Museu do Imigrante Leonardo da Vinci em Passo Fundo
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Para maioria dos italianos presença de imigrantes aumenta criminalidade
Imigrantes relembram origens durante festejos típicos em São Paulo
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A influência dos imigrantes Italianos e a Festa da Uva em Caxias do Sul
Com o grande desenvolvimento do setor vinícola, surgiu a idéia de se realizar em Caxias do Sul uma exposição de uvas, de caráter festivo. E no dia 7 de março de 1931 se realizava a primeira Festa da Uva, com duração de apenas um dia, no centro da cidade. No ano seguinte, a festa foi ampliada, com a montagem de pavilhões de exposições na praça Dante Alighieri (centro da cidade).1931 - O Começo de Tudo
1932 - Mais brilho e o primeiro Corso Alegórico
1933 - Adélia! Senhora nossa e rainha!
1934 - Caxias, a Pérola das Colônias
1935 e 1936 - Celebração interrompida
1937 - Inaugurada a fonte luminosa
1938 a 1949 - Celebração interrompida
1950 - VI Festa da Uva
1954 - Visita do Presidente da República e inauguração do Monumento ao Imigrante
1958 - VIII Festa da Uva
1961 - IX Festa da Uva
1965 - Maior evento do gênero na América Latina
1969 - Corso Noturno
1972 - XII Festa da Uva
1975 - 100 anos de imigração
1978 - Réplica de Caxias 1885
1981 - Visita do Presidente Figueiredo
1984 - Volta às Origens
1986 - 55 anos de Festa
1989 - A maior Festa do Século
1991 - XIX Festa da Uva
1994 - Uma história que vem de longe
1996 - A América que nós fizemos
1998 - A Festa das Festas
2000 - O trabalho e os dias de um povo. Venha ver e festejar
2002 - Mulher Imigrante
2004 - Terra, Pão e Vinho
2006 - A Alegria de Estarmos Juntos
2008 - Uma vez imigrante, para sempre brasileiro
07/02/2008
Mulheres imigrantes na Itália branqueiam a pele para não ser discriminadas
Em 43% dos casos, as mulheres sofreram dermatite de contato, 28% tiveram dermatite eritematosa descamativa, 12,5% tiveram dermatite pigmentosa e 10% tiveram dermatite leucodérmica.
Festa dos Imigrantes de Carambeí começa hoje no Parque Histórico
Primeiro-ministro italiano Berlusconi diz que esquerda quer “invasão de imigrantes” no país
A imigração é um assunto delicado na Itália, que luta para integrar sua crescente população oriunda da África e do Leste Europeu, mas sem perder sua identidade nacional. Parlamentares de esquerda acusaram o primeiro-ministro de tentar desviar a atenção das denúncias que afetam sua coalizão, e que são comparadas por muitos aos escândalos no começo da década de 1990. “Por enquanto a verdade está clara para todos, que o primeiro-ministro eleva a temperatura e fala absurdos para esconder suas dificuldades”, disse Marina Sereni, do Partido Democrático (centro-esquerda).
Cidadania italiana atrai descendentes no interior de São Paulo
Quem escolhe viver nas cidades italianas está em busca de oportunidades de trabalho, estudo e aperfeiçoamento pessoal, conforme a presidente da Assiban (Associação Ítalo-Brasileira da Alta Noroeste), Luciane Fernandes Scavassa Vendrame. A entidade foi fundada no ano passado, com sede em Araçatuba, e já conta com 150 associados.
Ela explica que para conseguir a cidadania italiana, a forma mais vantajosa é por meio do direito sanguíneo, quando a pessoa comprova que é descendente de italianos. É necessário comprovar o parentesco por meio de documentação, sendo que em muitos casos a pessoa precisa fazer uma verdadeira árvore genealógica da família.
Folha de Região
O Bosque São Cristovão é uma importante referência da cultura dos imigrantes italianos no Paraná
O Bosque São Cristovão localiza-se em Santa Felicidade um bairro tradicional de imigrantes italianos onde se concentra os melhores restaurantes da cidade.
O Bosque que pertence à Paróquia de Santa Felicidade é um importante ponto de confraternização para a comunidade e visitantes.
Festas típicas, de origem italiana, são realizadas anualmente nas instalações do Bosque, como a Festa da Uva (janeiro) e a Festa da Polenta e do Frango (julho).
O Memorial Italiano lembram as antigas construções romanas, onde são realizadas festas típicas. A infra-estrutura do bosque conta com um palco coberto com camarins, uma polenteira com chaminé, quiosques para a venda de uvas e vinhos, churrasqueiras e um pavilhão que serve como restaurante.
Para maioria dos italianos presença de imigrantes aumenta criminalidade
Uma pesquisa realizada na Itália revelou que seis em cada dez italianos acreditam que a presença dos imigrantes, embora contribua para o crescimento econômico, também aumenta a criminalidade no país, como apontou o premier Silvio Berlusconi.De acordo com o relatório "Itália 2010", do instituto Eurispes (organização privada e sem fins lucrativos, que faz estudos econômicos, sociais e políticos), 64,7% dos entrevistados creem que os estrangeiros contribuem ao aumento dos crimes no país.
Dado que demonstra que a maioria dos cidadãos concorda com a opinião expressa ontem pelo chefe de Governo do país, ao afirmar que a "redução dos extracomunitários na Itália significa menos forças para engrossar as filas da criminalidade".
Por outro lado, para 60,4%, as pessoas de outras nacionalidades são importantes para o crescimento econômico. A maioria dos entrevistados (86,4%) concorda ainda que os imigrantes atuam em atividades em que os italianos não gostam. Mas cerca de 24,8% dizem acreditar que os imigrantes tiram os trabalhos dos italianos.
Em relação ao aumento da xenofobia no país, 31,7% atribuem a onda de violência às mídias; 24,7% ao comportamento dos imigrantes, e 17,2% às políticas do governo.
Sobre o direito de voto aos imigrantes, quase metade dos entrevistados (49,1%) pensa que as pessoas que estejam regulares, mas não tenham cidadania italiana, não devem se pronunciar.
A discussões sobre a presença de imigrantes na Itália têm causado grandes debates internos nos últimos dias. Hoje, a Conferência Episcopal Italiana (CEI) declarou que o nível da criminalidade entre os imigrantes é semelhante ao dos italianos, em resposta indireta à declaração de Berlusconi.
Ontem, por sua vez, a senadora do Partido Democrata (PD, maior força de oposição), Livia Turco, opinou que a equação feita pelo primeiro-ministro "é vulgar". "Todos os dados demonstram que, sem imigrantes, estariam paralisadas partes importantes de nossa economia", apontou.
O mesmo relatório traz ainda dados sobre o comportamento dos italianos, suas atividades sociais e profissionais, o impacto da crise econômica mundial em suas vidas em 2009 e as perspectivas para 2010.
De acordo com o Eurispes, estima-se para este ano um aumento 10,4% no número de pessoas que vivem sozinhas. Para esta projeção, a consultoria baseou-se em dados de pesquisas de 2007 (6.910.716).
A consulta demonstra ainda que a maioria dos italianos com mais de 18 anos bebe -- um em cada três cidadãos (70,9%) disse consumir bebidas alcoólicas ocasionalmente (55,7%), frequentemente (11%) e diariamente (4,1%).
Em relação aos hábitos de consumo, um de cada dois chega ao fim do mês com dificuldades, e 70% afirmam que deixam de comprar presentes e ir a restaurantes.
Segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico [OCDE ou OECD em inglês], os salário e gasto médio dos italianos estão entre os baixos dos países industrializados. Estima-se que o salário anual atinja US$ 21.374 na Itália. Nos EUA, este teto é de US$ 30.796, e no Reino Unido US$ 38.147.
Os italianos ainda acreditam que a formação superior não é mais garantia de emprego e nem de estabilidade econômica. Segundo dados do Eurispes, apenas 16% dos empregados italianos entre 25 e 34 anos possuem curso superior [a média da OCDE é de 32%].
Já a população entre 15 e 24 anos corre o risco de permanecer desempregada, pois as previsões apontam uma queda no número de contratações.
Também as pessoas com idades entre 24 e 30 anos têm dificuldades para encontrar um emprego sem um prazo definido de contrato. Em 2007, dos 381.127 contratados para projetos com prazos determinados, 201.901 eram jovens com idades entre 15 e 34 anos.
O estudo apontou também que os italianos estão ainda mais pessimistas. A crise econômica continua a influenciá-los negativamente. Para 47,1% dos entrevistados a situação do país "piorou". Em 2008, este índice estava em 37,6%.
Por outro lado, há uma maior confiança em relação ao futuro: 18,3% acreditam que o futuro econômico do país será melhor, quase oito pontos percentuais acima dos dados de 2008 (10,9%).
(ANSALATINA)
Imigrantes africanos são presos no Centro de Identificação e Expulsão da Itália
Um grande tumulto ocorreu na noite de ontem no Centro de Identificação e Expulsão de Milão e 14 imigrantes acabaram sendo presos pela polícia italiana.
Os detidos são cinco mulheres, quatro da Nigéria e uma da Gâmbia, e nove homens, sendo quatro do Marrocos, três da Argélia, um da Costa do Marfim e um de Portugal. Todos são acusados de violência e resistência contra oficiais públicos, dano agravado e incêndio doloso.
O grupo teria incendiado colchões, quebrado vidros e lançado objetos contra as forças de segurança, além de causar ferimentos leves em 11 agentes.
A nova lei de segurança do país, em vigor desde o último sábado, autoriza a detenção de imigrantes ilegais nestes centros por um período de dois a seis meses. Entre outras coisas, a norma também permite que civis façam rondas e denunciem estrangeiros.
Na primeira semana de aplicação da lei, 21 imigrantes foram denunciados em Turim por clandestinidade, segundo o Comitê Provincial para a Segurança e Ordem Pública.
O procurador-geral de Turim, Giancarlo Caselli, advertiu sobre o risco de "entupimento do sistema judiciário". "Quando os vários casos forem tratados, será necessário uma potenciação das estruturas para lidar com a carga de trabalho", comentou Caselli.
(ANSA)
Festa trentina marca a imigração italiana na RMC
A única colônia Trentina do Paraná, a Colônia Santa Maria do Novo Tirol, em Piraquara, faz no próximo dia 24 uma festa para marcar a chegada das primeiras 59 famílias que aqui chegaram vindas de Trento, no Norte da Itália, em 1878.A 8ª Festa da Colônia Santa Maria terá comida típica – risoto de frango caipira, polenta, frango frito ao molho, macarrão, saladas verdes, crauti, fatias de queijo frito, e para acompanhar o vinho trentino colonial, produzido na própria comunidade, sem esquecer do sagu com creme na sobremesa.
Conforme informações do secretário de Meio Ambiente, Agricultura e Turismo, Gilmar Zachi Clavisso, a festa, que tem o apoio da prefeitura municipal e do Circolo Trentino de Curitiba, é coordenada pela Associação dos Produtores Agroecológicos e Empreendedores de Turismo (Trento Transforma).
Fonte:Bem Paraná
30% das construções de L'Aquila estão inutilizáveis
A Defesa Civil de L'Aquila capital da região italiana de Abruzzo e epicentro do terremoto que atingiu o país no domingo passado informou que metade das construções locais está parcialmente ou totalmente inutilizável.
Segundo o dirigente do organismo, Titti Postiglione, das mil edificações analisadas até o momento, 30% estão inutilizáveis e 20% se encontram parcialmente em condições de uso.
Postiglione afirmou, no entanto, que os edifícios parcialmente afetados poderão ser usados após "intervenções mínimas", mas que todo o processo de inspeção e reconstrução levará "um longo tempo"."Serão numerosas semanas", comentou o dirigente.
Postiglione explicou ainda que, nos últimos dias, técnicos locais analisaram prédios dos centros históricos de L'Aquila e das cidades vizinhas mais afetadas pelo tremor de terra, que chegou a 5,8 graus na escala Richter.
A inspeção foi inicializada a partir das zonas periféricas e semicentrais das províncias de Abruzzo, localizada no centro da Itália.
No último domingo, cerca de 100 bombeiros especializados em sismologia foram enviados à região para complementarem as 91 equipes responsáveis pelo controle e verificação das condições dos edifícios locais.
Nesta semana, também serão enviados pela União Europeia (UE) oito especialistas neste tipo de serviço.
Outros países como Alemanha, Grécia, Holanda, Polônia, Eslovênia, Suíça, Espanha, Portugal, Francia e Áustria também forneceram especialistas para realizarem as inspeções.
O terremoto destruiu grande parte das construções de Abruzzo e deixou ao menos 55 mil desabrigados e 294 mortos.
DCI
Confira:
ITALIANOS IMIGRANTES NO BRASIL
Terremoto no centro da Itália deixa mais de 90 mortos
O terremoto que atingiu nesta segunda-feira a cidade de L'Aquila, a 110 km de Roma, capital da Itália, deixou ao menos 90 mortos e 1.500 feridos, de acordo com os últimos números da Defesa Civil italiana. A agência de notícias italiana Ansa, citando depoimento de equipes de resgate, informou que o número de mortos chegou a 92. O prefeito de L'Aquila, Massimo Cialente, afirmou que cerca de 100 mil estão desabrigados. 
O premiê italiano, Silvio Berlusconi, citado pela agência de notícias France Presse, afirmou que o terremoto deixou pelo menos 92 mortos e 1.500 feridos até o momento na região de Abruzzo, local de alta atividade sísmica e que já foi atingida por nove tremores menores desde o começo de abril.
O premiê declarou estado de emergência, cancelou uma viagem que faria a Rússia, e já começou a pedir recursos federais para ajudar as vítimas do desastre. "Desejo dizer uma coisa importante: pessoa alguma será abandonada a sua sorte", afirmou Berlusconi, referindo-se aos cem mil estão desabrigados pelo tremor, segundo autoridades locais.
Entre 10 mil e 15 mil edifícios foram danificados ou totalmente destruídos. "Algumas cidades da região foram virtualmente destruídas em sua totalidade", disse Gianfranco Fini, presidente da Câmara dos Deputados italiana, antes de o Parlamento fazer um minuto de silêncio pelas vítimas.
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