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Meninas abusadas são mais propensas a acidentes vasculares celebrais

Cientistas chegaram a conclusão que mulheres que foram abusadas quando meninas podem estar mais vulneráveis ​​a ataques cardíacos e derrames na idade adulta.

O estudo realizado pela Brigham University constataram que meninas que experimentaram repetidos episódios de sexo forçado na infância ou adolescência possuem um risco de 62 por cento mais elevado de contrair doença cardiovascular na idade adulta.

Maus-tratos físicos graves na infância ou adolescência foi associado a um risco 45 por cento maior de eventos cardiovasculares. Leve a moderada abuso físico ou sexual não foi associada com maior risco.

"O principal fator que explica a ligação entre o abuso infantil grave e doença cardio adulto foi a tendência de meninas abusadas ter ganhado mais peso ao longo da adolescência e na idade adulta", disse Janet Rich-Edwards, de acordo com um comunicado Brigham. Rich-Edwards, professor associado de medicina da Universidade Brigham and Womens Hospital, em Boston, liderou o estudo.

Os pesquisadores estudaram as associações de criança e adolescente com ataques cardíacos e derrames confirmados em 1989-2007 entre 67.102 mulheres no Nurses 'Health Study II.

Onze por cento relataram atividade sexual forçada durante a infância e adolescência e nove por cento relataram abuso físico grave.

"As mulheres que sofrem abuso precisa tomar um cuidado especial com sua saúde física e bem-estar emocional para reduzir seu risco de doença crônica," disse Rich-Edwards.

Estes resultados foram apresentados nas Sessões Científicas da American Heart Association de 2011.

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Menina acusada de blasfêmia contra o Alcorão no Paquistão

A polícia paquistanesa disse um clérigo muçulmano plantou provas para vincular uma menina cristã de blasfêmia, uma nova reviravolta em um caso que atiçou as chamas de tensão religiosa no país e atraiu interesse mundial.

O imã, Khalid Jadoon Chishti, ele mesmo enfrenta acusações de blasfêmia por rasgar páginas de um Alcorão para usar como prova contra a menina, disse islamabad chefe da polícia de Bin Yamin. 

O mais recente desenvolvimento pode tornar mais fácil para a menina, de 14 anos de idade Rimsha, a ser libertada sob fiança na próxima audiência. A polícia prendeu Rimsha no mês passado depois que um vizinho a acusou de queimar páginas contendo textos do livro sagrado muçulmano, o Alcorão.

Rimsha tinha dois sacos de compras com ela: um contendo as cinzas e os outros, as páginas parcialmente queimados, segundo a polícia. Ela tinha recolhido o papel como combustível para cozinhar, disseram as autoridades.

Mesmo que o advogado de Rimsha dizendo que ninguém realmente viu a menina queimar os papéis, o vizinho foi para Chishti, o clérigo do bairro com os sacos para guarda como prova.

Chishti não estava certo que simplesmente queimar páginas com textos do Alcorão seria suficiente para condenar Rimsha sobre acusações de blasfêmia, disse Munir Jaffery, o oficial de investigação no caso.

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Assim, o imã acrescentou duas páginas do livro sagrado-se à bolsa para reforçar o caso, Jaffery disse.

A polícia prendeu Chishti no sábado, depois de três testemunhas disseram a um juiz sobre as ações do Imã. Ele foi enviado para a prisão por 14 dias, acusado de adulteração de provas. Chishti negou a alegação, segundo as autoridades.

Yamin, o chefe de polícia, estabeleceu uma distinção entre as acusações contra os dois, dizendo Rimsha é uma menor de mente simples, enquanto o imã é altamente educado em estudos religiosos e ativados no ato de blasfêmia intencional.

Insultar o Islã provoca reação ampla e imediata, no Paquistão, uma nação predominantemente muçulmana. Sua controversa lei da blasfêmia torna o crime punível com a morte. Críticos afirmam que a legislação está sendo usado para minorias.

O governador de Punjab, Salman Taseer, que criticou a lei, foi morto a tiros por sua guarda de segurança no ano passado. Um tribunal paquistanês suspendeu sentença do guarda pela morte.

No caso Rimsha, cerca de 150 pessoas se reuniram em 17 de agosto  o dia em que foi preso, na área onde o bairro população vive cristãos e ameaçaram incendiar sua casa, segundo a polícia.

Durante uma tensa audiência sábado, advogados muçulmanos exigindo que Rimsha permanecem na prisão entrou em uma competição de gritos com o juiz. Eles forneceram uma lista de razões, a menina deve ser detida, inclusive questionando se a menina deu seu advogado a procuração.

Um juiz ordenou que os investigadores obtenham mais detalhes sobre o seu poder de advogado e adiou a audiência para segunda-feira.

Antes de sábado, uma decisão deveria vir quinta-feira, mas foi adiada para que as autoridades poderiam responder a perguntas sobre o seu histórico médico."Todas estas são as táticas dilatórias dos advogados do queixoso para manter a menina na cadeia", disse seu advogado, Tahir Naveed Choudhry.

Os advogados dela correu para um carro e saiu em disparada após a audiência sábado por motivos de segurança. Rimsha não compareceu.

Choudhry tem procurado fiança, dizendo que ela é legalmente menor de idade e deve se reunir com os pais, em vez de mantidos em uma prisão com adultos. Ele citou um relatório elaborado por uma comissão independente médico atestando que a menina tem  14 anos. 

Os médicos que a examinaram concluíram também que a sua idade mental era menor do que sua idade cronológica e ela sofre de síndrome de Down, disse ele. A polícia disse que a menina é analfabeta e negou saber que havia versículos do Alcorão sobre os documentos que supostamente queimadas.

Choudhry diz que espera que o julgamento dure até dois anos. Rimsha permanecerá sob custódia  se a fiança for negado, ele disse.

Se ela for julgado como menor de idade, ela poderia receber uma sentença mais branda se condenado. Como um adulto, ela enfrenta uma pena máxima de prisão perpétua por blasfêmia, disse o advogado. Prisão do imã pode solicitar um reexame das acusações contra a menina, disseram as autoridades.

"Nós temos uma forte evidência contra (o clérigo)", disse Naveed Chaudhry, conselheiro do presidente do Paquistão. "Advogado (Rimshi) ir a tribunal para a fiança. Ela pode ser lançado na segunda-feira com base nesta evidência."

Polícia liberta jovem presa pelo pai em banheiro por 9 anos na Palestina

A Polícia palestina libertou neste domingo uma jovem que estava há nove anos trancada no banheiro de casa pelo pai, na cidade de Qalqilya, no norte da Cisjordânia, informa a agência de notícias palestina "Wafa".

Segundo a Polícia, o pai justificou o confinamento da filha, de 20 anos, como um castigo por uma "briga familiar", cujos detalhes são desconhecidos.

Os agentes entraram na casa após receberem denúncias de vários vizinhos. Num primeiro momento, o pai tentou impedir que entrassem no banheiro, que estava trancado, mas a jovem começou a gritar e a Polícia obrigou-o a entregar a chave e abriu a porta.

Os policiais encontraram a jovem desesperada, junto a um colchão e uma manta nas pequenas dimensões do banheiro.

O castigo começou quando ela ainda era uma menina de 11 anos em uma casa na localidade de Nabi Ilyas. O confinamento continuou quando a família se mudou para a cidade de Qalqilya.

O pai foi detido e a filha está sendo atendida por serviços sociais.
Uol

Estudantes suspensos por se abraçarem no pátio da escola

Uma mãe está tentando mudar a política de uma escola pública em Brevard County depois que seu filho foi suspenso por dar um abraço inocente em uma amiga.

Quando Nick Martinez, 14, recebeu a sua suspensão por esta demonstração pública de afeto na Southwest Middle School em Palm Bay, sua mãe quis saber o porquê. "Honestamente, eu não entendo porque  foi apenas um  abraço afetuoso entre amigos sem maldades".
"Eu queria saber se ele a tinha tocado de forma inadequada? Será que ela o denunciou? Ela disse alguma coisa sobre isso? Foi um abraço mútuo", disse Nancy Crescente, a mãe do menino.

A família do menino disse estar inconformada com a punição aos estudantes. "Somos de uma família hispânica e abraços faz parte de nossa cultura", disse ela.

A escola tem uma política restrita onde os alunos não podem se abraçar. "É a única escola no bairro onde não é permitido se abraçar". "Na política da escola não há diferença entre um abraço indesejado, como assédio sexual, e um abraço entre amigos".

O diretor disse que os alunos e os pais devem conhecer a política da escola porque está escrito no manual do aluno que  é online. Ele disse que um comitê de pais assinaram esta política há anos.

"Não há nada de errado com abraços", disse a mãe do aluno. "Se não há nada de errado com um abraço no sistema legal, por que haveria algo de errado no sistema escolar?"

Nancy Crescente deseja que a política mude e ela também planeja conversar com a diretoria da escola e está disposto a contratar um advogado para defender seu ponto de vista.

O diretor afirmou que não há planos de  mudar a política de se abraçar nas dependências da escola.

Bom gostaria de saber o ponto de vista dos amigos o quanto é viável uma norma como esta em um estabelecimento de ensino. No meu singelo raciocínio a escola é onde os adolescentes dão os primeiros passos para  o descobrimento de uma vida saudável.

Nesta fase não devemos proibir mas ensinar os limites dos primeiros sentimentos para vulgaridade. Punir o  flerte, os abraços, os primeiros beijinhos com certeza estará coibindo um adolescente de curtir a melhor fase de sua vida.

A escola é o mais importante instrumento de educação moral e sexual depois da família,  onde aprendemos os principais valores que carregamos por toda a nossa vida.

Quem não tem  lembranças dos tempos que ficávamos ansiosos para chegar a  hora do intervalo e poder ver aquela pessoa ou......... ( fica a cargo da imaginação de cada um) deixe seu comentário e conte suas loucuras.

Adolecente vende o rim para comprar ipad sem avisar a mãe

Um estudante vendeu seu rim por cerca de 3.800 dólares para comprar um iPad. O garoto de 17 anos chamado Xiao Zheng, queria o gadget, mas não tinha o dinheiro para comprar o aparelho. Então  ele descobriu um anúncio ilegal na internet afirmando que havia pessoas precisando de um rim e que pagariam de imediato.

O garoto chinês se encontrou com três homens no hospital de Chenzhou, Hunan, que pode  ser membros de um sindicato de venda de órgãos. 

Na reunião eles acertaram o preço que custaria o orgão e marcaram a data de imediato para que o rim fosse removido.

A mãe de Xiao Zheng descobriu o que tinha acontecido três dias mais tarde, quando ele voltou para casa com um laptop e um iPad debaixo do braço.

Depois que ele relatou para a mãe o que tinha acontecido, ela o encaminhou para o distrito policial mais próximo onde prestou queixa crime. 

Os homens que lhe deram o dinheiro não pôde ser contatado porque seus telefones estavam desligados. É claro que a quadrilha  não iriam dar endereço e telefone.

O menino também lamentou seus atos, dizendo que sua saúde havia se deteriorado desde que seu rim foi removido. Ele alega que não tinha conhecimento sobre os perigos que corria quando decidiu vender seu rim.

"O tráfico de órgãos é o terceiro crime organizado mais lucrativo no mundo. Só perde para o de drogas e o de armas", esta é uma declaração do coordenador de operações especiais de fronteiras da Polícia Federal, Mauro Sposito.

Existem muitos casos de desaparecimentos e homicídios de crianças e jovens que estão ligados ao tráfico de órgãos. Tem ocorrido com certa frequência na região norte do Brasil a morte de um número considerável de jovens que tiveram seus corpos mutilados encontrados com falta de órgãos em uma clara atuação de grupos empenhados nesse comércio.

Adolecente queimada por amigos está em coma em estado grave

Uma menina adolescente encontra-se em coma depois de ter todo corpo encharcado com gasolina e queimada de forma desumana  em Joanesburgo, África do Sul.

Kirsty Theologo, 18, foi atraida para um local fora da cidade e foi incendiada por supostos "amigos". Ela  sofreu queimaduras de 75 por cento no corpo, lesões graves no pulmão e na garganta. São constante estes acontecimentos contra jovens e mulheres.

Uma outra garota e amiga ainda ajudou a apagar as chamas atirando areia contra a vítima e acabou por se queimar também. A garota que ajudou Kirsty para que a tragédia não fosse ainda maior informou que os meninos queriam mesmo lhe matar.

O grupo que planejaram o ato era composto de cinco meninos e três meninas e uma das garotas relatou que enquanto estavam queimando Kirsty, os meninos ainda cortaram a mão dela e seguram sobre uma bíblia.

As moças, bem como dois homens de 19 e 21 anos que se entregaram à polícia no domingo estão em prisão preventiva aguando julgamento.