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Mutilação Genital Feminina: como combater este crime?

A mutilação genital feminina (MGF), vulgarmente conhecida por excisão feminina ou Circuncisão Feminina. 

É uma prática em que uma parte ou a totalidade dos órgãos sexuais de mulheres e crianças são removidos, de modo a que esta a mulher não possa sentir prazer durante o ato sexual.


mutilação genital feminina

As fotos que ilustram esses posts foram feitas em abril 2006, durante o programa maciço de circuncisão anual, em Bandung, Indonésia, que é livre e aberto ao público e acontece durante o mês lunar que marca o nascimento do profeta Muhammad. Foi permitido a fotógrafa Stephanie Sinclair do The New York Times registrar a cerimônia, onde mais de mais de 200 meninas submeteram-se a mutilação, algumas com apenas 5 anos de idade.

De acordo com o presidente da fundação de serviços sociais, de Jacarta, entrevistado na ocasião, a circuncisão trás, sobretudo três benefícios as meninas: Primeiro estabilizará sua libido; segundo fará a mulher ser vista como mais bonita aos olhos do marido; terceiro ficará psicologicamente mais equilibrada.


Há vários tipos de mutilação, que por sua vez têm gravidadas diferentes, segundo as várias tradições são removidos o clítoris ou os lábios vaginais.Há uma outra forma de mutilação genital chamada de infibulação, que consiste na costura dos lábios vaginais ou do clítoris.

mutilação genital feminina
Os grupos de combate a essa prática enumeram complicações graves para a saúde e o psicológico das mulheres. Existem vários riscos, inclusive o de morte e o da transmissão da Aids. Para muitas, a dor nunca passa.

A menstruação e o parto ficam ameaçados, as relações sexuais tornam-se dolorosas e o prazer sexual da mulher é tolhido. Infecções e todo tipo de problema na saúde sexual feminina estão relacionados à brutalidade da excisão, feita na maioria das vezes com instrumentos não-esterilizados e usados em várias meninas numa mesma ocasião, e sem anestesia.

mutilação genital feminina
A relatos que esta prática seja muçulmana más em nada está fundamentada religiosamente. A mutilação é praticada na maioria dos casos na África, mas também é comum em certos países do Oriente Médio. Também acontece, devido a comunidades imigrantes, em certas regiões da Ásia como Índia, Indonésia, Sri Lanka, Malásia, América do Norte, América Latina, e Europa.

A mutilação também é praticada em grupos indígenas na América Central e do Sul, como por exemplo no Perú, mas existe pouca informação acerca deles. Devido à imigração, países onde anteriormente não se praticava agora já existe alguns que praticam, incluindo alguns países como: Austrália, Canada, Dinamarca, França, Itália, Holanda, Suécia, Reino Unido, EUA etc.

Coreia do Norte coloca mísseis em posiçãs de ataque aos EUA

A Coreia do Norte preparou nesta sexta-feira as suas unidades de mísseis para ataques aos Estados Unidos e bases americanas na Coreia do Sul e no Pacífico.

O líder norte-coreano, Kim Jong-un, “teve uma reunião de urgência” com os generais, durante a madrugada, e disse, segundo a mesma agência, que “chegou o momento de acertar contas com os imperialistas dos Estados Unidos.

Kim Jong-un assinou a ordem para que as forças norte-coreanas se coloquem em posição de espera para poderem atacar “a qualquer momento” o continente americano e instalações militares na Coreia do Sul e nas ilhas do Hawai e Guam, segundo a KCNA. 

A agência sul-coreana, Yonhap, noticiou, citando fontes militares, movimentações de tropas e veículos nas instalações de mísseis de médio e longo alcance da Coreia do Norte.

Na terça-feira, a Coreia do Norte anunciou que tinha colocado a artilharia e unidades de mísseis “em posição de combate”. No dia seguinte, cortou a linha de comunicações militares com o Sul.

O anúncio de preparação para ataques feito nesta sexta-feira foi uma resposta a voos, feitos na quinta-feira, de bombardeiros furtivos B-2 norte-americanos sobre a Coreia do Sul. Esses voos estavam inseridos nas manobras militares conjuntas anuais dos Estados Unidos com este país.

Segundo a KCNA, o voo dos bombardeiros dos Estados Unidos mostra que a hostilidade americana contra a Coreia do Norte “entrou numa fase imprudente, que vai além da ameaça e da chantagem”.

Os Estados Unidos informaram que os B-2 partiram de uma base no Missouri e deixaram cair munições fictícias em ilhas sul-coreanas desabitadas, antes de regressarem. Foi, segundo o Pentágono, a primeira vez que fizeram um voo de ida e volta à península coreana.

Kim Jong-un disse que os voos são mais do que uma simples demonstração de força e representam um ultimato dos norte-americanos, que “mostram querer desencadear a todo o preço uma guerra nuclear”.

A China, principal aliado da Coreia do Norte, apelou a “esforços conjuntos” para reduzir a tensão. “A paz e a estabilidade na península coreana são de interesse comum”, disse um porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros, Hong Lei.

Não há provas de que a Coreia do Norte tenha capacidade para atacar a costa Oeste dos Estados Unidos, mas possui mísseis que podem alcançar alvos norte-americanos. E Seul, capital da Coreia do Sul, fica apenas a 50 quilômetros da fronteira.

Kim Yong-Hyun, especialista em assuntos da Coreia do Norte na Universidade de Dongguk, na Coreia do Sul, considera que as declarações do regime do regime de Pyongyang “não devem ser interpretadas como sinal de uma guerra iminente”. “É uma reação esperada face ao voo dos B-2”.



Especialistas ouvidos pela agência consideram pouco provável uma guerra, que o Norte estaria condenado a perder, mas admitem um gesto semelhante ao bombardeio, em 2010, de uma pequena ilha sul-coreana, que provocou quatro mortos. No mesmo bombardeio, um navio de guerra sul-coreano foi atingindo tendo morrido mais 46 pessoas.

A tensão na península coreana cresceu depois de o Norte ter feito o terceiro ensaio nuclear da sua história e de as Nações Unidas e os Estados Unidos terem aprovado novas sanções contra Pyongyang, que multiplicou as ameaças de “ataques estratégicos” e “guerra total” aos Estados Unidos e à Coreia do Sul.

PRF impede entrada de imigrantes de Bangladesh no Brasil

Poderia ser mais uma das ocorrências corriqueiras de deportação de estrangeiros em situação irregular, mas a retenção de 14 estrangeiros na madrugada de ontem, na BR-262, em Corumbá, chama a atenção por causa da origem dos cidadãos que tentavam ingressar em território brasileiro, para, tentar a imigração. Dos 14 apreendidos, 10 são naturais de Bangladesh, país asiático localizado no Oceano Índico, quase todo cercado pelo território indiano.

Os bengali (nacionalidade dos cidadãos nascidos em Bangladesh) estavam com outros quatro estrangeiros em situação irregular, de nacionalidade boliviana. Eles viajavam em um ônibus de transporte rodoviário, que ligava as cidades de Corumbá e Brasília (DF).

Trem em Bangladesh

Partido islâmico quer cancelar show de Elton John na Malásia

Membros de um partido islâmico de oposição na Malásia pediram nesta terça-feira o cancelamento de um show de Elton John, programado para o próximo mês, sob a alegação de que o cantor promove o hedonismo.

Shahril Azman Abdul Halim Al Hafiz, dirigente do Partido Islâmico da Malásia (PAS), afirmou que a apresentação, prevista para 22 de novembro no balneário de Genting Highlads, poderia corromper os jovens muçulmanos pela homossexualidade do músico. "Isto não é bom. No islã, a homossexualidade é proibida. Ele está promovendo o hedonismo. O hedonismo não é bom no islã", declarou.
O músico britânico, que nunca escondeu a homossexualidade, é casado desde 2005 com David Furnish, quando as uniões civis de pessoas do mesmo sexo foram legalizadas na Grã-Bretanha. Neste ano, anunciou o nascimento de seu filho, concebido através de uma barriga de aluguel.

O PAS sempre protesta antes de shows de artistas ocidentais na Malásia, alegando que promovem um estilo de vida promíscuo e corrupto. Os espetáculos, no entanto, geralmente acontecem sem incidentes, mas os artistas devem observar regras estritas, como evitar a exposição de partes do corpo ou beijos no palco.

O Irã entre os países que mais executa pena de morte no mundo

Pelo menos 270 pessoas foram enforcadas em 2009 e 169 foram executados em 2010. O Irã é um dos países que mais aplica a pena de morte no mundo, junto com China, Arábia Saudita e Estados Unidos.

O Irã, assim como a Arábia Saudita, aplica uma estrita versão da "Sharia", ou Lei Islâmica, e pune com a pena capital crimes como assassinato, seqüestro, estupro, assalto à mão armada, entre outros. Além disso, as pessoas condenadas por adultério são punidas com o apedrejamento.
Esta bela moça Zahra Bahrami , que tinha nacionalidade iraniana e holandesa foi presa durante  manifestações contra Mahmoud Ahmadinejad. De acordo com as autoridades, com ela foram apreendidos 450 gramas de cocaína. Seus familiares afirmam que a droga foi um pretexto para executá-la.

As últimas execuções no Irã, condenadas por várias organizações internacionais de direitos humanos, fazem parte de uma campanha de segurança lançada pelas autoridades locais que tem como objetivo lutar contra a delinqüência no país, especialmente em Teerã.

Nesta terça-feira o governo do Irã executou por enforcamento um adolescente de 17 anos condenado por matar um atleta do país, apesar dos pedidos pela suspensão da execução.

Uma agência de notícias estatal informou que Alireza Molla-Soltani chorou muito e pediu perdão antes de sua execução. A Anistia Internacional liderou os pedidos pela suspensão do enforcamento, alegando que o jovem ainda era adolescente. Mas, a Justiça iraniana afirmou que, pelo calendário lunar islâmico, Soltani já tinha completado os 18 anos.


O Irã enforcou 22 pessoas por tráfico de drogas na segunda-feira, na mais recente execução em massa do país. Para correr o risco de ser executado no Irã basta ser contrário a política interna implantada pelo  ditador Mahmoud Ahmadinejad.






Brasileira realiza exposição com antenas proibidas em favor de imigrantes na Suécia

A artista plástica sueca/brasileira Isabela Löffgren preocupada com os imigrantes em Estocolmo na Suécia esta realizando um fantástico projeto que vem favorecer esses povos que não conseguem manter contatos com seus países de origem.

Os imigrantes desta localidade são em sua grande maioria oriundos do Curdistão e da Assíria que foram expulsos de seus países nos últimos 20 anos.

Para continuar acompanhando o que acontece em seus países, matar a saudade de casa e manter ativa suas conexões politicas com seu povo entra a importância da antena parabólica neste local para estas pessoas.

No entanto as antenas parabólicas não são permitidas pelas autoridades e são instaladas de firma irregular o que possibilita acesso gratuito à programação porém proibido. Mesmo se antena for legalizada e comprada em loja especializada elas estão proibidas de ser penduradas nas fachadas e nas varandas das casas para que não produza uma poluição visual na cidade.

Pensando em todos estes problemas enfrentados pelos imigrantes a artista plástica Isabela Löffgren está apresentado a exposição "cidade-satélite".

”A intenção é colorir as centenas de antenas parabólicas penduradas nas varandas dos prédios deste bairro habitado por imigrantes de vários países, principalmente do Oriente Médio, mas também do Congo, da América Central e da Europa Central.

São mil parabólicas ao todo e o projeto é feito em parceria com o artista plástico sueco Erik Krikortz com o apoio do Botkyrka Konsthall (um centro de artes local) e da administradora dos prédios da região Botkyrkabyggen.

Por exemplo, no centro urbano de Estocolmo as parabólicas não são permitidas; no entanto, nos subúrbios da cidade são apenas toleradas.O projeto da artista  se dá sob forma de intervenção urbana, propondo um diálogo entre mídia e arquitetura, tornando estes objetos que pontilham as fachadas em pontos de cor sobre a paisagem urbana.A cor se dá através de uma capa de tecido colorida e contará com a adesão e colaboração de todos os moradores.

Em troca pela capa colorida, os moradores contarão uma história sobre seu exílio e o papel da televisão de seus países em sua vida cotidiana na Suécia. Estas histórias serão publicadas em um website. No sábado, 10 de Setembro, foi inaugurado  a primeira parabólica colorida como chamariz para a adesão dos moradores.

Esta parabólica será especial, pois estará antenada na Globosat e ela contou uma história que irá contar uma história pessoal dela sobre o Brasil, já que ela é  brasileira vivendo na Suécia.

Justin Bieber demonstra fé pública com tatuagem em hebraico no braço

O cantor e pastor latino do ministério Hispano da megaigreja Lakewood, Marcos Witt, expressou sua felicidade por intérpretes como Justin Bieber que são capazes de enviar aos seus seguidores a mensagem cristã da fé em Cristo.

Em uma entrevista o cantor famoso de música cristã, disse que “cada um de nós temos que prestar contas a Deus por nós. Nem todo mundo vai estar cantando louvores a Deus”.

Witt, 49, possui  25 anos de carreira e ficou satisfeito de que haja cada vez mais personalidades públicas como Bieber  de alto impacto mundial que trazem influência de Deus em suas vidas.

“Estou admirado como este jovem cantor  vem influenciando uma geração. Me admira sua paixão, sua disciplina, sua entrega por fazer as coisas com excelência, realmente é admirável este garoto”.

“O que professa a Jesus Cristo parece extraordinário par mim, sei que suas raízes estão na igreja, começou a cantar em uma igreja no Canadá”.

Justin Bieber possui uma tatuagem do nome de Jesus em hebreu debaixo do braço e disse aos meios de comunicação, que crê que Jesus morreu na cruz por seus pecados e que tem uma estreita relação com ele.

“Creio que Deus é o único que me mantém neste momento”, disse em uma entrevista nos bastidores do American Music Awards do ano passado.

Afirmou ainda “é a razão pela qual estou aqui, desta maneira, tenho que definitivamente relembrar isso”. “Assim que eu começo a esquecer, tenho que dar um clic para trás e dizer, você sabe, é por isso que eu estou aqui”.

A mãe de Bieber, Patricia Lynn Mallete, é uma cristã devota. No início, ela estava relutante em ter seu filho na indústria da música. Mas ela disse que orando percebeu que Deus queria que seu filho fosse uma luz no mundo.

Gênio chinês conclui mestrado aos 16 anos

Com somente 16 anos de idade, Zhang Xinyang é sem dúvida o chinês mais jovem a de todos os tempos a obter o diploma de mestrado em Matemática outorgado pela Universidade de Indústria de Pequim. 

O estudante fenômeno Zhang Xinyang começou aos dez anos o seu curso universitário e relatou que como estudante de pós-graduação teve mais dificuldades para passar nos cursos, mas que no final conseguiu o nível dos seus companheiros e terminou sua tese final com bons resultados.

O jovem acrescentou que o que mais lamenta é ter terminado o ensino médio saltando o último ano, razão pela qual ficou sem passar pela pressão que os estudantes chineses sofrem nesse ano letivo e que, segundo Zhang, é importante experimentar.

O adolescente já começou os seus estudos de doutoramento e, até ao momento e embora acabe de começar o semestre acadêmico, os seus novos professores descreveram-no como um estudante maduro, humilde, pacífico e prometeram que não lhe darão um tratamento "especial".

Consulado está retirando brasileiros da área afetada por terremoto e tsunami

O Consulado do Brasil no Japão promete que irá retirar os brasileiros que estão nas áreas atingidas pelo terremoto seguido de tsunami levá-los para Tóquio. O Cônsul Antônio Carlos Coelho da Rocha afirmou que o trabalho será realizado primeiro nas cidades de Sengai, destruída pelas ondas gigantes, e Fukushima, onde estão instaladas as usinas nucleares que explodiram.

Ainda de acordo com Cônsul, dois ônibus serão utilizados no resgate e os brasileiros ficarão hospedados em hotéis na capital Tóquio. “Temos que localizá-los, ver quem são, e saber se eles vão querer ser transferidos”, disse.

A missão está levando também água, medicamento e alimento para os brasileiros que vivem nas cidades afetadas. O consulado informou ainda que o resgate será feito de acordo com as necessidades. Cerca de 400 brasileiros vivem nas áreas afetadas.

Terremoto

Na última sexta-feira, um terremoto de 8,9 de magnitude atingiu o Japão. O tremor foi seguido de um tsunami que atingiu a Costa do Pacífico.

O epicentro ocorreu na costa próxima à província de Miyagi, a 373 quilômetros da capital. Até esta segunda-feira, mais de 300 tremores atingiram o país. Cientistas acreditam que o país vai continuar sofrendo réplicas do grande terremoto até a próxima quarta-feira.

Pelo menos 3,3 mil pessoas morreram e outras 6,7 mil estão desaparecidas, segundo balanço da emissora de TV pública japonesa NHK.


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Terremoto de 8,9 graus no Nordeste do Japão gera tsunami de 10 metros

A costa nordeste do Japão foi sacudida nesta sexta-feira por um terremoto com magnitude de 8,9 graus na escala Richter que gerou uma tsunami de dez metros que arrastou carros e construções nas cidades litorâneas perto do epicentro.

Segundo a polícia, entre 200 e 300 corpos já foram encontrados. É o maior tremor já registrado na história do país, que mantém dados sobre abalos há 140 anos. De acordo com o embaixador do Brasil no Japão, Marcos Galvão, não há registro de brasileiros mortos ou feridos na tragédia. Segundo ele, há 254 mil brasileiros no país, mas a maioria se concentra em Tóquio. O maremoto atingiu o estado americano do Havaí, no Pacífico, e a Indonésia.

O terremoto aconteceu às 14h46m (2h46m no horário de Brasília). O epicentro foi localizado a 24 quilômetros de profundidade e a 130 quilômetros a leste da cidade de Sendai. O abalo foi seguido por uma série de réplicas, entre elas uma com uma magnitude de 7,4 graus.

Em Tóquio, os prédios oscilaram violentamente. A cidade ficou sem transporte público, com os serviços de telefone celular instáveis e algumas construções em chamas.

Após o tremor, a tsunami arrasou tudo o que encontrou em sua passagem pela costa japonesa, incluindo casas, carros, prédios incendiados e embarcações. Cerca de quatro milhões de casas estão sem energia elétrica em Fukushima. 


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Embratur leva o Brasil ao Japão em evento de turismo

Dando segmento ao calendário de participação em feiras internacionais de turismo, o Ministério do Turismo (MTur), por meio da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) marca presença na JATA (World Tourism Congress & Travel Fair), evento da associação de agentes de viagens do Japão, que começa na próxima sexta-feira (18) e segue até o domingo (20), em Tóquio.

O ministro do Turismo, Luiz Barretto, e a presidente da Embratur, Jeanine Pires, participam do evento e de reuniões estratégicas com os presidentes das principais operadoras de turismo do Japão e da empresa aérea JAL (Japan Airlines).

Presente no evento desde 2003, o Brasil participará desta edição por meio da parceria com os demais países que compõem o MERCOSUL: Argentina, Paraguai e Uruguai.

No estande brasileiro estarão também os órgãos oficiais de turismo do Amazonas, de Foz do Iguaçu e do Mato Grosso do Sul. “Trata-se de uma excelente oportunidade para estreitar o relacionamento dos operadores com os destinos brasileiros”, conta o executivo do Escritório de Promoção Turística do Mercosul no Japão, Laércio Branco.

O Japão é o 16º maior emissor de turistas para o Brasil, sendo o principal emissor asiático. Em 2008, foi registrada a entrada de 81.270 turistas japoneses no Brasil, 28% a mais que no ano anterior.

A entrada de turistas japoneses no Brasil contrariou os resultados gerais de viagens internacionais realizadas naquele país. Dados oficiais da JATA mostram que, em 2007, o Japão teve 17,2 milhões de turistas em viagens para destinos internacionais, enquanto em 2008, este número baixou para 16 milhões.

De acordo com o Estudo de Demanda Turística, 68,6% dos japoneses que visitam o Brasil estão em busca de Natureza, Ecoturismo ou Aventura, permanecem, em média, 22 dias no País e gastam US$ 64,3 por dia. Atualmente, Brasil e Japão estão ligados por três voos diretos semanais, que oferecem quase mil assentos por semana.

Desde 2005, o Mercosul possui um escritório no Japão, que colabora para que os países membros sejam destinos estratégicos das principais operadoras de turismo do mercado.
(ASCOM Ministério do Turismo)

Sírio teria confessado plano para matar Obama na Turquia

Oficiais americanos levaram "muito a sério" um suposto plano para assassinar o presidente Barack Obama envolvendo um sírio detido na última sexta-feira na Turquia, segundo afirmaram dois oficiais próximos do caso à CNN. O governo turco confirmou nesta terça-feira, 7, que a polícia deteve um homem depois de receber uma denúncia de que ele planejava matar o presidente americano, mas o liberou sem registrar acusações.

As fontes ouvidas pela CNN reforçaram que presidentes americanos frequentemente são alvos de ameaças e que todas são acompanhadas cuidadosamente, e que o homem detido não chegou a se aproximar de Obama durante seu giro pela Europa. Os oficiais disseram ainda que, sendo o primeiro presidente negro dos EUA, Obama recebe mais ameaças do que o considerado normal, mas que o incidente específico na Turquia não afetou sua agenda no país.

O oficial do governo turco, que falou sob anonimato, disse que a polícia deteve um suspeito na sexta-feira depois de receber um e-mail anônimo com o endereço do homem em Istambul. "Não era nada sério. A polícia deteve o homem e disse que ele era mentalmente perturbado", afirmou. "A denúncia não passou de um trote. O registro de IP de onde o e-mail foi enviado é dos Estados Unidos".
Fonte:http://www.estadao.com.br

Japão - Crise mundial afeta o emprego dos Dekasseguis

Ir para o exterior e conseguir um bom trabalho e fazer o “pé-de-meia” já foi o sonho de muita gente, principalmente os que emigraram para o Japão. Mas hoje a realidade é outra e a crise internacional está acabando com este sonho.

A crise se agravou de tal forma que os administradores japoness ligavam para os empregados pedindo que não fossem à fábrica, pois não havia serviço.

A falta de emprego não é o único problema enfrentado pelos dekasseguis, (expressão utilizada para denominar os que deixam a terra natal para trabalhar temporariamente no Japão, independente de terem ascendência oriental).Há brasileiros com dificuldade de retornar por não terem o visto da embaixada americana. Regra imposta a todos os estrangeiros, cujo avião faz escala nos Estados Unidos.

Com o anúncio oficial de que a economia do país está em recessão, as montadoras de veículos e fábricas de eletrônicos, principais pilastras da economia do Japão e também fontes de emprego dos dekasseguis, não param de anunciar quedas na produção e a diminuição de trabalhadores temporários.

O maior parceiro econômico do país asiático são os Estados Unidos, que já não consomem tanto. O mercado interno também não consegue absorver a alta produção. Como resultado, um grande número de brasileiros acaba recebendo a carta de demissão.

A grande quantidade de mão-de-obra parada também fez com que as poucas fábricas que ainda estão contratando se tornassem mais exigentes.

"Se antes, não exigiam o conhecimento da língua japonesa, agora passaram a exigir. Se aceitavam pessoas de até 55 anos, hoje, contratam somente quem tem até 45", explica Marcos Sakashita, 41 anos, da empreiteira K.K. Toki, de Okazaki, província de Aichi. Os salários também já não são os mesmos. Um trabalhador do setor de autopeças, um dos que mais atrai os homens brasileiros, ganha por hora até US$ 13. Agora, as vagas são em outras áreas, como a de alimentos e hotelaria, e cujo valor por hora não ultrapassa os US$ 8.

Talibãs dominam 72% do território Afegão, diz pesquisa

Os talibãs tem presença permanente em 72% do Afeganistão, o que marca um forte aumento em relação ao ano passado, segundo informou nesta segunda-feira o estudo de um grupo independente.

A pesquisa do Conselho Internacional sobre Segurança e Desenvolvimento (Icos) se soma a uma série de informes e estudos sobre a estratégia militar e as políticas das potências mundiais para conseguir a estabilização do Afeganistão.

A Icos, especializada em análises políticas e sociais em zonas de guerra, afirma que "os talibãs têm presença em 72% do país", enquanto que no ano passado era de 54%.

Porém, a OTAN não considera os resultados do estudo. O porta-voz da organização, James Appathurai, afirmou que esses dados não são úteis e esclareceu que "os talibãs estão presentes apenas no sul e no leste, e já são menos de 50% do país".
Fonte:Ansa

A nebulosa islâmica

Dois milhões de muçulmanos, cerca de 3% da população, vivem na Grã-Bretanha. Alguns instalaram-se como marinheiros no país desde o século 18, mas a grande onda de imigração começou no final dos anos 1950. Dois terços dos muçulmanos são de origem asiática, entre eles indianos, paquistaneses (o maior contigente, chegando a 660 mil, a maioria vinda de zonas rurais) e bengaleses.

Há também os iraquianos, nigerianos, iranianos, seguidos dos argelinos, somaliamos, bósnios e kosovares, etc. A maior concentração de muçulmanos, cerca de 750 mil pessoas, está em Londres e na região metropolitana, em bairros mistos, chegando a falar mais de 50 línguas. A essa diversidade étnica, acrescenta-se uma multiplicidade de ramificações religiosas, mesmo sendo sunita a maioria esmagadora.

Dois grupos sunitas dominam a paisagem. Os mais numerosos são os Barelwis, que incluem a grande maioria dos paquistaneses. São menos organizados e mais divididos. Formam uma aliança de grupos de tendência sufista, tendo adotado o nome de um muçulmano erudito de Bareilly, cidade indiana. São representados em grande parte pelo Fórum Muçulmano Britânico.

Na seqüência, estão em maior número os Deobandis, nomeados por um seminário situado em Deoband, uma cidade indiana ao nordeste de Délhi. São menos numerosos, mas muito mais influentes que os Barelwis. Muçulmanos ortodoxos e conservadores, suas mesquitas e seus seminários formam a maior parte dos imãs da Grã-Bretanha. Algumas de suas ramificações no subcontinente indiano se juntaram à jihad internacional. Eles apóiam, em modo geral, o Conselho de Muçulmanos da Grã-Bretanha.

Há também uma grande organização evangélica, a Jamaat Al-Tabligh, cuja sede central européia fica em Dewsbury, Yorkshire. Ela é apolítica, mas suas fracas estruturas acabaram tornando alguns de seus setores vulneráveis à penetração da Al-Qaeda. O movimento organiza muçulmanos, principalmente os Deobandis, para pregar por períodos de duração variada.

Entre os salfitas, partidários da jihad


É talvez difícil se reconhecer em meio a tantas organizações políticas. As correntes salafitas sunitas pregam o retorno à sociedade original, aquela do profeta Maomé. Sua influência se dá principalmente por meio dos imãs formados pela Universidade Islâmica de Medina, na Arábia Saudita. Sua força e ideologia se difundiram e eles contribuem para o movimento de "re-islamização". Muito fluido, o salafismo compreende três tendências: os reformistas, os tradicionalistas e os jihadistas. O enraizamento dos jihadistas na Grã-Bretanha fez do país um refúgio para militantes da Al-Qaeda, expulsos do Afeganistão.

Faz-se com freqüência uma confusão entre o wahhabismo e o salafismo, sendo os dois termos usados, erroneamente, de modo intercambiável. Os salafitas, mesmo que conservadores, interpretam e refletem sobre os textos, acreditam na ciência e na teconologia, são ativos socialmente e querem difundir o islamismo pela sociedade.

Entre as organizações políticas, está o Jamaat Islami, fudado por Sayyid Maududi, em Lahore, em 1941. O grupo é representado pela Fundação Islâmica e a Missão Islâmica na Grã-Bretanha, que lhe dão um peso político e intelectual. Sobre a população islâmica não asiática, há a influência dos Irmãos Muçulmanos, grupo fundado por Hassan Al-Banna, no Egito, em 1928, com pequena parcela de seguidores, a maioria de origem árabe.

São vistos como o "irmão menor" do Jamaat Islami, dos quais se separaram em 1997, criando a Associação Muçulmana da Grã-Bretanha (MAB).Engajados na luta contra a guerra do Iraque no grupo Stop the War, aumentaram seu grau de influência sobre os jovens de origem asiática.

Grupos pelo retorno ao Califado


O Hizb ut Tahrir (HT) afirma, em seu luxuoso panfleto de apresentação, que o grupo "foi criado em 1953 e que ele é um partido político islâmico não-violento". Ameaçado desde o fim de 2005, o HT tem moderado significativamente seu discurso, usando uma liguagem ocidental bastante sutil para apresentar seus objetivos, principalmente o re-estabelecimento do Califado (não na Grã-Bretanha, mas no resto do mundo muçulmano) e a não-participação nas eleições britânicas.

Não há nenhuma referência ao partido de mesmo nome, criado em Jerusalém em 1953, proibido de atuar em todo o Oriente Médio. O HT afirma também ter expulso Omar Bakri Muhammad do partido em 1996, mas outro radical, Fuad Hussayn continua entre os membros da organização.

A mesquita de Finsbury Park, reduto do radicalismo, merece destaque à parte. Personalidades importantes já foram associadas à mesquita no norte de Londres, entre elas o egípcio Abu Hamza (Al-Masri), preso em 2004 por incitação ao ódio racial e assassinatos, e Abu Qatada (Omar Mahmud), preso em 2002 após um ano e meio na clandestinidade, e que Londres queria extraditar para a Jordânia. Richard Reid e outros três envolvidos nos atentados de 7 de julho freqüentavam a mesquita.

Por fim, o grupo Al Muhajirun, que mudou de nome várias vezes (Al Ghurabaa, The Saved, etc.), continua com suas atividades clandestinas, acredita que a democracia não é compatível com o Califado e que os muçulmanos na Grã-Bretanha não deveriam votar. Seu líder, Omar Bakri Muhammad, e seus partidários teriam firmado um pacto de não-violência com o governo britânico, que tem usado os encontros e as redes da associação para vigiá-la. O pacto foi rompido em 7 de julho. O Al Ghurabaa reivindicou a autoria das manifestações diante da embaixada dinamarquesa em Londres no episódio das "caricaturas do profeta" e não esconde sua admiração por Osama Bin Laden.
Tradução: Silas Martí
silas.marti@revistaflan.com
Diplo.Uol

Na Malásia pobres e imigrantes caçam cães nas ruas para comer

A alta nos preços dos alimentos já está está provocando um aumento do consumo de carne de cachorro na Malásia, especialmente entre os imigrantes mais pobres.

Estes trabalhadores emigraram de países vizinhos como Bangladesh, Indonésia ou Vietnã, onde não é raro comer a carne de cachorro em algumas comunidades, informou hoje o diário local "The Star".
A maioria destes imigrantes decidiu caçar cães de rua por causa da alta do preço dos alimentos, pois devem enviar quase todo o seu salário para suas famílias. "Preferimos os filhotes porque sua carne é mais macia e nos dá muita energia", comentou um operário indonésio citado pelo jornal.

Segundo o diário "The Star", um filhote de cachorro serve como alimento para até cinco pessoas.

Um imigrante vietnamita disse que em sua província natal o cachorro é considerado importante fonte de proteínas.

Embora a carne de cachorro não seja normalmente servida na Malásia, alguns restaurantes de Kuala Lumpur a oferecem como um prato exótico, o que também acontece com macacos, lagartos, tartarugas e serpentes.

Apesar de ser uma comida ligeiramente apreciada neste país, o consumo amentou sensivelvente em função da crise dos alimentos.
globo.com

Coréia - A história da imigração Coreana no Brasil

Oficialmente, a imigração coreana no Brasil teve seu início em 23 de Fevereiro de 1963. Mas antes dessa data pequenos grupos de coreanos que haviam sido prisioneiros na Guerra da Coréia (1950-53), já haviam chegado ao Brasil.
Esta corrente migratórias para o Brasil, intensificou no final dos anos 60, e nos anos 70 como resultado de uma série de razões, particularmente os conflitos existentes em seu país.

Contrariamente aos italianos e japoneses, os coreanos não vieram para a lavoura. Imigrantes de classe média, fixaram-se de imediato na cidade de São Paulo, com presença muito grande nos bairros da Aclimação, Liberdade e, mais recentemente, no Bom Retiro.

Herdeiros da habilidade e concentração, fundamentais no Tae Kwon Do, “caminho dos pés e mãos”, além de trabalhadores obstinados, logo ganharam espaço no ramo da confecção e no comércio de produtos importados.
Os imigrantes coreanos trouxeram para o Brasil as suas artes marciais, o taekondô é bastante popular no Brasil.

TAEKONDÔ

Esta arte marcial foi criada há dois mil anos na península onde hoje estão a Coréia do Sul e a Coréia do Norte. A origem do Taekondô se confunde com a própria história do povo coreano, e a luta é considerada uma manifestação cultural do país. Atualmente, o taekondô é um esporte Olímpico e está nos Jogos Pan-americanos e Sul-americanos. É praticado em mais de 160 países, e está espalhado pelos cinco continentes. A tradução de taekondô quer dizer “o caminho dos pés e das mãos”. De acordo com sua filosofia, só há três razões para usar suas habilidades: para defesa pessoal ou da família, para defesa de sua equipe de arte marcial em torneios e para defesa de seu país.

A imigração coreana no Brasil que está comemorando 45 anos em 2008 e tem como referência muito mais do que as simples idéias formuladas quando se pensa nos imigrantes que vivem por aqui.

A Imigração Chinesa no Brasil

Bule do único serviço armoriado feito na China especialmente para o Brasil: o de chá e café com as armas do jovem Império e a inscrição Viva / a / Independência / do Brasil, oferecido a Pedro I por "um grupo de patriotas".

Os primeiros imigrantes chineses vieram para desenvolver o cultivo do chá em São Paulo e trabalhar na implantação de ferrovia no Rio de Janeiro, capital do país na época. Já em 1810, Portugal organizava em sua colônia de Macau a vinda dos primeiros chineses para o país.

A primeira entrada oficial de chineses em São Paulo ocorreu o 15 de Agosto de 1900. Eram 107 pessoas que, viajando no vapor Malange, procedente de Lisboa, desembarcou no Rio de Janeiro sendo conduzido em seguida para a Hospedaria de Imigrantes, na cidade de São Paulo.Mas, o grande fluxo da imigração chinesa de deu a partir da década 50. Os principais motivos dessa migração foram as guerras que estavam ocorrendo na China e a falta de alimentos no País.

Os dois principais problemas enfrentados pelos imigrantes mais antigos, foram, em primeiro lugar, a dificuldade em aprender o português e, em segundo, a dificuldade de conseguir emprego. Eles se aplicavam em aprender a língua, pelo menos o mínimo para se comunicar com os brasileiros e arranjar trabalho.

As contribuições da comunidade chinesa em São Paulo são inúmeras. Além dos restaurantes típicos, eles trouxeram a técnica da acupuntura, as artes marciais,horóscopo chinês,contribuição no campo da medicina e incorporaram os fogos de artifício em nossa cultura entre tantas outras. Encontramos chineses comandando pastelarias, os que operam pequenas lavanderias familiares outra marca registrada que na imagem popular caracteriza os imigrantes vindos da China.

Estima-se que atualmente vivem no Brasil cerca de 200 mil chineses e descendentes, dos quais um número superior a 130 mil moram em São Paulo.