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Justin Bieber demonstra fé pública com tatuagem em hebraico no braço

O cantor e pastor latino do ministério Hispano da megaigreja Lakewood, Marcos Witt, expressou sua felicidade por intérpretes como Justin Bieber que são capazes de enviar aos seus seguidores a mensagem cristã da fé em Cristo.

Em uma entrevista o cantor famoso de música cristã, disse que “cada um de nós temos que prestar contas a Deus por nós. Nem todo mundo vai estar cantando louvores a Deus”.

Witt, 49, possui  25 anos de carreira e ficou satisfeito de que haja cada vez mais personalidades públicas como Bieber  de alto impacto mundial que trazem influência de Deus em suas vidas.

“Estou admirado como este jovem cantor  vem influenciando uma geração. Me admira sua paixão, sua disciplina, sua entrega por fazer as coisas com excelência, realmente é admirável este garoto”.

“O que professa a Jesus Cristo parece extraordinário par mim, sei que suas raízes estão na igreja, começou a cantar em uma igreja no Canadá”.

Justin Bieber possui uma tatuagem do nome de Jesus em hebreu debaixo do braço e disse aos meios de comunicação, que crê que Jesus morreu na cruz por seus pecados e que tem uma estreita relação com ele.

“Creio que Deus é o único que me mantém neste momento”, disse em uma entrevista nos bastidores do American Music Awards do ano passado.

Afirmou ainda “é a razão pela qual estou aqui, desta maneira, tenho que definitivamente relembrar isso”. “Assim que eu começo a esquecer, tenho que dar um clic para trás e dizer, você sabe, é por isso que eu estou aqui”.

A mãe de Bieber, Patricia Lynn Mallete, é uma cristã devota. No início, ela estava relutante em ter seu filho na indústria da música. Mas ela disse que orando percebeu que Deus queria que seu filho fosse uma luz no mundo.

Roberto Carlos emociona Jerusalém com pedido de união entre os povos

O rei Roberto Carlos emocionou as cinco mil pessoas presentes ao mega-show realizado na cidade de Jerusalém, nesta quarta-feira (7), ao pedir a união entre muçulmanos, judeus e cristãos. "Cada cor tem seu valor, mas quando as cores estão juntas, o quadro fica muito mais colorido e muito mais alegre", disse o cantor antes de iniciar a canção "Eu quero apenas". O público, de mãos dadas, cantou o refrão junto com o Rei: "eu quero ter um milhão de amigos e bem mais forte poder cantar".

Monumentos sagrados da Cidade Antiga, como a Igreja do Santo Sepúlcro, o Muro das Lamentações e a Mesquita de Al-Aksa foram repruduzidos no cenário. O prefeito de Jerusalém, Nir Barkat, anunciou nos dois telões que se sentia honrado por receber tantos brasileiros "na cidade sagrada do mundo".

Com as arquibancadas lotadas o show começou às 20h15 (14h15 no Brasil). Cerca de 1.500 brasileiros foram à Jerusalém para assitir ao espetáculo de Roberto Carlos.

O Rei abriu o show com Emoções, em italiano. Em seguida vieram sucessos como Lady Laura, Ave Maria, Aquarela do Brasil, Eu sei que vou te amar, entre outras. Foi aplaudido de pé quando cantou em hebraico Jerusalém de Ouro. A canção se tornou famosa depois de 1967, quando Israel unificou a cidade, antes ocupada pela Jordânia. A música "Jesus Cristo", cantada em uníssono pelo público, também foi muito aplaudida.

Obras medianas do pintor Adolf Hitler um algoz assassino

Conhecido como um dos mais notórios assassinos e  brutal da história da humanidade  Hitler nutria uma paixão pela pintura. Ainda muito jovem  Hitler ficou órfão e  mudou-se de Linz, Áustria, para Viena, a fim de tentar a sorte como artista.
Hitler acreditava ser um grande pintor porém não passava de um artista mediano. Por essa razão foi recusado por duas vezes na Academia de Artes de Viena. Tem quem acredite que seu ódio por judeus teria iniciado nesta época da recusa na Academia  que era dominado por judeus.

Alguma de suas pinturas foram dedicados aos amigos da época  outros ao Museu  alemão. Entre as obras conhecidas pela humanidade, as pinturas que data de 1914-1917 foi altamente profissional, desenhando de forma e  espontânea, contendo muitas emoções. Aqui estão algumas trabalhos de Hitler.



Google pede desculpas a primeira dama Michelle Obama por resultado de pesquisa ofensivo

Assim que o internauta escreve o nome da primeira-dama Michelle Obama dos Estados Unidos no site de pesquise google a primeira fotografia que aparece é a da cara de um macaco maquiado e enquadrada no cabelo e corpo da mulher do presidente norte-americano.

"Asseguramos que as opiniões expressas por tais sites não foram aprovadas pelo Google", garante o grupo, acrescentando que "os motores de busca refletem os conteúdos e a informação disponíveis na Internet".

O Google adianta ainda que eliminará as páginas que violem as suas "linhas de conduta" mas "considera que a integridade dos resultados de pesquisas como uma prioridade extremamente importante".

"Por isso, avança, "não supriremos uma página de resultados de pesquisa porque o conteúdo é impopular ou porque recebemos cartas a denunciar.

"Pedimos desculpa se a utilização do Google vos contrariar", conclui.

O motor de busca do google ainda fornece uma explicação semelhante para os resultados da pesquisa com a palavra "jew" (judeu em inglês), que mostram caricaturas de personagens de propaganda anti-semita dos anos 1930.

"Uma das explicações é que a palavra 'judeu' é frequentemente utilizada num contexto anti-semita", justifica o Google.

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Papa diz que vítimas do holocausto não podem ser esquecidas

Imigrante africano é morto ao tentar entrar em Israel

A polícia egípcia matou à bala hoje (terça-feira) um imigrante africano e feriu outro na península do Sinai quando tentavam entrar ilegalmente em Israel, declarou um responsável dos serviços de segurança.
A polícia pediu-lhes para pararem mas eles não obedeceram, indicou o responsável. O morto não trazia qualquer documento de identidade e o ferido é eritreu, acrescentou.

Os 250 quilômetros de fronteira que separam o Egito de Israel, do extremo sul da Faixa de Gaza para Eilat, ao longo do deserto Sinai, é um importante ponto de passagem para imigrantes, bem como de traficantes de droga.

A polícia egípcia matou em 2008 pelo menos 28 clandestinos da África subsariana que tentavam entrar ilegalmente em Israel.

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Papa diz que vítimas do holocausto não podem ser esquecidas

O papa Bento XVI disse esta tarde em visita ao Museu do Holocausto, em Israel, que os nomes dos judeus vítimas da perseguição nazista não podem mais "morrer" e nem seus "sofrimentos serem negados, diminuídos ou esquecidos".

"Estou aqui para permanecer em silêncio diante deste monumento erguido para honrar a memória de milhões de judeus mortos na horrível tragédia do Holocausto", comentou o Pontífice, que chegou hoje ao Estado judeu, após passar três dias na Jordânia, como parte de sua viagem pela Terra Santa.

"Eles perderam a própria vida, mas não perderão mais seus nomes, sendo que estão estavelmente incisos nos corações dos entes queridos, dos companheiros de prisão e de tantos que estão decididos a não permitirem mais um horror similar a este que possa ofender a humanidade", afirmou Bento XVI.

O Papa contou desejar que "todas as pessoas de boa vontade possam vigiar para erradicar do coração do homem qualquer coisa capaz de levar a tragédias parecidas com esta".

No Memorial Yad Vashem, Bento XVI se encontrou com alguns sobreviventes do Holocausto, acendeu uma chama simbólica e depositou uma coroa de flores no local.

"O grito das vítimas do Holocausto ecoa ainda nos nossos corações. É um grito contra todos os atos de injustiça e violência, é uma perene condenação contra o derramamento de sangue inocente, é o grito de Abel que sai da terra contra o onipotente", defendeu o Pontífice, referindo-se ao personagem bíblico filho de Adão e Eva, e morto por seu irmão, Caim.

"Caros amigos, sou profundamente grato a Deus e a vocês pela oportunidade que me foi dada de permanecer aqui em silêncio: um silêncio para relembrar, rezar e esperar", conclui Bento XVI.

A visita ao Museu era o momento mais esperado da viagem do Pontífice, principalmente pelo fato de Bento XVI ter retirado no início do ano a ex-comunhão do bispo Richard Williamson, conhecido por negar a existência do Holocausto, fato que gerou tensão era as relações do Vaticano com líderes judeus.
Ansalatina

Os Imigrantes Judeus no interior do Paraná

Livro: A travessia da terra vermelha
Lucius de Mello
Novo Século
392 págs.

Em meados dos anos 30, a cidade de Rolândia no Paraná recebeu várias famílias de origem judia, livres dos primeiros anos do nazismo na Alemanha, graças aos esforços de um médico católico. Este médico, Otto Prussel, conseguiu criar uma operação de triangulação envolvendo empresas na Alemanha e na Inglaterra para conseguir que os povos de origem judaica usassem seu dinheiro, então bloqueado pelos nazistas, para comprar terras no Norte do Paraná e levar a estrada de ferro até Rolândia.
Um fato interessante é que no interior do Paraná repetia-se, guardadas as devidas proporções e sem o horror que acometeu a Europa da Segunda Guerra, a história de perseguição e discriminação que os judeus enfrentaram na Alemanha.
Um fato estranho e assustador foi que uma foto da época da inauguração da escola alemã de Rolândia em 1935 coberta por bandeiras com a suástica nazista. Ou a foto da poeta Maria Kahle de 1934, discursando para uma platéia que não se vê a partir de um púlpito com uma bandeira nazista. Ou um cartaz com a suástica e escrito em bom português "morte aos judeus".
Para os judeus que foram para Rolândia, reencontrar simpatizantes e seguidores do nazismo tão longe de casa foi muito difícil. E, para piorar as coisas, eles também eram alemães, o que, após o início da participação brasileira na Segunda Guerra, tornou tudo ainda mais difícil. Eles tinham medo dos nazistas alemães e dos fascistas brasileiros, representados por policiais sem instrução alguma, dispostos a fazer as leis antiestrangeiros de Getúlio Vargas serem cumpridas à risca.
Assim, eles tiveram de deixar de falar sua língua, enterrar todos os livros escritos em alemão e parar de praticar os ritos de sua religião, enterrando e escondendo os objetos considerados sagrados. Tudo para poder sobreviver de alguma maneira ao período.
Lucius de Mello é escritor, jornalista e pesquisador do Laboratório de Estudos sobre Etnicidade, Racismo e Discriminação da USP. Atuou como repórter de Rede Globo durante 14 anos, trabalhou no Canal Futura, da Fundação Roberto Marinho e fez parte da equipe de jornalismo do Jornal do SBT. Sua estréia da literatura deu-se em 1987 com a publicação do livro de contos Um violino para os gatos. É autor também de Eny e o grande bordel brasileiro.

O que é Xenofobia?

O próprio nome já diz fobia é um medo persistente, tal transtorno está ligado ao medo de pessoas em relação a outras pessoas a objetos ou ESTRANGEIROS, casos relacionados à xenofobia são de pessoas que sofrem preconceito e repudio em relação a sua nacionalidade ou cor.
As pessoas xenófobas com suas características de medo e preconceito a pessoas diferentes, cometem crimes, partem pra agressão daquela pessoa que ela julga ser “estranha”, impõe limites à mesma.
foto:geledes.org.br
Os países onde a xenofobia é muito presente são os Estados Unidos e Europa, lá as pessoas têm uma aversão aos estrangeiros e a pessoas de cor e de religiões diferentes, já se tem relatos de mortes decorrentes de tal transtorno.
Tal fobia foi uma das grandes protagonistas para que ocorresse a Segunda Guerra Mundial, pois os alemães queriam varrer da face da terra todos aqueles que eles julgavam não ser arianos (a chamada raça pura, a única digna de estar na terra).
No BRASIL ocorre casos ligeiramente disfarçados e isolados onde muitas pessoas sofrem com a discriminação. A cor e a origem das peossoas, sua classe social e até mesmo o comportamento e maneira de se vestir faz com que se crie grupos rivais defendendo suas ideologias.