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Mutilação Genital Feminina: como combater este crime?

A mutilação genital feminina (MGF), vulgarmente conhecida por excisão feminina ou Circuncisão Feminina. 

É uma prática em que uma parte ou a totalidade dos órgãos sexuais de mulheres e crianças são removidos, de modo a que esta a mulher não possa sentir prazer durante o ato sexual.


mutilação genital feminina

As fotos que ilustram esses posts foram feitas em abril 2006, durante o programa maciço de circuncisão anual, em Bandung, Indonésia, que é livre e aberto ao público e acontece durante o mês lunar que marca o nascimento do profeta Muhammad. Foi permitido a fotógrafa Stephanie Sinclair do The New York Times registrar a cerimônia, onde mais de mais de 200 meninas submeteram-se a mutilação, algumas com apenas 5 anos de idade.

De acordo com o presidente da fundação de serviços sociais, de Jacarta, entrevistado na ocasião, a circuncisão trás, sobretudo três benefícios as meninas: Primeiro estabilizará sua libido; segundo fará a mulher ser vista como mais bonita aos olhos do marido; terceiro ficará psicologicamente mais equilibrada.


Há vários tipos de mutilação, que por sua vez têm gravidadas diferentes, segundo as várias tradições são removidos o clítoris ou os lábios vaginais.Há uma outra forma de mutilação genital chamada de infibulação, que consiste na costura dos lábios vaginais ou do clítoris.

mutilação genital feminina
Os grupos de combate a essa prática enumeram complicações graves para a saúde e o psicológico das mulheres. Existem vários riscos, inclusive o de morte e o da transmissão da Aids. Para muitas, a dor nunca passa.

A menstruação e o parto ficam ameaçados, as relações sexuais tornam-se dolorosas e o prazer sexual da mulher é tolhido. Infecções e todo tipo de problema na saúde sexual feminina estão relacionados à brutalidade da excisão, feita na maioria das vezes com instrumentos não-esterilizados e usados em várias meninas numa mesma ocasião, e sem anestesia.

mutilação genital feminina
A relatos que esta prática seja muçulmana más em nada está fundamentada religiosamente. A mutilação é praticada na maioria dos casos na África, mas também é comum em certos países do Oriente Médio. Também acontece, devido a comunidades imigrantes, em certas regiões da Ásia como Índia, Indonésia, Sri Lanka, Malásia, América do Norte, América Latina, e Europa.

A mutilação também é praticada em grupos indígenas na América Central e do Sul, como por exemplo no Perú, mas existe pouca informação acerca deles. Devido à imigração, países onde anteriormente não se praticava agora já existe alguns que praticam, incluindo alguns países como: Austrália, Canada, Dinamarca, França, Itália, Holanda, Suécia, Reino Unido, EUA etc.

Bangladesh: Global Voices defende liberdade de expressão de blogueiros presos

A comunidade Global Voices, composta por blogueiros, escritores e ativistas de mais de 100 países, deseja expressar sua preocupação sobre o estado atual da liberdade de expressão online em Bangladesh.

Na segunda-feira, 1 de Abril, a seção de detetives da Polícia de Bangladesh deteve três blogueiros em Dhaka: Rasel Parvez, Mashiur Rahman Biplob e Subrata Adhikari Shuvo.

Na quarta-feira a polícia deteve Asif Mohiuddin, outro blogueiro, e o Ministro do Interior revelou que sete outros blogueiros estavam para ser presos nos próximos dias. Estes homens foram acusados de depreciar o Islã e o profeta Maomé em seus blogs.

Leiam:

Dias antes destas detenções, vários grupos fundamentalistas emitiram ameaças a blogueiros e usuários do Facebook que fizeram comentários depreciativos sobre o Islã e o profeta Maomé; vários blogs foram bloqueados pelas autoridades por motivos semelhantes. 

Três blogueiros detidos em frente a computadores junto à polícia na capital de Bangladesh. Foto de Rehman Asad. Copyright Demotix (2/4/2013)
Em 31 de março, representantes de clérigos muçulmanos conservadores apresentaram uma lista de 84 blogueiros para uma comissão formada pelo Ministério do Interior, acusando-os do ateísmo e de escrever contra o Islã.

O Global Voices deseja condenar estes atos e lembrar o governo de Bangladesh de seus compromissos com a liberdade de expressão online:

O artigo 39 (1, 2) do Capítulo-3 da Constituição de Bangladesh garante “a liberdade de pensamento e de consciência, e de expressão”, permitindo apenas restrições razoáveis impostas por lei.” Bangladesh é uma democracia parlamentar não-religiosa; Se uma pessoa afirma ser ateia, ele ou ela tem os mesmos direitos que os outros cidadãos.

Em 2000, Bangladesh ratificou o Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos, desta forma afirmando ainda mais seu compromisso com a liberdade de expressão nos termos do artigo 19 do Pacto, que garante a todas as pessoas o direito a “ter opiniões sem interferência” e ao direito à liberdade de expressão. Ele observa que esse direito incluirá a “liberdade de procurar, receber e transmitir informações e ideias de todos os tipos, independentemente de fronteiras …”

Nós acreditamos que há uma linha tênue entre a sátira/crítica e insultar uma religião. E os blogueiros detidos devem ter direito à assistência jurídica adequada para defender a sua posição.

Nossa comunidade acredita que os direitos de livre expressão dos blogueiros detidos estão sendo injustamente violados. Além disso, como é amplamente difundido, de que o direito à liberdade de expressão não pode ser protegido se as pessoas não se sentem livres para se expressar sem medo de represálias, nós nos preocupamos que os direitos das pessoas que foram penalizadas também são sob ameaça, como eles devem certamente temem represálias por suas ideias neste momento.

A comunidade do Global Voices está profundamente preocupada com as crescentes ameaças à liberdade de expressão em Bangladesh. Exigimos a libertação imediata dos blogueiros detidos e exortamos os agentes do governo a manter os seus compromissos com a legislação nacional e com a doutrina internacional dos direitos humanos.
Escrito por Global Voices Advocacy  

Site islamista oferece US$ 100 mil por morte de rapper iraniano

Um site islamista ofereceu uma recompensa de US$ 100 mil a qualquer pessoa que mate um rapper iraniano que mora na Alemanha e que, na avaliação do site, criou uma música que satiriza a República Islâmica e trata uma figura religiosa histórica de forma irreverente. 

O website de notícias e religião iraniano Shia-Online.ir disse que a estrela de hip-hop Shahin Najafi merecia morrer por uma canção que, segundo o site, "grosseiramente insultava" Ali al-Hadi al-Naqi, um dos 12 imãs, as figuras religiosas altamente reverenciadas por muçulmanos xiitas.

Najafi negou que sua música focava no imã xiita reverenciado ou foi feita para criticar o Islã. A música toma a forma de uma oração a Naqi, do século 9, e expressa reverência irônica por muitas figuras iranianas contemporâneas.

Com referências que vão desde o amor dos iranianos a plásticas no nariz até sanções econômicas e a controversa eleição presidencial de 2009, a letra da música em língua persa significa pouco para um estrangeiro, mas ressoou entre os iranianos e já teve mais de 320.000 acessos no YouTube.

Muitas canções de rap feitas por exilados iranianos seriam politicamente e moralmente ofensivas às autoridades da República Islâmica, onde a música pop local é restringida. Mas a constante menção a "O Naqi" na canção atraiu mais raiva do que o habitual.
"Um fundador (do website) que vive em um dos países do Golfo Árabe prometeu pagar a recompensa (de 100.000 dólares) em nome do Shia-Online.ir para o assassino do cantor abusivo", disse o site em uma postagem.

Em uma repetição da fatwa (decreto religioso) de 1989 ordenando a morte do escritor britânico Salman Rushdie por seu romance "Os Versos Satânicos", que foi considerado blasfemo, um clérigo do Irã disse que o rap de Najafi pode merecer uma sentença de morte.

Perguntado por seus seguidores sobre a música, o grande aiatolá Nasser Makarem Shirazi disse em que "qualquer atentado contra os imãs infalíveis... e um óbvio insulto contra eles fariam de um muçulmano um apóstata", afirmou a agência de notícias iraniana Fars.

A apostasia é digna de sentença de morte dentro das leis islâmicas que são aplicadas no Irã predominantemente xiita. 

Falando à emissora alemã Deutsche Welle, Najafi disse: "Eu pensei que haveria algumas ramificações. Mas eu não achei que iria perturbar muito o regime. Agora eles estão tirando proveito da situação e fazendo com que pareça que eu estava tentando criticar a religião e incomodar os religiosos." 

"Para mim é mais uma desculpa para falar de coisas completamente diferentes. Eu também critico a sociedade iraniana na música. Parece que as pessoas estão simplesmente concentrando-se na palavra 'imã'." 

Najafi, em seus 30 e poucos anos, era ativo na cena musical underground do Irã antes de deixar o país em 2005. 

Autoridades iranianas ainda não comentaram sobre a música de Najafi e a mídia do Irã não divulgou amplamente a recompensa estabelecida para sua cabeça pelo site xiita. 

Najafi disse que tinha tomado algumas "medidas cautelares porque alguns partidários do regime querem criar uma atmosfera de medo e intimidação".
Terra

Partido islâmico quer cancelar show de Elton John na Malásia

Membros de um partido islâmico de oposição na Malásia pediram nesta terça-feira o cancelamento de um show de Elton John, programado para o próximo mês, sob a alegação de que o cantor promove o hedonismo.

Shahril Azman Abdul Halim Al Hafiz, dirigente do Partido Islâmico da Malásia (PAS), afirmou que a apresentação, prevista para 22 de novembro no balneário de Genting Highlads, poderia corromper os jovens muçulmanos pela homossexualidade do músico. "Isto não é bom. No islã, a homossexualidade é proibida. Ele está promovendo o hedonismo. O hedonismo não é bom no islã", declarou.
O músico britânico, que nunca escondeu a homossexualidade, é casado desde 2005 com David Furnish, quando as uniões civis de pessoas do mesmo sexo foram legalizadas na Grã-Bretanha. Neste ano, anunciou o nascimento de seu filho, concebido através de uma barriga de aluguel.

O PAS sempre protesta antes de shows de artistas ocidentais na Malásia, alegando que promovem um estilo de vida promíscuo e corrupto. Os espetáculos, no entanto, geralmente acontecem sem incidentes, mas os artistas devem observar regras estritas, como evitar a exposição de partes do corpo ou beijos no palco.

Meninas cristãs e hinduístas são raptadas e abusadas no Paquistão

Fontes da sociedade civil e da Igreja Católica no Paquistão relataram à Agência de notícias Fides um crime que atinge diretamente jovens pertencentes a minorias religiosas do país. A denúncia é de que, a cada ano, no Paquistão, cerca de mil meninas cristãs e hinduístas são raptadas, estupradas e obrigadas ao casamento islâmico por radicais muçulmanos.

A discriminação contra o sexo feminino começam ainda na infância. Dificilmente as meninas  concluem a escolaridade básica e muitas vezes muito novas são separadas de sua família. Elas são exploradas e maltratadas aos olhos do mundo que pouco tem feito para  colaborar para a extinsão desta arcaica cultura.

O Afeganistão é o pior país para se viver  para crianças e mulheres mesmo depois de anos da derrubada do regime fundamentalista Taleban. Muitas escolas que aceitam meninas ainda são atacadas das maneiras mais covardes possíveis, como envenenamento das alunas com gás, com ácido, queimaduras etc.

A corroborar as informações também a “Comissão para os Direitos Humanos do Paquistão”, segundo a qual “às minorias religiosas não é garantida a justiça dos tribunais, uma grande lacuna no Estado de Direito, e essa é uma das principais causas de sofrimento e de perseguição”.

Além disso, as mulheres, no Paquistão, vivem em condições de inferioridade. Somente 8% delas recebe instrução formal e mesmo os fetos do sexo feminino são, muitas vezes, abortados.

Uma lista de nomes e histórias foi entregue à Fides, contando os casos de meninas que foram tiradas à força das suas casas e submetidas a violências físicas e psicológicas, conversões forçadas ao islamismo e casamentos forçados no rito dessa religião. Todas elas entre os 12 e os 20 anos. (ED)

Igreja Presbiteriana ordena primeiro pastor homossexual

A Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos ordenou oficialmente pela primeira vez um pastor assumidamente homossexual.

Scott Anderson, de 56 anos, natural de Madison, no Wisconsin, foi hoje ordenado pastor numa cerimónia que contou com presença de centenas de apoiantes.

Ao afirmar que pensou que este dia nunca chegaria, Scott Anderson referiu, em declarações à WISC-TV, estar grato pela oportunidade.

Scott Anderson serviu como pastor em Sacramento, na Califórnia, de 1983 até 1990, altura em que um casal descobriu e ameaçou revelar a sua orientação sexual obrigando-o a renunciar ao posto que detinha na congregação.

A situação mudou, em Maio do ano passado, quando a assembleia nacional da Igreja Presbiteriana concordou em levantar a proibição, abrindo caminho à sua ordenação.

"Quem conhece Scott vê seu extraordinário dom de ministério, a sua capacidade de pregar a palavra, sua compaixão, sua humildade", disse Jennifer Sauer, 41 anos, que frequentava a igreja de Anderson.

Em entrevista recente, Anderson, 56, lembrou que escondeu sua sexualidade de 1983 a 1990, quando renunciou depois de um casal descobrir que ele era gay e tentar usar as informações contra ele.

"Esse foi realmente o melhor e o pior momento da minha vida", disse Anderson. "Foi o melhor porque eu era capaz dizer, pela primeira vez, quem eu era. Mas havia também a tristeza de deixar o que eu amava."

Google Street View começa a registrar imagens de Jerusalém

O Google começou  nesta segunda-feira (12/9)  a fotografar Jerusalém para seu serviço Street View, após receber sinal verde de Israel.

O projeto foi inaugurado em frente à antiga cidadela amuralhada, no território palestino ocupado por Jerusalém Oriental, durante uma entrevista coletiva da qual participou o prefeito da cidade, Nir Barkat. Nas próximas semanas, os veículos do Google tirarão fotos da cidade, tanto da parte judia como da árabe, da Cidade Antiga e do mercado Mahane Yehuda, informou o site do jornal israelense Globes.

"Jerusalém é um centro fundamental de peregrinação para as três principais religiões do mundo (cristianismo, islã e judaísmo) e o legado histórico e cultural de Israel afeta a vida de bilhões de pessoas ao redor do mundo", informou Meir Brand, gerente da divisão do Google para Israel, África do Sul e Grécia.

Após Jerusalém, será a vez de Tel Aviv, Haifa, Nazaré, Mar Morto, margens do Mar da Galileia e da cratera Ramón, no deserto do Neguev. Israel deu sinal verde em agosto para o Google Street View, que permite visitar cidades virtualmente, com uma vista de 360 graus das ruas. O assunto foi examinado anteriormente por uma comissão ministerial que estava preocupada principalmente pela possibilidade de que o serviço facilitasse a realização de atentados e, em menor medida, com seu eventual impacto na privacidade individual.

As negociações com a empresa duraram três meses, após o Ministério da Justiça de Israel ter recebido garantias de que rostos humanos e placas dos veículos serão desfocados. O "sim" de Israel pode, no entanto, levar a outras preocupações, já que um ativista israelense pró-palestino começou a organizar ações surpresa como a de exibir cartazes contra a ocupação dos territórios palestinos justamente quando os veículos do Google Street View começaram a fotografar Jerusalém.

Justin Bieber demonstra fé pública com tatuagem em hebraico no braço

O cantor e pastor latino do ministério Hispano da megaigreja Lakewood, Marcos Witt, expressou sua felicidade por intérpretes como Justin Bieber que são capazes de enviar aos seus seguidores a mensagem cristã da fé em Cristo.

Em uma entrevista o cantor famoso de música cristã, disse que “cada um de nós temos que prestar contas a Deus por nós. Nem todo mundo vai estar cantando louvores a Deus”.

Witt, 49, possui  25 anos de carreira e ficou satisfeito de que haja cada vez mais personalidades públicas como Bieber  de alto impacto mundial que trazem influência de Deus em suas vidas.

“Estou admirado como este jovem cantor  vem influenciando uma geração. Me admira sua paixão, sua disciplina, sua entrega por fazer as coisas com excelência, realmente é admirável este garoto”.

“O que professa a Jesus Cristo parece extraordinário par mim, sei que suas raízes estão na igreja, começou a cantar em uma igreja no Canadá”.

Justin Bieber possui uma tatuagem do nome de Jesus em hebreu debaixo do braço e disse aos meios de comunicação, que crê que Jesus morreu na cruz por seus pecados e que tem uma estreita relação com ele.

“Creio que Deus é o único que me mantém neste momento”, disse em uma entrevista nos bastidores do American Music Awards do ano passado.

Afirmou ainda “é a razão pela qual estou aqui, desta maneira, tenho que definitivamente relembrar isso”. “Assim que eu começo a esquecer, tenho que dar um clic para trás e dizer, você sabe, é por isso que eu estou aqui”.

A mãe de Bieber, Patricia Lynn Mallete, é uma cristã devota. No início, ela estava relutante em ter seu filho na indústria da música. Mas ela disse que orando percebeu que Deus queria que seu filho fosse uma luz no mundo.

Roberto Carlos emociona Jerusalém com pedido de união entre os povos

O rei Roberto Carlos emocionou as cinco mil pessoas presentes ao mega-show realizado na cidade de Jerusalém, nesta quarta-feira (7), ao pedir a união entre muçulmanos, judeus e cristãos. "Cada cor tem seu valor, mas quando as cores estão juntas, o quadro fica muito mais colorido e muito mais alegre", disse o cantor antes de iniciar a canção "Eu quero apenas". O público, de mãos dadas, cantou o refrão junto com o Rei: "eu quero ter um milhão de amigos e bem mais forte poder cantar".

Monumentos sagrados da Cidade Antiga, como a Igreja do Santo Sepúlcro, o Muro das Lamentações e a Mesquita de Al-Aksa foram repruduzidos no cenário. O prefeito de Jerusalém, Nir Barkat, anunciou nos dois telões que se sentia honrado por receber tantos brasileiros "na cidade sagrada do mundo".

Com as arquibancadas lotadas o show começou às 20h15 (14h15 no Brasil). Cerca de 1.500 brasileiros foram à Jerusalém para assitir ao espetáculo de Roberto Carlos.

O Rei abriu o show com Emoções, em italiano. Em seguida vieram sucessos como Lady Laura, Ave Maria, Aquarela do Brasil, Eu sei que vou te amar, entre outras. Foi aplaudido de pé quando cantou em hebraico Jerusalém de Ouro. A canção se tornou famosa depois de 1967, quando Israel unificou a cidade, antes ocupada pela Jordânia. A música "Jesus Cristo", cantada em uníssono pelo público, também foi muito aplaudida.

Bispo brasileiro em Fátima: migrante é riqueza, não um problema

Zenit- O bispo brasileiro convidado a presidir à Peregrinação Internacional de Agosto ao Santuário de Fátima afirmou que o migrante “nunca pode ser considerado um problema”, pois ele é “uma riqueza”.

Dom Alessandro Ruffinoni, bispo auxiliar de Porto Alegre (Brasil), e responsável pela Pastoral dos Brasileiros no Exterior, presidiu nesta quarta e quinta-feira à peregrinação que enfocou o tema do migrante no santuário português.

Em sua homilia, hoje, o bispo destacou que para o migrante há apenas dois idiomas. “O idioma de Caim e o de Abel. O de Caim é o do ódio, da inveja, da humilhação, do engano, do aproveitamento, da esperteza, da prisão, da deportação, das patrulhas, das rondas. Já o idioma de Abel é o do amor, da acolhida, da solidariedade, do perdão, da fraternidade, da anistia”.

“Não importa se sou italiano, português, brasileiro, americano, chinês ou japonês. Aquilo que é realmente importante é que somos todos feitos à imagem e semelhança de Deus”, disse o prelado.

Com esta peregrinação ao santuário mariano, segundo o bispo, a Igreja, “como demonstração de amor e carinho, quer dizer aos seus filhos e filhas que reconhece a trajetória de cada um; que não os esqueceu, apesar de estarem longe, dispersos pelo mundo inteiro; que os acompanha com sua prece, para que não cansem e não desanimem na busca de uma vida melhor”.

“A Igreja, hoje e sempre, quer dizer, também, a todos vocês e a todos os migrantes do mundo um muito obrigado pelo trabalho realizado, pela contribuição com o progresso das nações que os acolhem.”

“Vocês são sementes de Deus que espalham com a sua vida e o seu testemunho a fé, os costumes e as tradições de sua pátria, enriquecendo, assim, os povos com os quais estão convivendo”, afirmou Dom Ruffinoni.

“Quantas lindas histórias poderia aqui contar de migrantes que plantaram no meio da floresta, no meio das grandes metrópoles, nas planícies e nos montes, com a ajuda de um simples quadro, ou imagem, um grande santuário ou uma grande Catedral ao redor dos quais se desenvolveram uma fé e uma tradição cristã.”

O bispo afirmou que ele mesmo, em viagens ao Japão e aos Estados Unidos, constatou “como a presença dos migrantes é uma forte contribuição para o crescimento de valores cristãos e humanos entre as pessoas”.

“Por isso, o migrante nunca pode ser considerado como um problema, nem pela Igreja, nem pelo Estado que o acolhe, e sim uma riqueza de grande valor de que devemos agradecer a Deus”, disse.

A morte do terrorista Bin Laden segundo a Casa Branca

A Casa Branca deu há momentos mais pormenores sobre a operação no Paquistão, na casa de Bin Laden, reconhecendo que o objetivo era capturar o líder da Al-Qaeda, mas a troca de tiros não o permitiu. Bin Laden foi atingido quando não estava armado, porém  ainda não há decisão sobre a divulgação de imagens, por serem violentas.
O assessor de imprensa da Casa Branca, Jay Carney, apresentou-se na sala de imprensa respondendo de imediato a perguntas, mas lendo também uma declaração preparada pelo departamento de Defesa.

"A operação foi levada a cabo por dois helicópteros e duas equipes. Além da família de Bin Laden, duas outras famílias moravam na mansão, uma no primeiro andar, outra num anexo. Uma equipe começou no anexo, outra no primeiro andar e foi subindo até ao terceiro andar - no primeiro encontrou e matou dois homens, mensageiros, e uma mulher no fogo cruzado. A família de Bin Laden foi encontrada no segundo andar, este resistiu; a sua mulher foi ferida numa perna mas não morta. Bin Laden não estava armado e foi morto", descreveu.

"Estávamos preparados para capturar Bin Laden, se fosse possível, mas encontrámos muitas pessoas armadas, houve troca de tiros e as equipes saíram em 40 minutos", acrescentou.

Em seguida, contou Carney, o corpo de Bin Laden foi levado de helicóptero para o navio USS Carl Vinson. "A bordo o corpo foi tratado em conformidade com a sua religião, lavado e colocado num lençol branco. Foi lida uma oração em árabe e o corpo foi posto numa tábua e lançado ao mar", disse.

Respondendo já a perguntas, o assessor de imprensa não soube dizer de que modo Bin Laden resistiu se não estava armado e se não teria sido possível capturá-lo com vida, dizendo apenas que "não é preciso estar armado para resistir" e sublinhando que havia várias pessoas armadas na casa.


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Imigrante africano é morto ao tentar entrar em Israel

A polícia egípcia matou à bala hoje (terça-feira) um imigrante africano e feriu outro na península do Sinai quando tentavam entrar ilegalmente em Israel, declarou um responsável dos serviços de segurança.
A polícia pediu-lhes para pararem mas eles não obedeceram, indicou o responsável. O morto não trazia qualquer documento de identidade e o ferido é eritreu, acrescentou.

Os 250 quilômetros de fronteira que separam o Egito de Israel, do extremo sul da Faixa de Gaza para Eilat, ao longo do deserto Sinai, é um importante ponto de passagem para imigrantes, bem como de traficantes de droga.

A polícia egípcia matou em 2008 pelo menos 28 clandestinos da África subsariana que tentavam entrar ilegalmente em Israel.

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Papa diz que vítimas do holocausto não podem ser esquecidas

O papa Bento XVI disse esta tarde em visita ao Museu do Holocausto, em Israel, que os nomes dos judeus vítimas da perseguição nazista não podem mais "morrer" e nem seus "sofrimentos serem negados, diminuídos ou esquecidos".

"Estou aqui para permanecer em silêncio diante deste monumento erguido para honrar a memória de milhões de judeus mortos na horrível tragédia do Holocausto", comentou o Pontífice, que chegou hoje ao Estado judeu, após passar três dias na Jordânia, como parte de sua viagem pela Terra Santa.

"Eles perderam a própria vida, mas não perderão mais seus nomes, sendo que estão estavelmente incisos nos corações dos entes queridos, dos companheiros de prisão e de tantos que estão decididos a não permitirem mais um horror similar a este que possa ofender a humanidade", afirmou Bento XVI.

O Papa contou desejar que "todas as pessoas de boa vontade possam vigiar para erradicar do coração do homem qualquer coisa capaz de levar a tragédias parecidas com esta".

No Memorial Yad Vashem, Bento XVI se encontrou com alguns sobreviventes do Holocausto, acendeu uma chama simbólica e depositou uma coroa de flores no local.

"O grito das vítimas do Holocausto ecoa ainda nos nossos corações. É um grito contra todos os atos de injustiça e violência, é uma perene condenação contra o derramamento de sangue inocente, é o grito de Abel que sai da terra contra o onipotente", defendeu o Pontífice, referindo-se ao personagem bíblico filho de Adão e Eva, e morto por seu irmão, Caim.

"Caros amigos, sou profundamente grato a Deus e a vocês pela oportunidade que me foi dada de permanecer aqui em silêncio: um silêncio para relembrar, rezar e esperar", conclui Bento XVI.

A visita ao Museu era o momento mais esperado da viagem do Pontífice, principalmente pelo fato de Bento XVI ter retirado no início do ano a ex-comunhão do bispo Richard Williamson, conhecido por negar a existência do Holocausto, fato que gerou tensão era as relações do Vaticano com líderes judeus.
Ansalatina

Frei Galvão - filho de imigrante português

Filho de Antônio de França, imigrante português e capitão-mor de São Paulo, e Isabel Leite, bisneta de bandeirantes, Galvão nasceu em 1739 em Guaratinguetá, interior paulista. A data exata não é conhecida, pois a certidão de batismo foi queimada em um incêndio. O dia 25 de outubro foi reservado para ser o dia do santo porque, neste dia, há dez anos, ele foi beatificado pelo Santo Padre João Paulo II.

Na época, em discurso na Praça de São Pedro, em Roma, na Itália, o Papa se referiu ao frei brasileiro como "um homem que se dedicou com amor aos aflitos, doentes e escravos" e encerrou a cerimônia afirmando que "sua fé serve de estímulo para nós." O primeiro milagre do frei, que morreu em 1822, foi a cura de uma menina de 4 anos, em 1990. Ela estava internada com hepatite e, segundo a família, bastou ingerir as pílulas do santo para ficar boa.

A Igreja Católica, hoje, tem milhares de relatos de pessoas que dizem ter se curado através da mensagem nas pílulas do santo: "Permaneceste virgem depois do parto, Mãe de Deus, intercede por nós".
Distribuição de pílulas em todo o país

O Mosteiro da Luz, em São Paulo, manda, gratuitamente, cápsulas milagrosas de Frei Galvão para a casa dos fiéis em qualquer lugar do Brasil.

Para obter as pílulas do santo, basta mandar uma correspondência para o mosteiro. Dentro, deve-se colocar um outro envelope vazio para a resposta e enviar a frase: "Desejo receber as pílulas de Frei Galvão". É necessário colocar selo nos dois envelopes. Mosteiro da Luz - Endereço: Avenida Tiradentes, 676, Luz, São Paulo (SP), CEP: 01102-000.

A Imigração dos Judeus para o Brasil

A chegada da população judaica no Brasil ocorreram gradativamente após os anos 20. A história relata que as 280 primeiras famílias foram foram alocadas no Rio Grande do Sul. Os judeus foram os primeiros a adotar o sistema de vendas de porta em porta em Porto Alegre. O Brasil tem muitas influências da maneira de comercializar dos imigrantes judeus, da venda a prestação, de produtos como tecidos e, em alguns casos, roupas feitas. Eles respeitavam a zona de trabalho dos outros e eram muitos organizados, chegaram a ter uma cooperativa na cidade.
A atividade comum de venda pelas ruas, de miudezas tais como rendas e bordados e artigos mais baratos, costumavam ser pagos à vista. Já o gravatnike levavam na mão, algumas gravatas, que oferecia aos passantes. Essas atividades eram a alternativa para os que não tinham uma profissão definida, ou para os recém-chegados. Os que praticavam algum trabalho artesanal, tratavam de se estabelecer em seu ramo.
Foi então que surgiram muitas lojas, marcenarias, que começaram com suas pequenas oficinas e terminaram transformando em grande loja de móveis. Os alfaiates acabaram por se tornarem em donos de grandes confecções. 

A vinda dos imigrantes israelitas para o país passa a ocorrer em massa a partir dos anos 30 em decorrência da perseguição nazista aos judeus. Além dos problemas econômicos, comuns aos emigrantes de outros países, os judeus sofriam perseguições religiosas e sociais em alguns países europeus onde se concentravam em maior número.
No período de 1936 a 1942 mais de 14 mil israelitas ingressaram no país fugindo das atrocidades nazistas. A população judaica entravam em sua grande maioria pelos portos de São Paulo e Rio de Janeiro. A princípio vieram para o Brasil os imigrantes judeus da Europa Central, os chamados russos, e em seguida os alemães após a ascensão do nazismo.
Em São Paulo os judeus se concentraram nas em especial no Bairro do Bom Retiro. No início suas atividades se concentravam na área comercial e as próximas gerações passaram a diversificar tornando-se industriais e profissionais liberais.

A comunidade judaica no estado, já totalmente integrada à cultura brasileira, e sem perder sua identidade, vem cultuando sua sólida tradição, marcada por vínculos de religião e crenças, culinária, música, dança e solidariedade social. Hoje os judeus de diversas origens e diferentes costumes vivem uma grande integração, formando uma comunidade dinâmica e harmônica.

Desde sua fundação, em 1948, Israel adota uma política de portas abertas para as pessoas de origem judaica que morem em qualquer parte do mundo. Basta ter apenas um avô judeu para ser acolhido pela chamada "Lei do Retorno".Esta lei oferece ajudas estatais para manutenção e moradia durante os três primeiros anos de residência, assim como isenção de altas percentagens no pagamento de impostos nacionais e locais.

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Brigitte Bardot é Multada por Incitar Ódio Racial Contra os Muçulmanos

Um tribunal francês multou a atriz Brigitte Bardot em US$ 24 mil (R$ 38,9 mil) por incitação ao ódio contra a comunidade muçulmana da França. A pena se refere a uma carta que Bardot escreveu em 2006 ao então ministro do Interior francês Nicolas Sarkozy, e posteriormente publicou em seu website. Na carta, a atriz, que se tornou ativista pelos direitos dos animais, criticava os muçulmanos por "atordoarem" os bichos antes de sacrificá-los para as festividades do Eid ul-Adha. "Estamos cansados de ser manipulados por toda esta população que nos destrói e destrói nosso país ao impor seus costumes", disse a atriz na carta.

Esta é quinta vez que a Brigitte Bardot, símbolo sexual nos anos 60, é punida por suas declarações contra a comunidade muçulmana na França. Em 2004, Bardot foi multada em 5 mil euros por incitações racistas em seu livro Un Cri Dans le Silence ("Um Grito no Silêncio", em tradução literal).
A França abriga a maior população muçulmana da Europa, com 5 milhões de habitantes.(1)

O Islam não é uma religião nova. Ela é a mesma verdade que Deus revelou por meio de seus profetas para toda a humanidade. Para um quinto da população mundial, o Islam é uma religião e um sistema de vida completo. Os muçulmanos seguem uma religião de paz, misericórdia, perdão, e a maioria nada tem a ver com os eventos extremamente graves que ficaram associados com sua fé.

Mais de um bilhão de pessoas de uma vasta classe de raças, nacionalidades e culturas através do globo, desde as Filipinas até a Nigéria estão unidas pela fé islâmica. Aproximadamente 18% vivem no mundo árabe; a maior comunidade islâmica do mundo é a Indonésia; partes substanciais da Ásia e da maior parte da África são muçulmanas, enquanto a minoria significativas são encontradas na União Soviética, China, América e na Europa.
Fonte:(01)BBC.Brasil

O que é Xenofobia?

O próprio nome já diz fobia é um medo persistente, tal transtorno está ligado ao medo de pessoas em relação a outras pessoas a objetos ou ESTRANGEIROS, casos relacionados à xenofobia são de pessoas que sofrem preconceito e repudio em relação a sua nacionalidade ou cor.
As pessoas xenófobas com suas características de medo e preconceito a pessoas diferentes, cometem crimes, partem pra agressão daquela pessoa que ela julga ser “estranha”, impõe limites à mesma.
foto:geledes.org.br
Os países onde a xenofobia é muito presente são os Estados Unidos e Europa, lá as pessoas têm uma aversão aos estrangeiros e a pessoas de cor e de religiões diferentes, já se tem relatos de mortes decorrentes de tal transtorno.
Tal fobia foi uma das grandes protagonistas para que ocorresse a Segunda Guerra Mundial, pois os alemães queriam varrer da face da terra todos aqueles que eles julgavam não ser arianos (a chamada raça pura, a única digna de estar na terra).
No BRASIL ocorre casos ligeiramente disfarçados e isolados onde muitas pessoas sofrem com a discriminação. A cor e a origem das peossoas, sua classe social e até mesmo o comportamento e maneira de se vestir faz com que se crie grupos rivais defendendo suas ideologias.

A chegada dos Russos no Brasil

O primeiro contato registrado pela História aconteceu em 1804 durante a primeira expedição russa de volta ao mundo. Os dois navios desta expedição, "Nadejda" e "Neva", atracaram em portos brasileiros, inclusive em Recife. Conta a lenda que a tripulação foi convidada para uma festa naquele porto e, durante a mesma, os marinheiros russos fizeram uma demonstração de passos de suas danças folclóricas. Os anfitriões, impressionados, gostaram e passaram a imitar estes passos introduzindo-os no folclore local e dando origem ao famoso "frevo".

A primeira imigração oficial de russos para o Brasil ocorreu após a malfadada revolução de 1905 na Rússia, tendo o governo brasileiro concedido asilo político aos revolucionários.
Em 1906, grupos descontentes com as renovações litúrgicas promovidas pela Igreja Ortodoxa Russa, os assim chamados "staroveri" ("fiis do antigo credo"), resolveram deixar o país para manterem as suas crenças religiosas. Eram grupos formados em sua maioria de camponeses de todas as regiões da Rússia e que acabaram por se fixar-se como pequenos produtores rurais em diversos estados brasileiros. No Estado de Mato Grosso os "staroveri" estabeleceram-se numa fazenda onde, ate hoje, cultivam a terra num sistema coletivo.

Quanto a religião, os russos são quase todos ortodoxos e, em São Paulo, inicialmente usavam o templo sírio-libanês para celebrar suas missas em eslavo eclesiástico. Todavia, logo quiseram construir a sua própria igreja e o fizeram. Em 1930 construíram a Igreja da Santíssima Trindade no bairro de Vila Alpina. Em 1935, chegou ao Brasil o bispo D. Theodosio para fundar a Diocese Ortodoxa, com sede rua Tamandar, onde foi então, construída a Catedral de São Nicolau. Outros templos ortodoxos ergueram-se em São Paulo e em outras localidades do Brasil (Rio, Niterói, Porto Alegre, Goiânia e Santa Rosa).

A grande maioria dos russos que permaneceu no pais, concentrou-se principalmente nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Nos Estados do Paraná, Mato Grosso e Goiás prevaleciam os grupos dos supracitados "starovery".
No estado de São Paulo a maioria dos imigrantes russos se instalam no estado de São Paulo, principalmente em Nova Odessa e na capital, voltando-se para atividades industriais, empresariais, técnicas, teatro e representações culturais, e para o exercício de profissões liberais.
Fonte:news-of-russia.info

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