EUA decreta o fim da discriminação nas Forças Armadas
O Pentágono anunciou segunda-feira que já começou a receber candidaturas de homossexuais e apenas espera o levantamento da proibição.Imigrante ilegal tio de Obama é preso por dirigir embriagado
A morte do terrorista Bin Laden segundo a Casa Branca
"A operação foi levada a cabo por dois helicópteros e duas equipes. Além da família de Bin Laden, duas outras famílias moravam na mansão, uma no primeiro andar, outra num anexo. Uma equipe começou no anexo, outra no primeiro andar e foi subindo até ao terceiro andar - no primeiro encontrou e matou dois homens, mensageiros, e uma mulher no fogo cruzado. A família de Bin Laden foi encontrada no segundo andar, este resistiu; a sua mulher foi ferida numa perna mas não morta. Bin Laden não estava armado e foi morto", descreveu.Google pede desculpas a primeira dama Michelle Obama por resultado de pesquisa ofensivo
Assim que o internauta escreve o nome da primeira-dama Michelle Obama dos Estados Unidos no site de pesquise google a primeira fotografia que aparece é a da cara de um macaco maquiado e enquadrada no cabelo e corpo da mulher do presidente norte-americano.
"Asseguramos que as opiniões expressas por tais sites não foram aprovadas pelo Google", garante o grupo, acrescentando que "os motores de busca refletem os conteúdos e a informação disponíveis na Internet".
O Google adianta ainda que eliminará as páginas que violem as suas "linhas de conduta" mas "considera que a integridade dos resultados de pesquisas como uma prioridade extremamente importante".
"Por isso, avança, "não supriremos uma página de resultados de pesquisa porque o conteúdo é impopular ou porque recebemos cartas a denunciar.
"Pedimos desculpa se a utilização do Google vos contrariar", conclui.
O motor de busca do google ainda fornece uma explicação semelhante para os resultados da pesquisa com a palavra "jew" (judeu em inglês), que mostram caricaturas de personagens de propaganda anti-semita dos anos 1930.
"Uma das explicações é que a palavra 'judeu' é frequentemente utilizada num contexto anti-semita", justifica o Google.
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Unasul discutirá acordo entre Colômbia e EUA
A reunião extraordinária de chefes de Governo da União das Nações Sul-Americanas (Unasul), que contará com a presença do presidente colombiano, Álvaro uribe, será realizada no próximo dia 28, anunciaram fontes do governo argentino.
Uribe, cujo governo pretende firmar ainda neste fim de semana o acordo militar com os Estados Unidos, que prevê o envio de militares e policiais civis norte-americanos a até sete bases colombianas, "concordou em participar" com "muita disposição", disseram as fontes citadas pela agência estatal Télam.
A reunião, anunciada na última cúpula da Unasul, realizada na segunda-feira em Quito, Equador, deverá ocorrer no hotel Llao-Llao, da cidade de San Carlos de Bariloche, na Patagônia.
A presidente do país, Cristina Kirchner, conversou com seus pares sul-americanos para decidir o dia do encontro, que tem o objetivo de retomar o diálogo sobre o acordo entre Bogotá e Washington.
A possibilidade de que militares dos EUA atuem nas bases locais é repudiada por Bolívia, Equador e Venezuela, que consideram "uma agressão" e um foco de desestabilização na região. Brasil, Argentina e Uruguai também demonstraram preocupação pelo acordo.
Na última semana, Uribe visitou Peru, Bolívia, Chile, Argentina, Paraguai, Uruguai e Brasil para explicar o tratado que, segundo o governo colombiano, é uma extensão do Plano Colômbia contra o narcotráfico e o terrorismo.
Fontes citadas pela agência DyN, por sua vez, informaram que a reunião na Argentina tem o objetivo de "reconstruir o cenário de diálogo" entre as nações sul-americanas.
"Não se pode ir ver o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, com uma foto de Quito, onde um presidente (Álvaro Uribe) não está e o outro (o venezuelano Hugo Chávez) pronunciou palavras em alto tom sobre a situação", disseram as mesmas fontes.
Na reunião da última segunda-feira, Chávez falou sobre "os ventos de guerra" ao se referir à eventual presença dos EUA na região. O encontro entre os 12 líderes sul-americanos, proposto por Cristina, é considerado também uma preparação à cúpula da ONU, que acontecerá em setembro e quando os mandatários pretendem se reunir com Obama.
Uribe "não impôs nenhuma condição" para assistir ao encontro de Bariloche, informou a agência DyN, que acrescentou que, pelo contrário, este diálogo deverá ser amplo.
Ontem, o comandante das Forças Armadas da Colômbia, general Freddy Padilla de León, anunciou que o acordo deveria ser assinado neste fim de semana. "Se Deus nos ajudar, [o convênio] estará pronto para os trâmites burocráticos, dentro da soberania de cada nação", declarou na ocasião.
(ANSA)
Sírio teria confessado plano para matar Obama na Turquia
Oficiais americanos levaram "muito a sério" um suposto plano para assassinar o presidente Barack Obama envolvendo um sírio detido na última sexta-feira na Turquia, segundo afirmaram dois oficiais próximos do caso à CNN. O governo turco confirmou nesta terça-feira, 7, que a polícia deteve um homem depois de receber uma denúncia de que ele planejava matar o presidente americano, mas o liberou sem registrar acusações.
As fontes ouvidas pela CNN reforçaram que presidentes americanos frequentemente são alvos de ameaças e que todas são acompanhadas cuidadosamente, e que o homem detido não chegou a se aproximar de Obama durante seu giro pela Europa. Os oficiais disseram ainda que, sendo o primeiro presidente negro dos EUA, Obama recebe mais ameaças do que o considerado normal, mas que o incidente específico na Turquia não afetou sua agenda no país.
O oficial do governo turco, que falou sob anonimato, disse que a polícia deteve um suspeito na sexta-feira depois de receber um e-mail anônimo com o endereço do homem em Istambul. "Não era nada sério. A polícia deteve o homem e disse que ele era mentalmente perturbado", afirmou. "A denúncia não passou de um trote. O registro de IP de onde o e-mail foi enviado é dos Estados Unidos".
Fonte:http://www.estadao.com.br




