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Cuidado! Imigrantes se casam com americanos para obter green card

Burlar as leis imigratórias com casamentos falsos com o propósito de obter o green card, está causando mais problemas para os cidadãos norte-americanos do que para os imigrantes que pagam pela farsa.

Um juiz federal da cidade de Mobile, no Alabama, sentenciou na última semana, três norte-americanos por casamentos falsos com imigrantes indocumentados. Eles estão entre os 19 casos de pessoas processadas pelas autoridades federais em Mobile nos últimos dois anos pelo mesmo motivo.

As sentenças representam uma diferença das normas que demandam prisão, diferentemente das normas as quais os imigrantes estão sujeitos.

O advogado da americana Angela Green, Robert Ratliff, disse que os cidadãos são acusados de acordo com uma norma e os imigrantes de outra.

“Isso leva a esta situação interessante onde um cidadão norte-americano recebe de quatro a 10 meses de prisão enquanto o imigrante pega de zero a seis meses”, disse o juiz Kristi DuBose.

O juiz sentenciou Green a três anos de liberdade condicional sendo os quatro primeiros meses de prisão domiciliar.

A americana admitiu ter casado em fevereiro de 2011 com o brasileiro Renato Camara após ele prometer pagá-la $8.000. Em outro caso envolvendo brasileiro, Jessica Lauren Vogelsang confessou também ter casado em 2009 com o brasileiro Antonin Matusek. O green card dele foi aprovado em setembro de 2010. Ela foi sentenciada a três anos de liberdade condicional.

O advogado de Vogelsang, Fred Tiemann, disse que ela se mudou para a casa dos seus pais em Mobile e está estudando espanhol. Ela deseja ensinar inglês para filhos de hispânicos em áreas rurais. “Eu acho que ela nunca pensou que fosse um crime sério”, disse Tiemann.

Vogelsang, 29, se desculpou dizendo que foi um erro que certamente não irá se repetir.

Esquema
No início desde mês, a brasileira Maria Helena Knoller, que reside em Springfield, New Jersey, foi condenada a apenas quatro meses de prisão por comandar um esquema de casamentos falsos. Ela cobrava cerca de $12.000 por pessoa e acredita-se que tenha arranjado entre 40 e 50 casamentos.

Patrícia Frois é morta em violência domésica nos EUA

A policia prendeu na segunda-feira Marcello Almeida (41 anos), imigrante brasileiro residente em Marshfield, MA, suspeito de ter matado a facadas Patrícia Fernanda Teixeira Frois (24 anos), também brasileira. Depois de uma intensa caçada que incluiu cães e um helicóptero, a polícia finalmente localizou Marcello escondido num quintal. 

O brasileiro estava ferido e foi levado para um hospital, sendo transferido em seguida para uma unidade de custódia da polícia, onde deverá ser formalmente acusado pela morte de Patrícia.Segundo a investigação, Marcello estava ilegalmente no país e vivia há cinco anos com Patrícia no complexo de apartamentos The Village. De acordo com uma prima de Patrícia, o casal tem um filho de cinco anos no Brasil.

Patrícia é a 22ª vítima de violência doméstica em Massachusetts só este ano, e a segunda morte entre a comunidade brasileira esta semana. Ele é um mau caráter, disse Cláudia da Silveira, prima da vítima. Ele costumava bater nela.  


Amigos e parentes disseram ainda que Patrícia veio para os EUA há quatro anos, e é de uma cidade pequena de Minas Gerais, onde vivem a mãe e o filho pequeno.



Embaixada confirma que brasileiros viram refugiados na Costa do Marfim

Entre 12 e 15 brasileiros estão em um campo de refugiados francês na Costa do Marfim, informou nesta quinta-feira (7) a embaixadora brasileira no país, Maria Auxiliadora Figueiredo. A nação africana está em guerra civil desde novembro de 2010, quando o presidente Laurent Gbagbo se recusou a transferir o poder a Alassane Ouattara após perder as eleições para o rival.

Nos últimos sete dias, o conflito se intensificou em Abidjã, centro econômico da Costa do Marfim. Forças leais a Ouattara voltaram a bombardear a residência oficial de Gbagbo, onde ele permanece protegido em um abrigo por oficiais que o apoiam.

Antes dos conflitos, havia no país cerca de 200 brasileiros, mas, como muitos já fugiram, ficaram aproximadamente 120.

A embaixadora brasileira contou que a situação da população é dramática e que há dias é impossível andar pelas ruas de Abdjã.

- Houve problemas com brasileiros em bairros onde houve pilhagens. Eles já foram colocados no campo que os franceses têm.

O local, que originalmente é um quartel do Exército francês e fica próximo ao aeroporto do de Abidjã, abriga cerca de 1.700 pessoas, entre franceses e estrangeiros de diversas nacionalidades. Cerca de 12 mil franceses moram na Costa do Marfim.

Maria Auxiliadora disse que é muito difícil ajudar os brasileiros, já que a embaixada não conta com carros blindados ou tanques. A saída tem sido buscar apoio de outras nações ou da ONU (Organização das Nações Unidas).

- Alguns [brasileiros] chegaram [ao campo] de carro. Hoje, como o de clima de guerra melhorou, não há pilhagem. Os brasileiros puderam sair e duas famílias foram dirigindo. [...] Ainda há dois ou três brasileiros que não conseguimos acudir, que não conseguimos que as forças francesas fossem até lá.

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Consulado está retirando brasileiros da área afetada por terremoto e tsunami

O Consulado do Brasil no Japão promete que irá retirar os brasileiros que estão nas áreas atingidas pelo terremoto seguido de tsunami levá-los para Tóquio. O Cônsul Antônio Carlos Coelho da Rocha afirmou que o trabalho será realizado primeiro nas cidades de Sengai, destruída pelas ondas gigantes, e Fukushima, onde estão instaladas as usinas nucleares que explodiram.

Ainda de acordo com Cônsul, dois ônibus serão utilizados no resgate e os brasileiros ficarão hospedados em hotéis na capital Tóquio. “Temos que localizá-los, ver quem são, e saber se eles vão querer ser transferidos”, disse.

A missão está levando também água, medicamento e alimento para os brasileiros que vivem nas cidades afetadas. O consulado informou ainda que o resgate será feito de acordo com as necessidades. Cerca de 400 brasileiros vivem nas áreas afetadas.

Terremoto

Na última sexta-feira, um terremoto de 8,9 de magnitude atingiu o Japão. O tremor foi seguido de um tsunami que atingiu a Costa do Pacífico.

O epicentro ocorreu na costa próxima à província de Miyagi, a 373 quilômetros da capital. Até esta segunda-feira, mais de 300 tremores atingiram o país. Cientistas acreditam que o país vai continuar sofrendo réplicas do grande terremoto até a próxima quarta-feira.

Pelo menos 3,3 mil pessoas morreram e outras 6,7 mil estão desaparecidas, segundo balanço da emissora de TV pública japonesa NHK.


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Terremoto de 8,9 graus no Nordeste do Japão gera tsunami de 10 metros

A costa nordeste do Japão foi sacudida nesta sexta-feira por um terremoto com magnitude de 8,9 graus na escala Richter que gerou uma tsunami de dez metros que arrastou carros e construções nas cidades litorâneas perto do epicentro.

Segundo a polícia, entre 200 e 300 corpos já foram encontrados. É o maior tremor já registrado na história do país, que mantém dados sobre abalos há 140 anos. De acordo com o embaixador do Brasil no Japão, Marcos Galvão, não há registro de brasileiros mortos ou feridos na tragédia. Segundo ele, há 254 mil brasileiros no país, mas a maioria se concentra em Tóquio. O maremoto atingiu o estado americano do Havaí, no Pacífico, e a Indonésia.

O terremoto aconteceu às 14h46m (2h46m no horário de Brasília). O epicentro foi localizado a 24 quilômetros de profundidade e a 130 quilômetros a leste da cidade de Sendai. O abalo foi seguido por uma série de réplicas, entre elas uma com uma magnitude de 7,4 graus.

Em Tóquio, os prédios oscilaram violentamente. A cidade ficou sem transporte público, com os serviços de telefone celular instáveis e algumas construções em chamas.

Após o tremor, a tsunami arrasou tudo o que encontrou em sua passagem pela costa japonesa, incluindo casas, carros, prédios incendiados e embarcações. Cerca de quatro milhões de casas estão sem energia elétrica em Fukushima. 


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Lei polêmica pode tratar os imigrantes como criminoso no Arizona

É lamentável a discriminação que há contra os imigrantes em alguns países. Os imigrantes brasileiros também sofrem com esta perseguição. Logo o  Brasil  que recebeu os povos indiscriminadamente em nosso território tornando uma nação totalmente homogênea. 

A governadora do Arizona, nos Estados Unidos   a republicana Jan Brewer, está com um projeto em suas mãoes  que pode representar uma situação inusitada contra os imigrantes naquele estado.  A lei que já foi aprovada  pelo senado estadual no início da semana,  torna-se criminoso o imigrante que esteja sem documentos e pode torná-lo um presidiário ao provar que se encontra em situação irregular abrindo caminho para deportação.

Ao que tudo indica, a governadora vai sancionar a lei, pois já teria manifestado apoio público à iniciativa republicana. Mesmo assim, ativistas estão acampados em frente à sede do governo e à casa da governadora para pedir o veto. “Seguirei minha consciência e tentarei fazer o melhor, para que todos sejam tratados com justiça”, afirmou Brewer, durante palestra na Câmara de Comércio Hispânica do Arizona.

Naquele estado, que faz fronteira com o México, existem mais de 400 mil indocumentados. Mas estes não são os únicos ameaçados pela futura lei: até mesmo as pessoas que tiverem vínculos com os imigrantes correm o risco de serem presos e isso inclui, por exemplo, quem emprega ou aluga imóvel para os indocumentados.

“Esse acontecimento demonstra que o governo federal precisa agir com rapidez em relação à reforma migratória”, disse o senador democrata Jorge Luis García, do Arizona. Para ele, a iniciativa pode gerar um clima antiimigrante, até racista, num país já dividido. Outra senadora democrata, Rebecca Rios, acredita que a medida não resolverá os problemas de imigração e, para piorar, ainda vai gerar mais despesas para o estado, devido ao aumento dos custos com as prisões.

Para a União de Liberdades Civis do Arizona, até mesmo os cidadãos serão vítimas da intransigência da polícia, caso a lei seja aprovada. “A região é cheia de descendentes de imigrantes hispânicos e muitos poderão ser presos inadvertidamente”, previu um dos diretores da entidade. Nunca é demais lembrar que é do Arizona o sheriff Joe Arpaio, conhecido por seus métodos brutos de detenção de indocumentados e por seu constante desrespeito aos direitos humanos. 


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Primeiro-ministro italiano Berlusconi diz que esquerda quer “invasão de imigrantes” no país

O primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, acusou seus opositores de defenderem uma “invasão de imigrantes” com o objetivo de aumentar as chances de sucesso da esquerda política na eleição regional de março. 
Uma campanha de repressão à imigração ilegal foi bem acolhida pelos italianos e Berlusconi espera enfatizar essa questão antes da eleição, em parte para desviar a atenção do escândalo de corrupção que pode prejudicar a sua coalizão de centro-direita. “A esquerda quer escancarar as portas aos estrangeiros para mudar a base eleitoral”, disse Berlusconi num comício.

A imigração é um assunto delicado na Itália, que luta para integrar sua crescente população oriunda da África e do Leste Europeu, mas sem perder sua identidade nacional. Parlamentares de esquerda acusaram o primeiro-ministro de tentar desviar a atenção das denúncias que afetam sua coalizão, e que são comparadas por muitos aos escândalos no começo da década de 1990. “Por enquanto a verdade está clara para todos, que o primeiro-ministro eleva a temperatura e fala absurdos para esconder suas dificuldades”, disse Marina Sereni, do Partido Democrático (centro-esquerda).   
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Prudente de Moraes e a guerra dos Canudos

Nascido na cidade paulista de Itu, Prudente José de Morais e Barros foi o terceiro presidente da história do Brasil e primeiro civil a ocupar o cargo. Representando a força dos cafeicultores paulistas, Prudente de Moraes venceu as eleições presidenciais de 1894.
 A guerra de Canudos no governo de Prudente de Morais, eclodiu nos sertões da Bahia uma revolta de caráter diferente daquelas que ocorreram nos governos republicanos anteriores. Movidos pelo misticismo e fugindo à miséria provocada pelas secas, os sertanejos reuniram em torno de Antônio Vicente Mendes Maciel, mais conhecido como Antônio Conselheiro, que se dizia enviado de Deus.

A derrota fragorosa das tropas do governo estadual contra os revoltosos provocou o envio de tropas federais. No entanto, as forças federais eram insuficientes para enfrentar à resistência dos homens de Antônio Conselheiro, que tinham como vantagem um profundo conhecimento da região. O governo federal, resolvido a encerrar de vez o movimento revoltoso, organizou um verdadeiro exército para atacar Canudos. Contra as forças federais, numerosas e bem preparadas, pouco adiantou a tenaz resistência dos sertanejos.

O arraial de Canudos foi destruído casa por casa após o término da resistência. Pouco depois do fim da Guerra de Canudos, um militar de baixa patente, Marcelino Bispo, realizou um atentado contra a vida de Prudente de Morais. O presidente, que fora homenagear as tropas vitoriosas que chegavam da Bahia, conseguiu escapar do atentado, mas o marechal Carlos Machado Bittencourt, ministro da Guerra, foi ferido de morte ao defender o chefe do governo. O episódio aumentou o prestígio popular do presidente, fortalecendo-o no poder.

Esta revolta, ocorrida nos primeiros tempos da República, mostra o descaso dos governantes com relação aos grandes problemas sociais do Brasil. Assim como as greves, as revoltas que reivindicavam melhores condições de vida mais empregos, justiça social, liberdade, educação, foram tratadas como "casos de polícia" pelo governo republicano. A violência oficial foi usada, muitas vezes em exagero, na tentativa de calar aqueles que lutavam por direitos sociais e melhores condições de vida.

Em 5 de novembro de 1897, Prudente de Moraes sofreu um atentado, no entanto o marechal Carlos Machado Bittencourt, Ministro da Guerra, foi ferido em seu lugar e faleceu.

As dificuldades econômicas provocadas, principalmente, pela política do encilhamento obrigaram o Governo a fazer novos empréstimos, aumentando grandemente a dívida externa. Prudente de Moraes faleceu em 13 de dezembro de 1902, vítima de tuberculose. 


A chegada dos Russos no Brasil

O primeiro contato registrado pela História aconteceu em 1804 durante a primeira expedição russa de volta ao mundo. Os dois navios desta expedição, "Nadejda" e "Neva", atracaram em portos brasileiros, inclusive em Recife. Conta a lenda que a tripulação foi convidada para uma festa naquele porto e, durante a mesma, os marinheiros russos fizeram uma demonstração de passos de suas danças folclóricas. Os anfitriões, impressionados, gostaram e passaram a imitar estes passos introduzindo-os no folclore local e dando origem ao famoso "frevo".

A primeira imigração oficial de russos para o Brasil ocorreu após a malfadada revolução de 1905 na Rússia, tendo o governo brasileiro concedido asilo político aos revolucionários.
Em 1906, grupos descontentes com as renovações litúrgicas promovidas pela Igreja Ortodoxa Russa, os assim chamados "staroveri" ("fiis do antigo credo"), resolveram deixar o país para manterem as suas crenças religiosas. Eram grupos formados em sua maioria de camponeses de todas as regiões da Rússia e que acabaram por se fixar-se como pequenos produtores rurais em diversos estados brasileiros. No Estado de Mato Grosso os "staroveri" estabeleceram-se numa fazenda onde, ate hoje, cultivam a terra num sistema coletivo.

Quanto a religião, os russos são quase todos ortodoxos e, em São Paulo, inicialmente usavam o templo sírio-libanês para celebrar suas missas em eslavo eclesiástico. Todavia, logo quiseram construir a sua própria igreja e o fizeram. Em 1930 construíram a Igreja da Santíssima Trindade no bairro de Vila Alpina. Em 1935, chegou ao Brasil o bispo D. Theodosio para fundar a Diocese Ortodoxa, com sede rua Tamandar, onde foi então, construída a Catedral de São Nicolau. Outros templos ortodoxos ergueram-se em São Paulo e em outras localidades do Brasil (Rio, Niterói, Porto Alegre, Goiânia e Santa Rosa).

A grande maioria dos russos que permaneceu no pais, concentrou-se principalmente nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Nos Estados do Paraná, Mato Grosso e Goiás prevaleciam os grupos dos supracitados "starovery".
No estado de São Paulo a maioria dos imigrantes russos se instalam no estado de São Paulo, principalmente em Nova Odessa e na capital, voltando-se para atividades industriais, empresariais, técnicas, teatro e representações culturais, e para o exercício de profissões liberais.
Fonte:news-of-russia.info

pioneiras russas imigrantes