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Quadrilha de tráfico humano enviavam adolescentes para China

Um tribunal vietnamita prendeu 29 pessoas ligadas a uma quadrilha de tráfico humano que enviou adolescentes como escravos sexuais para a China.

O líder da quadrilha Vu Van Cong, 28, foi condenado a 26 anos de prisão pelo Tribunal Popular de Hanói em um veredicto. Os 28 outros foram condenados a penas que variam de 22 anos de prisão para uma pena de 10 meses.

Polícia começou a investigar a quadrilha depois que um membro foi preso em junho de 2010 ao tentar forçar uma menina de 13 anos de idade, a embarcar em um trem indo para a província de fronteira vietnamita Lao Cai.

A vítima estava sendo forçada a trabalhar como prostituta em Lao Cai, antes de serem contrabandeados para a China para trabalhar na indústria do sexo, disse o relatório.

Os membros de gangue admitiram à polícia que eles forçaram pelo menos sete mulheres e 10 meninas adolescentes a trabalharem como prostitutas no Vietnã e na China desde que iniciou suas operações em fevereiro de 2009, informa o relatório.

Entre 2004 e 2009, o Ministério do Vietnã de Segurança Pública declarou cerca de 3.000 vítimas vietnamitas do tráfico humano. A maioria das vítimas eram meninas menores de 15 anos.

Por causa da natureza clandestina dos crimes e das dificuldades de coleta de dados, os números quase certamente subestima a extensão do problema, dizem os especialistas.

As vítimas podem acabar na China em outros países asiáticos, na Europa Ocidental ou no Oriente Médio para fins de exploração sexual, ou ser forçado a trabalhar em fábricas, segundo a ONU Projeto Inter-Agências sobre Tráfico de Seres Humanos (UNIAP).

Mulher alérgica de 26 anos fica com rosto enrugado e aparência de 70

Um caso inusitado aconteceu com uma jovem moradora do interior do Vietnã que está transformando sua vida e chamando muita atenção de toda comunidade.

A vietnamita Nguyen Thi Phuong está com apenas 26 anos, porém está com aparência de uma mulher de 70 anos. Depois de sofrer uma reação alérgica em 2008, a pele do rosto, pescoço e mãos de Phuong enrugou e a deixou com uma aparência mais velha, segundo os jornais locais "Potro Times" e "Tien Phong".

Conforme relatam seus vizinhos a da província de Ben Tre, a doênça começou quando ela comeu frutos do mar. Ela teve alergias e teve que tomar alguns medicamentos para aliviar os sintomas, más o problema ao invés de diminuir tem aumentado.

Os remédios não surtiram efeito. Um médico local chegou a prescrever um medicamento para dermatite. No entanto os comprimidos provocaram um inchaço de seu rosto e apareceram urticárias no local.

Após sua história ganhar destaques na imprensa local, Phuong passou a ser tratada por especialistas da cidade de Ho Chi Minh. Os médicos estão realizando exames, mas ainda não sabem o que provocou o processo de envelhecimento da pele da jovem.

Na Malásia pobres e imigrantes caçam cães nas ruas para comer

A alta nos preços dos alimentos já está está provocando um aumento do consumo de carne de cachorro na Malásia, especialmente entre os imigrantes mais pobres.

Estes trabalhadores emigraram de países vizinhos como Bangladesh, Indonésia ou Vietnã, onde não é raro comer a carne de cachorro em algumas comunidades, informou hoje o diário local "The Star".
A maioria destes imigrantes decidiu caçar cães de rua por causa da alta do preço dos alimentos, pois devem enviar quase todo o seu salário para suas famílias. "Preferimos os filhotes porque sua carne é mais macia e nos dá muita energia", comentou um operário indonésio citado pelo jornal.

Segundo o diário "The Star", um filhote de cachorro serve como alimento para até cinco pessoas.

Um imigrante vietnamita disse que em sua província natal o cachorro é considerado importante fonte de proteínas.

Embora a carne de cachorro não seja normalmente servida na Malásia, alguns restaurantes de Kuala Lumpur a oferecem como um prato exótico, o que também acontece com macacos, lagartos, tartarugas e serpentes.

Apesar de ser uma comida ligeiramente apreciada neste país, o consumo amentou sensivelvente em função da crise dos alimentos.
globo.com