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Justin Bieber demonstra fé pública com tatuagem em hebraico no braço

O cantor e pastor latino do ministério Hispano da megaigreja Lakewood, Marcos Witt, expressou sua felicidade por intérpretes como Justin Bieber que são capazes de enviar aos seus seguidores a mensagem cristã da fé em Cristo.

Em uma entrevista o cantor famoso de música cristã, disse que “cada um de nós temos que prestar contas a Deus por nós. Nem todo mundo vai estar cantando louvores a Deus”.

Witt, 49, possui  25 anos de carreira e ficou satisfeito de que haja cada vez mais personalidades públicas como Bieber  de alto impacto mundial que trazem influência de Deus em suas vidas.

“Estou admirado como este jovem cantor  vem influenciando uma geração. Me admira sua paixão, sua disciplina, sua entrega por fazer as coisas com excelência, realmente é admirável este garoto”.

“O que professa a Jesus Cristo parece extraordinário par mim, sei que suas raízes estão na igreja, começou a cantar em uma igreja no Canadá”.

Justin Bieber possui uma tatuagem do nome de Jesus em hebreu debaixo do braço e disse aos meios de comunicação, que crê que Jesus morreu na cruz por seus pecados e que tem uma estreita relação com ele.

“Creio que Deus é o único que me mantém neste momento”, disse em uma entrevista nos bastidores do American Music Awards do ano passado.

Afirmou ainda “é a razão pela qual estou aqui, desta maneira, tenho que definitivamente relembrar isso”. “Assim que eu começo a esquecer, tenho que dar um clic para trás e dizer, você sabe, é por isso que eu estou aqui”.

A mãe de Bieber, Patricia Lynn Mallete, é uma cristã devota. No início, ela estava relutante em ter seu filho na indústria da música. Mas ela disse que orando percebeu que Deus queria que seu filho fosse uma luz no mundo.

A Influência da Imigração Árabe no Brasil

O fluxo mais importante da imigração árabe para o Brasil começou por volta de 1880. A maioria são sírios e libaneses, e antes de 1943, sírio-libaneses, pois até está data Síria e Líbano eram um só país.
Os primeiros imigrantes deixaram seu país de origem pressionados pelo governo turco. Até o início do século XX, toda aquela região estava sob domínio do Império Otomano, e na promulgação da constituição turca em 1908, estendeu a obrigação do serviço militar, que antes só estendia aos muçulmanos, aos cristãos. O massacre de 1860, dos drusos contra cristãos, também foi um fator importante para explicar o fenômeno do processo imigratório e o contingente maior de cristãos.
Os primeiros optaram por trabalhar no comércio. Em São Paulo, se concentravam nos Distritos da Sé e Santa Ifigênia, ou seja, entre as ruas 25 de Março, da Cantareira e Avenida do Estado. A maioria da firmas estabelecidas nesta região eram lojas de tecidos a varejo e armarinhos.
Em 1895, o bairro dos árabes imigrantes era a 25 de Março. Eles saiam quase todos para mascatear, carregando uma caixa pesada de madeira cheia de armarinhos nas costas.
Na arquitetura e na arte árabes, observa-se que existem elementos que identificamos como “mouriscos” ou árabes, pois compartilham elementos comuns de formas conhecidas associadas ao termo “arte islâmica”. Esta tradição artística não surge espontaneamente, mas trás dentro de si tradições anteriores, dos povos conquistados ou que tiveram contato com os árabes.
O azulejo é uma constante na arquitetura árabe, chegando ao Brasil através dos portugueses. A prática da esmaltação da argila cozida já existia na antiga Mesopotâmia, e, sobretudo, na Pérsia. A palavra deriva do árabe azzalujo ou al-zallaja, que significa unido, liso.
Várias foram as empresas e indústrias que os árabes construíram em São Paulo, como por exemplo, a Eucatex, da família Maluf. A firma Assad Abdalla & Nagib Salem, que era a principal distribuidora de algodãozinho cru com a marca 141 por todo o Brasil. Muitas outras poderiam ser citadas. A população árabe ou de origem árabe no Brasil é hoje de quase 10 milhões, e de árabes-muçulmanos, aproximadamente 1 milhão.
Fonte:http://icarabe.org/