WP-ThGWU6Yg-LZQP372atnaqZcM Imigração no Brasil | Imigrantes Brasil
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Influência da Imigração Polonesa no Paraná

Os imigrantes poloneses chegaram ao Paraná por volta de 1871. 

Estabeleceram-se em várias regiões do Estado como: Ivaí, Araucária, São Mateus do Sul, Mallet, Cruz Machado, Contenda, Tomaz Coelho, Rio Claro, Reserva e Irati.

Parque dos Poloneses em Curitiba- Casa do Papa João Palo II - 

Em Curitiba, eram a maior colônia polonesa no Brasil. Fixaram-se em núcleos coloniais em áreas dos atuais bairros de: Pilarzinho, em 1871; Abranches, em 1873; Santa Cândida, em 1875; Lamenha, Santo Inácio, Órleãns, D.Pedro II, Dona Augusta, em 1876; Ferraria, antiga Rivière, em 1877; Murici, Zacarias, Inspetor Carvalho e Coronel Accioly, em 1878.

Os imigrantes poloneses dedicaram-se principalmente à agricultura. Difundiram o uso do arado e de outras técnicas agrícolas. Contribuíram para o desenvolvimento de Curitiba e do Paraná.

Os poloneses transformaram no Paraná as terras de matas dos dois primeiros planaltos em celeiros agrícolas. Introduziram e difundiram novas técnicas agrícolas, novos instrumentos, novos produtos e uma mentalidade agrícola nova para a época. Mas o que mais caracterizou a imigração polonesa no Paraná e no Sul do Brasil foi a aceitação e difusão, na região, da carroça. O uso em grande escala desse meio de transporte gerou na região o que se poderia chamar de ciclo da carroça.

O Brasil, excluindo-se os Estados meridionais, notadamente o Paraná, foi de uma maneira abrupta lançado da era do muar, das tropas, para a era dos transportes rodoferroviários. No Paraná, desenvolveu-se um ciclo intermediário de transporte: o da carroça.

A imigração polonesa no Paraná contribuiu intensamente para a cultura regional. Seus descendentes deixaram um grande exemplo de dedicação a nossa terra e, nas artes, demonstraram grande sensibilidade para a música, dança e artes plásticas.

O Museu Paranaense oferece ao público uma demonstração da herança artística polonesa no Estado, com pinturas e esculturas de alguns artistas que compõem essa identidade étnica. Objetos de escritório, peças do vestuário de época e assessórios, como bengalas, cartolas, abotoaduras, gravatas e sapatos traçam a imagem masculina neste período histórico.

23/02/2009

A origem do Origami e sua chegada ao Brasil

Origami é uma arte milenar de origem japonesa, que tem como base a criação de formas através da dobradura de papéis, sem o uso de cortes.

Não se tem registro exato de quando surgiu o Origami, mas acredita-se ter sido um costume religioso de épocas antigas, quando as divindades, representadas em papel, decoravam os templos.A prática do Origami favorece a concentração, destreza manual e paciência, além da satisfação pessoal de poder criar formas apenas com um pedaço de papel.

Origami tem origem japonesa
O papel foi inventado pelos chineses por volta do ano 105, e suas técnicas de fabricação foram mantidas em segredo por séculos, pois a exportação desse material gerava altos lucros. No século VII, monges coreanos levaram a técnica para o Japão e, um século depois, os árabes obtiveram este segredo. Somente por volta do século XII a Europa veio a conhecer o processo, que dois séculos mais tarde já se espalhava por todos os reinos cristãos.

Embora essa arte tivesse origem na China, a partir do manuseio do papel, foi no Japão que converteu-se numa prática comum. No início, estava presente nas cerimônias religiosas, envolvendo as oferendas que se faziam nos templos xintoístas, com a função de separar o puro do impuro. Esses envoltórios, cada vez mais elaborados e atraentes fizeram que o origami de um meio passasse a ser um fim. Desse modo, as dobraduras foram sendo apresentadas de diversas maneiras, seguindo determinadas regras básicas, respeitadas por todos que dobravam.

Junto com a imigração japonesa veio a técnica de se fazer o origami noBrasil. 


Quando os japoneses imigraram para o Brasil, trouxeram com eles vários costumes japoneses que aqui procuraram preservar, entre eles, o Origami. Um destes imigrantes, chamado Takao Kamikawa, chegou com a família no ano 9 da era Showa para trabalhar nas fazendas de café. Dizem que ele costumava aos domingos reunir as crianças na Fazenda Barracão na cidade de Bauru e com pedaços de jornais que ele ajuntava e cortava em quadrados, entretia a criançada com figuras como "damashibune, hakama, tsuru, etc".

"Na década de 60, a Profa. Yachiyo Koda, começou a ensinar origami oficialmente pela Aliança Cultural Brasil-Japão e com apoio do Consulado Geral do Japão em SP, em várias cidades do Brasil. Realizou algumas exposições e participou de programas de TV."(http://www.kamiarte.com.br)




A influência da imigração Francesa no Brasil

Os imigrantes Franceses que aqui chegaram, eram na maioria agricultores, que com a falta de oportunidades em sua terra natal vinham em busca de novos horizontes. Aproveitando o incentivo do governo, migraram para o Brasil, instalaram-se em colônias e desenvolveram suas modernas técnicas de produção.

Os primeiros imigrantes franceses chegaram ao Brasil na segunda metade do século XIX, não há registros precisos da data de chegada, dirigiram-se para a colônia de Benevides, numa área de 195 km, na região metropolitana de Belém do Pará.

Visite : https://www.facebook.com/ImigrantesBrasil

Em 7 de julho de 1873, o governo imperial concedeu 6 léguas de terras na estrada de Bragança para concessão de lotes de terra aos imigrantes franceses.

No Brasil, a maioria da imigração envolveu uma população expropriada e empobrecida. No caso dos imigrantes franceses, as famílias tinham um bom padrão de vida, viviam da agricultura e da produção de vinho.

No sul do país, a vinda de frades franceses tem início no século XIX, quando o Bispo Don Claúdio José Gonçalves Ponce de Leão solicitou ao General dos Capuchinhos, em 30 de julho de 1893, a vinda de frades para atender as comunidades católicas formadas por imigrantes italianos e alemães recém chegados ao país. A missão que se transferiu para o sul do país era formada por professores e estudantes de Filosofia e Teologia.

Foi o francês Amadeo Gustavo Gastal que, em 1878, introduziu no sul do Brasil a produção de pêssego. Utilizando equipamento importado, ele elaborou as primeiras compotas da fruta, em seu estabelecimento, chamado Bruyères. Os primeiros pomares surgiram nessa época.

Em Rio Grande uma das mais significativas contribuições dos franceses foi a realização das obras de melhoramento da Barra e construção do porto. As operações desenvolvidas pela “Compagnie Française du Port de Rio Grande do Sul”, que tiveram início em 1908 tinha como responsável o engenheiro francês Quellenec, especialista em obras marítimas.

Em 15 de novembro de 1915, autorizada pelo Governo Federal, a C.O Francesa inaugurou o primeiro trecho de 500 metros de cais do Novo Porto, compreendendo 3 armazéns para mercadorias, servidos por guindastes elétricos, um depósito para carvão, servido por dois transbordadores elétricos, linhas férreas, etc.

O Porto do Rio Grande é hoje o escoadouro natural das riquezas do estado e do país, e a porta de entrada dos bens e insumo necessários ao desenvolvimento. Único porto marítimo do estado, o Porto do Rio Grande é definido como o principal pólo do Corredor de Exportação do Extremo Sul.

A França sempre foi vista como o país da cultura, da boa música, do requinte de sua culinária, do ensino de qualidade e dos hábitos e costumes refinados.

Em Rio Grande uma das mais expressivas contribuições francesas podem ser acompanhadas através da educação, quando os Irmãos Maristas chegaram a cidade, por volta de 1913 e assumiram as instalações do antigo Colégio Sagrado Coração de Jesus, hoje Colégio São Francisco, que era mantido pelos Padres Jesuítas e que havia encerrado suas atividades em 1913 com 140 alunos matriculados.

As educação Marista é uma proposta herdada do francês, São Marcelino Champagnat, cuja filosofia está voltada para a formação integral do cidadão, alicerçada nos valores da amizade, do respeito, da solidariedade e do crescimento espiritual. E como missão: fé, cultura e vida à luz do evangelho.

A culinária francesa é considerada a de estilo mais elegante e refinado do mundo. As técnicas francesas de cozinhar tem exercido grande influência em quase toda a culinária ocidental. Quase todas as escolas de culinária usam a cozinha francesa como base.

A cozinha francesa pode ser dividida em: Cuisine du terroir; Cuisine nouvelle e Cozinha burguesa.

A cozinha burguesa inclui todos os partos clássicos franceses que foram adaptados ao longo dos anos, para atender ao gosto mais refinado. Inclui molhos ricos à base de creme e algumas técnicas complexas de cozinhar.

A cuisine du terroir cobre as especialidades regionais com foco forte nos produtos de qualidades locais e na tradição camponesa.
A cuisine nouvelle caracteriza-se por pratos preparados em menor tempo, menor porção, além de serem mais leves e apresentados de forma refinada e decorativa.

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PRF impede entrada de imigrantes de Bangladesh no Brasil

Poderia ser mais uma das ocorrências corriqueiras de deportação de estrangeiros em situação irregular, mas a retenção de 14 estrangeiros na madrugada de ontem, na BR-262, em Corumbá, chama a atenção por causa da origem dos cidadãos que tentavam ingressar em território brasileiro, para, tentar a imigração. Dos 14 apreendidos, 10 são naturais de Bangladesh, país asiático localizado no Oceano Índico, quase todo cercado pelo território indiano.

Os bengali (nacionalidade dos cidadãos nascidos em Bangladesh) estavam com outros quatro estrangeiros em situação irregular, de nacionalidade boliviana. Eles viajavam em um ônibus de transporte rodoviário, que ligava as cidades de Corumbá e Brasília (DF).

Trem em Bangladesh

Imigrante ilegal nos EUA é preso por crimes no Brasil


Um brasileiro acusado de cometer abuso contra uma mulher  no Brasil em 2008, foi preso pela Imigração na no início de Abril na cidade de Webster, 96 km de Boston. 

Wellington fugiu do país pouco tempo antes de começar a cumprir sua pena de 10 anos de detenção pelo crime que havia cometido.  

Wellington Sousa Damasio, 44, foi preso em uma ação conjunta do U.S. Marschals Service com o Departamento de Investigação de Fugitivos da Imigração. 

Ele está sob a custódia do ICE à espera da sua deportação. Segundo as autoridades, Damasio foi condenado a 10 anos de prisão por abusos contra mulher no Brasil. Antes de sua sentença ele fugiu para os Estados Unidos, onde vivia como imigrante indocumentado. 

Desde 1 de outubro de 2009, o ICE  já deportou mais de 335 foragidos nos Estados Unidos, procurados em seus países de origem por crimes graves. O órgão trabalha em conjunto com o Departamento de Assuntos Internacionais, consulados estrangeiros nos EUA e a Interpol na identificação de foragidos estrangeiros que, por ventura, se encontram no país.

Os investigadores da Interpol responsáveis pelo caso descobriram que Damasio vivia ilegalmente no país e contataram a Imigração. 

Assim que o brasileiro regressar ao Brasil ele começará a cumprir a pena de 10 anos.

Romênia e Brasil: mais de um século de relação comercial e amizade entre os povos

Entre a Romênia e o Brasil existe sempre existiu uma ótima relação de amizade e de colaboração. Torna-se significativa, neste sentido, a declaração proferida em 1935 pelo grande diplomata e estadista romeno, Nicolae Titulescu, perante um grupo de jornalistas latino-americanos: "Consultem os protocolos da Liga das Nações. São numerosos... até em excesso. Escolhem qualquer questão... e não encontrarão um único domínio que demonstre que a Romênia e os Estados latino-americanos não tenham votado identicamente. E isso sem consultas prévias".

Certamente mais antigas, sobretudo como conhecimento mútuo e algumas trocas comerciais, as relações oficiais entre a Romênia e o Brasil ultrapassam um século de existência. Em 1880, o coronel Sergiu Voinescu cumpriu a primeira missão diplomática romena junto ao Imperador Dom Pedro II.

A missão do enviado extraordinário era estreitamente ligada a uma série de atividades diplomáticas destinadas ao reconhecimento da Independência do Estado Romeno, proclamada em 9 de maio de 1877.

Recebendo em audiência o enviado romeno, Dom Pedro II manifestou sua simpatia à Romênia, afirmando que "o desenvolvimento do Estado Romeno é necessário ao equilíbrio europeu e oferece uma garantia de progresso e prosperidade para o Oriente". O mensageiro romeno, por sua vez, expressou ao Imperador e ao Governo do Brasil, os sentimentos de mútuo respeito que animam o Soberano, e o Governo e a Nação romenos diante da Coroa Brasileira. Na ocasião, o diplomata ofereceu a Dom Pedro II a maior condecoração do seu País – A Estrela da Romênia.

O primeiro consulado brasileiro na Romênia foi aberto em 1914, em Bucareste, e um foi criado em 1919 em Galati. Em 1920, no Rio de Janeiro, vários entendimentos foram levados a efeito, incluindo a instalação de um grande depósito permanente de mercadorias brasileiras na Romênia, destinadas ao País e a outros da área, o Brasil beneficiando de um empréstimo da parte da Romênia de 1 milhão lei-ouro. A Romênia instituiu sua primeira representação consular no Rio de Janeiro em 1921.

No mesmo ano, acertou-se também a criação de uma Câmara de Comércio romeno-brasileira e organizou-se uma linha marítima direta, ligando Rio de Janeiro com o porto de Constantza, no Mar Negro. Em Setembro do 1921, inaugurou-se na capital brasileira a primeira exposição de produtos romenos na América do Sul.

Em 1927, a Romênia estabeleceu no Rio de Janeiro a sua primeira Embaixada da América do Sul. O primeiro Embaixador foi Caius Brediceanu, importante homem político e diplomata. Em 1929, foi a vez do Brasil instituir a sua Embaixada em Bucareste, chefiada pelo embaixador Dr. José Thomaz Nabuco de Gouvêa.

Lei polêmica pode tratar os imigrantes como criminoso no Arizona

É lamentável a discriminação que há contra os imigrantes em alguns países. Os imigrantes brasileiros também sofrem com esta perseguição. Logo o  Brasil  que recebeu os povos indiscriminadamente em nosso território tornando uma nação totalmente homogênea. 

A governadora do Arizona, nos Estados Unidos   a republicana Jan Brewer, está com um projeto em suas mãoes  que pode representar uma situação inusitada contra os imigrantes naquele estado.  A lei que já foi aprovada  pelo senado estadual no início da semana,  torna-se criminoso o imigrante que esteja sem documentos e pode torná-lo um presidiário ao provar que se encontra em situação irregular abrindo caminho para deportação.

Ao que tudo indica, a governadora vai sancionar a lei, pois já teria manifestado apoio público à iniciativa republicana. Mesmo assim, ativistas estão acampados em frente à sede do governo e à casa da governadora para pedir o veto. “Seguirei minha consciência e tentarei fazer o melhor, para que todos sejam tratados com justiça”, afirmou Brewer, durante palestra na Câmara de Comércio Hispânica do Arizona.

Naquele estado, que faz fronteira com o México, existem mais de 400 mil indocumentados. Mas estes não são os únicos ameaçados pela futura lei: até mesmo as pessoas que tiverem vínculos com os imigrantes correm o risco de serem presos e isso inclui, por exemplo, quem emprega ou aluga imóvel para os indocumentados.

“Esse acontecimento demonstra que o governo federal precisa agir com rapidez em relação à reforma migratória”, disse o senador democrata Jorge Luis García, do Arizona. Para ele, a iniciativa pode gerar um clima antiimigrante, até racista, num país já dividido. Outra senadora democrata, Rebecca Rios, acredita que a medida não resolverá os problemas de imigração e, para piorar, ainda vai gerar mais despesas para o estado, devido ao aumento dos custos com as prisões.

Para a União de Liberdades Civis do Arizona, até mesmo os cidadãos serão vítimas da intransigência da polícia, caso a lei seja aprovada. “A região é cheia de descendentes de imigrantes hispânicos e muitos poderão ser presos inadvertidamente”, previu um dos diretores da entidade. Nunca é demais lembrar que é do Arizona o sheriff Joe Arpaio, conhecido por seus métodos brutos de detenção de indocumentados e por seu constante desrespeito aos direitos humanos. 


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Cidadania italiana atrai descendentes no interior de São Paulo


No dia em que o País celebra o Dia Nacional do Imigrante Italiano, comemorado neste domingo (21), descendentes de imigrantes italianos de Araçatuba estão fazendo o caminho inverso de seus antepassados. Somente em Araçatuba, a procura mensal pela cidadania italiana chega, aproximadamente, a 30 interessados.

Quem escolhe viver nas cidades italianas está em busca de oportunidades de trabalho, estudo e aperfeiçoamento pessoal, conforme a presidente da Assiban (Associação Ítalo-Brasileira da Alta Noroeste), Luciane Fernandes Scavassa Vendrame. A entidade foi fundada no ano passado, com sede em Araçatuba, e já conta com 150 associados.

Ela explica que para conseguir a cidadania italiana, a forma mais vantajosa é por meio do direito sanguíneo, quando a pessoa comprova que é descendente de italianos. É necessário comprovar o parentesco por meio de documentação, sendo que em muitos casos a pessoa precisa fazer uma verdadeira árvore genealógica da família.
Folha de Região

Dispara o número de imigrantes legais na Espanha na última década

os filhos da África

Uma estatística oficial da Espanha retratou que o números de imigrantes legais no país cresceu mais de seis vezes durante a última década.

Em 2000 existiam pouco mais de 900 mil estrangeiros residentes legalmente registrados no território espanhol com uma população total de 40,9 milhões de habitantes.

Esta situação mudou extraordinariamente 5,6 milhões de imigrantes em 2009 perfazendo um total de 46,7 milhões de pessoas.

Desde 2000, aproximadamente 2 milhões de imigrantes que desembarcaram na Espanha vieram da União Europeia. Um número similar partiu das Américas do Norte e do Sul, e cerca de 900 mil têm como origem os países da África.


Foto:Veiculada por imigrantes na Espanha e Portugal conforme blog Notícias do Bem .

O Bosque São Cristovão é uma importante referência da cultura dos imigrantes italianos no Paraná


O Bosque São Cristóvão sem dúvidas é um local onde o turista e descendentes de italianos não podem deixar de visitar em Curitiba.

O Bosque São Cristovão localiza-se em Santa Felicidade um bairro tradicional de imigrantes italianos onde se concentra os melhores restaurantes da cidade.

O Bosque que pertence à Paróquia de Santa Felicidade é um importante ponto de confraternização para a comunidade e visitantes.

Festas típicas, de origem italiana, são realizadas anualmente nas instalações do Bosque, como a Festa da Uva (janeiro) e a Festa da Polenta e do Frango (julho).

O Memorial Italiano lembram as antigas construções romanas, onde são realizadas festas típicas. A infra-estrutura do bosque conta com um palco coberto com camarins, uma polenteira com chaminé, quiosques para a venda de uvas e vinhos, churrasqueiras e um pavilhão que serve como restaurante.



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7 de Setembro Independência do Brasil

Conforme destaca o site Wikipédia denomina se a Independência do Brasil o processo que culminou com a emancipação política desse país do reino de Portugal, no início do século XIX.

Oficialmente, a data comemorada é a de 7 de setembro de 1822, quando ocorreu o episódio do chamado "Grito do Ipiranga". De acordo com a história oficial, nesta data, às margens do riacho Ipiranga (atual cidade de São Paulo), o Príncipe Regente D. Pedro bradou perante a sua comitiva: Independência ou Morte!. Determinados aspectos dessa versão, no entanto, são contestados por alguns historiadores.

A moderna historiografia em História do Brasil remete o início do processo de independência à Transferência da corte portuguesa para o Brasil (1808-1821), no contexto da Guerra Peninsular, a partir de 1808.

A aristocracia rural brasileira encaminhou a independência do Brasil com o cuidado de não afetar seus privilégios, representados pelo latifúndio e escravismo. Dessa forma, a independência foi imposta verticalmente, com a preocupação em manter a unidade nacional e conciliar as divergências existentes dentro da própria elite rural, afastando os setores mais baixos da sociedade representados por escravos e trabalhadores pobres em geral.

A independência não marcou nenhuma ruptura com o processo de nossa história colonial. As bases sócio-econômicas (trabalho escravo, monocultura e latifúndio), que representavam a manutenção dos privilégios aristocráticos, permaneceram inalteradas. O "sete de setembro" foi apenas a consolidação de uma ruptura política, que já começara 14 anos atrás, com a abertura dos portos.

Leia Também:
-Independência do Brasil em 7 de setembro de 1822

-A desigualdade na distribuição de terras no Brasil colonial

-A história do descobrimento do Brasil

Monitor AOC

Justiça decreta retorno de jovens cegos para Angola

O Tribunal de Justiça do Paraná suspendeu a liminar que permitia a permanência de 11 jovens angolanos cegos no Brasil. O Ministério Público tenta recorrer da decisão e já entrou com um pedido de reconsideração para que o relator não casse a liminar.

O grupo de estrangeiros cegos vivia há 8 anos em Curitiba e não quer sair do país neste momento. Eles vieram para o Brasil para fugir da guerra e pretendiam retornar para Angola apenas depois de terminarem os estudos. Assim, teriam mais chances de conseguir um emprego e ajudar as famílias.

Muitos estariam apresentando problemas emocionais desde que souberam que devem voltar, de crises de choro ao desenvolvimento de teorias de conspiração persecutória, temendo punições dirigidas a si e aos familiares. A vontade de todos seria a de permanecer no Brasil.

Seis deles já haviam passado no vestibular e estavam matriculados em uma faculdade particular. Se a decisão não do Tribunal não for revista os jovens deverão embarcar de volta para Angola na quarta-feira dia quatro de março.

Governo prepara anistia para imigrantes ilegais no Brasil

O governo federal prepara uma proposta para anistiar cerca de 50 mil estrangeiros que vivem ilegalmente no país. O secretário-executivo do Ministério da Justiça, Luiz Paulo Barreto, afirmou nesta terça-feira que o objetivo é legalizar a situação dessas pessoas e obter como contrapartida a mesma reação dos países que abrigam os imigrantes brasileiros.

Há dez anos, o governo federal concedeu a chamada anistia geral aos estrangeiros. Na ocasião, os interessados deveriam procurar os órgãos federais ligados ao Ministério da Justiça em busca da legalização.

Levantamento realizado pelo Instituto Migrações e Direitos Humanos, em 1998, identificou que 40.909 pessoas procuraram os órgãos federais para legalizar sua situação.

Deste total, segundo a organização, a maioria era formada por chineses, bolivianos, argentinos, uruguaios, coreanos, libaneses, peruanos, chilenos, paraguaios e portugueses.

Em março, o Serviço Pastoral dos Imigrantes, ligado à CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), concluiu estudo informando que a maioria dos imigrantes ilegais no vivem no país são os chineses e os de origem latina-americana, paraguaios, bolivianos, colombianos, peruanos, argentinos e chilenos.

Governo de SP acha lista de passageiros de imigrantes do Kasato Maru

Um importante documento para a história da imigração japonesa no Brasil que completou cem anos em junho passado estava perdido em uma das caixas Arquivo Público do Estado de São Paulo. Trata-se da lista com a identificação dos primeiros imigrantes daquele país que embarcaram, rumo ao Brasil, no navio Kasato Maru. Os pesquisadores já conheciam a lista feita na chegada ao Brasil, mas não a feita na saída do Japão.

"Foi uma coincidência mesmo. Fazíamos um levantamento em 386 caixas de requerimentos da Secretaria de Agricultura, que cuidava da imigração no final do século 19 e no século 20, quando encontramos o documento. Ele está bastante conservado", relata Sonia Troitiño, diretora do Arquivo Permanente.

Quem assina a lista é um funcionário do Consulado do Brasil em Yokohama, em 30 de abril de 1908. Na carta endereçada ao então secretário estadual de Agricultura, a autoridade que, na época, era responsável pelas imigrações, ele explica que há falhas na lista e que não pôde corrigi-las "por falta de tempo".
Mais detalhes:Folha Online

Caso queiram consultar os documentos originais clik aqui ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO - KASATO MARU

Remessas de estrangeiros no Brasil somam R$ 1 bi

O crescimento da economia tem trazido um novo tipo de estrangeiro para o Brasil: o trabalhador. De países mais pobres, geralmente dos vizinhos latinos, milhares desses imigrantes têm cruzado a fronteira em busca de emprego, reais e uma vida melhor. Ainda que tenham salários baixos e condições, às vezes, pouco favoráveis, eles têm conseguido prosperar: no período acumulado de 12 meses até maio, o volume de remessas feitas às famílias nos países de origem cresceu 78,4% e já soma US$ 638,8 milhões, ou pouco mais de R$ 1 bilhão no período.

Aos olhos da maioria dos brasileiros, apesar do crescimento econômico dos últimos anos, as reclamações continuam e persistem as dificuldades em encontrar bons empregos e salários. Mas o quadro é encarado de forma totalmente diferente por quem olha a situação de fora: trabalhadores de países mais pobres vêem o Brasil como uma alternativa de vida. Enquanto brasileiros acham que a saída está em países da Europa, Estados Unidos ou Japão, milhares de bolivianos, colombianos, paraguaios e peruanos escolheram o Brasil como a terra dos sonhos. Coreanos e chineses completam a lista dos novos imigrantes.
leia mais...A Tarde

A história do descobrimento do Brasil

Em 22 de abril de 1500 chegava ao Brasil 13 caravelas portuguesas lideradas por Pedro Álvares Cabral. A primeira vista, eles acreditavam tratar-se de um grande monte, e chamaram-no de Monte Pascoal. No dia 26 de abril, foi celebrada a primeira missa no Brasil.

Após deixarem o local em direção à Índia, Cabral, na incerteza se a terra descoberta tratava-se de um continente ou de uma grande ilha, alterou o nome para Ilha de Vera Cruz. 

Após exploração realizada por outras expedições portuguesas, foi descoberto tratar-se realmente de um continente, e novamente o nome foi alterado. A nova terra passou a ser chamada de Terra de Santa Cruz. Somente depois da descoberta do pau-brasil, ocorrida no ano de 1511, nosso país passou a ser chamado pelo nome que conhecemos hoje: Brasil.


A descoberta do Brasil ocorreu no período das grandes navegações, quando Portugal e Espanha exploravam o oceano em busca de novas terras. Poucos anos antes da descoberta do Brasil, em 1492, Cristóvão Colombo, navegando pela Espanha, chegou a América, fato que ampliou as expectativas dos exploradores.

Diante do fato de ambos terem as mesmas ambições e com objetivo de evitar guerras pela posse das terras, Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Tordesilhas, em 1494. De acordo com este acordo, Portugal ficou com as terras recém descobertas que estavam a leste da linha imaginária ( 200 milhas a oeste das ilhas de Cabo Verde), enquanto a Espanha ficou com as terras a oeste desta linha.

Mesmo com a descoberta das terras brasileiras, Portugal continuava empenhado no comércio com as Índias, pois as especiarias que os portugueses encontravam lá eram de grande valia para sua comercialização na Europa. As especiarias comercializadas eram: cravo, pimenta, canela, noz moscada, gengibre, porcelanas orientais, seda, etc.

Enquanto realizava este lucrativo comércio, Portugal realizava no Brasil o extrativismo do pau-brasil, explorando da Mata Atlântica toneladas da valiosa madeira, cuja tinta vermelha era comercializada na Europa. Neste caso foi utilizado o escambo, ou seja, os indígenas recebiam dos portugueses algumas bugigangas (apitos, espelhos e chocalhos) e davam em troca o trabalho no corte e carregamento das toras de madeira até as caravelas.

Foi somente a partir de 1530, com a expedição organizada por Martin Afonso de Souza, que a coroa portuguesa começou a interessar-se pela colonização da nova terra. Isso ocorreu, pois havia um grande receio dos portugueses em perderem as novas terras para invasores que haviam ficado de fora do tratado de Tordesilhas, como, por exemplo, franceses, holandeses e ingleses.

Navegadores e piratas destes povos, estavam praticando a retirada ilegal de madeira de nossas matas. A colonização seria uma das formas de ocupar e proteger o território. Para tanto, os portugueses começaram a fazer experiências com o plantio da cana-de-açúcar, visando um promissor comércio desta mercadoria na Europa.

A desigualdade na distribuição de terras no Brasil colonial

Logo após o descobrimento do Brasil (1500), a coroa portuguesa temendo invasões estrangeiras no território brasileiro, por corsários e piratas ingleses, franceses e holandeses que viviam saqueando as riquezas da terra recém descoberta, resolve colonizar o Brasil e administrar de forma eficiente.

Entre os anos de 1534 e 1536, o rei de Portugal D. João III resolveu dividir a terra brasileira em faixas, que partiam do litoral até a linha imaginária do Tratado de Tordesilhas. Estas enormes faixas de terras, conhecidas como Capitanias Hereditárias, foram doadas para nobres e pessoas de confiança do rei. Estes que recebiam as terras, chamados de donatários, tinham a função de administrar, colonizar, proteger e desenvolver a região.

Cabia também aos donatários combater os índios de tribos que tentavam resistir à ocupação do território. Em troca destes serviços, além das terras, os donatários recebiam algumas regalias, como a permissão de explorar as riquezas minerais e vegetais da região.Estes territórios seriam transmitidos de forma hereditária, ou seja, passariam de pai para filho. Fato que explica o nome deste sistema administrativo.

As dificuldades de administração das capitanias eram inúmeras. A distância de Portugal, os ataques indígenas, a falta de recursos e a extensão territorial dificultaram muito a implantação do sistema. Com exceção das capitanias de Pernambuco e São Vicente, todas acabaram fracassando. Desta forma, em 1549, o rei de Portugal criou um novo sistema administrativo para o Brasil: o Governo-Geral. Este seria mais centralizador, cabendo ao governador geral as funções antes atribuídas aos donatários.

Embora tenha vigorado por pouco tempo, o sistema das Capitanias Hereditárias deixou marcas profundas na divisão de terra do Brasil. A distribuição desigual das terras gerou posteriormente os latifúndios, causando uma desigualdade no campo. Atualmente, muitos não possuem terras, enquanto poucos possuem grandes propriedades rurais.

Principais Capitanias Hereditárias e seus donatários: São Vicente (Martim Afonso de Sousa), Santana, Santo Amaro e Itamaracá (Pêro Lopes de Sousa); Paraíba do Sul (Pêro Gois da Silveira),Espírito Santo (Vasco Fernandes Coutinho), Porto Seguro (Pêro de Campos Tourinho), Ilhéus (Jorge Figueiredo Correia), Bahia (Francisco Pereira Coutinho). Pernambuco (Duarte Coelho), Ceará (António Cardoso de Barros), Baía da Traição até o Amazonas (João de Barros, Aires da,Cunha e Fernando Álvares de Andrade).

Estas foram as primeiras imigrações que se tem conhecimento em território brasileiro com o intuito de proteger as extensas terras brasileiras dos saqueadores. Os imigrantes neste caso que eram amigos da corte portuguesa na verdade recebiam imensos latifúndios sob o pretexto de protegê-los. Desde o início das divisões das terras no Brasil já percebemos como tudo começou de forma errada e desproporcional. Até os dias de hoje percebemos que ainda permanece na cultura do nosso povo a forma incorreta de proteger os amigos do rei.

Imigrantes relembram origens durante festejos típicos em São Paulo

Apresentações culturais e artísticas, além de praças de alimentação com comidas típicas, atraíram hoje (15) centenas de pessoas para as comemorações da 13ª Festa do Imigrante, na antiga hospedaria dos estrangeiros e atual Memorial do Imigrante, no bairro do Brás, Zona Leste de São Paulo. Durante os festejos, além de danças folclóricas da Alemanha, Paraguai e Hungria, ocorreu o lançamento de um livro sobre os 120 anos da hospedaria.

O livro, da historiadora Soraya Moura, relata um pouco das aventuras dos imigrantes que cruzaram o oceano em busca de uma vida mais promissora em terras brasileiras. A escritora lembra, por exemplo, que a hospedaria não serviu apenas de abrigo para os recém-chegados do Exterior. Foi também um local de prisão dos estrangeiros de países inimigos, durante a Segunda Grande Guerra. "Nesse período da guerra, o litoral passou por uma devassa e muitos japoneses, alemães e italianos vieram parar em celas neste local”.

De acordo com ela, o livro narra ainda episódios de grandes epidemias. "Muitos imigrantes ficavam suscetíveis a doenças que não conheciam, como a febre amarela ou a chamada tosse comprida”, destaca Soraya Moura. Ela calcula que, entre 1887 e 1978, passaram pela hospedaria mais de 2,5 milhões de pessoas de 75 nações.

Da antiga hospedaria, hoje apenas 30% é ocupada pelo Memorial do Imigrante. O restante sedia uma entidade social, a Associação Internacional para o Desenvolvimento-Núcleo São Paulo (Assimdes-SP), que atende a homens sem moradia, a maioria migrantes pobres, vindos do Nordeste do país e também refugiados políticos.

A festa também lembrou o centenário da imigração japonesa. Durante as comemorações, chegaram ao local, no início da tarde, os participantes de uma caminhada, que começou no último dia 12, no Porto de Santos para conhecer a tocha da Amizade, trazida do Japão e que ficará 10 dias no Memorial. O roteiro da caminhada foi traçado com o objetivo de repetir a trajetória dos primeiros imigrantes daquele país. A primeira grande leva desembarcou no Porto de Santos, em 18 de junho de 1908, no navio Kasato Maru, depois de uma viagem de 52 dias desde o porto de Kobe.

Por isso, o grupo – formado em grande parte por turistas vindos do Japão – fez uma parada no município. "Tivemos, inclusive,a participação de um senhor de 90 anos na subida da Serra do mar, pela estrada velha. E quando chegamos a São Bernardo, uma família com três gerações, incluindo bebês, fez questão de se unir a nós”, contou Luis Hanada, o organizador do grupo.

O ponto alto do centenário da imigração japonesa deve ocorrer, na próxima quarta-feira (18), quando o príncipe herdeiro Nahirito, será recebido, em Brasília, pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. O Brasil tem a maior colônia de nipônicos do mundo, com 1,5 milhão de descendentes de japoneses nascidos em terras brasileiras. No próximo sábado (21), será a vez de São Paulo receber o príncipe Hahirito. No dia seguinte, domingo (22), ele viajará para o Paraná.
Marli Moreira
Agencia Brasil

A Imigração dos Árabes e Turcos se confundem na Historia

A Turquia é um país situado em parte na Europa, em fronteira com a Grécia e a Bulgária, e em parte na Ásia, em fronteira com a Síria, Iraque e Irã. Apesar de ter uma forte influência islâmica, não é um país árabe. Como um ponto geográfico estratégico entre o Ocidente e o Oriente desde o domínio romano, o território sofreu influência das culturas latinas, gregas, bizantinas, persa e, inclusive, árabe.

Mas o que explica a confusão que se faz no Brasil entre turcos e árabes foi o fato de durante muito tempo a Turquia ser o centro do que ficou conhecido de Império Turco-Otomano. No seu auge, entre os séculos XVI e XVII, chegou a abranger parte do norte da África, da atual Arábia Saudita e da Europa. “Ela tinha muita força, estava dentro de outra ocidentalidade. Ela se formou à custa de Roma Oriental, e teve uma série de vantagens comerciais entre os dois blocos da própria Turquia, a Turquia européia e a Turquia da Península.

Na primeira década do século XX, o Império passava por um desmantelamento (se extinguiria em 1922, com a proclamação da República), mas ainda dominava a Síria. Durante uma época todos os imigrantes que vinham região chegavam ao Brasil com passaporte turco.
Para esses imigrantes que chegavam ao Brasil, a lembrança de que sua terra estava dominada era dolorosa. No começo, era muito humilhante para eles ser chamados de turcos. O povo brasileiro em geral até hoje tem dificuldades para diferenciar os turcos do libanês, o sírio.

Os dados sobre o grupo de imigrantes árabes que chegou ao Brasil no começo do século XX são imprecisos. E se o objetivo for dividir a imigração síria da libanesa, a tarefa fica um pouco mais difícil. Era na verdade só a Síria. Então os primeiros que vieram vinham com passaporte turco, como se fosse da Síria, só que não dava para saber se eram sírios ou libaneses, porque não existia essa distinção.

O Líbano surgiu como país no ano de 1916, com o tratado de Sykes-Picot, firmado entre França e Grã-Bretanha, as duas grandes potências imperialistas da época. O tratado definiu as fronteiras que hoje conhecemos do Oriente Médio, incluindo a separação de Síria e Líbano.

Dia do Imigrante

Dia 25 de Junho comemora-se o DIA DO IMIGRANTE. Nesta data Aquela pessoa que vai exercer sua profissão em outro país, onde a mão de obra oferece mais oportunidades. Mas este não o único motivo que leva a saída do país. A busca pelo sucesso, cursos de especialização, qualidade de vida, aproximação dos familiares são alguns dos motivos que levam a troca temporária ou permanente por outros lugares.
Quando o Brasil se tornou independente de Portugal, em 1822, já era um país muito extenso, mas pouco povoado. Era preciso ocupá-lo de fato, isto com sua própria gente, e dessa maneira garantir as fronteiras. Por esse motivo, uma das medidas do governo brasileiro foi incentivar a vinda de imigrantes europeus. Eles contribuíram para o desenvolvimento de uma vasta área do país.

O Brasil é um país de imigrantes. 



Aqui, desde o o final de 1800, chegaram para trabalhar as mais variadas etnias; portugueses, italianos, alemães, poloneses, japoneses, espanhóis, coreanos, árabes, ucranianos e oriundos de quase todos os países da Europa e Ásia.
Todos estes imigrantes, com sua força de trabalho e vontade de vencer, fizeram junto com os brasileiros um Brasil próspero e rico. Esse progresso e crescimento se deve muito a mão de obra africana, que apesar do regime escravagista, deixou sua marca genética.

Há muitos brasileiros que saem em busca de novos rumos Alguns voltam sem conseguir seus objetivos, mas há os que adotam a nova terra, porque lá alcançaram sua meta e voltam apenas para visitar ou buscar parentes, facilitando uma possível carreira fora daqui.

Devido a falta de empregos nos países preferidos pelos imigrantes, fato este devido ao aumento demográfico, as nações mais procuradas tiveram que adotar medidas anti migratórias, como a Lei Dèbret, aprovada na França em 1997 e a Lei de Responsabiidade pela Imigração em vigor nos EE.UU. no mesmo ano.

O fato é que sempre haverá imigrações, migrações, intercâmbios culturais, até porque está no íntimo do ser humano, a vontade de conhecer e conviver com novas culturas, aliada a necessidade de sobrevivência através do trabalho e especializações encontradas em outros países mais adiantados.