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Viuvas e jovens de tribo dormem com estranhos para se purificar

Em alguns países  da África existe uma crença  que remonta séculos,  que as viúvas ou mulheres jovens que perderam os seus pais tem a obrigação de dormir uma noite com um homem apontado pela tribo para lhe afastar das bruxas.

A prática é mantida por muitas gerações e os homens responsáveis pelos atos são chamados de "aqueles que fazem o corpo e alma das mulheres ficarem puros."

Mubeiwei James, uma viúva de 23 anos de idade, em Malawi, perdeu o marido há três anos. Poucas horas depois que seu marido morreu ela fugiu do funeral para escapar da "cerimônias". Ela alega que não recebeu o conforto dos amigos e parentes e se escondeu na casa da irmã.

A família do infeliz marido tentam localizar a moça para concretizar os costumes tão tradicional de seu povo.

Se ela não se submeter aos costumes ela receberá a maldições dos moradores cada vez que alguém morrer. A jovem viuva terá que dormir com o primo de seu marido.

De acordo com a imprensa na África, essa tradição bizarra está enraizada em crenças antigas. O povo acredita se a mulher não corresponder com os costumes o marido da viúva terá sua alma atormentada.

A prática da mulher ter que passar pelo ato da purificação sexual  também se aplica a mulheres jovens órfãs que nunca se casaram e até mesmo virgem.

Organizações de ajuda internacional pesquisaram e chegaram a conclusão que a cada dez pacientes com Aids na África, seis pessoas são mulheres. Segundo eles a infecção se dá principalmente devido ao abuso sexual dos homens encarregado de afastar bruxas.

Mulher torturada pela nora de Kadhaf será cuidada por médicos brasileiros

Médicos brasileiros poderão operar a babá Shweyga Mullah, torturada pela nora de Muammar Kadhafi. Ela cuidava dos netos de Kadhafi o ditador Líbio e por se recusar a bater em umas das crianças teve o rosto desfigurado por água fervendo.

Encontrada por rebeldes líbios depois que os patrões fugiram durante a tomada de Trípoli pelos opositores, ela está internada com queimaduras profundas em diversas partes do corpo.

“Essa moça precisa de cirurgias estéticas complexas. Ela perdeu todo o cabelo e tem queimaduras graves no peito, no pescoço e nas costas. O Brasil tem muitos cirurgiões bons. Que bom seria se algum deles nos ajudasse”, disse o médico Saleh Errassmeh, em entrevista à Folha de São Paulo.

A babá, de origem etíope, trabalhava na casa de Hannibal Kadhafi e sua mulher, a modelo Aline Skaf, há um ano.“Eu me recusei a bater na criança e ela ficou descontrolada. Amarrou minhas mãos atrás das minhas costas e me levou até um banheiro. Lá, despejou água fervente na minha cabeça e costas. Depois, me deixou trancada por um dia inteiro e me proibiu de sair de casa”, relatou.

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica colocou seus especialistas à disposição dos médicos líbios. O presidente da Sociedade, Sebastião Guerra, disse que o ideal seria que as pessoas que acompanham o tratamento da babá entrassem em contato com a organização para decidirem como seria prestada a ajuda e como se arcaria com os gastos. “A Sociedade pode ajudar no tratamento, mas teríamos que trazê-la ao Brasil para que o profissional tenha a estrutura e a equipe necessária para tratá-la”.

O tratamento inicial demoraria cerca de três meses, mas todo o processo de reconstituição do tecido queimado poderia demorar até dois anos.

Rede criminosa online cai em ação conjunta entre polícia dos EUA e China

Em um trabalho conjunto das forças de segurança dos Estados Unidos e da China foi colocado abaixo a maior rede de exploração sexual do mundo que funcionava em mandarim na internet.

A rede de que explorava está prática online envolvia ao todo 48 sites que juntos possuíam mais de 10 milhões de membros registrados. Muitos desses sites sem escrúpulos ofereciam conteúdos com crianças e adolescentes.

O grande mentor da organização criminosa Wang Yong, foi preso nos Estados Unidos. Ele deu início em suas operações em 2002 e a tempos vinha sendo investigado. Outros membros do grupo foram presos em território chinês, de acordo com um comunicado do Ministério da Segurança Pública da China, que trabalhou com o FBI nesta operação.

Esta é a primeira ação policial conjunta contra este tipo de crime entre Estados Unidos e China. O fato foi comemorado pelos dois países pelo sucesso e êxito na operação.

A China por ser um país muito populoso possui o maior número de internautas e de hackers do mundo onde tem se popularizado este tipo de conteúdo criminoso. 

O uso das novas tecnologias de comunicação e difusão de imagens provocou nos últimos anos um crescimento vertiginoso de crimes contra crianças e adolescentes em todo o mundo. 

Para as organizações que atuam no enfrentamento do problema e para os governos, fica a tarefa de encontrar uma forma de conter esses crimes sem cercear o direito à informação e à privacidade.

Para fazer uma denúncia de crimes contra a criança acesse os links abaixo:

A Imigração do Negro Africano até a Abolição da Escravatura

O negro Africano constitui-se uma presença marcante na história do Brasil.Sua contribuição para nossa cultura é inegavelmente importante em todos os segmentos da sociedade.
É impossível precisar o número de escravos trazidos durante o período do tráfico negreiro, do século XVI ao XIX para o Brasil. Mas fontes indicam que estes números variam entre cinco a seis milhões de pessoas. O NEGRO AFRICANO contribuiu para o desenvolvimento populacional e econômico do Brasil e tornou-se, pela mestiçagem, parte inseparável de seu povo.
Os africanos espalharam-se por todo o território brasileiro, em engenhos de açúcar, fazendas de criação, arraiais de mineração, sítios extrativos, plantações de algodão, fazendas de café e áreas urbanas. Sua presença projetou-se em toda a formação humana e cultural do Brasil com técnicas de trabalho, música e danças, práticas religiosas, alimentação e vestimentas.
No Brasil, a escravidão teve início com a produção de açúcar na primeira metade do século XVI. Os portugueses traziam os negros africanos de suas colônias na África para utilizar como mão-de-obra escrava nos engenhos de açúcar do Nordeste. Os comerciantes de escravos portugueses vendiam os AFRICANOS como se fossem mercadorias aqui no Brasil. Os mais saudáveis chegavam a valer o dobro daqueles mais fracos ou velhos.
As mulheres negras também sofreram muito com a escravidão, embora os senhores de engenho utilizassem esta mão-de-obra, principalmente, para trabalhos domésticos. Cozinheiras, arrumadeiras e até mesmo amas de leite foram comuns naqueles tempos da colônia.
A partir de 1870, a região Sul do Brasil passou a empregar assalariados brasileiros e imigrantes estrangeiros; no Norte, as usinas substituíram os primitivos engenhos, fato que permitiu a utilização de um número menor de escravos. O primeiro passo foi dado em 1850, com a extinção do tráfico negreiro. Vinte anos mais tarde, foi declarada a Lei do Ventre-Livre (de 28 de setembro de 1871). Esta lei tornava livre os filhos de escravos que nascessem a partir de sua promulgação.
Em 1885, foi aprovada a lei Saraiva-Cotegipe ou dos Sexagenários que beneficiava os negros de mais de 65 anos.
Foi em 13 de maio de 1888, através da Lei Áurea, que liberdade total finalmente foi alcançada pelos negros no Brasil. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel, abolia de vez a escravidão no Brasil.