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A influência da imigração Francesa no Brasil

Os imigrantes Franceses que aqui chegaram, eram na maioria agricultores, que com a falta de oportunidades em sua terra natal vinham em busca de novos horizontes. Aproveitando o incentivo do governo, migraram para o Brasil, instalaram-se em colônias e desenvolveram suas modernas técnicas de produção.

Os primeiros imigrantes franceses chegaram ao Brasil na segunda metade do século XIX, não há registros precisos da data de chegada, dirigiram-se para a colônia de Benevides, numa área de 195 km, na região metropolitana de Belém do Pará.

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Em 7 de julho de 1873, o governo imperial concedeu 6 léguas de terras na estrada de Bragança para concessão de lotes de terra aos imigrantes franceses.

No Brasil, a maioria da imigração envolveu uma população expropriada e empobrecida. No caso dos imigrantes franceses, as famílias tinham um bom padrão de vida, viviam da agricultura e da produção de vinho.

No sul do país, a vinda de frades franceses tem início no século XIX, quando o Bispo Don Claúdio José Gonçalves Ponce de Leão solicitou ao General dos Capuchinhos, em 30 de julho de 1893, a vinda de frades para atender as comunidades católicas formadas por imigrantes italianos e alemães recém chegados ao país. A missão que se transferiu para o sul do país era formada por professores e estudantes de Filosofia e Teologia.

Foi o francês Amadeo Gustavo Gastal que, em 1878, introduziu no sul do Brasil a produção de pêssego. Utilizando equipamento importado, ele elaborou as primeiras compotas da fruta, em seu estabelecimento, chamado Bruyères. Os primeiros pomares surgiram nessa época.

Em Rio Grande uma das mais significativas contribuições dos franceses foi a realização das obras de melhoramento da Barra e construção do porto. As operações desenvolvidas pela “Compagnie Française du Port de Rio Grande do Sul”, que tiveram início em 1908 tinha como responsável o engenheiro francês Quellenec, especialista em obras marítimas.

Em 15 de novembro de 1915, autorizada pelo Governo Federal, a C.O Francesa inaugurou o primeiro trecho de 500 metros de cais do Novo Porto, compreendendo 3 armazéns para mercadorias, servidos por guindastes elétricos, um depósito para carvão, servido por dois transbordadores elétricos, linhas férreas, etc.

O Porto do Rio Grande é hoje o escoadouro natural das riquezas do estado e do país, e a porta de entrada dos bens e insumo necessários ao desenvolvimento. Único porto marítimo do estado, o Porto do Rio Grande é definido como o principal pólo do Corredor de Exportação do Extremo Sul.

A França sempre foi vista como o país da cultura, da boa música, do requinte de sua culinária, do ensino de qualidade e dos hábitos e costumes refinados.

Em Rio Grande uma das mais expressivas contribuições francesas podem ser acompanhadas através da educação, quando os Irmãos Maristas chegaram a cidade, por volta de 1913 e assumiram as instalações do antigo Colégio Sagrado Coração de Jesus, hoje Colégio São Francisco, que era mantido pelos Padres Jesuítas e que havia encerrado suas atividades em 1913 com 140 alunos matriculados.

As educação Marista é uma proposta herdada do francês, São Marcelino Champagnat, cuja filosofia está voltada para a formação integral do cidadão, alicerçada nos valores da amizade, do respeito, da solidariedade e do crescimento espiritual. E como missão: fé, cultura e vida à luz do evangelho.

A culinária francesa é considerada a de estilo mais elegante e refinado do mundo. As técnicas francesas de cozinhar tem exercido grande influência em quase toda a culinária ocidental. Quase todas as escolas de culinária usam a cozinha francesa como base.

A cozinha francesa pode ser dividida em: Cuisine du terroir; Cuisine nouvelle e Cozinha burguesa.

A cozinha burguesa inclui todos os partos clássicos franceses que foram adaptados ao longo dos anos, para atender ao gosto mais refinado. Inclui molhos ricos à base de creme e algumas técnicas complexas de cozinhar.

A cuisine du terroir cobre as especialidades regionais com foco forte nos produtos de qualidades locais e na tradição camponesa.
A cuisine nouvelle caracteriza-se por pratos preparados em menor tempo, menor porção, além de serem mais leves e apresentados de forma refinada e decorativa.

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Brasileira realiza exposição com antenas proibidas em favor de imigrantes na Suécia

A artista plástica sueca/brasileira Isabela Löffgren preocupada com os imigrantes em Estocolmo na Suécia esta realizando um fantástico projeto que vem favorecer esses povos que não conseguem manter contatos com seus países de origem.

Os imigrantes desta localidade são em sua grande maioria oriundos do Curdistão e da Assíria que foram expulsos de seus países nos últimos 20 anos.

Para continuar acompanhando o que acontece em seus países, matar a saudade de casa e manter ativa suas conexões politicas com seu povo entra a importância da antena parabólica neste local para estas pessoas.

No entanto as antenas parabólicas não são permitidas pelas autoridades e são instaladas de firma irregular o que possibilita acesso gratuito à programação porém proibido. Mesmo se antena for legalizada e comprada em loja especializada elas estão proibidas de ser penduradas nas fachadas e nas varandas das casas para que não produza uma poluição visual na cidade.

Pensando em todos estes problemas enfrentados pelos imigrantes a artista plástica Isabela Löffgren está apresentado a exposição "cidade-satélite".

”A intenção é colorir as centenas de antenas parabólicas penduradas nas varandas dos prédios deste bairro habitado por imigrantes de vários países, principalmente do Oriente Médio, mas também do Congo, da América Central e da Europa Central.

São mil parabólicas ao todo e o projeto é feito em parceria com o artista plástico sueco Erik Krikortz com o apoio do Botkyrka Konsthall (um centro de artes local) e da administradora dos prédios da região Botkyrkabyggen.

Por exemplo, no centro urbano de Estocolmo as parabólicas não são permitidas; no entanto, nos subúrbios da cidade são apenas toleradas.O projeto da artista  se dá sob forma de intervenção urbana, propondo um diálogo entre mídia e arquitetura, tornando estes objetos que pontilham as fachadas em pontos de cor sobre a paisagem urbana.A cor se dá através de uma capa de tecido colorida e contará com a adesão e colaboração de todos os moradores.

Em troca pela capa colorida, os moradores contarão uma história sobre seu exílio e o papel da televisão de seus países em sua vida cotidiana na Suécia. Estas histórias serão publicadas em um website. No sábado, 10 de Setembro, foi inaugurado  a primeira parabólica colorida como chamariz para a adesão dos moradores.

Esta parabólica será especial, pois estará antenada na Globosat e ela contou uma história que irá contar uma história pessoal dela sobre o Brasil, já que ela é  brasileira vivendo na Suécia.

Arte e cultura da Romênia

 
A Romênia atual tem estado habitada desde tempos remotos, a prova são os machados de silex encontrados na zona dos Cárpatos, entre os rios Arges e Olt e que datam de aproximadamente 600 mil anos, assim como as pinturas rupestres das grutas próximas a Cuciulat e que segundo se conta são do ano 10.000 a.C.

Arquitetura

Se algo pode caracterizar a Romênia no relativo a sua arquitetura é a profusão de igrejas e mosteiros (muitos são construídos por Estaban o Grande).
Entre as construções mais relevante, dada sua antigüidade, destacam as pequenas igrejas dos século XI e XII de Tara Hategului e que representam admiráveis exemplos de uma arquitetura de dimensões modestas. A Igreja de Streisangeorgiu, parece ser a mais velha construção de muralha que se conserva no país. Seu volume, de uma simplicidade perfeita, contem uma nave sobre a que se eleva uma torre campanário e um pequeno altar no que ainda se conservam fragmentos da pintura original que data do ano 1313.

As igrejas de Santamarie Orlea e a Igreja de Steri, ambas edificadas ao redor do ano 1279, apresentam umas dimensões reduzidas e distinguem-se por ter a nave separada do altar e a torre campanário, situada na entrada, é de uma clara influência românica. Porém, é a pequena Igreja de Densus uma das construções mais interessantes do país e a que melhor representa a arquitetura de aquela época.

Construída no século XIII, com a pedra extraída das ruínas da antiga capital da dacia Romana, possui umas dimensões modestas, coroadas por uma torre central. Ainda podem ver-se fragmentos de pedras romanas esculpidas, sobretudo nas muralhas exteriores, enquanto que no interior ainda se conservam partes da pintura mural do século XV. Estes detalhes fazem com que o templo seja uma das mostras mais representativas das construções de culto bizantino.
Por outro lado, na região de Transilvânia e dado que a madeira é o principal elemento de construção, muitas das antigas edificações não sobreviveram ao passo do tempo. Porém, os templos que chegaram a nossos dias, sofreram remodelações. Entre as igrejas de madeira mais relevantes encontram-se as de Marmures, ao longo dos vales dos rios Iza, Mara e Covsau, as igrejas de Cuhea, Leud, Sieu, Barsana, Budesti Susania ou Glod e na zona de Chosaru, as igrejas de Calinesti e Glod.

Estaban o Grande

Estaban o Grande, príncipe de Moldavia entre 1457 e 1504, junto a Miguel o Valente foram uns dos mecenas das artes mais importantes de Romênia. Sob seu patrocínio e impulso se desenvolveu em Moldavia uma atividade construtiva de grande amplitude.
Não só foram os mosteiros fortificados que constituíam um conjunto defensivo, nem as construções tão imponentes como o Castelo de Bran, perto de Brasov o que diferenciou a Estaban o Grande, e sim as mais de 30 igrejas construídas sob seu mandato o que lhe outorgou o respeito e o título de mecenas da arquitetura e a arte de Moldavia.

A Igreja de Patrauti (1487), a primeira das fundações do príncipe, anuncia o novo estilo caracterizado pelas reduzidas dimensões mas de remarcáveis proporções. O volume, abarcando segundo o modelo bizantino "pronaos" e "naos" com absides laterais e altar, é coroado por um precioso telhado alto. Os arcos, ao sesgo, que sustentam e lançam a torre, passariam a formar parte do repertório da arquitetura de Moldavia.

Música

Os instrumentos musicais tradicionais de Romênia incluem o "cimpoi" (gaita), o "cobza" (umlaúd com a forma de pêra), o "nai" (espécie de flauta de pão), diversas flautas como a ocarina, fabricada em cerâmica e a "tilinca" (particular flauta sem orifícios para os dedos). Porém, o violino é o instrumento folclórico mais popular de Romênia. 


A "doina" é uma canção de amor improvisada, uma espécie de blues que incorpora temas sociais ou românticos. Em cambio, a "balada" é uma canção coletiva em onde se narram histórias de diferente conteúdos, principalmente de caracter histórico.

Nas danças populares os casais podem dançar em círculos, semi círculos ou bem, em linha. No "sirba", os homens e as mulheres dançam a ritmos rápidos em círculos muito próximos com as manos sobre os ombros da pessoa que encontra-se a seu lado. O "hora" é outra das danças em círculos que se desenvolvem de forma muito rápida, enquanto que no "briu" ou a "dança do cinto", os dançantes formam uma fila segurando-se na cintura.

A música moderna dos ciganos tem absorvido muitas influências e é freqüente encontrar-se aos músicos profissionais tocando por qualquer lugar. É também muito comum ver aos "lautari", que não são outra coisa mais que músicos, tocando nos casamentos, aniversário, batismos ou nos funerais. A música da região de Transilvânia, onde há mais presença húngara, é muito mais solene e seria.

Artista Jorge Vercillo em Angola para a semana do Brasil

O artista brasileiro Jorge Vercillo e sua banda têm em agenda a realização de dois espectáculos nos dias 4 e 5 de Setembro, em Luanda, no âmbito das jornadas comemorativas ao 187 anos da independência do Brasil, também denominada semana do Brasil.

Segundo o presidente da Associação dos Empresários e Executivos Brasileiros em Angola (Aebran), Alberto Esper, a VI Semana do Brasil vai possibilitar ao angolano e estrangeiros residentes conhecerem a música de um dos maiores artistas da actualidade.

"É uma iniciativa Aebran, com o apoio da embaixada do Brasil, durante a qual os angolanos e brasileiros vão poder também debater questões económicas, saborear pratos típicos, ouvir música de boa qualidade, assistir filmes premiados e apreciar peças de artes plásticas", disse à Angop.

Alberto Esper ressaltou a importância da diversidade da programação, tendo em conta a intensificação da integração entre brasileiros e angolanos, iniciada um dia depois da independência de Angola.

De acordo com o programa, de segunda a quarta haverá uma mostra de cinema brasileiro, com entrada grátis. Serão exibidos no Cineplace, do Bellas Shopping, com a distribuição de mais de 3 mil ingressos, três filmes recentes: “Mistérios do samba”, “Estômago,“Não por acaso”.

De terça a sábado, no Hotel Trópico, acontece a semana da gastronomia brasileira, constituído de almoço com pratos típicos brasileiros, além do cardápio internacional do restaurante. Paralelamente, haverá uma mostra de exemplares da cultura de diversas regiões brasileiras.

Do programa consta ainda um Fórum de debates Aebran/Lusofonia, com três temas: “A economia de Angola diante da crise mundial”, a ter como expositor o representante do banco mundial neste País, Ricardo Gazel; “As relações comerciais Brasil-Angola” e “Perspectivas da Economia angolana”.

Para encerrar as comemorações, na segunda-feira, dia 7 de Setembro, dia da independência do Brasil, haverá o lançamento de caderno especial do Jornal de Angola comemorativo a data.

O Brasil Francês

Endereço de "Radio Imigrantes"




-Rádio ZyA 780 IMIGRANTES - FM
Direto de Teófilo Otoni -MG - Brasil
Imigrantes FM


-Radio Imigrantes de Tuvo - SC - 1550 KHZ om uma equipe de doze funcionários e mais dois diretores a Rádio Imigrantes de Turvo é considerada a mais ouvida da região segundo pesquisas realizadas recentemente (Fama/2007). Uma programação mista intercalada com notícias, entretenimentos e muita música, faz a alegria de seus ouvintes espalhados pelo sul de Santa Catarina e norte e nordeste do vizinho estado do Rio Grande do Sul.
Rádio Imigrantes (48) 3525 0321 imigrantes@radioimigrantes.com.br
CEP 88930-000 - Rua Rui Barbosa , 1321
Centro - Turvo - SC
Radio Imigrantes

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Museu Imperial promove curso de capacitação


Visitantes constantes do acervo histórico do Museu Imperial, os guias de turismo da região terão dois eventos especiais durante a Semana de Museus. No dia 21 e 22 de maio, os guias cadastrados na Embratur, poderão participar gratuitamente da oficina “O Museu Imperial e suas coleções: Curso para guias de turismo” e visitar os bastidores do antigo Palácio, por meio do Projeto “O Museu que não se vê”.

No curso “O Museu Imperial e suas coleções”, 30 guias serão capacitados por técnicos do Museu. O objetivo é oferecer uma formação de qualidade sobre o Palácio e o acervo em exposição. Os encontros serão realizados nos dias 21 e 22, das 10h às 17h, na Sala Multimídia (acesso pelo Bosque do Imperador).

Como parte do último dia da oficina, os guias vão participar de uma edição especial do Projeto “O Museu que não se vê”, às 14h30. Durante a atividade, os guias vão conhecer as atividades técnicas desenvolvidas na Biblioteca, Arquivo Histórico, Laboratório de Conservação, Setor de Educação, Setor de Museologia e no Projeto Som e Luz.

A visita tem como meta um contato mais direto com as ações técnicas desenvolvidas com o objetivo de se preservar e disponibilizar aos pesquisadores o acervo histórico, artístico e paisagístico mantido no Palácio Imperial de Petrópolis.

As inscrições para o curso de capacitação começam no próximo dia 22 de abril e serão encerradas no dia 8 de maio. As inscrições são gratuitas e só poderão participar da oficina os guias cadastrados na EMBRATUR. Os interessados podem se inscrever diretamente pelo site www.museuimperial.gov.br, pelo e-mail promoção@museuimperial.gov.br ou pelo telefone (24) 2237-8000 ramal 244.
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Ano da França no Brasil terá exposição de fotos de Robert Doisneau

No mês de Abril abre as comemorações do “Ano da França no Brasil”. Uma das primeiras ações do calendário oficial do ano são as “Fotos de Robert Doisneau” – Exposição “A Renault de Doisneau”. A mostra chegará ao País no dia 24 de abril e trará 106 imagens de um dos maiores fotógrafos do século XX. Em sua primeira etapa, a exposição acontecerá em Curitiba até o dia 14 de junho, na Casa Andrade Muricy. Em seguida, estará em São Paulo de 27 de outubro a 6 de dezembro, na FIESP. A entrada é gratuita em ambas temporadas.

Autor da foto “O Beijo do Hotel de Ville”, que celebrizou o beijo de um casal em frente à prefeitura da Paris de 1950, o fotógrafo Robert Doisneau teve em sua trajetória profissional duas passagens pela Renault. Deste trabalho resultaram as fotos do acervo, de propriedade da empresa e que compõem a mostra. Na primeira fase, entre 1934 e 1939, Doisneau produziu, como funcionário regular da Renault, uma série de fotografias de veículos, peças e das fábricas da marca nos arredores de Paris. Nesta fase, registrou com sensibilidade e um olhar único a transformação da indústria e do automóvel. Na segunda fase, entre 1946 e 1955, voltou à Renault já como fotógrafo consagrado para produzir fotos publicitárias dos principais modelos da montadora.

Arte moderna e indústria - Complementando sua participação no calendário oficial que marca o Ano da França no Brasil, a Renault traz ao País também parte da sua coleção de arte moderna. A mostra “Uma Aventura Moderna” reúne trabalhos de artistas como Jean Dubuffet, Miro, Victor Vasarely, Robert Rauschenberg, Matta, Takis, Erró, Jean Tinguely, Alechinsky, Michaux e Niki de Saint Phalle. A exposição também se realizará em Curitiba – de 16 de maio a 9 de agosto, no Museu Oscar Niemeyer – e em São Paulo – de 11 de setembro a 15 de dezembro, no Museu de Arte Contemporânea (MAC Bienal).

Exposições Renault no “Ano da França no Brasil”, “Fotos de Robert Doisneau” – Exposição “A Renault de Doisneau” , em Curitiba: de 24 de abril a 14 de junho, na Casa Andrade Muricy (Rua Doutor Muricy, 915 – Centro); Entrada gratuita.Em São Paulo: de 27 de outubro a 6 de dezembro, na Fiesp (Avenida Paulista, nº 1313 – Cerqueira César); Entrada gratuita.

“Uma Aventura Moderna” - Exposição da Coleção de Arte Renault: Em Curitiba: de 16 de maio a 9 de agosto, no Museu Oscar Niemeyer (MON – Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico). Em São Paulo: de 11 de setembro a 15 de dezembro, no Museu de Arte Contemporânea (MAC Bienal – Parque do Ibirapuera); Entrada gratuita.
www.revistafator.com.br

Confira:

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Candido Portinari

Candido Portinari filho de imigrantes italianos nasceu em 30 de Dezembro de 1903, em uma fazenda de café perto da cidade de Brodósqui, Estado de São Paulo.

Filho de Baptista Portinari e Dominga Torquatro, italianos da região de Vêneto. Frequentou a escola primária, provavelmente entre 1911 e 1916. Em 1918, Candido foi chamado como ajudante de um grupo de pintores e escultores italianos, que viviam de decorar igrejas das pequenas cidades de interior. No ano seguinte, decidido a ser pintor, ele parte para o Rio de Janeiro, onde se matricula como aluno livre na Escola Nacional de Belas Artes.

Obra: Índia e Mulata - 1934
Em maio de 1925, Portinari, então com 21 anos, participa, com dois retratos, do III Salão da Primavera. Em Agosto, na XXXII Exposição geral de Belas Artes, ganha a Pequena Medalha de Prata, que o habilita a concorrer ao Prêmio de Viagem.
A influência de Picasso sobre Portinari é evidente. Seu trabalho, inclusive, recebe muitas críticas de ter sido apenas uma cópia do cubismo de Picasso, sem criar um estilo novo.

No ano de 1935 ele recebeu uma premiação em Nova Iorque por sua obra "Café". Deste momento em diante, sua obra ganhou notoriedade e passou a ter reconhecimento internacional.

A fase muralista se iniciou em 1936 e até 1944 estará ocupado em pintar os afrescos para o Ministério da Educação e Cultura, o atual Palácio Gustavo Capanema, edifício projetado por arquitetos brasileiros liderados por Lúcio Costa seguindo princípios arquitetônicos do já famoso arquiteto suíço Le Corbusier; ovvero, Charles Edouard Jeanneret, enfatizando a temática social que permeará toda a sua obra.

Em Julho realiza-se a Expositon dárt Brésilien, coletiva, no Foyer Brésilien e Portinari participa com duas obras. Em Julho, escreve a uma colega da ENBA, Rosalita Mendes de Almeida. É a Carta de Palaninho, verdadeira declaração de intenções, na qual surge, com toda a sua força, o Brasil que emociona Portinari e que ele pretende retratar no seu regresso.É nesse ano, também, que Portinari conhece Maria Victoria Martinelli, jovem uruguaia de 19 anos, radicada com a família em Paris, que será sua companheira de toda a vida.

Obra: Flautista - 1934
Em 1957 expões em Munique é o único artista brasileiro a participar da exposição 50 ANOS DE ARTE MODERNA, no Palais des Beaux Arts, em Bruxelas, em 1958. Como convidado de honra, expõe 39 obras em sala especial na I Bienal de Artes Plásticas da Cidade do México, em 1958.

No mesmo ano ainda, expõe em Buenos Aires. Em 1959 expõe na Galeria Wildenstein de Nova York e, juntamente com outros grandes artistas americanos como Tamayo, Cuevas, Matta, Orozco, Rivera, participa da exposição COLEÇÃO DE ARTE INTERAMERICANA, do Museo de Bellas Artes de Caracas. Candido Portinari morreu no dia 06 de fevereiro de 1962, quando preparava uma grande exposição de cerca de 200 obras a convite da Prefeitura de Milão, vítima de intoxicação pelas tintas que utilizava.

Portinari meteu-se na política sem muito sucesso. Foi perseguido por ser comunista, numa época em que isso era considerado terrível. O Arcebispo de Belo Horizonte negou-se a consagrar a Igreja da Pampulha por conta dos murais de Portinari. O artista foi para o Uruguai mas voltou a tempo de ver o seu partido comunista ser declarado ilegal. Mais tarde, o mesmo governo brasileiro o convidaria para pintar dois murais na sede da ONU. A guerra e a Paz. Idas e vindas na vida de Portinari.

Conheça abaixo as principais obras de Portinari:
Meio Ambiente, Colhedoras de Café, Mestiço, Favelas, O Lavrador de Café, O Sapateiro de Brodósqui, Meninos e Piões, Grupo de Meninas Brincando, Menino com Carneiro, Cena Rural, A Primeira Missa no Brasil, São Francisco de Assis, Tiradentes, Os Retirantes, Retrato de Euclides da Cunha, Retrato de Carlos Gomes, Cena Rural, Flautista, Índia e Mulata, Grupo de Meninas, Mulher Chorando, Criança Morta, Colheita de Café, Colheita de Milho, Gaiola, Menino e Canavial,Mulher Chorando, Colheita de Algodão,

Qual a origem e o significado de Brasão?

Brasão do Município de Campo Mourão Estado Paraná.

A palavra Brasão vem do alemão blasem, tocar buzina, já que era ao seu toque que os cavaleiros medievais se lançavam ao combate. De início apenas os nobres os possuíam, mas com o passar do tempo, os Reis passaram a concedê-los aos vassalos como sinal de distinção ou bravura.

Segundo definição da Wikipédia um brasão de armas ou, simplesmente, brasão, na tradição europeia medieval, é um desenho especificamente criado - obedecendo às regras da heráldica - com a finalidade de identificar indivíduos, famílias, clãs, corporações, cidades, regiões e nações.

O desenho de um brasão é normalmente colocado num suporte em forma de escudo que representa a arma de defesa homônima usada pelos guerreiros medievais. No entanto, o desenho pode ser representado sobre outros suportes, como bandeiras, vestuário, elementos arquitetônicos, mobiliário, objetos pessoais, etc.. Era, também, comum, sobretudo nos séculos XIV e XV, os brasões serem pintados ou cosidos sobre as cotas de malha, o vestuário de proteção usado pelo homens de armas. Por isso, os brasões também são, ocasionalmente, designados por cotas de armas.

A origem dos Brasões remonta a Idade Média , quando os senhores feudais reuniam pequenos exércitos e se dirigiam a Terra Santa nas cruzadas, para se distinguir de outros senhores feudais , mandava pintar nos broquéis (pequenos escudos redondos) de seus soldados suas cores. Na volta para casa, os cavaleiros vitoriosos colocavam sobre os escudos os troféus conquistados para mostrar ao Rei e as damas da corte.

Para que se possa ter uma melhor compreessão do significado de um Brasão: O que é Heráldica, Composição do Brasão, Cores, Esmaltes e Peles, Peças Internas, Peças Externas pode se consultar no site www.amazonline.com.br e tirar todas as dúvidas.

Se por acaso desejar encomendar um Brasão da família existe vários sites que fornece este tipo de serviço pela internet. Um deles www.brasoes.com.br que realiza o serviço por um preço bastante acessível.

Outro site interessante é o www.ingers.org.br que também oferece muita experiência em pesquisa para oferecer um serviço de primeira. Oferecem Brasão Heráldico Particular Moldurado, Modelo Especial – Histórico Genealógico + Estampa Moldurada, Brasão Simples, Moldura de Luxo - Brasão Simples, Kamon Japonês, Brasão Simples Grande, Brasão Clássico, Conjunto Heráldico Aplicado em Madeira de muiracatiara ( madeira clara).

Teatro Arthur Azevedo

Segundo mais antigo teatro do Brasil, o Teatro Arthur Azevedo em São Luiz do Maranhão foi fundado com o nome de Teatro da União por dois comerciantes portugueses em 1817. No projeto original, o teatro se estenderia até o Largo do Carmo, mas acabou reduzido por um veto da Igreja.

Baseado no chamado teatro de platéia italiano, em formato ferradura, apenas em 1922 ganhou o nome atual. Funcionou como cinema entre 1940 e 1966 e, abandonado, acabou em ruínas.

Em 1989, quando apenas a fachada original ainda resistia, foi demolido e reconstruído de acordo como o projeto original. Atualmente tem capacidade para 750 espectadores, distribuídos por 4 andares. Os espetáculos são gravados por um circuito profissional de vídeo instalado no teatro e retransmitidos pela TV Senado.

A vida e a obra do poeta chileno Pablo Neruda

Homem de sete instrumentos, consagrado com o Nobel de Literatura em 1971, Pablo Neruda teve também carreira marcante como diplomata e como senador, chegando a se candidatar à presidência do Chile pelo Partido Comunista, em 1969, de que desistiu em favor da candidatura de Allende. Nasceu no sul do Chile, na cidadezinha de Parral, em 12 de julho de 1904. Escreveu desde pequeno, sentindo-se destinado à poesia.

O poeta chileno Pablo Neruda (1906-73) gostava de morar bem ia muito além disso. Ele transformou suas três principais casas no seu país natal em verdadeiros santuários do culto (no bom sentido) à sua complexa personalidade. A visita às sossegadas moradas dele em Isla Negra, em Valparaiso (La Sebastiana) e na capital Santiago (La Chascona), hoje transformadas em museus, é uma saborosa viagem pelo universo do poeta, pela cultura chilena e pela história do século 20 e com escalas também no Brasil.

O prato principal é Isla Negra, onde fica a maior e mais interessante parte do acervo do poeta. Isla Negra, na verdade, não é uma ilha, mas o nome de uma pequena vila de pescadores no litoral chileno, às margens do oceano Pacífico, distante pouco mais de 100 quilômetros de Santiago.

A viagem vale não apenas pelo museu, mas também pelos belos cenários de praia. Amante do mar apesar de nunca ter sido um marinheiro de verdade, Pablo Neruda gostava de ficar perto dele, e motivos marinhos estão estalhados por toda parte em suas casas.

O poeta nacional do Chile chegou a Isla Negra em 1939, buscando refúgio para escrever seu engajado "Canto Geral". Havia apenas uma pequena casa no terreno de 5 mil metros quadrados, e Neruda foi construindo aos poucos a moradia definitiva, assessorado pelo arquiteto espanhol Germán Rodríguez Arias.

Concluída em 1965, a casa de Isla Negra paga tributo às origens do poeta. Seu formato imita os vagões de um trem, em uma referência ao fato de que seu pai, José del Carmen Reyes Morales, foi ferroviário.

Assim como La Chascona e La Sebastiana, Isla Negra está repleta de objetos de todo o mundo (3.500, espalhados pelos diversos cômodos). São obras de arte, peças de artesanato dos índios mapuches, quadros, gravuras, fotos, búzios, garrafas, mapas, instrumentos de navegação. Neruda se dizia não um colecionador, mas um "cosista" (um coisista, alguém que gosta de coisas e as acumula).

O poeta mantinha uma relação íntima com o Brasil, país que visitou várias vezes, que citou no "Canto Geral" e que homenageou com uma ode ao Rio de Janeiro. Tinha muitos amigos no país, influenciou muita gente, foi entrevistado por Clarice Lispector e citado por Carlos Drummond de Andrade, Vinicius de Moraes e Chico Buarque, entre outros.

O Brasil é uma presença sutil na casa de Santiago, seja nos quadros de Carybé (que ilustrou edições brasileiras de livros do poeta) e José Pancetti ("um grande pintor de coração puro", dizia) nas paredes, seja nas fotos de Neruda com amigos como Jorge Amado em Salvador. Também vale lembrar que o ainda hoje vivo poeta amazonense Thiago de Mello, amigo e tradutor de Neruda, morou em La Chascona no seu exílio em Santiago durante a ditadura militar brasileira.

Pintor Pablo Picasso sua vida e suas obras

Pablo Picasso, o artista mais famoso e também o mais versátil do século 20, nasceu em Málaga, no sul da Espanha, em 25 de outubro de 1881. O pai era professor de desenho, portanto o óbvio talento de Picasso foi reconhecido desde cedo e, aos quinze anos, tinha já o seu próprio ateliê.

Pintor espanhol naturalizado francês. Considerado por muitos o maior artista do século 20, era também escultor, artista gráfico e ceramista. A monumental obra de Picasso que inclui desenho, pintura, gravura, escultura, colagem e cerâmica, permanece tão viva quanto sua lenda. Durante quase oitenta de seus 91 anos de vida, Picasso dedicou-se a um trabalho que se confunde com a evolução da arte moderna e marcou a produção artística do Século 20.

O trabalho de Picasso compreende quase todos os campos das artes plásticas, mas foi principalmente a pintura que o tornou célebre. Sua obra inicial, produzida entre 1894 e 1899, é realista. Com as primeiras visitas do pintor a Paris, assimila influências de Toulouse-Lautrec e outros.

A fase do cubismo
Cubismo Primitivo: ( 1907 ) : representado por " As Senhoritas de Avignon ", a pintura dos primeiros anos do cubismo se caracterizou pela redução à rígidas formas geométricas de tudo. Aparecem casas sem portas, sem janelas e pessoas com uma só mão ou apenas um olho. As cores eram ocres, marrons e verdes, com a função principal de remodelar as formas.

Cubismo Analítico -( 1910 - 1913 ) : apresenta uma decomposição de objetos simples, tais como guitarras, violinos, cabeças ,figuras, etc. Era uma combinação de fragmentos de objetos, vistos de distintos pontos de vista, com uma perspectiva movediça.

Cubismo Sintético -( 1913 ): Empregam-se colagens , papéis diversos, como jornais, papéis de paredes, etc.Há um interesse grande por texturas e materiais e as cores se tornam muito mais vivas. Volume e espaço são insinuados com pequenos e leves traços de sombra. Há uma completa ruptura com qualquer procedimento imitativo.

Algumas Obras
A vida - Museu de Arte de Cleveland, Estados Unidos
A mulher do leque - Galeria Nacional, Washington
Auto retrato com paleta na mão - Museu de Arte, Filadélfia
Miseráveis diante do mar - Galeria Nacional, Washington
Família de acrobatas com um macaco - Göteborgs Kunstmuseum, Gotemburgo
O equilibrista da bola - Museu de Belas-Artes Pushkin, Moscou
A amizade -Museu do Ermitage, São Petersburgo
Les Demoiselles d'Avignon - Museu de Arte Moderna, Nova York
Horta d'Ebre . A fábrica - Museu do Ermitage, São Petersburgo
Menina com Bandolim - Museu de Arte Moderna, Nova York
Mulher chorando - Coleção particular, Londres
Guitarra - Museu de Arte Moderna, Nova York
Guernica ( 1937 ) - Casón del Buen Retiro, Madri
Arlequim - Museu de Arte Moderna, Nova York
As três dançarinas - Tate Gallery, Londres
Três músicos - Museu de Arte Moderna - Nova York
Almoço na Relva ( Releitura de Manet )
Retrato de Jacqueline - Museu Picasso, Barcelona
As meninas ( Releitura de Vélasquez)
Consulte:Museu Pablo Picasso
e tenha maiores informações.

Brasil e Japão na coleção do Museu da Arte Comtemporânea

Exposição comemora o centenário da imigração japonesa no Brasil com 124 obras de artistas japoneses, nipo-brasileiros e seus descendentes.

Período : 14/6/2008 a 7/9/2008
Local : MAC USP Cidade Universitária
Funcionamento: Terça a sexta das 10 às 18, sábado, domingo e feriado das 10 às 16 horas

O artista japonês e nipo-brasileiro despertam a cada dia maior atenção no circuito das artes no Brasil.N]ao poderia ser de outra forma pois a maioria de imigrantes japoneses fora do Japão está no Brasil.
A participação japonesa em nosso meio artístico resulta da própria história dos dois países.

Na exposição Arte Brasil – Japão. Moderno e Atual, que o Mac organiza em comemoração ao Centenário da Imigração Japonesa ao Brasil, apresenta-se um núcleo onde se reúnem obras do Grupo Seibi.

Outros artistas japoneses, como Flávio Shiró, ManabuMabe, TomieOhtake, Fukushima, Kaminagai e Takaoka fixaram-se no Brasil no período entre guerras, integrando-se no cenário cultural brasileiro em que se consolida a modernidade. Kaminagai permaneceu no Brasil de 1941 a 1955, estabeleceu-se no Rio de Janeiro, onde abriu uma molduraria e um ateliê que foi freqüentado por muitos artistas. Quando deixou nosso país, passou a viver em Paris, sem entretanto cortar os contatos com a arte brasileira. Takaoka, que já estava no Brasil desde 1925, freqüentou o ateliê de Bruno Lechowsky, no Rio de Janeiro e a Escola de Belas-Artes de São Paulo. Ele participou, também, do grupo Seibi e liderou, como professor, o Grupo 15 (Grupo do Jacaré), surgido em 1948, aproximando os artistas Geraldo de Barros, Athayde de Barros, Takeshi Suzuki, Walter Tanaka, Antonio Carelli, Odete de Freitas, Mario Aki, Tomoo Handa, Tamaki, Higaki, Joaninha Cunha Bueno, Massao Okinaka, Massuda, Francisco Trigo e Mayashi. O Grupo 15 desembocou no Grupo Guanabara em que também se encontraram outros nipo-brasileiros como Jorge Mori, Mari Yoshimoto e Tomie Ohtake.
Maiores informações consulte:MacVirtualUsp

A chegada dos Russos no Brasil

O primeiro contato registrado pela História aconteceu em 1804 durante a primeira expedição russa de volta ao mundo. Os dois navios desta expedição, "Nadejda" e "Neva", atracaram em portos brasileiros, inclusive em Recife. Conta a lenda que a tripulação foi convidada para uma festa naquele porto e, durante a mesma, os marinheiros russos fizeram uma demonstração de passos de suas danças folclóricas. Os anfitriões, impressionados, gostaram e passaram a imitar estes passos introduzindo-os no folclore local e dando origem ao famoso "frevo".

A primeira imigração oficial de russos para o Brasil ocorreu após a malfadada revolução de 1905 na Rússia, tendo o governo brasileiro concedido asilo político aos revolucionários.
Em 1906, grupos descontentes com as renovações litúrgicas promovidas pela Igreja Ortodoxa Russa, os assim chamados "staroveri" ("fiis do antigo credo"), resolveram deixar o país para manterem as suas crenças religiosas. Eram grupos formados em sua maioria de camponeses de todas as regiões da Rússia e que acabaram por se fixar-se como pequenos produtores rurais em diversos estados brasileiros. No Estado de Mato Grosso os "staroveri" estabeleceram-se numa fazenda onde, ate hoje, cultivam a terra num sistema coletivo.

Quanto a religião, os russos são quase todos ortodoxos e, em São Paulo, inicialmente usavam o templo sírio-libanês para celebrar suas missas em eslavo eclesiástico. Todavia, logo quiseram construir a sua própria igreja e o fizeram. Em 1930 construíram a Igreja da Santíssima Trindade no bairro de Vila Alpina. Em 1935, chegou ao Brasil o bispo D. Theodosio para fundar a Diocese Ortodoxa, com sede rua Tamandar, onde foi então, construída a Catedral de São Nicolau. Outros templos ortodoxos ergueram-se em São Paulo e em outras localidades do Brasil (Rio, Niterói, Porto Alegre, Goiânia e Santa Rosa).

A grande maioria dos russos que permaneceu no pais, concentrou-se principalmente nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Nos Estados do Paraná, Mato Grosso e Goiás prevaleciam os grupos dos supracitados "starovery".
No estado de São Paulo a maioria dos imigrantes russos se instalam no estado de São Paulo, principalmente em Nova Odessa e na capital, voltando-se para atividades industriais, empresariais, técnicas, teatro e representações culturais, e para o exercício de profissões liberais.
Fonte:news-of-russia.info

pioneiras russas imigrantes

A Imigração Chinesa no Brasil

Bule do único serviço armoriado feito na China especialmente para o Brasil: o de chá e café com as armas do jovem Império e a inscrição Viva / a / Independência / do Brasil, oferecido a Pedro I por "um grupo de patriotas".

Os primeiros imigrantes chineses vieram para desenvolver o cultivo do chá em São Paulo e trabalhar na implantação de ferrovia no Rio de Janeiro, capital do país na época. Já em 1810, Portugal organizava em sua colônia de Macau a vinda dos primeiros chineses para o país.

A primeira entrada oficial de chineses em São Paulo ocorreu o 15 de Agosto de 1900. Eram 107 pessoas que, viajando no vapor Malange, procedente de Lisboa, desembarcou no Rio de Janeiro sendo conduzido em seguida para a Hospedaria de Imigrantes, na cidade de São Paulo.Mas, o grande fluxo da imigração chinesa de deu a partir da década 50. Os principais motivos dessa migração foram as guerras que estavam ocorrendo na China e a falta de alimentos no País.

Os dois principais problemas enfrentados pelos imigrantes mais antigos, foram, em primeiro lugar, a dificuldade em aprender o português e, em segundo, a dificuldade de conseguir emprego. Eles se aplicavam em aprender a língua, pelo menos o mínimo para se comunicar com os brasileiros e arranjar trabalho.

As contribuições da comunidade chinesa em São Paulo são inúmeras. Além dos restaurantes típicos, eles trouxeram a técnica da acupuntura, as artes marciais,horóscopo chinês,contribuição no campo da medicina e incorporaram os fogos de artifício em nossa cultura entre tantas outras. Encontramos chineses comandando pastelarias, os que operam pequenas lavanderias familiares outra marca registrada que na imagem popular caracteriza os imigrantes vindos da China.

Estima-se que atualmente vivem no Brasil cerca de 200 mil chineses e descendentes, dos quais um número superior a 130 mil moram em São Paulo.