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Imigrante português abusa de menina de 12 anos e foge do Reino Unido

De acordo com o jornal Birmingham Mail, Antonio Pedro Alves ,de 41 anos, foi condenado à revelia. Fugiu antes do inicio do julgamento, depois de ter sido libertado sob fiança e de ter ficado com o passaporte.

O cidadão português António Pedro Alves, condenado à revelia pela justiça britânica pelo abuso de uma menina de 12 anos, está em fuga depois de ter sido libertado sob fiança e autorizado a manter o passaporte.

A notícia é avançada nesta terça-feira pelo diário britânico The Telegraph, que relata a história: António Pedro Alves, de 41 anos, atraiu uma menina de 12 anos a um parque de estacionamento onde a agrediu sexualmente, depois de ter mantido contato com ela online durante seis meses, fazendo-se passar por um rapaz de 15 anos.


O cidadão português deveria ter ido a tribunal em Stafford na semana passada, mas não compareceu no julgamento de dois dias, depois de ter sido libertado mediante o pagamento de fiança.

O júri condenou-o à revelia por violação e os promotores de justiça da Coroa revelaram que está a ser preparado um mandado internacional de captura, que será emitido num prazo de 14 dias, por se recear que Alves tenha fugido para o estrangeiro.


O tribunal de Stafford ouviu que Antonio Pedro Alves fingiu durante seis meses ser um adolescente amante de desporto para atrair a sua vítima, na rede social Bebo, acabando por combinar encontrar-se com ela no parque de estacionamento de um supermercado em Cannock, Stafford, onde se apresentou como um parente do rapaz a quem este tinha pedido que fosse ao seu encontro, porque estava atrasado.

A menina suspeitou dele e tentou fugir, mas Alves arrastou-a para dentro do seu veículo e violou-a.


Ela contactou a polícia pouco depois do ataque, em dezembro de 2011, e o cidadão português foi detido em janeiro de 2012 e os seus computadores foram apreendidos.

Um júri considerou Antonio Pedro Alves culpado da acusação de violação, depois de ouvir o testemunho da vítima em tribunal, e absolveu-o de uma segunda acusação.

Um amigo próximo da família da vítima indicou que esta ficou indignada com o fato de Alves ter sido autorizado a manter o passaporte quando foi libertado sob fiança, afirmando: "Parece impossível que um estrangeiro acusado de violar uma criança tenha sido libertado sob fiança enquanto enfrentava acusações tão graves."

"Aparentemente, ele tinha sido avaliado e não parecia representar risco de fuga. Mas agora receamos que tenha fugido para o estrangeiro, provavelmente para Portugal," comentou.

Imigrantes são compradas e abusadas nos Estados do Golfo Pérsico

O fenômeno do tráfico de seres humanos continua a aumentar no Iêmen com a pobreza que favorece, de modo particular, a exploração das mulheres,  compradas e vendidas, violentadas e espancadas até à morte. 

Entre 2011 e 2012 no País registou-se um aumento considerável do contrabando e dos casos de violência entre as mulheres imigrantes. Dizem-no os últimos dados da Agência das Nações Unidas para os Refugiados (Unhcr), que em 2011 registou mais de 103 mil novos casos. Durante o ano de 2012, ainda que não haja dados corretos, estima-se  que sejam muitos mais. 

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Leia: Colombiana é condenada por tráfico de mulheres para o Panamá 



As mulheres imigrantes, em oriundas da Etiópia e da Somália, tentam escapar da pobreza dos Países de origem. 

Pagam centenas de dólares aventurando-se em longas viagens a bordo de barcos superlotados e perigosos na tentativa de chegar aos Estados do Golfo pérsico para encontrar trabalho. Durante a viagem são, muitas vezes, estupradas e, outras vezes, são asfixiadas devido ao excesso de pessoas e atiradas ao mar pelos próprios contrabandistas.
Quando chegam Iêmen ainda na maioria dos casos tornam-se reféns dos traficantes. De acordo com a relatório Desperate Choices, conduzido pelo Danish Refugee Council e pelo regional Mixed Migration Secretariat, as redes criminosas atingem também a Etiópia, o Djibouti e a Arábia Saudita.
Contribui para agravar o fenômeno também o chamado turismo sexual que vê pequenas iemenitas, de famílias pobres, obrigadas a matrimônios relâmpago com visitantes dos Estados do Golfo, que depois de terem abusado destas jovens vítimas abandonam-as pela estrada. 
Relata a Agência Fides.

Mulher que usar mini-saias pode ser presa ou ter multa pesada em Uganda

LEGISLADORES DE UGANDA PODEM  CRIAR LEI QUE PROIBE MULHERES DE USAR MINI-SAIAS 

As mulheres que saírem a rua em Uganda vestindo mini-saias poderão ser condenadas a prisão ou sofrer multas pesadas, de acordo com uma nova proposta de lei anti-pornografia submetida pelo governo daquele país ao parlamento. 

A legislação, a ser apreciada pelo parlamento, também prevê o banimento de dramas e filmes com conteúdos considerados adultos. Essa medida inclui o banimento de cantoras como Beyoncé e Madonna da televisão local, por considerar os seus vídeos musicais como sendo “muito sensuais”.

A proposta de lei estipula que as infratoras desta medida sejam penalizadas com multas pesadas cerca de 3.800 dólares americanos, ou condenadas a prisão até 10 anos ou por ambas medidas.

"É proibido vestuário acima do joelho. Se uma mulher usar mini saia havemos de prender”, disse o Ministro da Ética e Integridade, Simon Lokodo, entidade proponente desta lei.



“Na internet, iremos montar um sistema para monitorar de modo a sabermos quem vê determinados páginas e quem esteve a ver páginas proibidas”, disse o Ministro, defendendo que a lei visa proteger a mulher e a criança da exploração e reduzir a crescente “imoralidade” na sociedade.

No início do corrente mês, alguns deputados da Comissão para os Assuntos Legais do Parlamento local advertiram sobre as possíveis implicações desta lei na violação de algumas liberdades garantidas pela Constituição.


Por outro lado, os parlamentares criticam a ausência da definição do que constitui “traje decente” e defendem que esta lei pode proibir o comportamento sexual de casais, limitar as liberdades e ameaçar os turistas.

Tudo agora está nas mãos do parlamento ugandês, um dos melhores do mundo em termos de representação feminina, com 34,9 por cento dos deputados mulheres.

Meninas abusadas são mais propensas a acidentes vasculares celebrais

Cientistas chegaram a conclusão que mulheres que foram abusadas quando meninas podem estar mais vulneráveis ​​a ataques cardíacos e derrames na idade adulta.

O estudo realizado pela Brigham University constataram que meninas que experimentaram repetidos episódios de sexo forçado na infância ou adolescência possuem um risco de 62 por cento mais elevado de contrair doença cardiovascular na idade adulta.

Maus-tratos físicos graves na infância ou adolescência foi associado a um risco 45 por cento maior de eventos cardiovasculares. Leve a moderada abuso físico ou sexual não foi associada com maior risco.

"O principal fator que explica a ligação entre o abuso infantil grave e doença cardio adulto foi a tendência de meninas abusadas ter ganhado mais peso ao longo da adolescência e na idade adulta", disse Janet Rich-Edwards, de acordo com um comunicado Brigham. Rich-Edwards, professor associado de medicina da Universidade Brigham and Womens Hospital, em Boston, liderou o estudo.

Os pesquisadores estudaram as associações de criança e adolescente com ataques cardíacos e derrames confirmados em 1989-2007 entre 67.102 mulheres no Nurses 'Health Study II.

Onze por cento relataram atividade sexual forçada durante a infância e adolescência e nove por cento relataram abuso físico grave.

"As mulheres que sofrem abuso precisa tomar um cuidado especial com sua saúde física e bem-estar emocional para reduzir seu risco de doença crônica," disse Rich-Edwards.

Estes resultados foram apresentados nas Sessões Científicas da American Heart Association de 2011.

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Britânica é presa mantendo relações em carro no Estado Islâmico

Uma mulher britânica pode enfrentar até três anos de prisão em Dubai depois de ter sido preso por supostamente manter relações bêbada no banco de trás de um táxi  e violar as leis do Estado islâmico. 

Rebecca Blake, 29 e Conor McRedmond foram presos depois de uma bebedeira durante todo o dia . Eles foram detidos por cinco dias e acusados de manter relações fora do casamento e estarem bêbados em local público, ambas são infrações penais no Estado Islâmico.

Rebecca Blake, é consultora de recrutamento e reuniu-se com o deputado McRedmond na Vila Irlandês, um bar onde os clientes  pagam um valor para beber brunch a vontade. Depois de beber durante 12 horas, a dupla chamou um taxi para Marina Dubai.

Minutos depois eles foram vistos em um abraço apaixonado pelo condutor pelo o espelho retrovisor, de acordo com relatórios da polícia.

Enfurecido pelo seu comportamento da mulher, o motorista parou e se queixou à polícia em um carro de patrulha estacionado nas proximidades. Quando ele voltou com um oficial, o casal estava  mantendo relações no banco de trás do táxi.



Uma fonte disse: "Eles estavam completamente bêbados, começaram a se beijar e, em seguida,  se empolgaram. 



Depois de sua detenção o casal foi levado para o Jebel Ali na delegacia de polícia e mantido sob custódia de 4 maio à  9 maio. A polícia recolheu amostras de DNA para provar que eles tinham mantido relações e tinha bebido.

Oficiais estão esperando para que os resultados voltem do laboratório forense antes de enviar para o tribunal. Eles foram libertados sob fiança apenas quando dois amigos pagaram a fiança e  entregaram seus passaportes.

Blake nega as acusações à mídia, alegando que ela estava apenas bebendo uma cerveja sozinho no veículo quando a polícia chegou para prendê-la.


Mulher é presa suspeita de envolvimento no tráfico de crianças

Uma mulher de 53 anos foi presa ontem sob suspeita de envolvimento em uma rede internacional de tráfico de crianças. A prisão aconteceu no Jardim dos Imbuías, na zona sul de São Paulo, após a mulher receber um bebê de uma adolescente de 17 anos. A suspeita é que ela fosse levada para a Itália. 

As investigações que levaram a prisão da suspeita começaram em Montes Claros (MG), em março. Segundo a polícia paulista, as denúncias apontavam que a mulher convencia gestantes em comunidades pobres a entregar o filho com a promessa de dar uma vida melhor para a criança. 

Os investigadores mineiros monitoraram telefonemas da suspeita, que revelaram que o verdadeiro objetivo era vender o recém-nascido para interessados no exterior. Durante o monitoramento, os policiais descobriram que a mulher receberia um bebê de uma jovem da região de Parelheiros, e a polícia paulista foi acionada. 

Em São Paulo, a polícia passou a monitorar a mulher, que chegou a visitar o bebê no hospital após o parto. Depois de 15 dias internada, a criança recebeu alta ontem, quando foi entregue pela mãe a mulher. A ação foi acompanhada pela polícia, que prendeu a mulher em seguida. 

A adolescente também foi detida e afirmou que não sabia que a criança seria vendida. A jovem também teria informado à polícia o nome de outras pessoas responsáveis por aproximá-la da suspeita. A criança deverá ficar sob responsabilidade do conselho Tutelar. A polícia ainda tenta identificar outros envolvidos com o crime. 

Tribunal absolve homem sonâmbulo por abusar de menina

Um tribunal belga concedeu absolvição a um homem acusado de acariciar sexualmente uma menina de 9 anos por acreditar em sua versão que o ato foi concebido  no momento em que ele se encontrava dormindo.

Jornais belgas relataram que o tribunal de Mons, 65 km a sudoeste de Bruxelas, confirmou a absolvição do homem, identificado apenas como Tommy, porque o incidente ocorreu em um momento de sonambulismo.

O advogado de Tommy, Michel Bouchat, citou que o tribunal aceitou a verdade dos fatos e  "que seu cliente agiu sem vontade própria e não tinha consciência do que estava fazendo naquele momento."

O advogado afirmou acreditar que esta é  a primeira vez que tal defesa tivesse sido aceito na Bélgica. No entanto, casos como este  tem sido bem sucedida em outros países, incluindo os EUA, onde um homem em Illinois com um histórico de sonambulismo foi absolvido no ano passado de agressão sexual.

No meu ponto de vista esta decisão do tribunal belga está cheirando conivência com as atitudes deste cidadão.  Como não devemos julgar sem conhecer exatamente a veracidade dos fatos deixo que meus leitores deixem suas opiniões.

Homem desconfiado tortura namorada por senha do Facebook

Uma adolescente foi brutalmente torturada por seu namorado ciumento para que ela revelasse sua senha no Facebook.

O caso aconteceu em South Wales, na Inglaterra e o namorado Jason Fleming, 37, deu início com a violência colocando a garota Jéssica Herbert de 18 anos em baixo de um chuveiro gelado e a segurando até que ela revelasse o login e as senhas da rede social.

Em uma outra ocasião Fleming obrigou Jéssica a sentar debaixo do chuveiro enquanto a torturava perfurando sua orelha com um lápis até sangrar.

No dia seguinte ao ataque com o lápis e o banho frio, ele voltou a agredir a namorada até que ela perdesse a consciência. 

Desta vez o bandido e torturador de mulheres usou de uma tática mais assustadora. Ele amarrou suas mãos e colocou um saco preto em sua cabeça até que ela ficasse sem ar. Depois de todo este sufoco e tortura Jéssica desmaiou e não se lembra mais nada do acontecido.

O caso foi parar no tribunal e Fleming revelou querer a senha privada de sua namorada porque desconfiava que ela vinha lhe traindo com outros homens no Facebook.

Fleming admitiu as torturas físicas contra a namorada e ouviu o juiz Keith Thomas dizer a ele: "Você usou os piores meios de tortura possíveis contra uma pessoa. Você agiu como se ela fosse sua propriedade."

O juiz deu a Fleming uma pena 16 meses em regime fechado e uma ordem de não voltar a se aproximar de Jéssica por 5 anos.

Fotos de garotas no Facebook são roubadas e param em sites adultos

Jules Rahim ficou chocada quando um amigo viu sua foto em situação de  destaque em um site adulto.

Essa não foi a única utilização não autorizada de sua  foto de biquíni, que ela havia postado em sua conta no Facebook há três anos.

Um outro amigo disse-lhe que a sua foto  também estava em um site de namoro chamado sgGirls.com. A foto estava acompanhada por uma legenda com um número de telefone  e o custo  para conversar com ela.

O Straits Times entende que, pelo menos, duas outras mulheres de Cingapura descobriram também que fotos postadas no Facebook também foram publicadas nestes dois sites.

As três mulheres são vítimas daquilo que é conhecido como "photo-jacking", o ato de roubar fotos de mídias sociais como Facebook e Twitter e explorá-los para uso comercial em sites adultos.

No início deste ano, houve relatos nos Estados Unidos e na Nova Zelândia sobre fotos do Facebook de adolescentes e crianças que também acabaram em portais deste tipo.

Rahim afirmou: "Eu vou processá-los. Esses sites não têm o direito de usar as minhas fotos sem o meu consentimento". Ela é casada com um gerente assistente que trabalha em um resort. 

Os policiais disseram que estão investigando o assunto, mas não pôde confirmar se esta é a primeira denúncia que receberam. As outras duas vítimas de Cingapura não puderam ser contactadas porque elas estão viajando.

Advogado Bryan Tan, diretor da Keystone Lei Corp, disse que as vítimas têm o direito de exigir que os sites removam suas fotos. Porém é difícil fazer cumprir as leis de Cingapura em sites que são operados  no exterior.

O site sgGirls.com está hospedado em Dusseldorf, na Alemanha, enquanto o outro portal está localizado em Los Angeles, Estados Unidos. Rahim entrou em contato com o site  sgGirls.com mas porém ainda não teve um retorno de seu operador. Ela não deu maiores detalhes do contato com o outro portal.

Também não está claro se os sites da Web ou uma terceira pessoa,   presumivelmente "amigo" das vítimas  no Facebook  que foi o responsável por colocar as fotos nos sites. A polícia ainda tenta  rastrear o culpado para que possa pagar pelas consequências geradas as vítimas.

Em face de tais dificuldades, especialistas em mídia e da segurança social aconselham os internautas a  definirem as opções de privacidade aos mais altos níveis. Além disso, não adicionar pessoas à sua lista de confiança se você não sabe exatamente quem eles são.

Isso ocorre porque os ladrões on-line pode criar um perfil falso e fingir ser um amigo existente pedindo para ser "adicionado." Uma vez que o pedido for aceito, a pessoa pode acessar qualquer imagem partilhada na rede social do alvo.

Assim, mesmo alterando as configurações de privacidade para permitir que apenas amigos possam acessar informações pessoais e fotos podem não ser suficientes.

Os internautas devem pensar duas vezes antes de postar determinadas fotos. "Mesmo uma foto aparentemente inocente pode assumir um caráter novo, se for postado em um site com conteúdo adulto.


Alunas oferecem encontros amorosos no YouTube e são suspensas

Cinco alunas da Austrália foram suspensas depois de postar um vídeo  oferecendo encontros amorosos  por dinheiro no YouTube.
 
O clipe de quatro minutos, que mostrava as meninas em seu uniforme escolar, foi visto por cerca de 10.000 vezes antes de ter sido removido do site de compartilhamento de arquivos e substituído com uma mensagem dizendo que retratava "atividades prejudiciais".
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O vídeo também foi compartilhado em sites de redes sociais como Twitter, Facebook e Tumblr. No vídeo, três das meninas teria oferecido encontro por 80 centavos e, ocasionalmente, riam da situação como se fosse normal.
 
Em um ponto elas disseram, "Nós somos profissionais treinados, por isso fazemos um preço acessível."
Elas afirmavam que estavam oferecendo um serviço público que iria ajudar a prevenir contra ataques indesejados a outras mulheres.

As outras duas meninas foram supostamente envolvidos na filmagem e na produção do vídeo. O Departamento de Educação remeteu o assunto para  Polícia, que visitou a escola.

No entanto, a polícia comunicou que as meninas não eram susceptíveis de enfrentar acusações criminais. Parece que as meninas envolvidas no incidente estavam participando de uma filmagem e desconhecem os perigos e as repercussões a ação teria", disse o comunicado.
 
A Polícia no ano passado realizou seis palestras de educação sobre a segurança online em Mitcham Escola Girls, pois estavam preocupados com a segurança na internet aos alunos.
 
A União Europeia deverá criar em breve um centro para combater o crime na internet. Um porta-voz do Departamento de Educação disse que a escola havia informado aos pais das meninas. A  Escola possui  uma política de segurança rigorosa na internet.

Mais uma vez reforçamos aos pais e alunos a  lembrá-los da importância de saber  usar a internet de maneira segura.

Menina estava sendo filmada por câmera escondida em banheiro da Starbucks

Um homem EUA está processando a Starbucks Coffee, uma das maiores cafeterias do mundo, após sua filha de 5 anos de idade, supostamente ter encontrado uma câmera de vídeo apontada para o vaso sanitário de um banheiro que a menina usava.

William Yockey, da Virgínia, está pedindo US $ 1 milhão em uma ação civil por quatro acusações, incluindo violação de privacidade da garota.


Yockey e sua filha entrou em um Starbucks no centro de Washington para usar o banheiro durante uma viagem de turismo no mês de Abril.

Após usar o banheiro unisex, a menina descobriu que estava sendo filmada por uma câmera de vídeo digital escondido no tubo de drenagem em forma de U debaixo da pia. A câmera se voltava em direção ao vaso sanitário e estava em estado de gravação.

A menina ficou muito irritada disse o pai transtornado, que em contato com o gerente de imediato chamou a polícia.

Não é a primeira vez que acontece algo neste gênero em banheiros da rede Starbucks. Somente este ano é a terceira vez que ocorre fatos como este.

Um homem foi preso em maio por colocar uma câmera em uma das lojas Starbucks na Califórnia onde gravou pelo menos 40 mulheres. Um homem foi preso em Junho por colocar uma câmera em outra loja da rede Florida.

O porta-voz da  rede Starbucks Alan Hilowitz comentou: "Nós temos obrigação de proporcionar um ambiente seguro para os nossos clientes e a nossos funcionários."

Incidentes, como este da "câmera alojadas nos banheiros são extremamente rara, dado que a empresa tem 17 mil lojas nos Estados Unidos", disse ele.

Meninas atraidas e abusadas por homem que se dizia médico

Homem fingiu ser um médico por muitos anos e era visto com acessórios como termômetro, luvas cirúrgicas e outros instrumentos para seduzir garotas e abusar de sua inocência.

Sua maneira de agir era sempre a mesma, em ruas pouco movimentadas, em escadarias de prédios, ele conseguia atrair as suas vítimas e levá-las para para um lugar onde não seria observado.

Ng Keong Ban, 55, se declarou culpado em um tribunal distrital a três acusações de abuso sendo que uma era menor de idade informou o The Straits Times (ST).

Segundo informações o falso médico agia desde 2004 em Cingapura e até sua prisão foram provados que ele conseguiu atrair e abusar de sete meninas com idade inferior a 13 anos.

A mais jovem de suas vítimas tinha nove anos quando e com os olhos vendados ele a molestou a caminho de casa ao redor Sims Drive em 26 de outubro de 2009.

Em 13 de setembro de 2004, ele pediu uma menina de 11 anos para lhe mostrar o caminho para um apartamento na Avenida Clementi 4. Ele alegou ser um médico à procura de um estudante que estava ausente a partir de um exame de saúde.

Em um patamar da escada, ele tirou seus instrumentos médicos e desabotoou o primeiro botão da blusa da menina da escola. Ele, então, apertou os seios com o pretexto de verificar um nódulos.

Quando tentou levantar a saia dela e ela resistiu, ele desistiu, assim ganhando sua confiança, e em seguida, pressionou a parte inferior de seu estômago.

Vice-Procurador Gail Wong pediu ao juiz Roy para dar uma sentença dura ao falso médico de até 12 anos. Ele disse que Keong Ban teria explorado a vulnerabilidade das ​​meninas, era um criminoso em série durante um período prolongado e enganou as vítimas a acreditar que ele era médico.

Advogados de Keong Ban, Subhas Anandan e Sunil Sudheesan pediu um tempo para preparar um pedido de defesa a seu cliente.

Keong Ban, também foi acusado de abusar  de três outras meninas. Ele enfrenta um total de seis acusações  que serão todas considerados durante a sentença.

Imigrantes são maiores vítimas de violência doméstica

As mulheres imigrantes são cada vez mais vítimas da violência doméstica na Espanha, informou o jornal espanhol El País, mostrando que representam 40% das mulheres assassinadas por maridos, companheiros ou namorados na Espanha desde o início do ano. 

As imigrantes, principalmente as latino-americanas, são um grupo bastante vulnerável aos maus-tratos devido a sua situação irregular ou ao processo de reagrupação familiar, explicou a publicação.

As imigrantes clandestinas não têm coragem de fazer denúncias porque temem ser expulsas do país, ou que o seu companheiro (sua base de apoio na nação estrangeira) seja deportado. Essa situação cria um ambiente em que impera a impunidade.

Marisa, uma equatoriana de 34 anos, está há cinco na Espanha, onde conheceu o seu atual marido, também original do Equador, contou ao El País que "a felicidade durou apenas poucos meses depois do casamento".

"Ele começou a bater em mim, de maneira forte, com qualquer desculpa, me xingava", disse. "As amigas diziam que eu devia fazer uma denúncia, mas tinha medo de chegar perto da casa. Como alimentarei a minha filha? Para onde irei?", desabafa.

No final, Marisa teve a coragem de ir à polícia. Atualmente, ela se encontra em uma casa onde ficam hospedadas as mulheres vítimas de violência doméstica.

Com relação a esse problema, em março deste ano, o premier socialista José Luis Rodríguez Zapatero havia declarado que o seu novo governo teria como prioridade o combate contra a violência doméstica, questão preocupa as autoridades do país.

Menina imola-se com fogo após ter namoro proibido pelos pais

Uma menina indiana de 19 anos de idade, imolou-se com fogo depois que seus pais se recusaram a permitir que ela continuasse um relacionamento romântico com um garoto de sua escolha. A não concordância de ideias levou a adolescente tomar uma drástica atitude com efeito devastador.

O passo extremo da menina que acabou com sua vida colocou os moradores em pânico após o incêndio ameaçar a invadir o prédio inteiro  onde ela morava com os pais.

Dhanalaxmi,  estava apaixonada por um menino, mas seus pais se opuseram a ele e eles tiveram uma discussão acalorada. Dhanalaxmi então correu para o terraço do terceiro andar, encharcou-se com querosene em uma despensa e acendeu o fogo.

A despensa estava abastecida com os resíduos inflamáveis, tais como tecido e plástico, que logo se transformou em uma bola de fogo diz a polícia. Embora as chamas causaram algum dano ao prédio, sem nenhum morador ficou ferido.

A emissão de fumaça espessa do edifício atraiu multidões de curiosos, que acabaram provocando engarrafamento na área. O corpo de bombeiros enviou socorro para combater as chamas. Como Dhanalakshmi tinha sofrido 90 por cento queimaduras por todo o corpo, foi levado às pressas para Victoria Hospital más não resistiu.

"Vimos uma fumaça espessa provenientes do edifício. Pensávamos que todo o edifício estava em chamas, mas depois descobrimos que era um caso de suicídio", disse Munivenkatappa, um comerciante de têxteis em JC Road.


Mulher mantém relações incestuosas consentidas com seu pai

Quando já imaginamos ver tudo eis que surgem alguns casos bizarros  que nos deixam totalmente enojados. São seres miseráveis e desprovidos de sentimentos que não me habilito de chamar de seres humanos que proporcionam a sociedade alguns casos sinistros e macabros.

Uma jovem mulher de apenas 24 anos manteve relações sexuais com seu pai. E conforme investigações da polícia as intimidade incestuosas entre pai e filha  foram inteiramente consentidas.

Acredita-se que oficialmente este seja o primeiro processo de sexo consensual entre pai e filha acontecido em Singapura.

De acordo com relatórios anteriores, pai e filha estavam sempre por perto. Quando a menina se tornou adolescente ela participava rotineiramente de encontros de seu pai com seus amigos em cafés e restaurantes  onde ela acompanhava nas bebidas.

A relação tornou-se íntima em 2006, quando eles começaram a trocar abraços e beijos. Ela então já estava com 18 anos.

Ao longo do tempo, eles evoluíram a se tocar e acariciar um ao outro em partes íntimas quando eles estavam sozinhos no flat da família.

No dia do incidente, eles tiveram uma discussão, enquanto ele estava deitado na cama no quarto principal e ela estava checando seus e-mails no seu laptop na beira da cama.

Ela se desculpou com ele que lhe pediu um abraço. As coisas progrediram e, eventualmente, tiveram relações sexuais naquela noite.

The Straits Times informou que o tribunal ouviu a moça dizer que lamentava suas ações demonstrando-se arrependida e temia uma gravidez indesejada.

O assunto veio à tona quando o casal teve uma segunda briga. Ela então chamou um amigo e pediu que ele chamasse a polícia. Quando eles chegaram, ela lhes disse que seu pai havia lhe molestado e ele foi preso.

A moça se mudou do apartamento da família e sua mãe entrou com pedido de divórcio de seu pai.

Haverá outra audiência em um mês, quando um juiz vai decidir se dará liberdade condicional ao homem ou dará uma pena de prisão.

Thammy Gretchen e namorada processa padaria por serem discriminadas

Em entrevista exclusiva por telefone ao Virgula Famosos nesta quarta-feira (16), Thammy Gretchen falou que decidiu processar uma padaria da Aclimação por sofrer discriminação.

Thammy e a namorada foram expulsas do local ao trocarem carinhos. “Estávamos tomando uma vitamina e nos abraçamos. Depois de um tempo nos beijamos e um funcionário se aproximou e exigiu que não continuássemos com aquilo”.

Com vergonha, a filha de Gretchen pediu para falar com o gerente do estabelecimento. Para sua surpresa, ele defendeu a postura do funcionário e disse que a regra da padaria era não aceitar pessoas desse tipo fazendo isso. “Ele ainda me contou que uma semana antes tinha expulsado duas outras meninas que tiveram a mesma conduta e que eu e minha namorada não iríamos mais colocar os pés lá dentro”, contou.

Thammy registrou no mesmo dia um boletim de ocorrência na delegacia próxima ao local e nos afirmou que o juiz quem vai decidir o valor da indenização. Foi falado na mídia que ela pediria R$ 2 milhões por conta do ocorrido. “Minha moral não vale isso e nem dinheiro algum. Vou deixar para que a justiça defina o valor que eles achem o correto”.

Mulheres são assassinadas por suspeita de imoralidade no Afeganistão

Uma mãe e sua filha foram assassinadas em sua casa no leste do Afeganistão nesta sexta-feira por homens armados que aparentemente as acusaram de "atividades imorais", segundo autoridades e vizinhos.

Os dois homens invadiram a casa desta viúva e de sua filha na cidade de Ghazni por volta das 4h local e as mataram a tiros, indicou o chefe da polícia local, Zilawar Zahid.

Este caso se soma a outras duas mortes que colocam em evidência os perigos que muitas mulheres enfrentam no Afeganistão depois que uma invasão dirigida pelos Estados Unidos há dez anos derrubou o regime talibã, que aplicava uma política repressiva contra as mulheres.

"Mataram as mulheres dentro de casa", afirmou Zahid. "Foi iniciada uma investigação para averiguar porque foram mortas e a polícia afegã prendeu dois homens relacionados ao caso", acrescentou. Este policial desmentiu que tivessem sido assassinadas a pedradas.

Um homem que vivia perto das duas mulheres, Mohamad Khan, disse que elas foram "acusadas de adultério e atividades imorais".

A Comissão Afegã Independente de Direitos Humanos registrou 1.026 casos de violência contra mulheres no segundo trimestre de 2011, em comparação com 2.700 casos em todo o ano de 2010.

Cerca de 87% das mulheres afegãs sofreram violência física, sexual ou psicológica, ou foram vítimas de um casamento forçado, de acordo com os números citados em um relatório da organização não governamental Oxfam no mês passado.

Mulher é despida em público e tem seu corpo escrito "eu sou ladra"

Na maioria das vezes o ladrão acaba por perder aquilo que roubou ou vai pagar atrás das grades pelo crime que cometeu.

Más desta vez aconteceu um caso muito inusitado com uma mulher que foi pega em flagrante apanhando aquilo que não lhe pertencia.

O caso aconteceu na cidade de Taizhou, na província de Zhejiang, China. A pobre da mulher foi apanhada roubando e passou por uma grande humilhação diante do público. Ela foi despida completamente diante de uma grande multidão que aplaudia o ato.

Eles arrancaram toda sua roupa e escreveram em suas costas: "Eu sou ladra", ela também foi agredida fisicamente.

Ela usou o restante de trapos de suas roupas que sobraram ao redor do peito para evitar a exposição completa diante de um público entusiasmado.


O incidente atraiu muita atenção dos internautas. Muitos afirmaram que a justiça com as próprias mãos tem sido frequente na localidade. O incidente também deixou as pessoas nervosas por falta de procedimentos policiais apropriados e leis em Taizhou, que vem resultando tais incidentes repetidos.

Se a moda pega aqui no Brasil seria difícil andar pelas ruas shoppings, mercados, lojas sem ver alguém sendo despido desta maneira. 

Na eloquência  da minha impetuosa imaginação viajo através de meus singelos  pensamentos até Brasília e imagino todos os congressistas nus e levitando. 

Lésbicas são abusadas por homens que alegam ser a cura da doênça

Ativistas de direitos humanos dizem que pelo menos 10 mulheres lésbicas da África do Sul são abusadas sexualmente a cada semana por homens que alegam ser a "cura" da homossexualidade para suas vítimas, de acordo com um relatório da CNN.

Os ataques sexuais são frequentemente acompanhadas de "violência terrível" contra as mulheres  que são deixadas gravemente feridas e muitas em situação permanente.

Eudy Simelane, era uma estrela de futebol e ativista lésbica, treinava continuamente para ser a primeira mulher árbitro na Copa do Mundo 2010 de futebol, quando foi assassinada.Ela foi estuprada, espancada e esfaqueada até a morte, seu corpo foi jogado em um córrego na periferia de Joanesburgo. Nenhuma parte de seu corpo havia sido deixado intocado. Ela levou cerca de 25 facadas inclusive até na sola dos pés.

Quatro homens foram acusados ​​do assassinato. Um admitiu estupro e assassinato e foi sentenciado a 32 anos de prisão. Um segundo homem foi condenado por estupro, homicídio e roubo e preso por 35 anos. Os outros dois foram absolvidos.

Em um relatório recente, a Human Rights Watch disse que estas atitudes em relação à homossexualidade na África do Sul na verdade tem piorado nos últimos 20 anos.

Siphokazi Mthathi, o diretor Sul Africano da Human Rights Watch, afirma que o sexismo está profundamente arraigado na sociedade.

"Nós não conseguimos fazer com que estas pessoas entendam que há um preço para o estupro. Ainda há um forte sentimento entre os homens que têm poder total sobre as mulheres, seus corpos e há também um forte sentido de que não haverá consequências, porque na maioria das vezes não há consequências ", disse à CNN.

Mulheres atacavam homens e roubavam o sêmen para usar em rituais

As irmãs Sophie, de 26 anos, Netsai Nhokwara de 24 e Rosemary Chakwizira de 28 anos, revendiam o sêmen para curandeiros na África do Sul. As três jovens foram detidas depois da polícia encontrar 33 preservativos com sêmen dentro de um carro em Lower Gweru no último dia 9 de Outubro.

Em dois anos as mulheres atacaram, pelo menos, 17 homens e entre as vítimas estão dois soldados que foram atacados nos dias 22 de Agosto e 14 de Setembro, respectivamente.
Um dos militares disse que foi levado para uma estrada fora da cidade e uma das irmãs apontou-lhe uma arma e ameaçou disparar caso ele recusasse ter relações sexuais com elas.

O outro policial afirmou que foi forçado a entrar num carro sendo obrigado a tomar uma substância desconhecida e a manter relações com as jovens. No ataque também participou outra uma mulher ainda não identificada.

De acordo com a CNN, um professor de sociologia da Universidade do Zimbábue afirmou que, em algumas camadas da sociedade, o esperma pode ser usado em rituais que teoricamente trariam a regeneração da vida, já que o sêmen representa, biologicamente, a fonte da vida.

A polícia ainda espera que outros homens denunciem ataques realizados por elas.