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Britânica é presa mantendo relações em carro no Estado Islâmico

Uma mulher britânica pode enfrentar até três anos de prisão em Dubai depois de ter sido preso por supostamente manter relações bêbada no banco de trás de um táxi  e violar as leis do Estado islâmico. 

Rebecca Blake, 29 e Conor McRedmond foram presos depois de uma bebedeira durante todo o dia . Eles foram detidos por cinco dias e acusados de manter relações fora do casamento e estarem bêbados em local público, ambas são infrações penais no Estado Islâmico.

Rebecca Blake, é consultora de recrutamento e reuniu-se com o deputado McRedmond na Vila Irlandês, um bar onde os clientes  pagam um valor para beber brunch a vontade. Depois de beber durante 12 horas, a dupla chamou um taxi para Marina Dubai.

Minutos depois eles foram vistos em um abraço apaixonado pelo condutor pelo o espelho retrovisor, de acordo com relatórios da polícia.

Enfurecido pelo seu comportamento da mulher, o motorista parou e se queixou à polícia em um carro de patrulha estacionado nas proximidades. Quando ele voltou com um oficial, o casal estava  mantendo relações no banco de trás do táxi.



Uma fonte disse: "Eles estavam completamente bêbados, começaram a se beijar e, em seguida,  se empolgaram. 



Depois de sua detenção o casal foi levado para o Jebel Ali na delegacia de polícia e mantido sob custódia de 4 maio à  9 maio. A polícia recolheu amostras de DNA para provar que eles tinham mantido relações e tinha bebido.

Oficiais estão esperando para que os resultados voltem do laboratório forense antes de enviar para o tribunal. Eles foram libertados sob fiança apenas quando dois amigos pagaram a fiança e  entregaram seus passaportes.

Blake nega as acusações à mídia, alegando que ela estava apenas bebendo uma cerveja sozinho no veículo quando a polícia chegou para prendê-la.


Show de Lady Gaga pode ser sabotado por radicais islâmicos

A turnê "Born This Way Ball Tour", de Lady Gaga, mal começou e já está dando o que falar. Seu primeiro show na Coreia do Sul causou protestos em toda a comunidade cristã, que pediu o cancelamento do evento. Agora chegou a vez dos radicais islâmicos da Indonésia se mostrarem contra.

Gaga se apresenta no estádio Bung Karno, em Jacarta, no dia 3 de junho. Mas a Frente de Defensores do Islã ameaça sabotar o show da cantora sob alegação de que ela representa a "fé de Satã". "Ela vai destruir a moral da nação. Os muçulmanos estão preparados para impedir a realização do concerto", disse Salim Assegaf, chefe da organização.

Nenhum comunicado foi emitido pela organização do show, que continua confirmado. A ação dos radicais muçulmanos vai começar no aeroporto em que Lady Gaga vai desembarcar. 

Eles pretendem impedir a entrada dela no país. Assegaf também vai enviar membros de sua rede para se infiltrar entre os espectadores do show. A intenção é afastá-los do perigo.


Meninas cristãs e hinduístas são raptadas e abusadas no Paquistão

Fontes da sociedade civil e da Igreja Católica no Paquistão relataram à Agência de notícias Fides um crime que atinge diretamente jovens pertencentes a minorias religiosas do país. A denúncia é de que, a cada ano, no Paquistão, cerca de mil meninas cristãs e hinduístas são raptadas, estupradas e obrigadas ao casamento islâmico por radicais muçulmanos.

A discriminação contra o sexo feminino começam ainda na infância. Dificilmente as meninas  concluem a escolaridade básica e muitas vezes muito novas são separadas de sua família. Elas são exploradas e maltratadas aos olhos do mundo que pouco tem feito para  colaborar para a extinsão desta arcaica cultura.

O Afeganistão é o pior país para se viver  para crianças e mulheres mesmo depois de anos da derrubada do regime fundamentalista Taleban. Muitas escolas que aceitam meninas ainda são atacadas das maneiras mais covardes possíveis, como envenenamento das alunas com gás, com ácido, queimaduras etc.

A corroborar as informações também a “Comissão para os Direitos Humanos do Paquistão”, segundo a qual “às minorias religiosas não é garantida a justiça dos tribunais, uma grande lacuna no Estado de Direito, e essa é uma das principais causas de sofrimento e de perseguição”.

Além disso, as mulheres, no Paquistão, vivem em condições de inferioridade. Somente 8% delas recebe instrução formal e mesmo os fetos do sexo feminino são, muitas vezes, abortados.

Uma lista de nomes e histórias foi entregue à Fides, contando os casos de meninas que foram tiradas à força das suas casas e submetidas a violências físicas e psicológicas, conversões forçadas ao islamismo e casamentos forçados no rito dessa religião. Todas elas entre os 12 e os 20 anos. (ED)

O Irã entre os países que mais executa pena de morte no mundo

Pelo menos 270 pessoas foram enforcadas em 2009 e 169 foram executados em 2010. O Irã é um dos países que mais aplica a pena de morte no mundo, junto com China, Arábia Saudita e Estados Unidos.

O Irã, assim como a Arábia Saudita, aplica uma estrita versão da "Sharia", ou Lei Islâmica, e pune com a pena capital crimes como assassinato, seqüestro, estupro, assalto à mão armada, entre outros. Além disso, as pessoas condenadas por adultério são punidas com o apedrejamento.
Esta bela moça Zahra Bahrami , que tinha nacionalidade iraniana e holandesa foi presa durante  manifestações contra Mahmoud Ahmadinejad. De acordo com as autoridades, com ela foram apreendidos 450 gramas de cocaína. Seus familiares afirmam que a droga foi um pretexto para executá-la.

As últimas execuções no Irã, condenadas por várias organizações internacionais de direitos humanos, fazem parte de uma campanha de segurança lançada pelas autoridades locais que tem como objetivo lutar contra a delinqüência no país, especialmente em Teerã.

Nesta terça-feira o governo do Irã executou por enforcamento um adolescente de 17 anos condenado por matar um atleta do país, apesar dos pedidos pela suspensão da execução.

Uma agência de notícias estatal informou que Alireza Molla-Soltani chorou muito e pediu perdão antes de sua execução. A Anistia Internacional liderou os pedidos pela suspensão do enforcamento, alegando que o jovem ainda era adolescente. Mas, a Justiça iraniana afirmou que, pelo calendário lunar islâmico, Soltani já tinha completado os 18 anos.


O Irã enforcou 22 pessoas por tráfico de drogas na segunda-feira, na mais recente execução em massa do país. Para correr o risco de ser executado no Irã basta ser contrário a política interna implantada pelo  ditador Mahmoud Ahmadinejad.