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Explosões na Maratona de Boston deixam mortos e feridos

Duas explosões foram detonadas na  durante a Maratona de Boston nesta segunda-feira, 15 de abril  14:50 horário local. Até o presente três pessoas morreram, incluindo um menino de 8 anos de idade, e mais de 134 foram feridos, dos quais, pelo menos, oito são crianças. 

Hospitais locais relatam que pelo menos  25 estão em estado grave. Pelo menos 10 dos sobreviventes tiveram que ter  membros amputados, como resultado das explosões. 

O atentado ocorrendo em um trecho do curso da maratona cheio de espectadores, as explosões  parecem ter sido cerca de 50 a 100 metros de distância."Parecia um canhão enorme", disse uma testemunha.

O incidente pode ser um "ataque terrorista", embora ainda não se sabe se é o resultado de uma ameaça interna ou internacional.


Funcionários confirmaram que as explosões foram resultantes de bombas, e os policiais estão operando sob a suposição de que os dispositivos utilizados eram pequenos e portáteis bruto explosivos. Pelo menos um, e possivelmente dois, outros dispositivos não detonados foram encontrados nas proximidades da área. 

Uma terceira explosão na Biblioteca John F. Kennedy, em Cambridge está sendo investigado como um atentado relacionado ao da Maratona de Boston e pode ter começado na sala de mecânica da biblioteca.





Crédito: David L. Ryan 









EUA decreta o fim da discriminação nas Forças Armadas

O governo norte-americano vai retirar hoje a proibição dos homossexuais ingressarem nas Forças Armadas, colocando um ponto final numa medida controversa de 1993 que obrigou à expulsão de 13.000 soldados.

A partir de agora o Pentágono permitirá que os homens e mulheres homossexuais possam efetuar abertamente o serviço militar sem medo de represálias ou expulsão.


O Pentágono anunciou segunda-feira que já começou a receber candidaturas de homossexuais e apenas espera o levantamento da proibição.
A partir desta terça-feira, quando termina a lei que proibe a entrada de homossexuais na instituição, as solicitações de ingresso na corporação de pessoas que se declararam gays. Até o momento, só podiam fazer parte das Forças Armadas homossexuais que não se assumiam, política que levou milhares de militares a serem dispensados de seus serviços.

O porta-voz do Pentágono, George Little, afirmou que os integrantes das Forças Armadas estão preparados adequadamente para o final dessa política discriminatória, conhecida como "don't talk, don't ask" ("não pergunte, não conte"), que existe desde 1993. Aaron Belkin, autor de um livro sobre a luta dos homossexuais contra essa lei, disse que o final da proibição põe fim a uma paranóia política que perdurou por duas décadas.

"O dia 20 de setembro marcará uma mudança cultural para os militares e política para os gays. É um momento no qual a verdade e a justiça vencem a paranóia", afirmou Belkin. De acordo com um estudo do Instituto Williams, da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, existe, entre militares da ativa e reformados, aproximadamente 70,5 mil homossexuais e bissexuais nas Forças Armadas, o que representa 2,2% das tropas.

Um relatório do Pentágono divulgado semana passada indicou que 97% dos soldados e oficiais, cerca de dois milhões de integrantes, receberam instruções sobre o fim da proibição e as novas leis que vigorarão a partir de agora. Alex Nicholson, diretor-executivo de uma instituição que luta pelos direitos dos homossexuais, a Servicemembers United, afirmou que a nova orientação terá uma influência significativa sobre a maneira como a tropa e a população em geral vêem os homossexuais.

Imigrante ilegal tio de Obama é preso por dirigir embriagado

A Imprensa de Massachusetts, nos Estados Unidos, revelou que um imigrante ilegal, foi detido por dirigir embriagado e constatado que o mesmo é o tio "desaparecido" de Barack Obama.

Segundo a biografia do presidente norte-americano, Onyango Obama, de 67 anos, vivia com a família no Quénia e, em 1970, emigrou para os Estados Unidos. O tio "Omar", como era tratado por Barack, nunca regressou a casa nem mesmo contactou com a família.

Quarta-feira passada, Onyango foi preso por dirigir embriagado, depois de quase colidir com uma viatura policial, em Framingham, no estado de Massachusetts. Segundo o relatório do Tribunal Distrital, o queniano tinha 0,14 mg de álcool por 100 ml de sangue, ultrapassando o limite permitido no estado, de 0,08 mg por 100 ml.

Após a detenção, foi descoberto que o condutor era um imigrante ilegal e que tinha pendente um antigo mandado de captura, por não ter regressado ao Quénia. Apesar de garantir a sua inocência no incidente, o suspeito foi preso pelas autoridades de imigração norte-americanas.

Depois de ser detido, Onyango terá agarrado o celular e ameaçado ligar para a Casa Branca, segundo revelou a polícia.

Ainda não houve qualquer comentário por parte da Casa Branca e do próprio presidente democrata.

A morte do terrorista Bin Laden segundo a Casa Branca

A Casa Branca deu há momentos mais pormenores sobre a operação no Paquistão, na casa de Bin Laden, reconhecendo que o objetivo era capturar o líder da Al-Qaeda, mas a troca de tiros não o permitiu. Bin Laden foi atingido quando não estava armado, porém  ainda não há decisão sobre a divulgação de imagens, por serem violentas.
O assessor de imprensa da Casa Branca, Jay Carney, apresentou-se na sala de imprensa respondendo de imediato a perguntas, mas lendo também uma declaração preparada pelo departamento de Defesa.

"A operação foi levada a cabo por dois helicópteros e duas equipes. Além da família de Bin Laden, duas outras famílias moravam na mansão, uma no primeiro andar, outra num anexo. Uma equipe começou no anexo, outra no primeiro andar e foi subindo até ao terceiro andar - no primeiro encontrou e matou dois homens, mensageiros, e uma mulher no fogo cruzado. A família de Bin Laden foi encontrada no segundo andar, este resistiu; a sua mulher foi ferida numa perna mas não morta. Bin Laden não estava armado e foi morto", descreveu.

"Estávamos preparados para capturar Bin Laden, se fosse possível, mas encontrámos muitas pessoas armadas, houve troca de tiros e as equipes saíram em 40 minutos", acrescentou.

Em seguida, contou Carney, o corpo de Bin Laden foi levado de helicóptero para o navio USS Carl Vinson. "A bordo o corpo foi tratado em conformidade com a sua religião, lavado e colocado num lençol branco. Foi lida uma oração em árabe e o corpo foi posto numa tábua e lançado ao mar", disse.

Respondendo já a perguntas, o assessor de imprensa não soube dizer de que modo Bin Laden resistiu se não estava armado e se não teria sido possível capturá-lo com vida, dizendo apenas que "não é preciso estar armado para resistir" e sublinhando que havia várias pessoas armadas na casa.


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Google pede desculpas a primeira dama Michelle Obama por resultado de pesquisa ofensivo

Assim que o internauta escreve o nome da primeira-dama Michelle Obama dos Estados Unidos no site de pesquise google a primeira fotografia que aparece é a da cara de um macaco maquiado e enquadrada no cabelo e corpo da mulher do presidente norte-americano.

"Asseguramos que as opiniões expressas por tais sites não foram aprovadas pelo Google", garante o grupo, acrescentando que "os motores de busca refletem os conteúdos e a informação disponíveis na Internet".

O Google adianta ainda que eliminará as páginas que violem as suas "linhas de conduta" mas "considera que a integridade dos resultados de pesquisas como uma prioridade extremamente importante".

"Por isso, avança, "não supriremos uma página de resultados de pesquisa porque o conteúdo é impopular ou porque recebemos cartas a denunciar.

"Pedimos desculpa se a utilização do Google vos contrariar", conclui.

O motor de busca do google ainda fornece uma explicação semelhante para os resultados da pesquisa com a palavra "jew" (judeu em inglês), que mostram caricaturas de personagens de propaganda anti-semita dos anos 1930.

"Uma das explicações é que a palavra 'judeu' é frequentemente utilizada num contexto anti-semita", justifica o Google.

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Unasul discutirá acordo entre Colômbia e EUA

A reunião extraordinária de chefes de Governo da União das Nações Sul-Americanas (Unasul), que contará com a presença do presidente colombiano, Álvaro uribe, será realizada no próximo dia 28, anunciaram fontes do governo argentino.

Uribe, cujo governo pretende firmar ainda neste fim de semana o acordo militar com os Estados Unidos, que prevê o envio de militares e policiais civis norte-americanos a até sete bases colombianas, "concordou em participar" com "muita disposição", disseram as fontes citadas pela agência estatal Télam.

A reunião, anunciada na última cúpula da Unasul, realizada na segunda-feira em Quito, Equador, deverá ocorrer no hotel Llao-Llao, da cidade de San Carlos de Bariloche, na Patagônia.

A presidente do país, Cristina Kirchner, conversou com seus pares sul-americanos para decidir o dia do encontro, que tem o objetivo de retomar o diálogo sobre o acordo entre Bogotá e Washington.

A possibilidade de que militares dos EUA atuem nas bases locais é repudiada por Bolívia, Equador e Venezuela, que consideram "uma agressão" e um foco de desestabilização na região. Brasil, Argentina e Uruguai também demonstraram preocupação pelo acordo.

Na última semana, Uribe visitou Peru, Bolívia, Chile, Argentina, Paraguai, Uruguai e Brasil para explicar o tratado que, segundo o governo colombiano, é uma extensão do Plano Colômbia contra o narcotráfico e o terrorismo.

Fontes citadas pela agência DyN, por sua vez, informaram que a reunião na Argentina tem o objetivo de "reconstruir o cenário de diálogo" entre as nações sul-americanas.

"Não se pode ir ver o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, com uma foto de Quito, onde um presidente (Álvaro Uribe) não está e o outro (o venezuelano Hugo Chávez) pronunciou palavras em alto tom sobre a situação", disseram as mesmas fontes.

Na reunião da última segunda-feira, Chávez falou sobre "os ventos de guerra" ao se referir à eventual presença dos EUA na região. O encontro entre os 12 líderes sul-americanos, proposto por Cristina, é considerado também uma preparação à cúpula da ONU, que acontecerá em setembro e quando os mandatários pretendem se reunir com Obama.

Uribe "não impôs nenhuma condição" para assistir ao encontro de Bariloche, informou a agência DyN, que acrescentou que, pelo contrário, este diálogo deverá ser amplo.

Ontem, o comandante das Forças Armadas da Colômbia, general Freddy Padilla de León, anunciou que o acordo deveria ser assinado neste fim de semana. "Se Deus nos ajudar, [o convênio] estará pronto para os trâmites burocráticos, dentro da soberania de cada nação", declarou na ocasião.
(ANSA)

Sírio teria confessado plano para matar Obama na Turquia

Oficiais americanos levaram "muito a sério" um suposto plano para assassinar o presidente Barack Obama envolvendo um sírio detido na última sexta-feira na Turquia, segundo afirmaram dois oficiais próximos do caso à CNN. O governo turco confirmou nesta terça-feira, 7, que a polícia deteve um homem depois de receber uma denúncia de que ele planejava matar o presidente americano, mas o liberou sem registrar acusações.

As fontes ouvidas pela CNN reforçaram que presidentes americanos frequentemente são alvos de ameaças e que todas são acompanhadas cuidadosamente, e que o homem detido não chegou a se aproximar de Obama durante seu giro pela Europa. Os oficiais disseram ainda que, sendo o primeiro presidente negro dos EUA, Obama recebe mais ameaças do que o considerado normal, mas que o incidente específico na Turquia não afetou sua agenda no país.

O oficial do governo turco, que falou sob anonimato, disse que a polícia deteve um suspeito na sexta-feira depois de receber um e-mail anônimo com o endereço do homem em Istambul. "Não era nada sério. A polícia deteve o homem e disse que ele era mentalmente perturbado", afirmou. "A denúncia não passou de um trote. O registro de IP de onde o e-mail foi enviado é dos Estados Unidos".
Fonte:http://www.estadao.com.br