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Mutilação Genital Feminina: como combater este crime?

A mutilação genital feminina (MGF), vulgarmente conhecida por excisão feminina ou Circuncisão Feminina. 

É uma prática em que uma parte ou a totalidade dos órgãos sexuais de mulheres e crianças são removidos, de modo a que esta a mulher não possa sentir prazer durante o ato sexual.


mutilação genital feminina

As fotos que ilustram esses posts foram feitas em abril 2006, durante o programa maciço de circuncisão anual, em Bandung, Indonésia, que é livre e aberto ao público e acontece durante o mês lunar que marca o nascimento do profeta Muhammad. Foi permitido a fotógrafa Stephanie Sinclair do The New York Times registrar a cerimônia, onde mais de mais de 200 meninas submeteram-se a mutilação, algumas com apenas 5 anos de idade.

De acordo com o presidente da fundação de serviços sociais, de Jacarta, entrevistado na ocasião, a circuncisão trás, sobretudo três benefícios as meninas: Primeiro estabilizará sua libido; segundo fará a mulher ser vista como mais bonita aos olhos do marido; terceiro ficará psicologicamente mais equilibrada.


Há vários tipos de mutilação, que por sua vez têm gravidadas diferentes, segundo as várias tradições são removidos o clítoris ou os lábios vaginais.Há uma outra forma de mutilação genital chamada de infibulação, que consiste na costura dos lábios vaginais ou do clítoris.

mutilação genital feminina
Os grupos de combate a essa prática enumeram complicações graves para a saúde e o psicológico das mulheres. Existem vários riscos, inclusive o de morte e o da transmissão da Aids. Para muitas, a dor nunca passa.

A menstruação e o parto ficam ameaçados, as relações sexuais tornam-se dolorosas e o prazer sexual da mulher é tolhido. Infecções e todo tipo de problema na saúde sexual feminina estão relacionados à brutalidade da excisão, feita na maioria das vezes com instrumentos não-esterilizados e usados em várias meninas numa mesma ocasião, e sem anestesia.

mutilação genital feminina
A relatos que esta prática seja muçulmana más em nada está fundamentada religiosamente. A mutilação é praticada na maioria dos casos na África, mas também é comum em certos países do Oriente Médio. Também acontece, devido a comunidades imigrantes, em certas regiões da Ásia como Índia, Indonésia, Sri Lanka, Malásia, América do Norte, América Latina, e Europa.

A mutilação também é praticada em grupos indígenas na América Central e do Sul, como por exemplo no Perú, mas existe pouca informação acerca deles. Devido à imigração, países onde anteriormente não se praticava agora já existe alguns que praticam, incluindo alguns países como: Austrália, Canada, Dinamarca, França, Itália, Holanda, Suécia, Reino Unido, EUA etc.

Google Street View começa a registrar imagens de Jerusalém

O Google começou  nesta segunda-feira (12/9)  a fotografar Jerusalém para seu serviço Street View, após receber sinal verde de Israel.

O projeto foi inaugurado em frente à antiga cidadela amuralhada, no território palestino ocupado por Jerusalém Oriental, durante uma entrevista coletiva da qual participou o prefeito da cidade, Nir Barkat. Nas próximas semanas, os veículos do Google tirarão fotos da cidade, tanto da parte judia como da árabe, da Cidade Antiga e do mercado Mahane Yehuda, informou o site do jornal israelense Globes.

"Jerusalém é um centro fundamental de peregrinação para as três principais religiões do mundo (cristianismo, islã e judaísmo) e o legado histórico e cultural de Israel afeta a vida de bilhões de pessoas ao redor do mundo", informou Meir Brand, gerente da divisão do Google para Israel, África do Sul e Grécia.

Após Jerusalém, será a vez de Tel Aviv, Haifa, Nazaré, Mar Morto, margens do Mar da Galileia e da cratera Ramón, no deserto do Neguev. Israel deu sinal verde em agosto para o Google Street View, que permite visitar cidades virtualmente, com uma vista de 360 graus das ruas. O assunto foi examinado anteriormente por uma comissão ministerial que estava preocupada principalmente pela possibilidade de que o serviço facilitasse a realização de atentados e, em menor medida, com seu eventual impacto na privacidade individual.

As negociações com a empresa duraram três meses, após o Ministério da Justiça de Israel ter recebido garantias de que rostos humanos e placas dos veículos serão desfocados. O "sim" de Israel pode, no entanto, levar a outras preocupações, já que um ativista israelense pró-palestino começou a organizar ações surpresa como a de exibir cartazes contra a ocupação dos territórios palestinos justamente quando os veículos do Google Street View começaram a fotografar Jerusalém.