Adolecente queimada por amigos está em coma em estado grave
HIV- 400 mil crianças nascem todo ano com sida nos países africanos
"Trata-se de uma injustiça inaceitável", declarou Sidibé que falava no termo da assinatura de um acordo-quadro de cooperação entre o seu organismo e a Organização Internacional da Francofonia (OIF).
Sidibé sublinhou que nas outras partes do mundo, já não nascem crianças com a sida devido ao tratamento das mulheres soro positivas durante a gravidez.
"Se nas outras zonas do mundo nenhuma criança nasce com a sida enquanto 400 mil nascem soro positivos na África é a prova de que há uma desigualdade face à pandemia. Os mais pobres são infelizmente os que pagam o mais pesado tributo à doença" denunciou.
Sidibé, de nacionalidade maliana, lembrou igualmente que dos dois milhões de pessoas falecidas de sida em 2008 no mundo, um milhão são Africanos.
"Uma abordagem do problema impunha-se e impõe-se sempre, menos médica e curativa, mais sociocultural. Uma abordagem especialmente mais solidária da situação das vítimas de crises e de conflitos. Esta encontra justamente a perícia da Francofonia", fez observar Diouf.
Neste sentido, ele sublinhou o papel pioneiro da sua organização na adoção de textos legais que protegem os portadores do HIV/Sida da discriminação.
"A OIF já ajudou a criar na África uma lei chamada N'Djamena que se tornou hoje em legislação de referência por parte dos países africanos que são vítimas de preconceitos com referência aos portadores da doença", acrescentou o ex- Presidente do Senegal.
Apesar de uma estabilização da pandemia em vários países dos quais a Uganda, Ruanda e a África do Sul, o continente africano continua a ser a região do mundo mais afetada pela sida. É paradoxalmente o lugar onde se encontra menos pessoas doentes sob triterapia.
portalangop
Xenofobia! imigrante queimado vivo na África do Sul
No Sul do Brasil existe uma influência muito grande da imigração europeia e percebe-se através de sua cultura o quanto se desenvolveu esta região por ter recebido mão-de-obra especializada. Porém não é difícil de perceber um certo narcisismo entre os sulistas e um bairrismo em relação ao restante do país.Dispara o número de imigrantes legais na Espanha na última década
Uma estatística oficial da Espanha retratou que o números de imigrantes legais no país cresceu mais de seis vezes durante a última década.
Em 2000 existiam pouco mais de 900 mil estrangeiros residentes legalmente registrados no território espanhol com uma população total de 40,9 milhões de habitantes.
Esta situação mudou extraordinariamente 5,6 milhões de imigrantes em 2009 perfazendo um total de 46,7 milhões de pessoas.
Desde 2000, aproximadamente 2 milhões de imigrantes que desembarcaram na Espanha vieram da União Europeia. Um número similar partiu das Américas do Norte e do Sul, e cerca de 900 mil têm como origem os países da África.
Foto:Veiculada por imigrantes na Espanha e Portugal conforme blog Notícias do Bem .
África do Sul
A África do Sul é um país extenso, com grande diversidade de habitantes e povos que, ao longo dos séculos, foram deixando as suas marcas. Por essa razão a história da África do Sul - que, de acordo com o conhecimento mais recente, pode bem ser o “berço da humanidade”, está relativamente bem documentada e plena de acontecimentos com importância para todo o mundo.
A língua oficial da África do Sul é o inglês, Zulu, xhosa, suázi, ndebele, seSotho do sul, seSotho do norte, tsonga, tswana, venda, e afrikaans. A capital Cidade do Cabo (legislativa), Pretória/Tshwane (administrativa), Bloemfontein/Mangaung (judiciária), tem como maior cidade Joanesburgo com cerca de 5,5 milhões de habitantes sendo a quarta maior do continente africano.
A África do Sul foi “descoberta” por Bartolomeu Dias que, em 1488, aportou à Ilha Robben, ao largo da atual Cidade do Cabo, na sua abortada viagem para a Índia. A ilha foi, durante muitos anos, utilizada por navegadores portugueses, ingleses e holandeses como posto de reabastecimento e, como nessa época, a região era habitada por povos Khoisan, Xhosa, Zulu e vários outros, em 1591 um grupo de Khoikhoi, cansados das práticas comerciais desleais dos europeus, atacou a Ilha Robben. Como não tinham nada que superassem as armas de fogo dos europeus, foram derrotados e deixados na ilha sem comida, nem água. Estes foram os primeiros prisioneiros da Ilha Robben. Se tornou independente do Reino Unido em 31 de maio de 1910.
A África do Sul encontra-se dividida em nove províncias desde 1994. A tabela seguinte indica, para cada uma das nove províncias, o seu código oficial ISO 3166-2:ZA, o nome em português, inglês e afrikaans, e a capital.As nove províncias da África do Sul: 1. Cabo Ocidental; 2. Cabo Setentrional; 3. Cabo Oriental; 4. KwaZulu-Natal; 5. Estado Livre; 6. Noroeste; 7. Gauteng; 8. Mpumalanga; 9. Limpopo.
A África do Sul é um dos maiores produtores de ouro e diamantes. Existem grandes diferenças entre a população de ascendência europeia, mais rica, e a população de origem africana, mais pobre.
O governo sul-africano funciona segundo um sistema parlamentar, se bem que o Presidente da África do Sul seja ao mesmo tempo chefe de estado e chefe de governo. O presidente é eleito numa sessão conjunta do parlamento bicameral, que consiste de uma Assembléia Nacional (National Assembly), ou câmara baixa, e um Conselho Nacional de Províncias (National Council of Provinces, NCoP), ou câmara alta.
A bandeira nacional da República da África do Sul foi adotada a 26 de Abril de 1994. A bandeira foi concebida pelo Armeiro de Estado, F. Brownell. Uma tentativa anterior de criar uma nova bandeira, pedindo sugestões ao público, não se revelou bem sucedida.
Fonte:Wikipedia
Discriminação Contra Imigrantes aumenta na África do Sul
Os ataques contra os imigrantes estrangeiros tem se propagado na ÁFRICA DO SUL. A mais de duas semanas que começaram os ataques e vem aumentando nos bairros pobres de Johannesburgo, causando até hoje a morte de 42 e 17.000 deslocados se estedenram ontem pela pela primeira vez aos arredores da Cidade do Cabo.
Justamente uma reunião pública sobre xenofobia que degenerou os ataques de grupos violentos contra lojas pertencentes a cidadãos do Zimbábue em Dunoon, um bairro pobre a 20 km ao norte da Cidade do Cabo.





