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Edward Snowden ainda não pediu asilo à Rússia diz imigração

Funcionários da imigração da Rússia disseram neste sábado que não receberam até agora uma solicitação de ex-agente da Agência Nacional de Segurança (NSA, na sigla em inglês), Edward Snowden, que deseja ganhar asilo no país.

Snowden chegou ao aeroporto internacional Sheremetyevo de Moscou no dia 23 de junho a partir de Hong Kong, planejando aparentemente pegar um voo para Cuba. Mas ele não pegou o voo e acreditava-se que ele tenha passado as últimas três semanas na área de trânsito do aeroporto.


Na sexta-feira, ele se reuniu com ativistas de direitos humanos e disse que buscaria asilo na Rússia, pelo menos como um medida temporária antes de ir para a Venezuela, Bolívia, ou Nicarágua - todos os três países ofereceram asilo a ele.

Mas, segundo a agência de notícias Interfax, o chefe do serviço de Imigração da Rússia, Konstantin Romodanovsky, disse que nenhum pedido de asilo foi recebido até este sábado. A agência de notícias estatal RIA Novosti informou também que a porta-voz do serviço de imigração, Zalina Kornilova, afirmou que nenhum pedido de asilo foi recebido. Fonte: Associated Press.

Imigrantes são compradas e abusadas nos Estados do Golfo Pérsico

O fenômeno do tráfico de seres humanos continua a aumentar no Iêmen com a pobreza que favorece, de modo particular, a exploração das mulheres,  compradas e vendidas, violentadas e espancadas até à morte. 

Entre 2011 e 2012 no País registou-se um aumento considerável do contrabando e dos casos de violência entre as mulheres imigrantes. Dizem-no os últimos dados da Agência das Nações Unidas para os Refugiados (Unhcr), que em 2011 registou mais de 103 mil novos casos. Durante o ano de 2012, ainda que não haja dados corretos, estima-se  que sejam muitos mais. 

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Leia: Colombiana é condenada por tráfico de mulheres para o Panamá 



As mulheres imigrantes, em oriundas da Etiópia e da Somália, tentam escapar da pobreza dos Países de origem. 

Pagam centenas de dólares aventurando-se em longas viagens a bordo de barcos superlotados e perigosos na tentativa de chegar aos Estados do Golfo pérsico para encontrar trabalho. Durante a viagem são, muitas vezes, estupradas e, outras vezes, são asfixiadas devido ao excesso de pessoas e atiradas ao mar pelos próprios contrabandistas.
Quando chegam Iêmen ainda na maioria dos casos tornam-se reféns dos traficantes. De acordo com a relatório Desperate Choices, conduzido pelo Danish Refugee Council e pelo regional Mixed Migration Secretariat, as redes criminosas atingem também a Etiópia, o Djibouti e a Arábia Saudita.
Contribui para agravar o fenômeno também o chamado turismo sexual que vê pequenas iemenitas, de famílias pobres, obrigadas a matrimônios relâmpago com visitantes dos Estados do Golfo, que depois de terem abusado destas jovens vítimas abandonam-as pela estrada. 
Relata a Agência Fides.

Inglaterra quer reprimir imigração ilegal nas salas de aula

O Governo britânico estuda um plano que obrigue as escolas a verificarem a situação de imigração dos seus alunos.

Segundo uma troca de e-mails divulgada pelo jornal, a proposta política está a ser avaliada pelo grupo interministerial (IMG) para o acesso dos imigrantes aos benefícios sociais e aos serviços públicos.

The Guardian escreve que esses e-mails “sugerem que o grupo está  considerando a possibilidade de banir das escolas as crianças que sejam imigrantes ilegais.

No entanto, os funcionários públicos [do Departamento de Educação] já avisaram que o Reino Unido estaria a violar o artigo 28 da convenção sobre direitos da ONU”.
Fonte:Presseurop
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Mulheres imigrantes na Itália branqueiam a pele para não ser discriminadas

A maior parte das mulheres que imigram para a Itália tem utilizado produtos químicos ilegais na Europa para embranquecer a pele com o objetivo de se integrarem à sociedade italiana.
De acordo com um estudo inédito realizado pelo Instituto Nacional para a Saúde, os Migrantes e a Pobreza, em conjunto com o Instituto Superior de Saúde, ambos da Itália, das 82 mulheres observadas, cuja maioria provinha de países da África, 69,5% usam embranquecedores de pele.

Em 48% dos casos, as mulheres afirmaram que tiveram problemas cutâneos após o uso de cosméticos embranquecedores.

Em 43% dos casos, as mulheres sofreram dermatite de contato, 28% tiveram dermatite eritematosa descamativa, 12,5% tiveram dermatite pigmentosa e 10% tiveram dermatite leucodérmica.
Metade dos produtos utilizados continha substâncias de uso proibido na Europa, como crômio, hidroquinona e corticoesteroides. Entre os produtos usados estão sabonetes, cremes e óleos que foram comprados nos países de origem dessas mulheres.
Segundo Orestes Senoforte, do Instituto Superior de Saúde, "muitas mulheres usuárias destes produtos têm um nível de instrução e em sua maior parte são conscientes do risco que implica usar estes cremes".
"Porém, é mais forte o desejo de perseguir os cânones ocidentais", afirmou, observando que, para muitas, não é suficiente estudar e conseguir um trabalho no novo país onde moram para se integrarem à nova sociedade.