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Homem é decapitado por matar mulher e abusar do cadáver

Um homem sudanês foi decapitado e crucificado em Riyadh na Arábia Saudita por ter cometido um crime extremamente bárbaro.

Sua pena de morte seguindo as leis do país, ocorreu depois que o cidadão sudanês ter assassinado uma mulher saudita, em seguida, abusar do seu cadáver.
 
O homem que tinha conhecido a mulher a pouco tempo confessou  ter assassinado a dona de casa árabe por estrangulamento em seu sono.
 
Ele então teve relações íntimas  com o cadáver dela, roubou-lhe o dinheiro e jóias e fugiu depois de abrir o cilindro de gás em uma tentativa de matar os outros membros da família.
 
O criminoso foi localizado e foi levado a juri popular. O tribunal condenou-o à morte e crucificação. Ele recorreu, de acordo com um relatório do país árabe.
 
O tribunal de recurso deu-lhe a mesma pena, que foi confirmada pela Suprema Corte e, em seguida, em última análise endossado pelo Rei Abdullah.
 
Ao réu, identificado como Abdul Rahman Al Zain Abidin, foi dada uma execução pública e crucificação na capital do reino de Riyadh.
 
O método preferido de execução na Arábia Saudita é a decapitação por espada.

Polícia liberta jovem presa pelo pai em banheiro por 9 anos na Palestina

A Polícia palestina libertou neste domingo uma jovem que estava há nove anos trancada no banheiro de casa pelo pai, na cidade de Qalqilya, no norte da Cisjordânia, informa a agência de notícias palestina "Wafa".

Segundo a Polícia, o pai justificou o confinamento da filha, de 20 anos, como um castigo por uma "briga familiar", cujos detalhes são desconhecidos.

Os agentes entraram na casa após receberem denúncias de vários vizinhos. Num primeiro momento, o pai tentou impedir que entrassem no banheiro, que estava trancado, mas a jovem começou a gritar e a Polícia obrigou-o a entregar a chave e abriu a porta.

Os policiais encontraram a jovem desesperada, junto a um colchão e uma manta nas pequenas dimensões do banheiro.

O castigo começou quando ela ainda era uma menina de 11 anos em uma casa na localidade de Nabi Ilyas. O confinamento continuou quando a família se mudou para a cidade de Qalqilya.

O pai foi detido e a filha está sendo atendida por serviços sociais.
Uol

Arábia Saudita condena mulher a dez chibatadas por dirigir automóvel

A ativista Samar Badawi da Arábia Saudita declarou que uma mulher por nome de Shaima Ghassaniya foi condenada em seu país por estar dirigindo sem permissão do governo em Jeddah no mês de Julho passado.A corte se reuniu julgando a mulher culpada e penalizando a mesma com dez chibatadas por desobediência a lei.

A organização Women2drive, que defende o direito de as mulheres dirigirem na Arábia Saudita, disse que entraram com uma apelação.

A decisão judicial foi tomada no momento que o rei saudita, Abdullah, ter anunciado que as mulheres terão o direito de votar e concorrer nas eleições locais do país pela primeira vez a partir de 2015.

As mulheres não podem dirigir neste país por conta do conservadorismo religioso, uma vez que não há nehuma lei que as proibem a tal prática.

A Arábia Saudita tem se demonstrado um país atrasado com leis arcaicas onde as mulheres sofrem muitas discriminações. Neste país as mulheres ainda não podem trabalhar sem a autorização de seus maridos ou pais.

Morre jogador Theyab Awana que marcou gol de calcanhar

O jogador de futebol Theyab Awana dos Emirados Árabes Unidos, morreu em um acidente automóvel. Tinha 21 anos e ficou famoso, há uns meses, por ter marcado um penálti de calcanhar.

Awana sofreu um acidente depois da sua veículo ter colidido com um automóvel pesado, quando regressava de um treino da seleção, que se preparava para o próximo jogo das eliminatórias para a Copa do Mundo de 2014.

O jogador, não resistiu aos ferimentos e faleceu no local do acidente enquanto que o seu irmão, que também seguia no automóvel, está internado em cuidados intensivos.

O jogador Theyab Awana se tornou famoso, quando em um jogo contra a seleção do Líbano em que os Emirados venceram por 6-2, ele marcou um gol de cobrança de penalidade com o calcanhar.

O vídeo que mostra o feito correu mundo e foi um sucesso no Youtube. O episódio foi notícia nos dias seguintes porque os adversários consideraram a atitude de Awana desrespeitosa e o técnico da seleção Srecko Katanec, chegou a repreendê-lo.

Awana foi considerado um dos jogadores mais talentosos do país, e desempenhou um papel importante na consagração de vice-campeão conseguida pelos Emirados Árabes Unidos em 2010 no Jogos Asiáticos em Guangzhou, na China.


Mulher torturada pela nora de Kadhaf será cuidada por médicos brasileiros

Médicos brasileiros poderão operar a babá Shweyga Mullah, torturada pela nora de Muammar Kadhafi. Ela cuidava dos netos de Kadhafi o ditador Líbio e por se recusar a bater em umas das crianças teve o rosto desfigurado por água fervendo.

Encontrada por rebeldes líbios depois que os patrões fugiram durante a tomada de Trípoli pelos opositores, ela está internada com queimaduras profundas em diversas partes do corpo.

“Essa moça precisa de cirurgias estéticas complexas. Ela perdeu todo o cabelo e tem queimaduras graves no peito, no pescoço e nas costas. O Brasil tem muitos cirurgiões bons. Que bom seria se algum deles nos ajudasse”, disse o médico Saleh Errassmeh, em entrevista à Folha de São Paulo.

A babá, de origem etíope, trabalhava na casa de Hannibal Kadhafi e sua mulher, a modelo Aline Skaf, há um ano.“Eu me recusei a bater na criança e ela ficou descontrolada. Amarrou minhas mãos atrás das minhas costas e me levou até um banheiro. Lá, despejou água fervente na minha cabeça e costas. Depois, me deixou trancada por um dia inteiro e me proibiu de sair de casa”, relatou.

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica colocou seus especialistas à disposição dos médicos líbios. O presidente da Sociedade, Sebastião Guerra, disse que o ideal seria que as pessoas que acompanham o tratamento da babá entrassem em contato com a organização para decidirem como seria prestada a ajuda e como se arcaria com os gastos. “A Sociedade pode ajudar no tratamento, mas teríamos que trazê-la ao Brasil para que o profissional tenha a estrutura e a equipe necessária para tratá-la”.

O tratamento inicial demoraria cerca de três meses, mas todo o processo de reconstituição do tecido queimado poderia demorar até dois anos.

A morte do terrorista Bin Laden segundo a Casa Branca

A Casa Branca deu há momentos mais pormenores sobre a operação no Paquistão, na casa de Bin Laden, reconhecendo que o objetivo era capturar o líder da Al-Qaeda, mas a troca de tiros não o permitiu. Bin Laden foi atingido quando não estava armado, porém  ainda não há decisão sobre a divulgação de imagens, por serem violentas.
O assessor de imprensa da Casa Branca, Jay Carney, apresentou-se na sala de imprensa respondendo de imediato a perguntas, mas lendo também uma declaração preparada pelo departamento de Defesa.

"A operação foi levada a cabo por dois helicópteros e duas equipes. Além da família de Bin Laden, duas outras famílias moravam na mansão, uma no primeiro andar, outra num anexo. Uma equipe começou no anexo, outra no primeiro andar e foi subindo até ao terceiro andar - no primeiro encontrou e matou dois homens, mensageiros, e uma mulher no fogo cruzado. A família de Bin Laden foi encontrada no segundo andar, este resistiu; a sua mulher foi ferida numa perna mas não morta. Bin Laden não estava armado e foi morto", descreveu.

"Estávamos preparados para capturar Bin Laden, se fosse possível, mas encontrámos muitas pessoas armadas, houve troca de tiros e as equipes saíram em 40 minutos", acrescentou.

Em seguida, contou Carney, o corpo de Bin Laden foi levado de helicóptero para o navio USS Carl Vinson. "A bordo o corpo foi tratado em conformidade com a sua religião, lavado e colocado num lençol branco. Foi lida uma oração em árabe e o corpo foi posto numa tábua e lançado ao mar", disse.

Respondendo já a perguntas, o assessor de imprensa não soube dizer de que modo Bin Laden resistiu se não estava armado e se não teria sido possível capturá-lo com vida, dizendo apenas que "não é preciso estar armado para resistir" e sublinhando que havia várias pessoas armadas na casa.


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Papa preocupado com morte de imigrantes fugitivos do conflito da Líbia

O papa Bento XVI se declarou profundamente afetado pela morte de um grande número de imigrantes que fugiam do conflito na Líbia durante um naufrágio ocorrido diante da ilha italiana de Lampedusa, declarou o Vaticano nesta quinta-feira.

"A tragédia afetou profundamente o Santo Padre, que segue com preocupação as vicissitudes dessos imigrantes num momento dramático", declarou à imprensa o padre Federico Lombardi, porta-voz do Papa.

Pelo menos 150 refugiados, a maioria eritreus e somalis, morreram na madrugada de quarta-feira em um naufrágio em frente à ilha italiana de Lampedusa. Outros 50 foram salvos pela guarda costeira italiana.

A embarcação, com cerca de 200 imigrantes a bordo, vinha da Líbia e afundou em águas maltesas, em meio a um mar revolto. Aparentemente, uma falha humana também foi responsável pelo naufrágio.

Quinze cadáveres foram recuperados do mar, cinquenta pessoas resgatadas e cerca de 130 estão ainda desaparecidas depois da embarcação carregada de imigrantes ter naufragado ao largo da ilha italiana.


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Imigrante africano é morto ao tentar entrar em Israel

A polícia egípcia matou à bala hoje (terça-feira) um imigrante africano e feriu outro na península do Sinai quando tentavam entrar ilegalmente em Israel, declarou um responsável dos serviços de segurança.
A polícia pediu-lhes para pararem mas eles não obedeceram, indicou o responsável. O morto não trazia qualquer documento de identidade e o ferido é eritreu, acrescentou.

Os 250 quilômetros de fronteira que separam o Egito de Israel, do extremo sul da Faixa de Gaza para Eilat, ao longo do deserto Sinai, é um importante ponto de passagem para imigrantes, bem como de traficantes de droga.

A polícia egípcia matou em 2008 pelo menos 28 clandestinos da África subsariana que tentavam entrar ilegalmente em Israel.

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Polícia do Egito detém blogueiro favorável a "Gaza"

A polícia do Egito bateu e prendeu um blogueiro de 22 anos de idade que expressou apoio à Gaza no seu site.

Um comunicado da Rede Árabe de Proteção aos Direitos Humanos afirmou que policiais espancaram Diaa Eddin Gad na sexta-feira (06/02), o colocaram dentro de um carro e foram embora. Até agora, a polícia não justificou a prisão nem revelou o paradeiro de Gad.

O Ministro de Assuntos Domésticos do país não respondeu nenhum dos inúmeros telefonemas feitos para que fosse confirmada a detenção.

Gamal Eid, diretor da rede de proteção aos direitos humanos, descreveu Gad como membro do partido liberal Wafd e do movimento de protesto Kefaya.

O blog de Gad, cujo título é Sawt Ghadib (Uma voz furiosa), contém imagens a favor de Gaza e comentários a respeito da ofensiva de Israel, além de fortes denúncias que envolvem o presidente e serviços de segurança do Egito.

A intolerância está chegando também na internet e o direito de expressão são cada dia menos respeitados. A situação fica mais complicada quando a polícia de um país que deveria proteger o cidadão comete esta atrocidade. Lamentamos e denunciamos mais um ato covarde contra a dignidade humana.

As leis do Egito tem sido duramente criticadas por Grupos dos Direitos Humanos que lutam incansavelmente para mudar este panorama.

Muitos árabes criticam o Egito, o único país que tem fronteira com a Faixa de Gaza para contornar Israel, por não abrir completamente a fronteira para o auxílio e feridos durante a guerra na Faixa de Gaza, na qual cerca de 1.300 palestinos morreram.
Fonte:Reuters

Chávez afirma que apenas Obama pode deter o "genocídio" na Faixa de Gaza

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, disse hoje que espera que o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, encerre o "genocídio" que, por "ordem do império", Israel executa na Faixa de Gaza.

— Mister Obama o senhor tem uma prova, esperemos, pois se alguém pode interromper este massacre é o presidente dos EUA, pois é o presidente dos EUA (George W. Bush) que o ordenou. Tomara que Obama honre a esperança que sua eleição criou em algumas partes — declarou Chávez.

Durante um ato oficial, Chávez anunciou que amanhã seguirá em direção ao Egito com um avião venezuelano com ajuda humanitária para a população de Gaza. O líder venezuelano, que ordenou na última terça a expulsão do embaixador israelense, Shlomo Cohen, reiterou que tomou esta decisão por "dignidade" e como demonstração de que "pode ser feito algo" contra o "genocídio" em Gaza. Continue lendo>>>zerohora.clicrbs.com.br

A nebulosa islâmica

Dois milhões de muçulmanos, cerca de 3% da população, vivem na Grã-Bretanha. Alguns instalaram-se como marinheiros no país desde o século 18, mas a grande onda de imigração começou no final dos anos 1950. Dois terços dos muçulmanos são de origem asiática, entre eles indianos, paquistaneses (o maior contigente, chegando a 660 mil, a maioria vinda de zonas rurais) e bengaleses.

Há também os iraquianos, nigerianos, iranianos, seguidos dos argelinos, somaliamos, bósnios e kosovares, etc. A maior concentração de muçulmanos, cerca de 750 mil pessoas, está em Londres e na região metropolitana, em bairros mistos, chegando a falar mais de 50 línguas. A essa diversidade étnica, acrescenta-se uma multiplicidade de ramificações religiosas, mesmo sendo sunita a maioria esmagadora.

Dois grupos sunitas dominam a paisagem. Os mais numerosos são os Barelwis, que incluem a grande maioria dos paquistaneses. São menos organizados e mais divididos. Formam uma aliança de grupos de tendência sufista, tendo adotado o nome de um muçulmano erudito de Bareilly, cidade indiana. São representados em grande parte pelo Fórum Muçulmano Britânico.

Na seqüência, estão em maior número os Deobandis, nomeados por um seminário situado em Deoband, uma cidade indiana ao nordeste de Délhi. São menos numerosos, mas muito mais influentes que os Barelwis. Muçulmanos ortodoxos e conservadores, suas mesquitas e seus seminários formam a maior parte dos imãs da Grã-Bretanha. Algumas de suas ramificações no subcontinente indiano se juntaram à jihad internacional. Eles apóiam, em modo geral, o Conselho de Muçulmanos da Grã-Bretanha.

Há também uma grande organização evangélica, a Jamaat Al-Tabligh, cuja sede central européia fica em Dewsbury, Yorkshire. Ela é apolítica, mas suas fracas estruturas acabaram tornando alguns de seus setores vulneráveis à penetração da Al-Qaeda. O movimento organiza muçulmanos, principalmente os Deobandis, para pregar por períodos de duração variada.

Entre os salfitas, partidários da jihad


É talvez difícil se reconhecer em meio a tantas organizações políticas. As correntes salafitas sunitas pregam o retorno à sociedade original, aquela do profeta Maomé. Sua influência se dá principalmente por meio dos imãs formados pela Universidade Islâmica de Medina, na Arábia Saudita. Sua força e ideologia se difundiram e eles contribuem para o movimento de "re-islamização". Muito fluido, o salafismo compreende três tendências: os reformistas, os tradicionalistas e os jihadistas. O enraizamento dos jihadistas na Grã-Bretanha fez do país um refúgio para militantes da Al-Qaeda, expulsos do Afeganistão.

Faz-se com freqüência uma confusão entre o wahhabismo e o salafismo, sendo os dois termos usados, erroneamente, de modo intercambiável. Os salafitas, mesmo que conservadores, interpretam e refletem sobre os textos, acreditam na ciência e na teconologia, são ativos socialmente e querem difundir o islamismo pela sociedade.

Entre as organizações políticas, está o Jamaat Islami, fudado por Sayyid Maududi, em Lahore, em 1941. O grupo é representado pela Fundação Islâmica e a Missão Islâmica na Grã-Bretanha, que lhe dão um peso político e intelectual. Sobre a população islâmica não asiática, há a influência dos Irmãos Muçulmanos, grupo fundado por Hassan Al-Banna, no Egito, em 1928, com pequena parcela de seguidores, a maioria de origem árabe.

São vistos como o "irmão menor" do Jamaat Islami, dos quais se separaram em 1997, criando a Associação Muçulmana da Grã-Bretanha (MAB).Engajados na luta contra a guerra do Iraque no grupo Stop the War, aumentaram seu grau de influência sobre os jovens de origem asiática.

Grupos pelo retorno ao Califado


O Hizb ut Tahrir (HT) afirma, em seu luxuoso panfleto de apresentação, que o grupo "foi criado em 1953 e que ele é um partido político islâmico não-violento". Ameaçado desde o fim de 2005, o HT tem moderado significativamente seu discurso, usando uma liguagem ocidental bastante sutil para apresentar seus objetivos, principalmente o re-estabelecimento do Califado (não na Grã-Bretanha, mas no resto do mundo muçulmano) e a não-participação nas eleições britânicas.

Não há nenhuma referência ao partido de mesmo nome, criado em Jerusalém em 1953, proibido de atuar em todo o Oriente Médio. O HT afirma também ter expulso Omar Bakri Muhammad do partido em 1996, mas outro radical, Fuad Hussayn continua entre os membros da organização.

A mesquita de Finsbury Park, reduto do radicalismo, merece destaque à parte. Personalidades importantes já foram associadas à mesquita no norte de Londres, entre elas o egípcio Abu Hamza (Al-Masri), preso em 2004 por incitação ao ódio racial e assassinatos, e Abu Qatada (Omar Mahmud), preso em 2002 após um ano e meio na clandestinidade, e que Londres queria extraditar para a Jordânia. Richard Reid e outros três envolvidos nos atentados de 7 de julho freqüentavam a mesquita.

Por fim, o grupo Al Muhajirun, que mudou de nome várias vezes (Al Ghurabaa, The Saved, etc.), continua com suas atividades clandestinas, acredita que a democracia não é compatível com o Califado e que os muçulmanos na Grã-Bretanha não deveriam votar. Seu líder, Omar Bakri Muhammad, e seus partidários teriam firmado um pacto de não-violência com o governo britânico, que tem usado os encontros e as redes da associação para vigiá-la. O pacto foi rompido em 7 de julho. O Al Ghurabaa reivindicou a autoria das manifestações diante da embaixada dinamarquesa em Londres no episódio das "caricaturas do profeta" e não esconde sua admiração por Osama Bin Laden.
Tradução: Silas Martí
silas.marti@revistaflan.com
Diplo.Uol

A Imigração dos Judeus para o Brasil

A chegada da população judaica no Brasil ocorreram gradativamente após os anos 20. A história relata que as 280 primeiras famílias foram foram alocadas no Rio Grande do Sul. Os judeus foram os primeiros a adotar o sistema de vendas de porta em porta em Porto Alegre. O Brasil tem muitas influências da maneira de comercializar dos imigrantes judeus, da venda a prestação, de produtos como tecidos e, em alguns casos, roupas feitas. Eles respeitavam a zona de trabalho dos outros e eram muitos organizados, chegaram a ter uma cooperativa na cidade.
A atividade comum de venda pelas ruas, de miudezas tais como rendas e bordados e artigos mais baratos, costumavam ser pagos à vista. Já o gravatnike levavam na mão, algumas gravatas, que oferecia aos passantes. Essas atividades eram a alternativa para os que não tinham uma profissão definida, ou para os recém-chegados. Os que praticavam algum trabalho artesanal, tratavam de se estabelecer em seu ramo.
Foi então que surgiram muitas lojas, marcenarias, que começaram com suas pequenas oficinas e terminaram transformando em grande loja de móveis. Os alfaiates acabaram por se tornarem em donos de grandes confecções. 

A vinda dos imigrantes israelitas para o país passa a ocorrer em massa a partir dos anos 30 em decorrência da perseguição nazista aos judeus. Além dos problemas econômicos, comuns aos emigrantes de outros países, os judeus sofriam perseguições religiosas e sociais em alguns países europeus onde se concentravam em maior número.
No período de 1936 a 1942 mais de 14 mil israelitas ingressaram no país fugindo das atrocidades nazistas. A população judaica entravam em sua grande maioria pelos portos de São Paulo e Rio de Janeiro. A princípio vieram para o Brasil os imigrantes judeus da Europa Central, os chamados russos, e em seguida os alemães após a ascensão do nazismo.
Em São Paulo os judeus se concentraram nas em especial no Bairro do Bom Retiro. No início suas atividades se concentravam na área comercial e as próximas gerações passaram a diversificar tornando-se industriais e profissionais liberais.

A comunidade judaica no estado, já totalmente integrada à cultura brasileira, e sem perder sua identidade, vem cultuando sua sólida tradição, marcada por vínculos de religião e crenças, culinária, música, dança e solidariedade social. Hoje os judeus de diversas origens e diferentes costumes vivem uma grande integração, formando uma comunidade dinâmica e harmônica.

Desde sua fundação, em 1948, Israel adota uma política de portas abertas para as pessoas de origem judaica que morem em qualquer parte do mundo. Basta ter apenas um avô judeu para ser acolhido pela chamada "Lei do Retorno".Esta lei oferece ajudas estatais para manutenção e moradia durante os três primeiros anos de residência, assim como isenção de altas percentagens no pagamento de impostos nacionais e locais.

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A Imigração dos Árabes e Turcos se confundem na Historia

A Turquia é um país situado em parte na Europa, em fronteira com a Grécia e a Bulgária, e em parte na Ásia, em fronteira com a Síria, Iraque e Irã. Apesar de ter uma forte influência islâmica, não é um país árabe. Como um ponto geográfico estratégico entre o Ocidente e o Oriente desde o domínio romano, o território sofreu influência das culturas latinas, gregas, bizantinas, persa e, inclusive, árabe.

Mas o que explica a confusão que se faz no Brasil entre turcos e árabes foi o fato de durante muito tempo a Turquia ser o centro do que ficou conhecido de Império Turco-Otomano. No seu auge, entre os séculos XVI e XVII, chegou a abranger parte do norte da África, da atual Arábia Saudita e da Europa. “Ela tinha muita força, estava dentro de outra ocidentalidade. Ela se formou à custa de Roma Oriental, e teve uma série de vantagens comerciais entre os dois blocos da própria Turquia, a Turquia européia e a Turquia da Península.

Na primeira década do século XX, o Império passava por um desmantelamento (se extinguiria em 1922, com a proclamação da República), mas ainda dominava a Síria. Durante uma época todos os imigrantes que vinham região chegavam ao Brasil com passaporte turco.
Para esses imigrantes que chegavam ao Brasil, a lembrança de que sua terra estava dominada era dolorosa. No começo, era muito humilhante para eles ser chamados de turcos. O povo brasileiro em geral até hoje tem dificuldades para diferenciar os turcos do libanês, o sírio.

Os dados sobre o grupo de imigrantes árabes que chegou ao Brasil no começo do século XX são imprecisos. E se o objetivo for dividir a imigração síria da libanesa, a tarefa fica um pouco mais difícil. Era na verdade só a Síria. Então os primeiros que vieram vinham com passaporte turco, como se fosse da Síria, só que não dava para saber se eram sírios ou libaneses, porque não existia essa distinção.

O Líbano surgiu como país no ano de 1916, com o tratado de Sykes-Picot, firmado entre França e Grã-Bretanha, as duas grandes potências imperialistas da época. O tratado definiu as fronteiras que hoje conhecemos do Oriente Médio, incluindo a separação de Síria e Líbano.

Brigitte Bardot é Multada por Incitar Ódio Racial Contra os Muçulmanos

Um tribunal francês multou a atriz Brigitte Bardot em US$ 24 mil (R$ 38,9 mil) por incitação ao ódio contra a comunidade muçulmana da França. A pena se refere a uma carta que Bardot escreveu em 2006 ao então ministro do Interior francês Nicolas Sarkozy, e posteriormente publicou em seu website. Na carta, a atriz, que se tornou ativista pelos direitos dos animais, criticava os muçulmanos por "atordoarem" os bichos antes de sacrificá-los para as festividades do Eid ul-Adha. "Estamos cansados de ser manipulados por toda esta população que nos destrói e destrói nosso país ao impor seus costumes", disse a atriz na carta.

Esta é quinta vez que a Brigitte Bardot, símbolo sexual nos anos 60, é punida por suas declarações contra a comunidade muçulmana na França. Em 2004, Bardot foi multada em 5 mil euros por incitações racistas em seu livro Un Cri Dans le Silence ("Um Grito no Silêncio", em tradução literal).
A França abriga a maior população muçulmana da Europa, com 5 milhões de habitantes.(1)

O Islam não é uma religião nova. Ela é a mesma verdade que Deus revelou por meio de seus profetas para toda a humanidade. Para um quinto da população mundial, o Islam é uma religião e um sistema de vida completo. Os muçulmanos seguem uma religião de paz, misericórdia, perdão, e a maioria nada tem a ver com os eventos extremamente graves que ficaram associados com sua fé.

Mais de um bilhão de pessoas de uma vasta classe de raças, nacionalidades e culturas através do globo, desde as Filipinas até a Nigéria estão unidas pela fé islâmica. Aproximadamente 18% vivem no mundo árabe; a maior comunidade islâmica do mundo é a Indonésia; partes substanciais da Ásia e da maior parte da África são muçulmanas, enquanto a minoria significativas são encontradas na União Soviética, China, América e na Europa.
Fonte:(01)BBC.Brasil

A Influência da Imigração Árabe no Brasil

O fluxo mais importante da imigração árabe para o Brasil começou por volta de 1880. A maioria são sírios e libaneses, e antes de 1943, sírio-libaneses, pois até está data Síria e Líbano eram um só país.
Os primeiros imigrantes deixaram seu país de origem pressionados pelo governo turco. Até o início do século XX, toda aquela região estava sob domínio do Império Otomano, e na promulgação da constituição turca em 1908, estendeu a obrigação do serviço militar, que antes só estendia aos muçulmanos, aos cristãos. O massacre de 1860, dos drusos contra cristãos, também foi um fator importante para explicar o fenômeno do processo imigratório e o contingente maior de cristãos.
Os primeiros optaram por trabalhar no comércio. Em São Paulo, se concentravam nos Distritos da Sé e Santa Ifigênia, ou seja, entre as ruas 25 de Março, da Cantareira e Avenida do Estado. A maioria da firmas estabelecidas nesta região eram lojas de tecidos a varejo e armarinhos.
Em 1895, o bairro dos árabes imigrantes era a 25 de Março. Eles saiam quase todos para mascatear, carregando uma caixa pesada de madeira cheia de armarinhos nas costas.
Na arquitetura e na arte árabes, observa-se que existem elementos que identificamos como “mouriscos” ou árabes, pois compartilham elementos comuns de formas conhecidas associadas ao termo “arte islâmica”. Esta tradição artística não surge espontaneamente, mas trás dentro de si tradições anteriores, dos povos conquistados ou que tiveram contato com os árabes.
O azulejo é uma constante na arquitetura árabe, chegando ao Brasil através dos portugueses. A prática da esmaltação da argila cozida já existia na antiga Mesopotâmia, e, sobretudo, na Pérsia. A palavra deriva do árabe azzalujo ou al-zallaja, que significa unido, liso.
Várias foram as empresas e indústrias que os árabes construíram em São Paulo, como por exemplo, a Eucatex, da família Maluf. A firma Assad Abdalla & Nagib Salem, que era a principal distribuidora de algodãozinho cru com a marca 141 por todo o Brasil. Muitas outras poderiam ser citadas. A população árabe ou de origem árabe no Brasil é hoje de quase 10 milhões, e de árabes-muçulmanos, aproximadamente 1 milhão.
Fonte:http://icarabe.org/

A Imigração Árabe no Brasil

Desde 1880, guerras e perseguições religiosas levaram centenas de milhares de libaneses a desembarcarem em massa no Brasil, onde se tornaram a maior colônia de origem árabe, com cerca de 6 milhões de pessoas, somando imigrantes e descendentes. Ao lado deles, a COMUNIDADE árabe-brasileira é reforçada por sírios, palestinos e, em menor número, egípcios, marroquinos, jordanianos, iraquianos e outros grupos. Ao todo, eles são cerca de 8 milhões.

Estudos revelam que os primeiros imigrantes árabes a chegarem no Brasil foram os palestinos do Beit-Lahm(Belém). O primeiro libanês que aportou no Rio de Janeiro foi Yussuf Mussa, da cidade de Miziara. A 10 de Novembro de 1887. Muitos Libaneses voltaram a sua terra natal, principalmente para Zahle, vivendo no bairro dos brasileiros, em sua principal avenida, Al-Sufi,conhecida como Avenida Brasil.

Nos anos vinte o movimento foi revitalizado com um contingente ao redor de cinco mil entradas anuais. A partir de então, a depressão e o sistema de quotas adotado pelo governo brasileiro colocaram o movimento imigratório em níveis baixos.
Até 1908, os IMIGRANTES sírios e libaneses não eram discriminados pelos registros imigratórios, mas apenas englobados na categoria "outras nacionalidades". Em termos relativos, as estatísticas disponíveis para o estado de São Paulo apenas nos permitem focalizar períodos compreendidos após esta data.

Os Árabes trouxeram um conhecimento muito significativo para a cultura do Brasil. Entre elas dados sobre literatura, comida, tapeçaria, religião e seus ensinamentos, Islamismo, Palestina, música, danças, e os aspectos geográficos de países árabes.