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Mutilação Genital Feminina: como combater este crime?

A mutilação genital feminina (MGF), vulgarmente conhecida por excisão feminina ou Circuncisão Feminina. 

É uma prática em que uma parte ou a totalidade dos órgãos sexuais de mulheres e crianças são removidos, de modo a que esta a mulher não possa sentir prazer durante o ato sexual.


mutilação genital feminina

As fotos que ilustram esses posts foram feitas em abril 2006, durante o programa maciço de circuncisão anual, em Bandung, Indonésia, que é livre e aberto ao público e acontece durante o mês lunar que marca o nascimento do profeta Muhammad. Foi permitido a fotógrafa Stephanie Sinclair do The New York Times registrar a cerimônia, onde mais de mais de 200 meninas submeteram-se a mutilação, algumas com apenas 5 anos de idade.

De acordo com o presidente da fundação de serviços sociais, de Jacarta, entrevistado na ocasião, a circuncisão trás, sobretudo três benefícios as meninas: Primeiro estabilizará sua libido; segundo fará a mulher ser vista como mais bonita aos olhos do marido; terceiro ficará psicologicamente mais equilibrada.


Há vários tipos de mutilação, que por sua vez têm gravidadas diferentes, segundo as várias tradições são removidos o clítoris ou os lábios vaginais.Há uma outra forma de mutilação genital chamada de infibulação, que consiste na costura dos lábios vaginais ou do clítoris.

mutilação genital feminina
Os grupos de combate a essa prática enumeram complicações graves para a saúde e o psicológico das mulheres. Existem vários riscos, inclusive o de morte e o da transmissão da Aids. Para muitas, a dor nunca passa.

A menstruação e o parto ficam ameaçados, as relações sexuais tornam-se dolorosas e o prazer sexual da mulher é tolhido. Infecções e todo tipo de problema na saúde sexual feminina estão relacionados à brutalidade da excisão, feita na maioria das vezes com instrumentos não-esterilizados e usados em várias meninas numa mesma ocasião, e sem anestesia.

mutilação genital feminina
A relatos que esta prática seja muçulmana más em nada está fundamentada religiosamente. A mutilação é praticada na maioria dos casos na África, mas também é comum em certos países do Oriente Médio. Também acontece, devido a comunidades imigrantes, em certas regiões da Ásia como Índia, Indonésia, Sri Lanka, Malásia, América do Norte, América Latina, e Europa.

A mutilação também é praticada em grupos indígenas na América Central e do Sul, como por exemplo no Perú, mas existe pouca informação acerca deles. Devido à imigração, países onde anteriormente não se praticava agora já existe alguns que praticam, incluindo alguns países como: Austrália, Canada, Dinamarca, França, Itália, Holanda, Suécia, Reino Unido, EUA etc.

Mulheres imigrantes na Itália branqueiam a pele para não ser discriminadas

A maior parte das mulheres que imigram para a Itália tem utilizado produtos químicos ilegais na Europa para embranquecer a pele com o objetivo de se integrarem à sociedade italiana.
De acordo com um estudo inédito realizado pelo Instituto Nacional para a Saúde, os Migrantes e a Pobreza, em conjunto com o Instituto Superior de Saúde, ambos da Itália, das 82 mulheres observadas, cuja maioria provinha de países da África, 69,5% usam embranquecedores de pele.

Em 48% dos casos, as mulheres afirmaram que tiveram problemas cutâneos após o uso de cosméticos embranquecedores.

Em 43% dos casos, as mulheres sofreram dermatite de contato, 28% tiveram dermatite eritematosa descamativa, 12,5% tiveram dermatite pigmentosa e 10% tiveram dermatite leucodérmica.
Metade dos produtos utilizados continha substâncias de uso proibido na Europa, como crômio, hidroquinona e corticoesteroides. Entre os produtos usados estão sabonetes, cremes e óleos que foram comprados nos países de origem dessas mulheres.
Segundo Orestes Senoforte, do Instituto Superior de Saúde, "muitas mulheres usuárias destes produtos têm um nível de instrução e em sua maior parte são conscientes do risco que implica usar estes cremes".
"Porém, é mais forte o desejo de perseguir os cânones ocidentais", afirmou, observando que, para muitas, não é suficiente estudar e conseguir um trabalho no novo país onde moram para se integrarem à nova sociedade.

Meninas abusadas em rituais podem voltar a escola no Togo

Centenas de meninas togolesas entre 7 e 12 anos vão poder deixar seu trabalho como assistentes de sacerdotes dos rituais vudus para voltar a estudar, pondo fim assim a um sistema abusivo e duramente critado pelos defensores dos direitos humanos.
Depois de três anos de campanha, os militantes pró-direitos humanos comemoram uma grande vitória, já que as meninas nesse país eram afastadas de suas famílias e obrigadas a se envolver nos rituais em que muitas vezes eram objeto de abusos.

A mudança foi alcançada graças a esforço das autoridades políticas e religiosas deste pequeno país do oeste da África, onde 60% de seus cinco milhões de habitantes praticam o vudu, uma crença nascido no século XVI às margens do rio Mono, que corre entre Togo e Benin.
A decisão final só aconteceu depois de inúmeros sacrifícios de frangos e vacas e inúmeras oferendas de bebidas e alimentos às divinidades vudus. Dessa forma, "Mamá Kponu", a "mãe de todas as divinidades" no Togo, aceitou a mudança no final de maio passado.
Com seus quase 60 anos, esta mulher é considerada a "rainha sagrada" da floresta de Togoville, norte da capital Lomé, e sua autoridade se estende a dezenas de conventos que veneram cerca de 150 divinidades da influente crença vudu.
"A partir de agora, suas filhas ficarão livres dos ritos de iniciação e poderão ir à escola", declarou Togbui Gnagblondjro III, presidente dos oficiantes vudu.
"Os ritos reservados às jovens agora serão realizados durante as férias escolares", assegurou, por sua parte, Hundjenuko, uma sacerdotisa da divindade do trovão, Heviosso.

Centenas de meninas eram batizadas anualmente segundo os rituais vudu, depois de uma iniciação entre três meses e dois anos. Segundo a prática agora abolida, durante esse período as crianács deviam permanecer em conventos, servindo às divindidas, sem ver suas famílias.
Durante sua instrução, aprendiam as regras da comunidade, as danças sagradas e muitas eram escarificadas ritualmente na cabeça, no peito e nos braços para indicar a que divindidade serviam.

Segundo uma investigação da WAO-Afrique, organização não-governamental defensora da infância, algumas sofriam abusos carnais , mas, se fugissem, podiam ser repudiadas por suas famílias.
"Que alívio que estas meninas estejam finalmente a salvo", declarou deputada e ex-ministra da Infância, Christine Agnele, que durante anos lutou para abolir esta tradição.
O código da infância de Togo, que foi votado em junho de 2007, contempla penas de até cinco anos de prisão para quem tiver em seu poder uma criança a fim de privá-la de sua família.

O vudu se baseia na adoração do deus Mahu e de outras 200 divinidades. Os rituais incluem sacrifícios de animais para esses espíritos, mas seus devotos insistem que não se trata de prática de bruxaria.
AFP

Alunos com HIV são obrigadas a usar fitas vermelhas na Tanzânia

Pelo menos sete escolas na Tanzânia obrigaram seus alunos  com HIV a usar uma fita vermelha em suas roupas que anuncia seu estado de saúde.

Críticos dizem que a decisão estigmatiza as crianças cujas vidas são muitas vezes já complicado pela doença, enquanto alguns funcionários da escola dizem que a medida foi tomada para garantir a segurança dos alunos.
 
O Diretor Mohammed Lukema da Escola primária Kihaba  insiste em que os pais das crianças  com HIV-positivos pediram a política para que seus filhos podessem ser dispensado do trabalho pesado. "Nossa escola tem alunos que sofrem de várias doenças", disse ele, "A escola e a sociedade em geral decidiram rotular uniformes dos alunos."
 
Rebecca Mshumbusi, presidente da Associação Kibaha de Pessoas Vivendo com HIV / AIDS, chamou  as fitas uma invasão de privacidade. "A informação da própria doença é confidencial, salvo se decide partilhar com os outros. Existem leis que podem punir quem revelar o estado de saúde."

Ativista Jane Tibihita  disse que a política se destina a isolar e estigmatizar pessoas com HIV-positivo. Ela teme que tais medidas poderiam revelar-se prejudicial aos estudantes, especialmente se nenhum esforço for feito para educar a população em geral sobre os mitos e realidades da transmissão do HIV.
 
Infelizmente, ela disse que a maioria das organizações de AIDS na região estão muito ocupados e tentando conter a onda de novos casos e tratar os casos que já existem. No entanto, as novas leis proíbem a discriminação das pessoas com HIV.
 
Ministro da Saúde do país disse que não pode comentar o assunto até que tenha sido investigado. Cerca de cinco por cento da população da Tanzânia são estimados com HIV-positivos.
rawstory 

Viuvas e jovens de tribo dormem com estranhos para se purificar

Em alguns países  da África existe uma crença  que remonta séculos,  que as viúvas ou mulheres jovens que perderam os seus pais tem a obrigação de dormir uma noite com um homem apontado pela tribo para lhe afastar das bruxas.

A prática é mantida por muitas gerações e os homens responsáveis pelos atos são chamados de "aqueles que fazem o corpo e alma das mulheres ficarem puros."

Mubeiwei James, uma viúva de 23 anos de idade, em Malawi, perdeu o marido há três anos. Poucas horas depois que seu marido morreu ela fugiu do funeral para escapar da "cerimônias". Ela alega que não recebeu o conforto dos amigos e parentes e se escondeu na casa da irmã.

A família do infeliz marido tentam localizar a moça para concretizar os costumes tão tradicional de seu povo.

Se ela não se submeter aos costumes ela receberá a maldições dos moradores cada vez que alguém morrer. A jovem viuva terá que dormir com o primo de seu marido.

De acordo com a imprensa na África, essa tradição bizarra está enraizada em crenças antigas. O povo acredita se a mulher não corresponder com os costumes o marido da viúva terá sua alma atormentada.

A prática da mulher ter que passar pelo ato da purificação sexual  também se aplica a mulheres jovens órfãs que nunca se casaram e até mesmo virgem.

Organizações de ajuda internacional pesquisaram e chegaram a conclusão que a cada dez pacientes com Aids na África, seis pessoas são mulheres. Segundo eles a infecção se dá principalmente devido ao abuso sexual dos homens encarregado de afastar bruxas.

Rebeldes desfilam com o corpo do ditador Muamar Kadafi

Finalmente foi confirmado a morte do ditador líbio Muamar Kadafi depois que os rebeldes chegaram a sua fortaleza na cidade de Sirte.

A notícia de sua morte varreu o país em poucos instantes e  as imagens sangrentas do tirano de 69 anos de idade neste momento está correndo o mundo. Ele foi brutalmente  arrastado de um bueiro onde estava escondido antes de ser baleado em frente a uma multidão aos gritos. Combatentes rebeldes descreveu-o implorando por misericórdia.

O primeiro-ministro da Líbia Mahmoud Jibril confirmou que o ex-ditador foi morto. "Nós estávamos esperando por esse momento por muito tempo", disse ele. "Muamar Kadafi foi morto".

A notícia também foi recebida por David Cameron, que disse que estava "orgulhoso" do papel do Reino Unido que tinha colaborado na proteção de civis líbios. Kadafi é o primeiro líder a ser morto nos levantes populares que varrem o Oriente Médio.

A ofensiva revolucionária começou por volta de 08:00 horas local e progrediu rapidamente para o centro da cidade. Kadafi estava em escondido em um bueiro e protegido por seus fiéis soldados fortemente armados no últimos e poucos edifícios que detinham a oeste da Praça Verde central.

Kadafi, já ferido, foi encontrado pouco tempo depois e o bravo soldado Mohammed Al Bibi disse aos repórteres que o tirano ainda no chão clamava por sua vida: "Não atire, não atire", tentando se render. Ele estava ferido nas pernas e também foi atingido na cabeça. Imagens de celular enviados mostra Kadafi ensangüentado e sendo maltratado.

Em Al Jazeera também foi repetidamente mostrado as imagens do que parecia ser o corpo sem camisa e sem vida de Kadafi sendo arrastado pelo chão.

O corpo do ditador foi então levado para a vizinha cidade de Misrata, onde as forças de Kadafi sitiada durante meses em uma das mais sangrentas frentes da guerra civil. A TV Al-Arabiya  mostrou imagens de corpo ensanguentado de Kadafi realizadas no topo de um veículo cercado por uma grande multidão cantando: "O sangue dos mártires não foi em vão."

Rebeldes disse que Kadafi estava armado com uma pistola de ouro quando ele foi encontrado e estava vestindo um uniforme cáqui. Imagens posteriores mostraram jovens soldados revolucionários segurando uma pistola dourada.

Um outro soldado disse orgulhosamente  que deu um tapa no rosto de Gaddafi morto para demonstrar todo seu repúdio e falta de respeito.




Mulheres atacavam homens e roubavam o sêmen para usar em rituais

As irmãs Sophie, de 26 anos, Netsai Nhokwara de 24 e Rosemary Chakwizira de 28 anos, revendiam o sêmen para curandeiros na África do Sul. As três jovens foram detidas depois da polícia encontrar 33 preservativos com sêmen dentro de um carro em Lower Gweru no último dia 9 de Outubro.

Em dois anos as mulheres atacaram, pelo menos, 17 homens e entre as vítimas estão dois soldados que foram atacados nos dias 22 de Agosto e 14 de Setembro, respectivamente.
Um dos militares disse que foi levado para uma estrada fora da cidade e uma das irmãs apontou-lhe uma arma e ameaçou disparar caso ele recusasse ter relações sexuais com elas.

O outro policial afirmou que foi forçado a entrar num carro sendo obrigado a tomar uma substância desconhecida e a manter relações com as jovens. No ataque também participou outra uma mulher ainda não identificada.

De acordo com a CNN, um professor de sociologia da Universidade do Zimbábue afirmou que, em algumas camadas da sociedade, o esperma pode ser usado em rituais que teoricamente trariam a regeneração da vida, já que o sêmen representa, biologicamente, a fonte da vida.

A polícia ainda espera que outros homens denunciem ataques realizados por elas.

HIV- 400 mil crianças nascem todo ano com sida nos países africanos


Cerca de 400 mil crianças africanas nascem anualmente com o HIV/Sida, conforme diretor executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas contra a Sida (ONUSIDA), Michel Sidibé.

"Trata-se de uma injustiça inaceitável", declarou Sidibé que falava no termo da assinatura de um acordo-quadro de cooperação entre o seu organismo e a Organização Internacional da Francofonia (OIF).

Sidibé sublinhou que nas outras partes do mundo, já não nascem crianças com a sida devido ao tratamento das mulheres soro positivas durante a gravidez.

"Se nas outras zonas do mundo nenhuma criança nasce com a sida enquanto 400 mil nascem soro positivos na África é a prova de que há uma desigualdade face à pandemia. Os mais pobres são infelizmente os que pagam o mais pesado tributo à doença" denunciou.

Sidibé, de nacionalidade maliana, lembrou igualmente que dos dois milhões de pessoas falecidas de sida em 2008 no mundo, um milhão são Africanos.

"Uma abordagem do problema impunha-se e impõe-se sempre, menos médica e curativa, mais sociocultural. Uma abordagem especialmente mais solidária da situação das vítimas de crises e de conflitos. Esta encontra justamente a perícia da Francofonia", fez observar Diouf.

Neste sentido, ele sublinhou o papel pioneiro da sua organização na adoção de textos legais que protegem os portadores do HIV/Sida da discriminação.

"A OIF já ajudou a criar na África uma lei chamada N'Djamena que se tornou hoje em legislação de referência por parte dos países africanos que são vítimas de preconceitos com referência aos portadores da doença", acrescentou o ex- Presidente do Senegal.

Apesar de uma estabilização da pandemia em vários países dos quais a Uganda, Ruanda e a África do Sul, o continente africano continua a ser a região do mundo mais afetada pela sida. É paradoxalmente o lugar onde se encontra menos pessoas doentes sob triterapia.
portalangop

Brasileira realiza exposição com antenas proibidas em favor de imigrantes na Suécia

A artista plástica sueca/brasileira Isabela Löffgren preocupada com os imigrantes em Estocolmo na Suécia esta realizando um fantástico projeto que vem favorecer esses povos que não conseguem manter contatos com seus países de origem.

Os imigrantes desta localidade são em sua grande maioria oriundos do Curdistão e da Assíria que foram expulsos de seus países nos últimos 20 anos.

Para continuar acompanhando o que acontece em seus países, matar a saudade de casa e manter ativa suas conexões politicas com seu povo entra a importância da antena parabólica neste local para estas pessoas.

No entanto as antenas parabólicas não são permitidas pelas autoridades e são instaladas de firma irregular o que possibilita acesso gratuito à programação porém proibido. Mesmo se antena for legalizada e comprada em loja especializada elas estão proibidas de ser penduradas nas fachadas e nas varandas das casas para que não produza uma poluição visual na cidade.

Pensando em todos estes problemas enfrentados pelos imigrantes a artista plástica Isabela Löffgren está apresentado a exposição "cidade-satélite".

”A intenção é colorir as centenas de antenas parabólicas penduradas nas varandas dos prédios deste bairro habitado por imigrantes de vários países, principalmente do Oriente Médio, mas também do Congo, da América Central e da Europa Central.

São mil parabólicas ao todo e o projeto é feito em parceria com o artista plástico sueco Erik Krikortz com o apoio do Botkyrka Konsthall (um centro de artes local) e da administradora dos prédios da região Botkyrkabyggen.

Por exemplo, no centro urbano de Estocolmo as parabólicas não são permitidas; no entanto, nos subúrbios da cidade são apenas toleradas.O projeto da artista  se dá sob forma de intervenção urbana, propondo um diálogo entre mídia e arquitetura, tornando estes objetos que pontilham as fachadas em pontos de cor sobre a paisagem urbana.A cor se dá através de uma capa de tecido colorida e contará com a adesão e colaboração de todos os moradores.

Em troca pela capa colorida, os moradores contarão uma história sobre seu exílio e o papel da televisão de seus países em sua vida cotidiana na Suécia. Estas histórias serão publicadas em um website. No sábado, 10 de Setembro, foi inaugurado  a primeira parabólica colorida como chamariz para a adesão dos moradores.

Esta parabólica será especial, pois estará antenada na Globosat e ela contou uma história que irá contar uma história pessoal dela sobre o Brasil, já que ela é  brasileira vivendo na Suécia.

Justin Bieber demonstra fé pública com tatuagem em hebraico no braço

O cantor e pastor latino do ministério Hispano da megaigreja Lakewood, Marcos Witt, expressou sua felicidade por intérpretes como Justin Bieber que são capazes de enviar aos seus seguidores a mensagem cristã da fé em Cristo.

Em uma entrevista o cantor famoso de música cristã, disse que “cada um de nós temos que prestar contas a Deus por nós. Nem todo mundo vai estar cantando louvores a Deus”.

Witt, 49, possui  25 anos de carreira e ficou satisfeito de que haja cada vez mais personalidades públicas como Bieber  de alto impacto mundial que trazem influência de Deus em suas vidas.

“Estou admirado como este jovem cantor  vem influenciando uma geração. Me admira sua paixão, sua disciplina, sua entrega por fazer as coisas com excelência, realmente é admirável este garoto”.

“O que professa a Jesus Cristo parece extraordinário par mim, sei que suas raízes estão na igreja, começou a cantar em uma igreja no Canadá”.

Justin Bieber possui uma tatuagem do nome de Jesus em hebreu debaixo do braço e disse aos meios de comunicação, que crê que Jesus morreu na cruz por seus pecados e que tem uma estreita relação com ele.

“Creio que Deus é o único que me mantém neste momento”, disse em uma entrevista nos bastidores do American Music Awards do ano passado.

Afirmou ainda “é a razão pela qual estou aqui, desta maneira, tenho que definitivamente relembrar isso”. “Assim que eu começo a esquecer, tenho que dar um clic para trás e dizer, você sabe, é por isso que eu estou aqui”.

A mãe de Bieber, Patricia Lynn Mallete, é uma cristã devota. No início, ela estava relutante em ter seu filho na indústria da música. Mas ela disse que orando percebeu que Deus queria que seu filho fosse uma luz no mundo.

Mulher torturada pela nora de Kadhaf será cuidada por médicos brasileiros

Médicos brasileiros poderão operar a babá Shweyga Mullah, torturada pela nora de Muammar Kadhafi. Ela cuidava dos netos de Kadhafi o ditador Líbio e por se recusar a bater em umas das crianças teve o rosto desfigurado por água fervendo.

Encontrada por rebeldes líbios depois que os patrões fugiram durante a tomada de Trípoli pelos opositores, ela está internada com queimaduras profundas em diversas partes do corpo.

“Essa moça precisa de cirurgias estéticas complexas. Ela perdeu todo o cabelo e tem queimaduras graves no peito, no pescoço e nas costas. O Brasil tem muitos cirurgiões bons. Que bom seria se algum deles nos ajudasse”, disse o médico Saleh Errassmeh, em entrevista à Folha de São Paulo.

A babá, de origem etíope, trabalhava na casa de Hannibal Kadhafi e sua mulher, a modelo Aline Skaf, há um ano.“Eu me recusei a bater na criança e ela ficou descontrolada. Amarrou minhas mãos atrás das minhas costas e me levou até um banheiro. Lá, despejou água fervente na minha cabeça e costas. Depois, me deixou trancada por um dia inteiro e me proibiu de sair de casa”, relatou.

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica colocou seus especialistas à disposição dos médicos líbios. O presidente da Sociedade, Sebastião Guerra, disse que o ideal seria que as pessoas que acompanham o tratamento da babá entrassem em contato com a organização para decidirem como seria prestada a ajuda e como se arcaria com os gastos. “A Sociedade pode ajudar no tratamento, mas teríamos que trazê-la ao Brasil para que o profissional tenha a estrutura e a equipe necessária para tratá-la”.

O tratamento inicial demoraria cerca de três meses, mas todo o processo de reconstituição do tecido queimado poderia demorar até dois anos.

Imigrante ilegal tio de Obama é preso por dirigir embriagado

A Imprensa de Massachusetts, nos Estados Unidos, revelou que um imigrante ilegal, foi detido por dirigir embriagado e constatado que o mesmo é o tio "desaparecido" de Barack Obama.

Segundo a biografia do presidente norte-americano, Onyango Obama, de 67 anos, vivia com a família no Quénia e, em 1970, emigrou para os Estados Unidos. O tio "Omar", como era tratado por Barack, nunca regressou a casa nem mesmo contactou com a família.

Quarta-feira passada, Onyango foi preso por dirigir embriagado, depois de quase colidir com uma viatura policial, em Framingham, no estado de Massachusetts. Segundo o relatório do Tribunal Distrital, o queniano tinha 0,14 mg de álcool por 100 ml de sangue, ultrapassando o limite permitido no estado, de 0,08 mg por 100 ml.

Após a detenção, foi descoberto que o condutor era um imigrante ilegal e que tinha pendente um antigo mandado de captura, por não ter regressado ao Quénia. Apesar de garantir a sua inocência no incidente, o suspeito foi preso pelas autoridades de imigração norte-americanas.

Depois de ser detido, Onyango terá agarrado o celular e ameaçado ligar para a Casa Branca, segundo revelou a polícia.

Ainda não houve qualquer comentário por parte da Casa Branca e do próprio presidente democrata.

Xenofobia! imigrante queimado vivo na África do Sul

Xenofobia é o medo irracional, aversão ou a profunda antipatia em relação aos estrangeiros, a desconfiança em relação a pessoas estranhas ao meio daquele que as julga ou que vêm de fora do seu país.

Este tipo de intolerância que ocorre entre estrangeiros também acontece dentro de nosso país quando percebemos preconceito entre pessoas oriundas de outras regiões.

Em São Paulo  percebe-se um preconceito grandioso entre uma parcela da sociedade que  reclamam veementemente da presença e da invasão nordestina em seu estado. Mesmo que eles venham a oferecer mão de obra barata e a preencher uma lacuna no mercado de trabalho para alavancar o progresso do estado.

No Sul do Brasil existe uma influência muito grande da imigração europeia e percebe-se através de sua cultura o quanto se desenvolveu esta região por ter recebido mão-de-obra especializada.  Porém não é difícil de perceber um certo narcisismo entre os sulistas e um bairrismo em relação ao restante do país.

É comum acompanhar  movimentos separatistas na região Sul defendendo a criação  de um novo país com os três estados "desenvolvidos" , Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

É comum acompanhar atos xenofóbicos pelo mundo e espanta quanto a intolerância do ser humano. Recentemente o mundo ficou perplexo quando podemos acompanhar que homens trabalhadores estrangeiros que trabalhavam na Africa do Sul eram  queimados vivos e os seus bens pilhados por alguns grupos de pessoas naturais deste país.

Na maioria deles eram  imigrantes moçambicanos, malawianos e zimbabueanos que trabalhavam nas minas de ouro, campos agrícolas, construção civil, área do comércio entre outros setores de atividade. Muitos destes  imigrantes já viviam naquele país da África a mais de dez anos.

Diga não a atos de xenofobia, preconceito, separação, bairrismo, escravidão, limpeza étnica, perseguição religiosa, segregação racial, homofobia, etc. 

"Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito."Albert Einstein

"O medo é um preconceito dos nervos. E um preconceito, desfaz-se - basta a simples reflexão." Machado de Assis

"Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, haverá guerra." Bob Marley

A história do herói da resistência negra Zumbi dos Palmares

Zumbi foi o grande líder do quilombo dos Palmares, respeitado herói da resistência antiescravagista. Pesquisas e estudos indicam que nasceu em 1655, sendo descendente de guerreiros angolanos.

Em um dos povoados do quilombo, foi capturado quando garoto por soldados e entregue ao padre Antonio Melo, de Porto Calvo.

Criado e educado por este padre, o futuro líder do Quilombo dos Palmares já tinha apreciável noção de Português e Latim aos 12 anos de idade, sendo batizado com o nome de Francisco. Padre Antônio Melo escreveu várias cartas a um amigo, exaltando a inteligência de Zumbi (Francisco). Em 1670, com quinze anos, Zumbi fugiu e voltou para o Quilombo. Tornou-se um dos líderes mais famosos de Palmares. "Zumbi" significa: a força do espírito presente. Baluarte da luta negra contra a escravidão, Zumbi foi o último chefe do Quilombo dos Palmares.

O nome Palmares foi dado pelos portugueses, em razão do grande número de palmeiras encontradas na região da Serra da Barriga, ao sul da capitania de Pernambuco, hoje, estado de Alagoas. Os que lá viviam chamavam o quilombo de Angola Janga (Angola Pequena). Palmares constituiu-se como abrigo não só de negros, mas também de brancos pobres, índios e mestiços extorquidos pelo colonizador. Os quilombos, que na língua banto significam "povoação", funcionavam como núcleos habitacionais e comerciais, além de local de resistência à escravidão, já que abrigavam escravos fugidos de fazendas. No Brasil, o mais famoso deles foi Palmares.

O Quilombo dos Palmares existiu por um período de quase cem anos, entre 1600 e 1695. No Quilombo de Palmares (o maior em extensão), viviam cerca de vinte mil habitantes. Nos engenhos e senzalas, Palmares era parecido com a Terra Prometida, e Zumbi, era tido como eterno e imortal, e era reconhecido como um protetor leal e corajoso. Zumbi era um extraordinário e talentoso dirigente militar. Explorava com inteligência as peculiaridades da região. No Quilombo de Palmares plantavam-se frutas, milho, mandioca, feijão, cana, legumes, batatas. Em meados do século XVII, calculavam-se cerca de onze povoados. A capital era Macaco, na Serra da Barriga.

A Domingos Jorge Velho, um bandeirante paulista, vulto de triste lembrança da história do Brasil, foi atribuído a tarefa de destruir Palmares. Para o domínio colonial, aniquilar Palmares era mais que um imperativo atribuído, era uma questão de honra. Em 1694, com uma legião de 9.000 homens, armados com canhões, Domingos Jorge Velho começou a empreitada que levaria à derrota de Macaco, principal povoado de Palmares. Segundo Paiva de Oliveira, Zumbi foi localizado no dia 20 de novembro de 1695, vítima da traição de Antônio Soares. “O corpo perfurado por balas e punhaladas foi levado a Porto Calvo. A sua cabeça foi decepada e remetida para Recife onde, foi coberta por sal fino e espetada em um poste até ser consumida pelo tempo”.

O Quilombo dos Palmares foi defendido no século XVII durante anos por Zumbi contra as expedições militares que pretendiam trazer os negros fugidos novamente para a escravidão. O Dia da Consciência Negra é celebrado em 20 de novembro no Brasil e é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695.

A lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, incluiu o dia 20 de novembro no calendário escolar, data em que comemoramos o Dia Nacional da Consciência Negra. A mesma lei também tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira. Nas escolas as aulas sobre os temas: História da África e dos africanos, luta dos negros no Brasil, cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, propiciarão o resgate das contribuições dos povos negros nas áreas social, econômica e política ao longo da história do país.
Amélia Hamze
Profª da FEB/CETEC
ISEB/FISO-Barretos
ahamze@uol.com.br

ONU investiga estupro de 700 mulheres na fronteira de Angola com Congo

Funcionários da Organização das Nações Unidas (ONU) informaram neste sábado, 6, que o órgão investiga as denúncias de que cerca de 700 mulheres teriam sido estupradas na fronteira do Congo com Angola. 

Maurizio Giuliano, porta-voz da agência humanitária da ONU, disse que as mulheres violentadas fazem parte de um grupo de cerca de 7 mil congolesas expulsas da Angola em outubro. Segundo ele, muitas da mulheres disseram que soldados angolanos foram responsáveis pelos ataques.

Ele afirmou que os governos de Congo e de Angola foram convocados a investigar o caso. "Solicitamos que os governos investiguem essas alegações e que previnam violações dos direitos humanos durante expulsões futuras", disse Giuliano. Outra porta-voz do órgão, Celine Schmitt, disse na sexta que a ONU iniciará suas próprias investigações independentes ainda neste mês.

As denúncias ocorrem depois da divulgação de um relatório da ONU na última semana, no qual o órgão internacional informou que pelo menos 30 mulheres disseram ter sido presas, estupradas e deixadas nuas perto da fronteira entre os países africanos. Exames realizados nas mulheres confirmaram os estupros.

Dispara o número de imigrantes legais na Espanha na última década

os filhos da África

Uma estatística oficial da Espanha retratou que o números de imigrantes legais no país cresceu mais de seis vezes durante a última década.

Em 2000 existiam pouco mais de 900 mil estrangeiros residentes legalmente registrados no território espanhol com uma população total de 40,9 milhões de habitantes.

Esta situação mudou extraordinariamente 5,6 milhões de imigrantes em 2009 perfazendo um total de 46,7 milhões de pessoas.

Desde 2000, aproximadamente 2 milhões de imigrantes que desembarcaram na Espanha vieram da União Europeia. Um número similar partiu das Américas do Norte e do Sul, e cerca de 900 mil têm como origem os países da África.


Foto:Veiculada por imigrantes na Espanha e Portugal conforme blog Notícias do Bem .

Artista Jorge Vercillo em Angola para a semana do Brasil

O artista brasileiro Jorge Vercillo e sua banda têm em agenda a realização de dois espectáculos nos dias 4 e 5 de Setembro, em Luanda, no âmbito das jornadas comemorativas ao 187 anos da independência do Brasil, também denominada semana do Brasil.

Segundo o presidente da Associação dos Empresários e Executivos Brasileiros em Angola (Aebran), Alberto Esper, a VI Semana do Brasil vai possibilitar ao angolano e estrangeiros residentes conhecerem a música de um dos maiores artistas da actualidade.

"É uma iniciativa Aebran, com o apoio da embaixada do Brasil, durante a qual os angolanos e brasileiros vão poder também debater questões económicas, saborear pratos típicos, ouvir música de boa qualidade, assistir filmes premiados e apreciar peças de artes plásticas", disse à Angop.

Alberto Esper ressaltou a importância da diversidade da programação, tendo em conta a intensificação da integração entre brasileiros e angolanos, iniciada um dia depois da independência de Angola.

De acordo com o programa, de segunda a quarta haverá uma mostra de cinema brasileiro, com entrada grátis. Serão exibidos no Cineplace, do Bellas Shopping, com a distribuição de mais de 3 mil ingressos, três filmes recentes: “Mistérios do samba”, “Estômago,“Não por acaso”.

De terça a sábado, no Hotel Trópico, acontece a semana da gastronomia brasileira, constituído de almoço com pratos típicos brasileiros, além do cardápio internacional do restaurante. Paralelamente, haverá uma mostra de exemplares da cultura de diversas regiões brasileiras.

Do programa consta ainda um Fórum de debates Aebran/Lusofonia, com três temas: “A economia de Angola diante da crise mundial”, a ter como expositor o representante do banco mundial neste País, Ricardo Gazel; “As relações comerciais Brasil-Angola” e “Perspectivas da Economia angolana”.

Para encerrar as comemorações, na segunda-feira, dia 7 de Setembro, dia da independência do Brasil, haverá o lançamento de caderno especial do Jornal de Angola comemorativo a data.

O Brasil Francês

Imigrantes africanos são presos no Centro de Identificação e Expulsão da Itália

Um grande tumulto ocorreu na noite de ontem no Centro de Identificação e Expulsão de Milão e 14 imigrantes acabaram sendo presos pela polícia italiana.

Os detidos são cinco mulheres, quatro da Nigéria e uma da Gâmbia, e nove homens, sendo quatro do Marrocos, três da Argélia, um da Costa do Marfim e um de Portugal. Todos são acusados de violência e resistência contra oficiais públicos, dano agravado e incêndio doloso.

O grupo teria incendiado colchões, quebrado vidros e lançado objetos contra as forças de segurança, além de causar ferimentos leves em 11 agentes.

A nova lei de segurança do país, em vigor desde o último sábado, autoriza a detenção de imigrantes ilegais nestes centros por um período de dois a seis meses. Entre outras coisas, a norma também permite que civis façam rondas e denunciem estrangeiros.

Na primeira semana de aplicação da lei, 21 imigrantes foram denunciados em Turim por clandestinidade, segundo o Comitê Provincial para a Segurança e Ordem Pública.

O procurador-geral de Turim, Giancarlo Caselli, advertiu sobre o risco de "entupimento do sistema judiciário". "Quando os vários casos forem tratados, será necessário uma potenciação das estruturas para lidar com a carga de trabalho", comentou Caselli.
(ANSA)

Imigrante africano é morto ao tentar entrar em Israel

A polícia egípcia matou à bala hoje (terça-feira) um imigrante africano e feriu outro na península do Sinai quando tentavam entrar ilegalmente em Israel, declarou um responsável dos serviços de segurança.
A polícia pediu-lhes para pararem mas eles não obedeceram, indicou o responsável. O morto não trazia qualquer documento de identidade e o ferido é eritreu, acrescentou.

Os 250 quilômetros de fronteira que separam o Egito de Israel, do extremo sul da Faixa de Gaza para Eilat, ao longo do deserto Sinai, é um importante ponto de passagem para imigrantes, bem como de traficantes de droga.

A polícia egípcia matou em 2008 pelo menos 28 clandestinos da África subsariana que tentavam entrar ilegalmente em Israel.

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Imigrantes enviam 94 milhões de euros para Cabo Verde

Os imigrantes cabo-verdianos transferiram em 2008 para o seu país 10,42 mil milhões de escudos (cerca de 94 milhões de euros), um acréscimo de 2,6 por cento em relação ao ano anterior, soube a PANA segunda-feira na cidade da Praia de fonte oficial.

De acordo com o Banco de Cabo Verde (BCV), o montante global das remessas dos imigrantes continua, tal como nos anos anteriores, a situar-se em cerca de 9 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) de Cabo Verde, estimado em 2007 em 115 mil 200 milhões de escudos (1.044 milhões de euros).

O BCV adiantou que a comunidade cabo-verdiana em Portugal lidera os envios de dinheiro com três mil e 138 milhões de escudos (cerca de 28,4 milhões de euros), seguida dos seus compatriotas em França com dois mil e 276 milhões de escudos (20,6 milhões de euros).

Os Cabo-verdianos residentes nos Estados Unidos da América enviaram 1,474 milhões de escudos (13,3 milhões de euros), enquanto os imigrantes na Holanda transferiram 1,206 milhões de escudos (10,9 milhões de euros).

Na lista das 11 maiores fontes de remessas de divisas para a Cabo Verde constam também as comunidades residentes na Itália, na Espanha, no Luxemburgo, no Reino Unido, na Suíça, na Alemanha e em Angola.

As remessas dos cerca de 520 mil imigrantes, contra os pouco mais de 450 mil cidadãos que vivem no arquipélago, têm contribuído decisivamente para o crescimento significativo que a economia cabo- verdiana regista desde o final da década de 1990.
panapress.com

Cabo Verde é um país africano, arquipélago de origem vulcânica, constituído por dez ilhas. Está localizado no Oceano Atlântico, a 640 km a oeste de Dacar, Senegal. Outros vizinhos são a Mauritânia, a Gâmbia e a Guiné-Bissau, ou seja, todos na faixa costeira ocidental da África que vai do Cabo Branco às ilhas Bijagós. Curiosamente, o cabo Verde que dá nome ao país não se situa nele, mas a centenas de quilômetros a leste, no Senegal.

Cabo Verde foi descoberto em 1460 por Diogo Gomes ao serviço da coroa portuguesa, que encontrou as ilhas desabitadas e aparentemente sem indícios de anterior presença humana. Foi colónia de Portugal desde o século XV até sua independência em 1975.
Mais informações:Wikipedia.org


Leia:
OS FILHOS DA ÁFRICA EM PORTUGAL

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