foi ao hospital  em agosto de 2011 para ter seu rim esquerdo retirado. A recuperação não era nada como ela esperava e ela passou por uma dolorosa recuperação.

Em 06 de setembro, Deborah voltou a trabalhar, mesmo ela ainda sentindo dor. Ou seja, quando ela percebeu na armadilha que tinha caido.

Ela usou seu poder e ela me manipulou", disse Deborah. A chefe que uma vez lhe pediu uma parte de si,  se transformou em um monstro ingrato, encontrando defeito em tudo que Deborah faz.

"Ela me acusa de não fazer o meu trabalho, ela grita comigo todos os dias. Ela me fez sentir culpada pela dor que eu tinha por dentro".

Deborah não agüentava mais e foi para o recursos humanos. Informaram-lhe que tinha ouvido de outros empregados que Brucia  lhe assediado. Eles, por sua vez transferiram Deborah  para outra concessionária a cinqüenta quilômetros de distância.

"Eu me senti como se meu coração fosse arrancado", disse Deborah.

Ela agora  apresentou uma queixa e um  processo na Divisão de Direitos Humanos contra o Atlântico Automotive e Brucia.
Deborah  Stevens disse que não faria tudo novamente.