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Garotas estão caindo no golpe da bebida e sendo abusadas em raves

O uso de bebidas alcoólicas em baladas e festas raves tem sido uma constância entre a juventude sob o pretexto de animar os eventos.

Estes eventos geralmente tem longa duração e muitas vezes ultrapassam a 12 horas de muito som alto e agitos com músicas de predominância techno, house, progressive etc.

Tudo seria muito legal se entre os jovens que participam destas festas não tivessem infiltrados pessoas e até mesmo organizadores de má índole que tem como única finalidade o lucro comercializando produtos ilícitos.

Os organizadores dos eventos geralmente não costumam se envolver pessoalmente nas negociações destes produtos e deixam a encargos dos chamados laranjas. Assim o submundo do crime permanece protegido por uma rede de silêncio e mistério.

Sem generalizar os eventos como sendo corruptores nem mesmo organizadores de mal intencionados podemos observar entre os protagonistas que participam da festas, jovens menores de idade ingerindo bebidas alcoólicas e até mesmo fazendo uso de outros produtos ilícitos.

São muitos crimes ligados à esses eventos e até mesmo estupro tem sido identificados. Um caso famoso que repercutiu no país aconteceu em 2005 em uma confraternização de estudantes da PUC em Campinas. Uma jovem bebeu uma bebida alcoólica oferecida por outros estudantes e somente foi acordar no outro dia numa república estudantil seminua e com muitas dores no corpo.

Investigadores encontraram fotos comprometedoras em um computador dos rapazes que provaram o crime de pelo menos duas pessoas por abuso sexual, quando a moça estava desacordada. Ela acredita o envolvimento de mais pessoas, porém não foi possível indiciar perante a justiça por falta de provas. Um estudante de arquitetura e outro de jornalismo foram condenados a sete anos e seis meses de prisão em regime semi-aberto.

Em Limeira interior de São Paulo uma garota de apenas 13 anos foi dopada e estuprada depois que ingeriu uma bebida rosa. Ela afirma não lembrar quem foi essa pessoa e nem o que aconteceu depois disso. "Eles passam em frente a nossa casa de moto e carro e nos ameaçam", diz a mãe. "Dizem que a gente não deve denunciar o caso à polícia. Até parece que vou deixar isso impune. Aproveitaram da fraqueza da minha filha e vão pagar por isso".

Recentemente uma jovem foi a uma festa country e enquanto aguardava a chegada dos amigos, ela e uma amiga beberam alguns copos de cerveja. E sem que percebessem, alguém colocou um comprimido conhecido como "Boa Noite Cinderela" no copo dela. Felizmente os amigos chegaram a tempo de protegê-la. Ela perdeu os movimentos do corpo e caiu ao chão. Ficou por três horas desacordada, onde não conseguia reagir ou fazer qualquer movimento.

Um alerta imprescindível as adolescentes é com o famoso golpe do "Boa Noite Cinderela", que é muito aplicado nesta festas. São produtos e substâncias aplicadas em bebidas alcoólicas sem que a vítima saiba com a intenção de modificar sua consciência e esteja incapacitada de reação em caso de abusos.

É primordial estar sempre em rodas de amigos de confiança e não deixar seu copo de bebida em local de fácil acesso onde pessoas estranhas possam adicionar algum destes produtos.

O objetivo do texto não é desencorajar ninguém a frequentar estes tipos de festas más prevenir, informar e alertar dos perigos. Acreditamos que a maioria das pessoas que frequentam as festas de música eletrônica vão para se divertir e não para usar substâncias proibidas.

O que motiva a maioria dos jovens e adolescentes a frequentar estas festas raves, country, rock, pagode ou outros estilos, ainda é o amor pela música e o encontro com os amigos de forma sadia.

O Bosque São Cristovão é uma importante referência da cultura dos imigrantes italianos no Paraná


O Bosque São Cristóvão sem dúvidas é um local onde o turista e descendentes de italianos não podem deixar de visitar em Curitiba.

O Bosque São Cristovão localiza-se em Santa Felicidade um bairro tradicional de imigrantes italianos onde se concentra os melhores restaurantes da cidade.

O Bosque que pertence à Paróquia de Santa Felicidade é um importante ponto de confraternização para a comunidade e visitantes.

Festas típicas, de origem italiana, são realizadas anualmente nas instalações do Bosque, como a Festa da Uva (janeiro) e a Festa da Polenta e do Frango (julho).

O Memorial Italiano lembram as antigas construções romanas, onde são realizadas festas típicas. A infra-estrutura do bosque conta com um palco coberto com camarins, uma polenteira com chaminé, quiosques para a venda de uvas e vinhos, churrasqueiras e um pavilhão que serve como restaurante.



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Grupo Folclórico apresenta cultura dos imigrantes bolivianos em Caieiras

A professora Alessandra Barbosa de Almeida, da EMEF Gino Dártora usou sua criatividade para expressar a cultura do povo boliviano no Brasil através do Grupo Folclórico Cultural, Kantuta Bolívia, junto aos alunos da unidade.

São trocas de experiências culturais, trabalhada junto às crianças que sempre tem muito boa receptividade. “Com essa apresentação, mostramos um pouco do que essas pessoas de origem boliviana fazem no Brasil para não esquecerem a cultura do país onde nasceram, e mostrar aos outros que no seu país também tem coisas boas”.

Entre as danças apresentadas, destaque para ‘Caporales’, que mostra toda a sensualidade da mulher, a força e agilidade do homem que faz da sua conquista o ponto alto da dança, e ainda ‘tinku’, que é uma dança de confronto pelo amor de uma indígena em disputa.

Essa diversidade de temas adotados pelas educadoras, bem como a criatividade adotada para aguçar o conhecimento das crianças, segundo a secretária da Educação, Solange Monteoliva Peinado Dártora, tem sido o diferencial do ensino oferecido às crianças de Caieiras.
caieiraspress.com.br
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Festa trentina marca a imigração italiana na RMC

A única colônia Trentina do Paraná, a Colônia Santa Maria do Novo Tirol, em Piraquara, faz no próximo dia 24 uma festa para marcar a chegada das primeiras 59 famílias que aqui chegaram vindas de Trento, no Norte da Itália, em 1878.

A 8ª Festa da Colônia Santa Maria terá comida típica – risoto de frango caipira, polenta, frango frito ao molho, macarrão, saladas verdes, crauti, fatias de queijo frito, e para acompanhar o vinho trentino colonial, produzido na própria comunidade, sem esquecer do sagu com creme na sobremesa.

Conforme informações do secretário de Meio Ambiente, Agricultura e Turismo, Gilmar Zachi Clavisso, a festa, que tem o apoio da prefeitura municipal e do Circolo Trentino de Curitiba, é coordenada pela Associação dos Produtores Agroecológicos e Empreendedores de Turismo (Trento Transforma).
Fonte:Bem Paraná


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Você sabia que existiam alemães no Brasil antes de 1824?

Antes de 1824 houveram colônias alemãs, mas que não são consideradas como pertencentes ao período de imigração alemã organizado pelo governo brasileiro.

Isso ocorre porque esses estavam relacionados com pessoas isoladas e realizações individuais. Eram elas a Frankental (1822), de Georg von Schäffer (responsável pelos primeiros contados do Brasil com os colonos alemães), e Leopoldina (1818), pelo naturalista Georg Wilhelm Freyreiss, ambas na Bahia.

Se considerarmos como imigração de germânicos os suiços, temos Nova Friburgo-RJ em 1818, fundada por suíços do Cantão de Freiburg. É relevante registrar que em 1824 ocorre a chegada de mais de 300 protestantes vindos de Reno-Hesse, junto com o Pastor Friedrich Sauerbronn (primeiro pastor evangélico do país) a esta cidade carioca.
Portal 25

A chegada dos Russos no Brasil

O primeiro contato registrado pela História aconteceu em 1804 durante a primeira expedição russa de volta ao mundo. Os dois navios desta expedição, "Nadejda" e "Neva", atracaram em portos brasileiros, inclusive em Recife. Conta a lenda que a tripulação foi convidada para uma festa naquele porto e, durante a mesma, os marinheiros russos fizeram uma demonstração de passos de suas danças folclóricas. Os anfitriões, impressionados, gostaram e passaram a imitar estes passos introduzindo-os no folclore local e dando origem ao famoso "frevo".

A primeira imigração oficial de russos para o Brasil ocorreu após a malfadada revolução de 1905 na Rússia, tendo o governo brasileiro concedido asilo político aos revolucionários.
Em 1906, grupos descontentes com as renovações litúrgicas promovidas pela Igreja Ortodoxa Russa, os assim chamados "staroveri" ("fiis do antigo credo"), resolveram deixar o país para manterem as suas crenças religiosas. Eram grupos formados em sua maioria de camponeses de todas as regiões da Rússia e que acabaram por se fixar-se como pequenos produtores rurais em diversos estados brasileiros. No Estado de Mato Grosso os "staroveri" estabeleceram-se numa fazenda onde, ate hoje, cultivam a terra num sistema coletivo.

Quanto a religião, os russos são quase todos ortodoxos e, em São Paulo, inicialmente usavam o templo sírio-libanês para celebrar suas missas em eslavo eclesiástico. Todavia, logo quiseram construir a sua própria igreja e o fizeram. Em 1930 construíram a Igreja da Santíssima Trindade no bairro de Vila Alpina. Em 1935, chegou ao Brasil o bispo D. Theodosio para fundar a Diocese Ortodoxa, com sede rua Tamandar, onde foi então, construída a Catedral de São Nicolau. Outros templos ortodoxos ergueram-se em São Paulo e em outras localidades do Brasil (Rio, Niterói, Porto Alegre, Goiânia e Santa Rosa).

A grande maioria dos russos que permaneceu no pais, concentrou-se principalmente nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Nos Estados do Paraná, Mato Grosso e Goiás prevaleciam os grupos dos supracitados "starovery".
No estado de São Paulo a maioria dos imigrantes russos se instalam no estado de São Paulo, principalmente em Nova Odessa e na capital, voltando-se para atividades industriais, empresariais, técnicas, teatro e representações culturais, e para o exercício de profissões liberais.
Fonte:news-of-russia.info

pioneiras russas imigrantes

A Imigração Chinesa no Brasil

Bule do único serviço armoriado feito na China especialmente para o Brasil: o de chá e café com as armas do jovem Império e a inscrição Viva / a / Independência / do Brasil, oferecido a Pedro I por "um grupo de patriotas".

Os primeiros imigrantes chineses vieram para desenvolver o cultivo do chá em São Paulo e trabalhar na implantação de ferrovia no Rio de Janeiro, capital do país na época. Já em 1810, Portugal organizava em sua colônia de Macau a vinda dos primeiros chineses para o país.

A primeira entrada oficial de chineses em São Paulo ocorreu o 15 de Agosto de 1900. Eram 107 pessoas que, viajando no vapor Malange, procedente de Lisboa, desembarcou no Rio de Janeiro sendo conduzido em seguida para a Hospedaria de Imigrantes, na cidade de São Paulo.Mas, o grande fluxo da imigração chinesa de deu a partir da década 50. Os principais motivos dessa migração foram as guerras que estavam ocorrendo na China e a falta de alimentos no País.

Os dois principais problemas enfrentados pelos imigrantes mais antigos, foram, em primeiro lugar, a dificuldade em aprender o português e, em segundo, a dificuldade de conseguir emprego. Eles se aplicavam em aprender a língua, pelo menos o mínimo para se comunicar com os brasileiros e arranjar trabalho.

As contribuições da comunidade chinesa em São Paulo são inúmeras. Além dos restaurantes típicos, eles trouxeram a técnica da acupuntura, as artes marciais,horóscopo chinês,contribuição no campo da medicina e incorporaram os fogos de artifício em nossa cultura entre tantas outras. Encontramos chineses comandando pastelarias, os que operam pequenas lavanderias familiares outra marca registrada que na imagem popular caracteriza os imigrantes vindos da China.

Estima-se que atualmente vivem no Brasil cerca de 200 mil chineses e descendentes, dos quais um número superior a 130 mil moram em São Paulo.