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Garota com asma prevê morte no Facebook:"parece que vou morrer"

Siobhan Ullah, uma jovem britânica de 18 anos, sofria de asma e se encontrava sozinha em seu quarto quanto teve uma grave crise. Não conseguindo falar e sentido muito fraca incapaz de gritar ela enviou uma mensagem para o celular do pai que estava no andar de baixo da casa: "I can't breath", "eu não posso respirar".

Quando seu pai percebeu correu para seu quarto e tentou desesperadamente acalmá-la o suficiente para usar um inalador, já era tarde e a estudante Siobhan sussurrou: "eu acho que vou parar de respirar eu acho que vou morrer.". Minutos depois caiu ao chão com uma parada cardíaca fulminante.

No início do dia, no seu perfil no Facebook, Siobhan havia postado que não estava se sentido bem. Curiosamente, chegou a escrever o seguinte comentário: "Parece que vou morrer".

Seu pai disse: "ela não tinha força nos pulmões para gritar por socorro, por isso me mandou uma mensagem". "Siobhan foi diagnosticada com asma quando tinha cinco anos, mas nunca pensei que isso iria acontecer.

Cerca de 1.500 pessoas morrem a cada ano quando a asma afeta o coração, porém é raro morrer alguém tão jovem e tão cheio de vida. Agora sua família enlutada quer tornar as pessoas conscientes  como uma doença tão comum pode vir a matar.

O pai continuou dizendo, "não queremos que nossa linda filha tenha morrido em vão". "As pessoas devem ir a seus médicos para o tratamento e precisa saber o que fazer se alguém tiver um ataque de asma."

Violência doméstica preocupa o núcleo de prevenção

No Brasil e no mundo as violências são consideradas uma grave questão de saúde pública. Ela tem impacto direto sobre a morbimortalidade da população, repercutindo assim, nos altos custos sociais, econômicos, familiares e pessoais. Diante da gravidade, o Ministério da Saúde tem desenvolvido ações de vigilância, promoção da saúde, prevenção de violências e acidentes, assistência às vítimas.


Além disso, realiza articulações no sentido de implementar a legislação atual e atuar na formação de recursos humanos e na avaliação de políticas e programas. Em Uberaba, a Secretaria Municipal de Saúde conta com o Núcleo de Prevenção a Violência e Promoção à Saúde e Cultura da Paz.

Segundo a enfermeira do programa, Cláudia Denise da Silva, o núcleo trabalha em três vertentes: violência doméstica, urbana e de trânsito. “Embora tenha estas três ações, ele trabalha com a violência doméstica que tem um vínculo afetivo, que nos preocupa mais. Ele acontece no núcleo familiar, com crianças, mulheres e idosos”, ressalta.

A enfermeira destacou que as mulheres são as maiores vítimas. No entanto, elas não conseguem denunciar os companheiros, devido a vários fatores, como dependência do companheiro e também por vergonha. “Às vezes, as vítimas de violência, não são bem protegidas. Elas procuram a unidade de saúde e não procuram a polícia”, observa.

A enfermeira revela que em 2008 foram registrados 181 casos de violência. Ela considera um índice baixo comparado com a população de 300 mil habitantes. “No ano seguinte foram 203, isso não significa que aumentou os casos de violência, mas aconteceu uma sensibilização dos profissionais em notificar os casos”, destaca.

Os dados são utilizados para a geração de um mapa. Com isso, pode ser articulado com vários setores da sociedade, uma maneira de intervir nas causas da violência e assim, reduzir os índices epidemiológicos.