WP-ThGWU6Yg-LZQP372atnaqZcM tráfico seres humanos | Imigrantes Brasil
Mostrando postagens com marcador tráfico seres humanos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tráfico seres humanos. Mostrar todas as postagens

Imigrantes são compradas e abusadas nos Estados do Golfo Pérsico

O fenômeno do tráfico de seres humanos continua a aumentar no Iêmen com a pobreza que favorece, de modo particular, a exploração das mulheres,  compradas e vendidas, violentadas e espancadas até à morte. 

Entre 2011 e 2012 no País registou-se um aumento considerável do contrabando e dos casos de violência entre as mulheres imigrantes. Dizem-no os últimos dados da Agência das Nações Unidas para os Refugiados (Unhcr), que em 2011 registou mais de 103 mil novos casos. Durante o ano de 2012, ainda que não haja dados corretos, estima-se  que sejam muitos mais. 

Visite: https://www.facebook.com/ImigrantesBrasil

Leia: Colombiana é condenada por tráfico de mulheres para o Panamá 



As mulheres imigrantes, em oriundas da Etiópia e da Somália, tentam escapar da pobreza dos Países de origem. 

Pagam centenas de dólares aventurando-se em longas viagens a bordo de barcos superlotados e perigosos na tentativa de chegar aos Estados do Golfo pérsico para encontrar trabalho. Durante a viagem são, muitas vezes, estupradas e, outras vezes, são asfixiadas devido ao excesso de pessoas e atiradas ao mar pelos próprios contrabandistas.
Quando chegam Iêmen ainda na maioria dos casos tornam-se reféns dos traficantes. De acordo com a relatório Desperate Choices, conduzido pelo Danish Refugee Council e pelo regional Mixed Migration Secretariat, as redes criminosas atingem também a Etiópia, o Djibouti e a Arábia Saudita.
Contribui para agravar o fenômeno também o chamado turismo sexual que vê pequenas iemenitas, de famílias pobres, obrigadas a matrimônios relâmpago com visitantes dos Estados do Golfo, que depois de terem abusado destas jovens vítimas abandonam-as pela estrada. 
Relata a Agência Fides.

Ex-coelhinha da Playboy vai a julgamento por tráfico de imigrante

Uma ex-coelhinha da revista Playboy está sendo acusada de ter servido como “coiote” de um imigrante indocumentado do Canadá. 

Colleen Shannon, 34, de Los Angeles, foi acusada em agosto de 2011 e compareceu na Corte no dia 15 de janeiro. Ela teria ajudado o namorado, Robert Skojo, a atravessar de barco a fronteira entre os Estados Unidos e o Canadá através da reserva indígena Akwesasne Mohawk. 

De acordo com documentos da justiça, a ficha criminal de Skojo o impediria de conseguir entrar nos EUA de forma legal. 

Shannon apareceu na página central da revista de aniversário dos 50 anos da revista Playboy em 2004. Ela hoje trabalha como DJ em uma casa noturna onde é conhecida como “a DJ mais sexy do mundo”. 

A acusada disse ao juiz Norman Mordue que ela gostaria de ter um novo advogado para o seu julgamento, que estava programado para acontecer ainda esta semana. O juiz concedeu o pedido e liberou o advogado Mark Sacco de defender a acusada. 

Uma nova audiência foi marcado para o dia 1º de fevereiro, quando o novo advogado de Shannon deverá comparecer. O juiz disse à acusada que ela não precisar estar presente. A nova data para o julgamento ainda não foi marcada. 

Agentes da fronteira pararam Shannon no dia 15 de agosto de 2012, em Massena, um dos pontos de entrada na fronteira com o Canadá. Ela dirigia um carro Bentley de Robert Skojo. Shannon declarou que tinha $9.800 em dinheiro, que segundo ela, foi fruto do seu trabalho como DJ. No entanto ela não conseguiu justificar se tinha autorização de estar dirigindo o carro de Skojo. 

Ela disse aos agentes que era atriz e que estava indo para Nova Iorque se encontrar com o agente. O agente da fronteira deixou ela seguir mas notificou a Imigração. Shannon dirigiu até a cidade de Fort Covington, NY, próximo à fronteira de uma reserva indígena, onde se encontrou com Skojo na mesma noite. 

Na manhã seguinte ambos foram presos.  Shannon disse que não deveria estar sendo acusada de tráfico de pessoas porque não levou Skojo através da fronteira. “Eu apenas o peguei”, disse. 

Skojo disse aos investigadores que ele e Shannon queriam viver juntos em Los Angeles, mas que ele sabia que não poderia entrar no país devido a sua ficha criminal no Canadá. Ele foi condenado em 1990 por contratar serviços de prostitutas e de viver às custas de prostituição. 

Ele foi condenado a seis meses de prisão em novembro do ano passado e será deportando após cumprir a pena. Se condenada, Shannon poderá pegar de 33 a 41 meses de prisão.

Quadrilha de tráfico humano enviavam adolescentes para China

Um tribunal vietnamita prendeu 29 pessoas ligadas a uma quadrilha de tráfico humano que enviou adolescentes como escravos sexuais para a China.

O líder da quadrilha Vu Van Cong, 28, foi condenado a 26 anos de prisão pelo Tribunal Popular de Hanói em um veredicto. Os 28 outros foram condenados a penas que variam de 22 anos de prisão para uma pena de 10 meses.

Polícia começou a investigar a quadrilha depois que um membro foi preso em junho de 2010 ao tentar forçar uma menina de 13 anos de idade, a embarcar em um trem indo para a província de fronteira vietnamita Lao Cai.

A vítima estava sendo forçada a trabalhar como prostituta em Lao Cai, antes de serem contrabandeados para a China para trabalhar na indústria do sexo, disse o relatório.

Os membros de gangue admitiram à polícia que eles forçaram pelo menos sete mulheres e 10 meninas adolescentes a trabalharem como prostitutas no Vietnã e na China desde que iniciou suas operações em fevereiro de 2009, informa o relatório.

Entre 2004 e 2009, o Ministério do Vietnã de Segurança Pública declarou cerca de 3.000 vítimas vietnamitas do tráfico humano. A maioria das vítimas eram meninas menores de 15 anos.

Por causa da natureza clandestina dos crimes e das dificuldades de coleta de dados, os números quase certamente subestima a extensão do problema, dizem os especialistas.

As vítimas podem acabar na China em outros países asiáticos, na Europa Ocidental ou no Oriente Médio para fins de exploração sexual, ou ser forçado a trabalhar em fábricas, segundo a ONU Projeto Inter-Agências sobre Tráfico de Seres Humanos (UNIAP).