WP-ThGWU6Yg-LZQP372atnaqZcM Festas Comemorativas | Imigrantes Brasil
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A influência da imigração Francesa no Brasil

Os imigrantes Franceses que aqui chegaram, eram na maioria agricultores, que com a falta de oportunidades em sua terra natal vinham em busca de novos horizontes. Aproveitando o incentivo do governo, migraram para o Brasil, instalaram-se em colônias e desenvolveram suas modernas técnicas de produção.

Os primeiros imigrantes franceses chegaram ao Brasil na segunda metade do século XIX, não há registros precisos da data de chegada, dirigiram-se para a colônia de Benevides, numa área de 195 km, na região metropolitana de Belém do Pará.

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Em 7 de julho de 1873, o governo imperial concedeu 6 léguas de terras na estrada de Bragança para concessão de lotes de terra aos imigrantes franceses.

No Brasil, a maioria da imigração envolveu uma população expropriada e empobrecida. No caso dos imigrantes franceses, as famílias tinham um bom padrão de vida, viviam da agricultura e da produção de vinho.

No sul do país, a vinda de frades franceses tem início no século XIX, quando o Bispo Don Claúdio José Gonçalves Ponce de Leão solicitou ao General dos Capuchinhos, em 30 de julho de 1893, a vinda de frades para atender as comunidades católicas formadas por imigrantes italianos e alemães recém chegados ao país. A missão que se transferiu para o sul do país era formada por professores e estudantes de Filosofia e Teologia.

Foi o francês Amadeo Gustavo Gastal que, em 1878, introduziu no sul do Brasil a produção de pêssego. Utilizando equipamento importado, ele elaborou as primeiras compotas da fruta, em seu estabelecimento, chamado Bruyères. Os primeiros pomares surgiram nessa época.

Em Rio Grande uma das mais significativas contribuições dos franceses foi a realização das obras de melhoramento da Barra e construção do porto. As operações desenvolvidas pela “Compagnie Française du Port de Rio Grande do Sul”, que tiveram início em 1908 tinha como responsável o engenheiro francês Quellenec, especialista em obras marítimas.

Em 15 de novembro de 1915, autorizada pelo Governo Federal, a C.O Francesa inaugurou o primeiro trecho de 500 metros de cais do Novo Porto, compreendendo 3 armazéns para mercadorias, servidos por guindastes elétricos, um depósito para carvão, servido por dois transbordadores elétricos, linhas férreas, etc.

O Porto do Rio Grande é hoje o escoadouro natural das riquezas do estado e do país, e a porta de entrada dos bens e insumo necessários ao desenvolvimento. Único porto marítimo do estado, o Porto do Rio Grande é definido como o principal pólo do Corredor de Exportação do Extremo Sul.

A França sempre foi vista como o país da cultura, da boa música, do requinte de sua culinária, do ensino de qualidade e dos hábitos e costumes refinados.

Em Rio Grande uma das mais expressivas contribuições francesas podem ser acompanhadas através da educação, quando os Irmãos Maristas chegaram a cidade, por volta de 1913 e assumiram as instalações do antigo Colégio Sagrado Coração de Jesus, hoje Colégio São Francisco, que era mantido pelos Padres Jesuítas e que havia encerrado suas atividades em 1913 com 140 alunos matriculados.

As educação Marista é uma proposta herdada do francês, São Marcelino Champagnat, cuja filosofia está voltada para a formação integral do cidadão, alicerçada nos valores da amizade, do respeito, da solidariedade e do crescimento espiritual. E como missão: fé, cultura e vida à luz do evangelho.

A culinária francesa é considerada a de estilo mais elegante e refinado do mundo. As técnicas francesas de cozinhar tem exercido grande influência em quase toda a culinária ocidental. Quase todas as escolas de culinária usam a cozinha francesa como base.

A cozinha francesa pode ser dividida em: Cuisine du terroir; Cuisine nouvelle e Cozinha burguesa.

A cozinha burguesa inclui todos os partos clássicos franceses que foram adaptados ao longo dos anos, para atender ao gosto mais refinado. Inclui molhos ricos à base de creme e algumas técnicas complexas de cozinhar.

A cuisine du terroir cobre as especialidades regionais com foco forte nos produtos de qualidades locais e na tradição camponesa.
A cuisine nouvelle caracteriza-se por pratos preparados em menor tempo, menor porção, além de serem mais leves e apresentados de forma refinada e decorativa.

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A influência dos imigrantes Italianos e a Festa da Uva em Caxias do Sul

A história da uva na Serra Gaúcha começa em 1875, ano em que chegaram as primeiras levas de famílias imigrantes, vindas das províncias do Norte da Itália. As mudas de videiras trazidas pelos italianos logo começaram a cobrir os vales e encostas da região. Em poucas décadas a viticultura tornou-se a principal atividade econômica.


No ano de 1920, eram cultivados na Região dos Vinhedos mais de 11 mil hectares de videiras, área que passou para 25 mil hectares em 1950 e chegou a quase 50 mil hectares na década de 70. 

Com o grande desenvolvimento do setor vinícola, surgiu a idéia de se realizar em Caxias do Sul uma exposição de uvas, de caráter festivo. E no dia 7 de março de 1931 se realizava a primeira Festa da Uva, com duração de apenas um dia, no centro da cidade. No ano seguinte, a festa foi ampliada, com a montagem de pavilhões de exposições na praça Dante Alighieri (centro da cidade).


A história que é contada aos visitantes da Festa da Uva é inspirada na saga dos imigrantes que chegaram em 1875, oriundos das regiões italianas de Lombardia, Vêneto e Tirol.

Fugiram da miséria que assolava a Itália após a unificação. Vinham atraídos pelo discurso dos recrutadores e pelo sonho de serem proprietários de terra no Novo Mundo. Receberam 8 mil quilômetros quadrados de terra na Encosta Superior do Nordeste do Rio Grande do Sul. Terras devolutas, inaproveitáveis para a produção agrícola, que precisavam ser povoadas. 

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Temas das festas
1931 - O Começo de Tudo
1932 - Mais brilho e o primeiro Corso Alegórico
1933 - Adélia! Senhora nossa e rainha!
1934 - Caxias, a Pérola das Colônias
1935 e 1936 - Celebração interrompida
1937 - Inaugurada a fonte luminosa
1938 a 1949 - Celebração interrompida
1950 - VI Festa da Uva
1954 - Visita do Presidente da República e inauguração do Monumento ao Imigrante
1958 - VIII Festa da Uva
1961 - IX Festa da Uva
1965 - Maior evento do gênero na América Latina
1969 - Corso Noturno
1972 - XII Festa da Uva
1975 - 100 anos de imigração
1978 - Réplica de Caxias 1885
1981 - Visita do Presidente Figueiredo
1984 - Volta às Origens
1986 - 55 anos de Festa
1989 - A maior Festa do Século
1991 - XIX Festa da Uva
1994 - Uma história que vem de longe
1996 - A América que nós fizemos
1998 - A Festa das Festas
2000 - O trabalho e os dias de um povo. Venha ver e festejar
2002 - Mulher Imigrante
2004 - Terra, Pão e Vinho
2006 - A Alegria de Estarmos Juntos
2008 - Uma vez imigrante, para sempre brasileiro


07/02/2008

Lady GaGa, U2, Usher em show beneficiente em prol da Fundação Bill Clinton

Em 15 de Outubro no Hollywood Bolwl em Los Angeles a Fundação de Bill Clinton com o apoio de artistas como Lady GaGa , Usher , e U2 s ' Bono e The Edge vão comemorar em grande estilo os primeiros dez anos de vida.

"Estou orgulhoso de que alguns dos artistas mais influentes de hoje estão se unindo para aumentar a conscientização sobre o trabalho da minha fundação", disse Clinton em um comunicado. "Na última década, os compromissos com a minha Iniciativa Global Clinton, têm melhorado a vida de mais de 300 milhões de pessoas em todo o mundo."

Lady GaGa
"Nós baixamos o custo do tratamento da AIDS, temos combatido as alterações climáticas, as economias tem se fortalecido, aumentamos o acesso à educação da população mais pobre, melhoramos a saúde e até mesmo temos oferecido financiamentos e orientação para pequenas empresas. Esta celebração marca os 10 anos desses esforços e demonstra o quanto podemos fazer para fazer a diferença nos próximos anos. "

O evento, apelidado de "Uma década de Diferença" comemora os 10 Anos da "William J. Clinton Foundation" será transmitido exclusivamente no Yahoo! em ClintonConcert.Yahoo.com.

Muitos artistas da tv, música e cinema ainda deverão ser anunciados e farão parte da festa de comemorativa.

Usher
U2 s ' Bono
The Edge

Arte e cultura da Romênia

 
A Romênia atual tem estado habitada desde tempos remotos, a prova são os machados de silex encontrados na zona dos Cárpatos, entre os rios Arges e Olt e que datam de aproximadamente 600 mil anos, assim como as pinturas rupestres das grutas próximas a Cuciulat e que segundo se conta são do ano 10.000 a.C.

Arquitetura

Se algo pode caracterizar a Romênia no relativo a sua arquitetura é a profusão de igrejas e mosteiros (muitos são construídos por Estaban o Grande).
Entre as construções mais relevante, dada sua antigüidade, destacam as pequenas igrejas dos século XI e XII de Tara Hategului e que representam admiráveis exemplos de uma arquitetura de dimensões modestas. A Igreja de Streisangeorgiu, parece ser a mais velha construção de muralha que se conserva no país. Seu volume, de uma simplicidade perfeita, contem uma nave sobre a que se eleva uma torre campanário e um pequeno altar no que ainda se conservam fragmentos da pintura original que data do ano 1313.

As igrejas de Santamarie Orlea e a Igreja de Steri, ambas edificadas ao redor do ano 1279, apresentam umas dimensões reduzidas e distinguem-se por ter a nave separada do altar e a torre campanário, situada na entrada, é de uma clara influência românica. Porém, é a pequena Igreja de Densus uma das construções mais interessantes do país e a que melhor representa a arquitetura de aquela época.

Construída no século XIII, com a pedra extraída das ruínas da antiga capital da dacia Romana, possui umas dimensões modestas, coroadas por uma torre central. Ainda podem ver-se fragmentos de pedras romanas esculpidas, sobretudo nas muralhas exteriores, enquanto que no interior ainda se conservam partes da pintura mural do século XV. Estes detalhes fazem com que o templo seja uma das mostras mais representativas das construções de culto bizantino.
Por outro lado, na região de Transilvânia e dado que a madeira é o principal elemento de construção, muitas das antigas edificações não sobreviveram ao passo do tempo. Porém, os templos que chegaram a nossos dias, sofreram remodelações. Entre as igrejas de madeira mais relevantes encontram-se as de Marmures, ao longo dos vales dos rios Iza, Mara e Covsau, as igrejas de Cuhea, Leud, Sieu, Barsana, Budesti Susania ou Glod e na zona de Chosaru, as igrejas de Calinesti e Glod.

Estaban o Grande

Estaban o Grande, príncipe de Moldavia entre 1457 e 1504, junto a Miguel o Valente foram uns dos mecenas das artes mais importantes de Romênia. Sob seu patrocínio e impulso se desenvolveu em Moldavia uma atividade construtiva de grande amplitude.
Não só foram os mosteiros fortificados que constituíam um conjunto defensivo, nem as construções tão imponentes como o Castelo de Bran, perto de Brasov o que diferenciou a Estaban o Grande, e sim as mais de 30 igrejas construídas sob seu mandato o que lhe outorgou o respeito e o título de mecenas da arquitetura e a arte de Moldavia.

A Igreja de Patrauti (1487), a primeira das fundações do príncipe, anuncia o novo estilo caracterizado pelas reduzidas dimensões mas de remarcáveis proporções. O volume, abarcando segundo o modelo bizantino "pronaos" e "naos" com absides laterais e altar, é coroado por um precioso telhado alto. Os arcos, ao sesgo, que sustentam e lançam a torre, passariam a formar parte do repertório da arquitetura de Moldavia.

Música

Os instrumentos musicais tradicionais de Romênia incluem o "cimpoi" (gaita), o "cobza" (umlaúd com a forma de pêra), o "nai" (espécie de flauta de pão), diversas flautas como a ocarina, fabricada em cerâmica e a "tilinca" (particular flauta sem orifícios para os dedos). Porém, o violino é o instrumento folclórico mais popular de Romênia. 


A "doina" é uma canção de amor improvisada, uma espécie de blues que incorpora temas sociais ou românticos. Em cambio, a "balada" é uma canção coletiva em onde se narram histórias de diferente conteúdos, principalmente de caracter histórico.

Nas danças populares os casais podem dançar em círculos, semi círculos ou bem, em linha. No "sirba", os homens e as mulheres dançam a ritmos rápidos em círculos muito próximos com as manos sobre os ombros da pessoa que encontra-se a seu lado. O "hora" é outra das danças em círculos que se desenvolvem de forma muito rápida, enquanto que no "briu" ou a "dança do cinto", os dançantes formam uma fila segurando-se na cintura.

A música moderna dos ciganos tem absorvido muitas influências e é freqüente encontrar-se aos músicos profissionais tocando por qualquer lugar. É também muito comum ver aos "lautari", que não são outra coisa mais que músicos, tocando nos casamentos, aniversário, batismos ou nos funerais. A música da região de Transilvânia, onde há mais presença húngara, é muito mais solene e seria.

O Bosque São Cristovão é uma importante referência da cultura dos imigrantes italianos no Paraná


O Bosque São Cristóvão sem dúvidas é um local onde o turista e descendentes de italianos não podem deixar de visitar em Curitiba.

O Bosque São Cristovão localiza-se em Santa Felicidade um bairro tradicional de imigrantes italianos onde se concentra os melhores restaurantes da cidade.

O Bosque que pertence à Paróquia de Santa Felicidade é um importante ponto de confraternização para a comunidade e visitantes.

Festas típicas, de origem italiana, são realizadas anualmente nas instalações do Bosque, como a Festa da Uva (janeiro) e a Festa da Polenta e do Frango (julho).

O Memorial Italiano lembram as antigas construções romanas, onde são realizadas festas típicas. A infra-estrutura do bosque conta com um palco coberto com camarins, uma polenteira com chaminé, quiosques para a venda de uvas e vinhos, churrasqueiras e um pavilhão que serve como restaurante.



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7 de Setembro Independência do Brasil

Conforme destaca o site Wikipédia denomina se a Independência do Brasil o processo que culminou com a emancipação política desse país do reino de Portugal, no início do século XIX.

Oficialmente, a data comemorada é a de 7 de setembro de 1822, quando ocorreu o episódio do chamado "Grito do Ipiranga". De acordo com a história oficial, nesta data, às margens do riacho Ipiranga (atual cidade de São Paulo), o Príncipe Regente D. Pedro bradou perante a sua comitiva: Independência ou Morte!. Determinados aspectos dessa versão, no entanto, são contestados por alguns historiadores.

A moderna historiografia em História do Brasil remete o início do processo de independência à Transferência da corte portuguesa para o Brasil (1808-1821), no contexto da Guerra Peninsular, a partir de 1808.

A aristocracia rural brasileira encaminhou a independência do Brasil com o cuidado de não afetar seus privilégios, representados pelo latifúndio e escravismo. Dessa forma, a independência foi imposta verticalmente, com a preocupação em manter a unidade nacional e conciliar as divergências existentes dentro da própria elite rural, afastando os setores mais baixos da sociedade representados por escravos e trabalhadores pobres em geral.

A independência não marcou nenhuma ruptura com o processo de nossa história colonial. As bases sócio-econômicas (trabalho escravo, monocultura e latifúndio), que representavam a manutenção dos privilégios aristocráticos, permaneceram inalteradas. O "sete de setembro" foi apenas a consolidação de uma ruptura política, que já começara 14 anos atrás, com a abertura dos portos.

Leia Também:
-Independência do Brasil em 7 de setembro de 1822

-A desigualdade na distribuição de terras no Brasil colonial

-A história do descobrimento do Brasil

Monitor AOC

Festa trentina marca a imigração italiana na RMC

A única colônia Trentina do Paraná, a Colônia Santa Maria do Novo Tirol, em Piraquara, faz no próximo dia 24 uma festa para marcar a chegada das primeiras 59 famílias que aqui chegaram vindas de Trento, no Norte da Itália, em 1878.

A 8ª Festa da Colônia Santa Maria terá comida típica – risoto de frango caipira, polenta, frango frito ao molho, macarrão, saladas verdes, crauti, fatias de queijo frito, e para acompanhar o vinho trentino colonial, produzido na própria comunidade, sem esquecer do sagu com creme na sobremesa.

Conforme informações do secretário de Meio Ambiente, Agricultura e Turismo, Gilmar Zachi Clavisso, a festa, que tem o apoio da prefeitura municipal e do Circolo Trentino de Curitiba, é coordenada pela Associação dos Produtores Agroecológicos e Empreendedores de Turismo (Trento Transforma).
Fonte:Bem Paraná


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Ano da França no Brasil terá exposição de fotos de Robert Doisneau

No mês de Abril abre as comemorações do “Ano da França no Brasil”. Uma das primeiras ações do calendário oficial do ano são as “Fotos de Robert Doisneau” – Exposição “A Renault de Doisneau”. A mostra chegará ao País no dia 24 de abril e trará 106 imagens de um dos maiores fotógrafos do século XX. Em sua primeira etapa, a exposição acontecerá em Curitiba até o dia 14 de junho, na Casa Andrade Muricy. Em seguida, estará em São Paulo de 27 de outubro a 6 de dezembro, na FIESP. A entrada é gratuita em ambas temporadas.

Autor da foto “O Beijo do Hotel de Ville”, que celebrizou o beijo de um casal em frente à prefeitura da Paris de 1950, o fotógrafo Robert Doisneau teve em sua trajetória profissional duas passagens pela Renault. Deste trabalho resultaram as fotos do acervo, de propriedade da empresa e que compõem a mostra. Na primeira fase, entre 1934 e 1939, Doisneau produziu, como funcionário regular da Renault, uma série de fotografias de veículos, peças e das fábricas da marca nos arredores de Paris. Nesta fase, registrou com sensibilidade e um olhar único a transformação da indústria e do automóvel. Na segunda fase, entre 1946 e 1955, voltou à Renault já como fotógrafo consagrado para produzir fotos publicitárias dos principais modelos da montadora.

Arte moderna e indústria - Complementando sua participação no calendário oficial que marca o Ano da França no Brasil, a Renault traz ao País também parte da sua coleção de arte moderna. A mostra “Uma Aventura Moderna” reúne trabalhos de artistas como Jean Dubuffet, Miro, Victor Vasarely, Robert Rauschenberg, Matta, Takis, Erró, Jean Tinguely, Alechinsky, Michaux e Niki de Saint Phalle. A exposição também se realizará em Curitiba – de 16 de maio a 9 de agosto, no Museu Oscar Niemeyer – e em São Paulo – de 11 de setembro a 15 de dezembro, no Museu de Arte Contemporânea (MAC Bienal).

Exposições Renault no “Ano da França no Brasil”, “Fotos de Robert Doisneau” – Exposição “A Renault de Doisneau” , em Curitiba: de 24 de abril a 14 de junho, na Casa Andrade Muricy (Rua Doutor Muricy, 915 – Centro); Entrada gratuita.Em São Paulo: de 27 de outubro a 6 de dezembro, na Fiesp (Avenida Paulista, nº 1313 – Cerqueira César); Entrada gratuita.

“Uma Aventura Moderna” - Exposição da Coleção de Arte Renault: Em Curitiba: de 16 de maio a 9 de agosto, no Museu Oscar Niemeyer (MON – Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico). Em São Paulo: de 11 de setembro a 15 de dezembro, no Museu de Arte Contemporânea (MAC Bienal – Parque do Ibirapuera); Entrada gratuita.
www.revistafator.com.br

Confira:

Fotografia-Pintura-Gravura




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►Dicas de Intercâmbio
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História da Oktoberfest em Blumenau

É no mês de outubro, durante 18 dias de festa, que os moradores de Blumenau têm oportunidade de mostrar para o Brasil a riqueza cultural herdada dos antepassados vindos da Alemanha.

Criada em 1984, com o propósito de arrecadar fundos para a reconstrução da cidade castigada por duas grandes enchentes, a Oktoberfest tornou-se a maior festa das tradições germânicas na América Latina e o principal destino turístico de Santa Catarina no mês de outubro. Mais do que isso: tornou-se a segunda maior festa da cerveja do mundo, perdendo apenas para Munique. Nesta cidade, a festa foi realizada pela primeira vez em 12 de outubro de 1819, em comemoração ao casamento do rei Luís I, futuro rei da Baviera, com a princesa Tereza sa Saxônia.

Durante quase um século, a festa esteve ligada a corridas de cavalos, exposições, barracas com vendas de artigos locais e diversas atrações. Somente em 1918 é que foi permitida a inclusão de bebida alcoólica, em especial a cerveja, dando à comemoração a alegria que a tornou conhecida em todo o mundo.

Mas, além dos milhões de litros de cerveja que são consumidos em Blumenau (SC), a Oktoberfest tem outros pontos fortes: o desfile de abertura, com a participação de carros alegóricos, e o Bierwagen (carro da cerveja) que faz a alegria dos "loucos por cerveja" e circula todas as tardes festivas distribuindo chope de graça.

Não dá para deixar de visitar também o Museu da Cerveja, localizado na praça onde fica a Cervejaria Continental, que dispõe de duas salas que abrigam peças utilizadas na fabricação da cerveja nas décadas de 1940 e 1960. O espaço exibe ainda, fotos antigas de Blumenau e imagens do álbum da Cervejaria Brahma.

O turismo é a mais nova e cada vez mais rentável atividade econômica de Blumenau que, em 1981, foi premiada pela imprensa especializada do País, como a Cidade Turismo do Brasil.

Outras cidades catarinenses, seguindo o calendário de Blumenau, também passaram a organizar festas típicas em Santa Catarina no mês de outubro, dentre as quais se destacam a Oktoberfest em Joinville, a Fenarreco em Brusque e a Marujada de Itajaí, dando várias opções aos turistas que visitam a região nesse período.
Fonte:www.adjorisc.com.br

Erro faz vinho sair pelas torneiras em cidade italiana

O inusitado incidente ocorreu no último domingo, durante a abertura da 84ª edição da Festa da Uva de Marino – a mais famosa festividade do estilo no país.

Tradicionalmente, para marcar o início da Festa, milhares de moradores fazem uma contagem regressiva ao redor da Fonte dei Quattro Mori, no centro da cidade, para ver a "transformação da água em vinho", quando a fonte passa a jorrar, ao invés de água, uma boa qualidade de vinho branco.

Todos os anos, a Fonte é abastecida com barris de três mil litros de vinho para garantir o sucesso das celebrações. No entanto, os responsáveis pelo abastecimento das fontes de água espalhadas pelas ruas da cidade giraram a alavanca errada no momento da abertura da Festa e, em vez de enviarem vinho para a Fonte, mandaram a bebida para casas da cidade.

Algumas donas de casa de Marino – que possui cerca de 40 mil habitantes – estranharam o odor familiar que saía das torneiras e foram as primeiras a notar que não se tratava de água.

Uma moradora estranhou o cheiro quando limpava o chão de sua casa. Mas não reclamou, porque considerou o odor agradável. O mesmo ocorreu em outros condomínios.

Muitos acreditaram se tratar de um milagre da Virgem do Rosário, a padroeira da Festa da Uva mais famosa da Itália.

Sem saber o que se passava nas casas, milhares de moradores, que aguardavam ansiosos a abertura das festividades com copos de plástico nas mãos, se decepcionaram ao ver jorrar da Fonte nada mais do que água.

As autoridades avisaram que o problema seria solucionado o mais rápido possível e, depois de dez minutos, o vinho começou a jorrar da Fonte normalmente.

Segundo o prefeito de Marino, Adriano Palozzi, ainda não se sabe a quantidade exata de vinho que foi desperdiçada.

"Foi um erro técnico não previsto, que acabou se transformando numa coisa simpática para as pessoas", disse o prefeito à BBC Brasil.

"É uma coisa que pode acontecer, porque o trabalho é todo feito manualmente", afirmou.

"Resolvemos tudo em poucos instantes sem ocasionar qualquer problema para quem estava na festa e para quem ficou em casa naquele momento", disse Palozzi.
Maiores informações:BBC Brasil

A Festa do Divino Espírito Santo foi criada pelos alemães

A festividade do Divino Espírito Santo é oriunda dos Estados Alemães onde, inicialmente, foram praticadas durante a dinastia dos Othons e destinava-se a lançar fundamentos de uma instituição, que, na forma de um banco, formado de esmolas, acudisse os pobres nos anos de penúria. E como os invocantes eram reis os festejos conservaram os aspectos de realeza.

Da divindade que invocavam, do invocante que tomara a iniciativa, nasceram os festejos religiosos que a confraria imperial votava ao culto do Espírito Santo, costume este, que se propagou por toda a Europa.

Na França, a festa foi facilmente difundida. A folia do Divino, assimilada rapidamente, foi chamada “Folias do Bispo Inocente”, solenizada anualmente em São Martinho , de Tours. Daí à Península Ibérica, Portugal e suas colônias foi questão de tempo.

Em Portugal, nos começos do século XIII, a devoção ao Divino Espírito Santo é instituída sob a forma de festa pela Rainha Dona Isabel de Aragão, esposa do Rei Dom Diniz. Ela foi, em vida, grande protetora dos humildes e da religião católica apostólica romana. Para se ter uma idéia, em 1320, não se encontrava, em terras de Portugal, mais que uma capela e quatro hospitais debaixo da invocação do Divino Espírito Santo.

Em Portugal continental a devoção se alastrou e alcançou seu ponto culminante na era das Grandes Descobertas, ou seja, no século XV. De Portugal continental para as suas Colônias e Possessões dependeu, unicamente, do movimento colonizador.

A introdução da festa do Divino Espírito Santo, no nosso Brasil é tão velha quanto a colonização lusa. A Festa do Divino chegou ao Brasil no século XVI e há indícios de que, no Maranhão, ela tenha chegado com os açorianos entre 1615 e 1625. É uma das manifestações folclóricas mais ricas do estado. As mais famosas são as que acontecem no eixo São Luís - Alcântara. Apesar da origem comum e pequena distância entre as duas cidades, há algumas diferenças entre suas comemorações.

Em São Luís, o culto é marcado pelo sincretismo religioso. As tradição trazida pelos portugueses recebeu contribuições das culturas indígenas e, principalmente, africanas.

O evento não acontece na data tradicional e não há uma só festa na cidade. Cada comunidade faz a sua celebração em terreiros de mina diferentes. A Festa do Divino em São Luís está associada não só ao Espírito Santo mas também a outros santos católicos e de casas de culto afro-maranhenses.

Uma das mais famosas festas da cidade acontece na Casa de Fanti-Ashanti, fundada em 1958 por Pai Euclides, um dos pais-de-santo mais conhecidos e respeitados de São Luís. É o único terreiro de candomblé da região, o que influencia fortemente os demais ritos e celebrações que acontecem na Casa. Ali, A Festa do Divino acontece no primeiro domingo de julho, quando as tocadoras de bombos ou caixeiras, que participam de várias festas na região, encontram-se disponíveis para o evento.

O webdoc sobre a Festa do Divino registrou o evento em julho de 2001 na Casa Fanti-Ashanti. Além da entrevista com Pai Euclides e com o pároco da comunidade do Cruzeiro do Anil, o vídeo mostra o caminho percorrido pelos fiéis, da igreja para o terreiro. Apesar das claras influências africanas, várias características se mantém, como a representação do imperador que preside os rituais durante todo o tempo, a missa, a procissão e a partilha de alimentos.

Igreja Luterana Promove a Festa da Costelinha em Campo Mourão

A Igreja Luterana de Campo Mourão no Parána está completando neste ano 55 anos de existência. O seu ilustre presidente Jonas Griehl vem a público convidar a todos a participarem da trigêsima (30ª) FESTA DA COSTELINHA no dia 15 de Junho que já é tradicional na cidade e região. A festa atrai a grande maioria de descendentes de Alemães que frequentam a Igreja Luterana em Campo Mourão e municípios vizinhos.

A FESTA DA COSTELINHA não é somente apreciada pelos descendentes de alemães, mas por todos outras comunidades de imigrantes, como italianos, ucranianos, russos, espanhóis, japoneses e principalmente por toda comunidade da cidade que aprecia muito e colaboram com a realização da festa.

Na festa será servida costela de boi assada na brasa a moda da casa, que segundo os churrasqueiros tem o segredo no tempero e preparo que é guardado a sete chaves, acompanhada de saladas diversas, farofas e outros. Haverá distribuição de brindes e bingo durante todo o dia para os participantes da festa.

Jonas Griehl o presidente da Igreja Luterana de Campo Mourão é descendente de alemães. Seu avô Josefh Griehl um legítimo Alemão desembarcou no Brasil com apenas 18 anos no período pós-guerra a procura de novos horizontes. Neste período a Europa estava totalmente degradada e vivia épocas difíceis. Josefh que aqui chegara com muito sacrifício casou-se com uma brasileira e formou uma grande família que se espalhara pela região sul do Brasil. Hoje a família Griehl instalada em Campo Mourão são pessoas tradicionais do município e fazem parte da história da imigração alemã.

O Brasil com muitas terras a serem exploradas e pouca mão de obra, facilitava a entrada dos imigrantes. Como estratégia militar e de forma a povoar a região Sul na divisa com a Argentina, a grande maioria destes imigrantes alemães foram alojados no Rio Grande do Sul. Posteriormente os imigrantes foram subindo para os estados de Santa Catarina, que atualmente tem a maior população de descendência alemã, mais de 20% do total, depois foram para o Paraná e Espírito Santo , posteriormente em menor escala no Rio de Janeiro e em São Paulo.

A Igreja Luterana brasileira começou a emergir a partir de 1824, nos assentamentos dos contingentes de imigrantes alemães, na região sul do país, posteriormente se espalhando por todo o território nacional. A religião, a culinária, as danças, a arquitetura, a mão-de-obra especializa na agricultura e os costumes dos imigrantes alemães implantados na região sul do Brasil, colaboraram muito para que estes estados se desenvolvessem de maneira diferenciada.

Culinária Polignanesa na Festa de São Vito Mártir

Assim como a "guimirelle", a "fava e foglie" é um dos pratos típicos italianos que por si só, são uma aula de história. Uma especialidade de Polignano a Maré.

Uma papa de fava, miolo de pão e catalônia, servida com pimentão, tomate e azeitonas pretas espeto de fígado envolto em banha rendão e folhas de louro, assado na brasa.

A Guimirella saiu da Grécia, país que colonizou a cidade por meio de Siracusa, conhecida como Neapolis Peucetta e dependente de Corinto no século 4º antes de Cristo. Polignano a Mare só tornou-se domínio de Roma no século 3º A. C.

Polignano a Mare é cidade de origem da maioria dos imigrantes italianos que ajudaram a construir o Brás. De 1900 para cá, grande parte da população de Polignano migrou para São Paulo.

A festa ocorre em São Paulo no Bairo do Brás no período de 31 de Maio a 13 de Julho sempre aos fins de semana. Confira no site abaixo a programação e outros acontecimentos.
http://www.igrejasaovito.org/

Dia do Imigrante

Dia 25 de Junho comemora-se o DIA DO IMIGRANTE. Nesta data Aquela pessoa que vai exercer sua profissão em outro país, onde a mão de obra oferece mais oportunidades. Mas este não o único motivo que leva a saída do país. A busca pelo sucesso, cursos de especialização, qualidade de vida, aproximação dos familiares são alguns dos motivos que levam a troca temporária ou permanente por outros lugares.
Quando o Brasil se tornou independente de Portugal, em 1822, já era um país muito extenso, mas pouco povoado. Era preciso ocupá-lo de fato, isto com sua própria gente, e dessa maneira garantir as fronteiras. Por esse motivo, uma das medidas do governo brasileiro foi incentivar a vinda de imigrantes europeus. Eles contribuíram para o desenvolvimento de uma vasta área do país.

O Brasil é um país de imigrantes. 



Aqui, desde o o final de 1800, chegaram para trabalhar as mais variadas etnias; portugueses, italianos, alemães, poloneses, japoneses, espanhóis, coreanos, árabes, ucranianos e oriundos de quase todos os países da Europa e Ásia.
Todos estes imigrantes, com sua força de trabalho e vontade de vencer, fizeram junto com os brasileiros um Brasil próspero e rico. Esse progresso e crescimento se deve muito a mão de obra africana, que apesar do regime escravagista, deixou sua marca genética.

Há muitos brasileiros que saem em busca de novos rumos Alguns voltam sem conseguir seus objetivos, mas há os que adotam a nova terra, porque lá alcançaram sua meta e voltam apenas para visitar ou buscar parentes, facilitando uma possível carreira fora daqui.

Devido a falta de empregos nos países preferidos pelos imigrantes, fato este devido ao aumento demográfico, as nações mais procuradas tiveram que adotar medidas anti migratórias, como a Lei Dèbret, aprovada na França em 1997 e a Lei de Responsabiidade pela Imigração em vigor nos EE.UU. no mesmo ano.

O fato é que sempre haverá imigrações, migrações, intercâmbios culturais, até porque está no íntimo do ser humano, a vontade de conhecer e conviver com novas culturas, aliada a necessidade de sobrevivência através do trabalho e especializações encontradas em outros países mais adiantados.

Tradicional Festa Italiana de São Vito no Bairro do Brás

A Associação Beneficente São Vito Mártir, fundada em 1919, estará realizando durante todos os finais de semana no período de 31 de maio a 13 de Julho, sempre a partir das 20:00 horas, a mais tradicional Festa Popular Italiana de São Paulo, em homenagem a San Vito Mártir ou São Vito, padroeiro da cidade de Polignano a Mare.

Festejada há 89 anos, a Festa São Vito se caracteriza pela originalidade e manutenção das tradições italianas, transmitidas há décadas às gerações de filhos e seus descendentes, sendo necessário realçar a grande colaboração de diversos voluntários, que participam graciosamente na mão-de-obra, sem o que não seria possível manter a qualidade das comidas típicas.

Teremos música ao vivo, cantores típicos, apresentando as mais belas composições da música italiana, fazendo com que a Festa, assim como os italianos, seja a mais animada de São Paulo. Os amantes da cultura e da culinária típica italiana devem reservar um espaço em suas agendas para comemoração da 90ª edição da Festa de São Vito, no Brás, na Zona Leste de São Paulo, que durante sete fins de semana vai apresentar shows, exposições e diversas variedades de comidas italianas. Entre outros pratos, cerca de seis toneladas de macarrão devem ser servida

A parte gastronômica é o ponto alto da Festa. Como as barracas, oferecem o mesmo cardápio, tudo feito na hora. Guimirelle (churrasco típico polignanese), macarrão "Richitelle" (importado de Bari), spaghetti alla puttanesca e ao Sugo, ficazza e a tradicional ficazzella (espécie de pizza frita), quentão, vinho quente, doces em geral e os típicos (pezza-dolce, amaretti, castagnelle e dormosa e piccicatelle doce e salgada). Serão comercializados também vinhos nacionais e importados, água, refrigerantes e cervejas.

Os lucros sempre são revertidos para a manutenção de obras sociais. Neste ano estão previstas ações de inclusão digital no Bairro do Brás, implantação de novas frentes pastorais, montagem de um consultório dentário e de uma cozinha industrial e ainda a continuidade da reforma da própria paróquia.

Se deseja conhecer a história de São Vito Martir acesse o seguinte link: IGREJA SÃO VITO

A Atriz Vera Fischer é descendente de Alemães

Vera Lúcia Fischer nasceu em Blumenau, Santa Catarina em 27 de Novembro de 1951.Uma das mais famosas atrizes do País, Vera Lúcia Fischer foi, inclusive, Miss Brasil no ano de 1969, título que lhe deu projeção nacional.

Nasceu em uma família de origem alemã, em recente auto-biografia, Fischer declarou que seu pai era nazista. Apanhou muito do pai que era um alemão muito rigoroso e seguidor dos ensinamentos de Hitler. Muitas de suas brigas era porque seu pai obrigava a ler os livros de Hitler.

Estas situações com o pai serviu para se fizesse uma mulher mais forte e pudesse resistir os trancos da vida. Com esta infância conturbada e de tantas surras do pai prometeu em seu diário que iria matá-lo. Hoje ela diz "não precisei ele morreu de câncer."


Vera Fischer ganhou projeção nacional quando foi Miss Brasil, em 1969. Participou de diversas novelas na Rede Globo, e contracenou com os maiores atores da televevisão brasileira. No cinema, interpretou personagens de Rubem Fonseca, Plínio Marcos e Nelson Rodrigues e tornou-se uma das atrizes mais aplaudidas pelo público.


Até hoje quando as novelas globais não vai muito bem no ibope e não vem apresentando a audiência desejada, ela é requisitada para participar pelo menos de alguns capítulos.

Vera Fischer é uma Descendente NOTA 10