Thammy Gretchen e namorada processa padaria por serem discriminadas
Partido islâmico quer cancelar show de Elton John na Malásia
Arábia Saudita condena mulher a dez chibatadas por dirigir automóvel
Chinês abusava de mulheres e as mantinham presas em cativeiro
HIV- 400 mil crianças nascem todo ano com sida nos países africanos
"Trata-se de uma injustiça inaceitável", declarou Sidibé que falava no termo da assinatura de um acordo-quadro de cooperação entre o seu organismo e a Organização Internacional da Francofonia (OIF).
Sidibé sublinhou que nas outras partes do mundo, já não nascem crianças com a sida devido ao tratamento das mulheres soro positivas durante a gravidez.
"Se nas outras zonas do mundo nenhuma criança nasce com a sida enquanto 400 mil nascem soro positivos na África é a prova de que há uma desigualdade face à pandemia. Os mais pobres são infelizmente os que pagam o mais pesado tributo à doença" denunciou.
Sidibé, de nacionalidade maliana, lembrou igualmente que dos dois milhões de pessoas falecidas de sida em 2008 no mundo, um milhão são Africanos.
"Uma abordagem do problema impunha-se e impõe-se sempre, menos médica e curativa, mais sociocultural. Uma abordagem especialmente mais solidária da situação das vítimas de crises e de conflitos. Esta encontra justamente a perícia da Francofonia", fez observar Diouf.
Neste sentido, ele sublinhou o papel pioneiro da sua organização na adoção de textos legais que protegem os portadores do HIV/Sida da discriminação.
"A OIF já ajudou a criar na África uma lei chamada N'Djamena que se tornou hoje em legislação de referência por parte dos países africanos que são vítimas de preconceitos com referência aos portadores da doença", acrescentou o ex- Presidente do Senegal.
Apesar de uma estabilização da pandemia em vários países dos quais a Uganda, Ruanda e a África do Sul, o continente africano continua a ser a região do mundo mais afetada pela sida. É paradoxalmente o lugar onde se encontra menos pessoas doentes sob triterapia.
portalangop
EUA decreta o fim da discriminação nas Forças Armadas
O Pentágono anunciou segunda-feira que já começou a receber candidaturas de homossexuais e apenas espera o levantamento da proibição.Foo Fighters dedicam música a extremistas que promovem frases de ódio
Elton John e George Michael unidos combatem a homofobia
![]() |
| Elton John |
![]() |
| George Michael |
Militar australiano é condenado por abusar de colega e filmar
Roberto Carlos emociona Jerusalém com pedido de união entre os povos
Mulher torturada pela nora de Kadhaf será cuidada por médicos brasileiros
Mulher imigrante sofre assédio de policial ao ser revistada na Georgia
Americano defende pena de morte aos imigrantes sem documentos
Para maioria dos italianos presença de imigrantes aumenta criminalidade
Uma pesquisa realizada na Itália revelou que seis em cada dez italianos acreditam que a presença dos imigrantes, embora contribua para o crescimento econômico, também aumenta a criminalidade no país, como apontou o premier Silvio Berlusconi.De acordo com o relatório "Itália 2010", do instituto Eurispes (organização privada e sem fins lucrativos, que faz estudos econômicos, sociais e políticos), 64,7% dos entrevistados creem que os estrangeiros contribuem ao aumento dos crimes no país.
Dado que demonstra que a maioria dos cidadãos concorda com a opinião expressa ontem pelo chefe de Governo do país, ao afirmar que a "redução dos extracomunitários na Itália significa menos forças para engrossar as filas da criminalidade".
Por outro lado, para 60,4%, as pessoas de outras nacionalidades são importantes para o crescimento econômico. A maioria dos entrevistados (86,4%) concorda ainda que os imigrantes atuam em atividades em que os italianos não gostam. Mas cerca de 24,8% dizem acreditar que os imigrantes tiram os trabalhos dos italianos.
Em relação ao aumento da xenofobia no país, 31,7% atribuem a onda de violência às mídias; 24,7% ao comportamento dos imigrantes, e 17,2% às políticas do governo.
Sobre o direito de voto aos imigrantes, quase metade dos entrevistados (49,1%) pensa que as pessoas que estejam regulares, mas não tenham cidadania italiana, não devem se pronunciar.
A discussões sobre a presença de imigrantes na Itália têm causado grandes debates internos nos últimos dias. Hoje, a Conferência Episcopal Italiana (CEI) declarou que o nível da criminalidade entre os imigrantes é semelhante ao dos italianos, em resposta indireta à declaração de Berlusconi.
Ontem, por sua vez, a senadora do Partido Democrata (PD, maior força de oposição), Livia Turco, opinou que a equação feita pelo primeiro-ministro "é vulgar". "Todos os dados demonstram que, sem imigrantes, estariam paralisadas partes importantes de nossa economia", apontou.
O mesmo relatório traz ainda dados sobre o comportamento dos italianos, suas atividades sociais e profissionais, o impacto da crise econômica mundial em suas vidas em 2009 e as perspectivas para 2010.
De acordo com o Eurispes, estima-se para este ano um aumento 10,4% no número de pessoas que vivem sozinhas. Para esta projeção, a consultoria baseou-se em dados de pesquisas de 2007 (6.910.716).
A consulta demonstra ainda que a maioria dos italianos com mais de 18 anos bebe -- um em cada três cidadãos (70,9%) disse consumir bebidas alcoólicas ocasionalmente (55,7%), frequentemente (11%) e diariamente (4,1%).
Em relação aos hábitos de consumo, um de cada dois chega ao fim do mês com dificuldades, e 70% afirmam que deixam de comprar presentes e ir a restaurantes.
Segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico [OCDE ou OECD em inglês], os salário e gasto médio dos italianos estão entre os baixos dos países industrializados. Estima-se que o salário anual atinja US$ 21.374 na Itália. Nos EUA, este teto é de US$ 30.796, e no Reino Unido US$ 38.147.
Os italianos ainda acreditam que a formação superior não é mais garantia de emprego e nem de estabilidade econômica. Segundo dados do Eurispes, apenas 16% dos empregados italianos entre 25 e 34 anos possuem curso superior [a média da OCDE é de 32%].
Já a população entre 15 e 24 anos corre o risco de permanecer desempregada, pois as previsões apontam uma queda no número de contratações.
Também as pessoas com idades entre 24 e 30 anos têm dificuldades para encontrar um emprego sem um prazo definido de contrato. Em 2007, dos 381.127 contratados para projetos com prazos determinados, 201.901 eram jovens com idades entre 15 e 34 anos.
O estudo apontou também que os italianos estão ainda mais pessimistas. A crise econômica continua a influenciá-los negativamente. Para 47,1% dos entrevistados a situação do país "piorou". Em 2008, este índice estava em 37,6%.
Por outro lado, há uma maior confiança em relação ao futuro: 18,3% acreditam que o futuro econômico do país será melhor, quase oito pontos percentuais acima dos dados de 2008 (10,9%).
(ANSALATINA)
Avião com brasileiros vindos do Suriname já está em Belém
O avião da Força Aérea Brasileira (FAB) com os primeiros cinco brasileiros a deixar o Suriname após conflitos na cidade de Albina, no nordeste do país, pousou neste domingo (27) às 21h20 (horário de Brasília) no aeroporto internacional de Belém.
Na véspera da noite de Natal, um conflito entre surinameses e brasileiros resultou na destruição de uma vila onde viviam estrangeiros. Há controvérsias sobre o número de mortos no conflito.
Em entrevista na tarde deste domingo à Globo News na cidade de Albina, onde ocorreu o conflito, o embaixador brasileiro disse que o Itamaraty ainda não havia confirmado o número de mortes. "As notícias que nos têm sido passadas é que não há vítimas do lado do Brasil, de brasileiros", disse. "Os relatos ainda estão muito desencontrados", afirmou.
No entanto, o padre brasileiro José Vergílio, que vive há oito anos no Suriname e ajudou no socorro às vítimas, disse que pelo menos sete pessoas morreram no confronto. De acordo com ele, a confusão teria começado após um brasileiro ter matado com faca um "marrom", como são conhecidos os surinameses quilombolas, descendentes de escravos.
Portal RPC
Governo da Dinamarca adota proposta racista contra imigrantes principalmente Muçulmanos
Definitivamente o governo Dinamarquês está radicalizando com os imigrantes. A Dinamarca está propondo aos estrangeiros imigrantes que queiram deixar seu país uma quantia de vinte mil dólares.
O que pegou mais pesado na proposta do governo foi a intenção de varrer de seu território principalmente os imigrantes muçulmanos, numa clara intenção de preconceito.
A Dinamarca possui cerca de cinco milhões de pessoas sendo 10% desta população composta por imigrantes.
A proposta está sendo considerado um tanto racista e preconceituosa por outros países europeus que também adotam políticas restritivas aos imigrantes fora da legalidade. Se o objetivo é provocar uma pressão sobre os imigrantes já conseguiram.
O valor necessário para colocar em prática o projeto ainda é desconhecido pois as autoridades ainda não sabem o número de imigrantes que vão aceitar a oferta.
Não conseguimos entender como o ser humano está cada vez mais incompreensível e intolerante. Países de primeiro mundo que se vangloriam pelo alto grau de conhecimento e instrução a seus cidadãos não fazem jus a retórica e adotam práticas inaceitáveis do ponto de vista humanitário.
Gostaria que os amigos deixassem vossa opinião sobre o assunto, pois o Brasil sempre manteve as portas abertas aos imigrantes e ao longo do tempo ganhou muito em mão de obra especializada e novas técnicas industriais.
O que é Xenofobia?
![]() |
| foto:geledes.org.br |















