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O japonês Jigoro Kano é o Criador do Judô

O judô é uma arte marcial que foi  criado no Japão em 1882 pelo mestre Jigoro Kano.


O judô é na verdade um resumo do Jiu-Jitsu antigo, especializando em técnicas de projeção e chão. Jigoro Kano criou, na verdade dois “judôs”. O Judô Kodokan masculino e o feminino. De acordo com o próprio Kano, a arte feminina era a perfeita, pois era mais técnica, sofisticada e englobava muitas coisas além da defesa pessoal.

Jigoro Kano criador do Judo
O objetivo de Jigoro Kano era selecionar as melhores técnicas do JiuJitsu e desenvolver um esporte menos violento e que contribuísse na formação e defesa do indivíduo. Não demorou muito para que este esporte se espalhasse pelo Japão e com o passar dos tempos ganhasse projeção internacional. No entanto, a história traiu Kano quando colocou o Judô nas olimpíadas.

No início, como as Olímpiadas eram só para homens, o Judô feminino criado por ele simplesmente desapareceu. Os lutadores, ou judocas, são divididos em duas categorias: principiantes (kiu) e mestres (dan). A cor da faixa altera de acordo com o grau de aprendizado. As ordem das faixas é: branca, azul, amarela, laranja, verde, roxa e marrom. Os mestres usam faixas pretas ou rajadas de vermelho e branco (grau máximo de um dan).

Conforme matéria da Revista Época de 9/05/2007 edição nº470 esta arte marcial chegou ao Brasil em pleno período da imigração japonesa."O primeiro registro histórico data do final do século XIX, quando marinheiros japoneses fizeram uma exibição de cerca de uma hora no porto de Santos", afirma Hitoshi Ogawa, 48 anos, técnico na Federação Paulista de Judô e espécie de depositário informal da história da modalidade no país. "Sou da terceira geração de judocas da família", diz ele, cujo avô, Ryuzo, chegou ao Brasil em 1934, com 52 anos de idade, justamente para ensinar judô, termo japonês criado com a justaposição de ju (flexível) e do (caminho).




Prisão perpétua para ator e lutador de UFC por crimes de abuso e morte

O ator Joe Son, o Random Task do primeiro filme da saga "Austin Powers" e também lutador de UFC cumpria pena por ter torturado uma mulher quando matou o colega de cela, detido por um crime sexual. Segundo o jornal norte-americano Chicago Tribune, Joseph Hyungmin Joe Son é o único suspeito de matar o homem com quem dividia a cela.

Son interpretou Random Task, um vilão asiático inspirado na personagem Oddjob no filme Goldfinger da saga James Bond, em Austin Powers, filme de 1997. Na época o ator norte-americano nascido na Coreia do Sul era suspeito de rapto e abuso de uma mulher em 1990. A sentença do caso, entretanto julgado, só foi conhecida em Setembro de 2011.

O ator que também era lutador de artes marciais sequestrou uma mulher que passeava com seu cahorro nas proximidades de sua casa em Los Angeles em 1990. A mulher foi levada a força para seu veículo junto com seu cúmplice Lopez Gaitan.

No carro o ator Joe Son e Lopes Gaitan aterrorizaram a vítima de todas a maneiras possíveis e a levaram para Comptom um dos bairros mais perigosos de Los Angeles. No local ela foi agredida e abusada sexualmente pelos homens. O ator ameaçava matar a vítima a todo instante com um revólver, porém horas depois a soltou com os olhos vendados com suas roupas.

Vinte anos depois os investigadores conseguiram provar no tribunal que os suspeitos dos crimes de rapto, agressão, abuso sexual oral, anal, abuso com objeto, fossem condenados pelo ato de tortura.

No último mês de Setembro o ator Joe Son foi condenado a prisão perpétua sem direito a condicional por matar o companheiro de cela.

Sumô um dos esportes de mais tradição do Japão atravessa dificuldades

O Sumô é um esporte tradicional japonês repleto de história que ainda é praticada profissionalmente no Japão.

Profundamente enraizado na história e tradição deste país o sumô inspira-se fortemente na religião xintoísta do Japão, com rituais dentro e fora do ringue, como jogar sal no chão para a purificação.

A carne explode contra a carne como dois homens gigantescos se colidindo tentando empurrar-se mutuamente de um círculo de 16 metros quadrados. 

Lutadores treinados são condicionados por meio de técnicas simples empurrando uns contra os outros. No entanto o sumô  está passando por um momento difícil com seus fãs diminuindo especialmente entre os jovens, que são atraídos por esportes populares, como baseball e futebol.

Em cima de uma diminuição da audiência pelo esporte, houve acusações de corrupção e até mesmo a morte de um estagiário .

Reconstruir o sumô como um esporte grandioso que sempre foi no Japão não tem sido tarefa fácil, porém as autoridades tem se esforçado para trazer de volta este esporte que remonta as tradições japonesas.

O Japão como uma nação tem tradição de superar grandes traumas e reconduzir seu povo em busca de novos horizontes. Por isso acreditamos que os lutadores de sumô conseguirão reconquistar a sua reputação, bem como elevar o espírito do povo.

Lutadores pertencentes a uma região do Japão que tiveram a área totalmente devastada pelo terremoto de 11 de Março, voltaram a treinar o sumô para inspirar os seus compatriotas.

Maxi do Grêmio é acusado de racismo por Elicarlos do Cruzeiro

Já não é a primeira vez no futebol brasileiro que acontece episódios de confusões entre jogadores por comportamento racistas.

Desta vez o lamentável acontecimento ocorreu no jogo no mineirão entre Grêmio e Cruzeiro pela Copa Libertadores da América. Durante a partida envolveram se em discussão o volante do Cruzeiro Elicarlos e o atacante Maxi López do Grêmio.Porém uma simples discussão no calor do jogo acabou-se transformando em caso de polícia porque o argentino Maxi Lópes foi acusado de racismo por chamar Elicarlos de macaco.

No término da partida o atleta do Cruzeiro denunciou Max López ao plantão policial no estádio que desempenhou seu papel e entrou no ônibus dos Gremistas para dar voz de prisão. Foi grande a confusão e teve segurança imobilizado e muita gritaria da comissão do Grêmio tentando evitar que a polícia entrasse no ônibus. Más nada pode ser feito e todos os jogadores do Grêmio foram para delegacia em defesa de Maxi López.

Nos próximos dias, o meia do Cruzeiro Wagner deverá ser ouvido pelo delegado responsável pelo caso. No depoimento de Elicarlos, ele citou que Wagner escutou o que Maxi disse em campo e saiu em sua defesa. O atacante argentino também poderá ser inquirido mais uma vez pela polícia. Não precisará voltar a Belo Horizonte, sendo ouvido através de carta precatória pela polícia gaúcha.

As atitudes do técnico Paulo Autuori, quanto ato de racismo de Maxi, também vem sendo muito criticada na capital mineira até mesmo pelos rivais atleticanos. Durante o depoimento do argentino na delegacia do Mineirão, Autuori disse para a delegada plantonista Roseli Baeta Neves:

– "Isso que vocês estão fazendo é uma palhaçada."

A delegada deu voz de prisão ao técnico Autuori que não ficou preso pela intervenção da direção do Grêmio, pedindo desculpas pelo treinador.

Os dirigentes do Grêmio disseram falaram em clima de guerra para o jogo de volta no olímpico na semana que vem. É esperar prá ver as atitudes dos jogadores e da torcida que não deve ser influenciada por esta vergonhosa passagem.

RACISMO NA HISTÓRIA DO BRASIL

Investimento em educação já é o maior da história no Brasil

O investimento público direto em educação em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) já é de 4,6% no Brasil. O valor é o maior registrado na história do país e se aproxima do padrão de investimento dos países desenvolvidos – de 5%, de acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O crescimento se concentra na educação básica, que reúne 3,9% do investimento. Na educação superior, o percentual se manteve em 0,7%.

Os dados são do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e se referem ao ano de 2007 – medição mais recente. “Batemos nosso próprio recorde”, destacou o ministro da Educação, Fernando Haddad, nesta terça-feira, 14. Em 2006, o mesmo tipo de investimento alcançou 4,4% – salto significativo em relação ao ano anterior, que apontava 3,9%.

O ministro acredita que o crescimento é fruto de uma decisão política de todos os entes federativos a favor da educação. “Isso mostra que o Estado brasileiro tem condições de priorizar a área”, enfatizou. De acordo com Haddad, a intenção é chegar à marca dos 5% em 2010. “O Brasil tem que chegar, gradualmente, a um investimento mínimo de 6%.”

No cálculo do investimento público em educação relativo ao PIB não estão incluídas as despesas com aposentadorias e pensões, bolsas de estudo e financiamento estudantil. Os dados referem-se à destinação de recursos consolidada do governo federal, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. O Inep vai divulgar em breve as informações por estado.
Fonte: MEC


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Rubi Quadrado

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Coréia - A história da imigração Coreana no Brasil

Oficialmente, a imigração coreana no Brasil teve seu início em 23 de Fevereiro de 1963. Mas antes dessa data pequenos grupos de coreanos que haviam sido prisioneiros na Guerra da Coréia (1950-53), já haviam chegado ao Brasil.
Esta corrente migratórias para o Brasil, intensificou no final dos anos 60, e nos anos 70 como resultado de uma série de razões, particularmente os conflitos existentes em seu país.

Contrariamente aos italianos e japoneses, os coreanos não vieram para a lavoura. Imigrantes de classe média, fixaram-se de imediato na cidade de São Paulo, com presença muito grande nos bairros da Aclimação, Liberdade e, mais recentemente, no Bom Retiro.

Herdeiros da habilidade e concentração, fundamentais no Tae Kwon Do, “caminho dos pés e mãos”, além de trabalhadores obstinados, logo ganharam espaço no ramo da confecção e no comércio de produtos importados.
Os imigrantes coreanos trouxeram para o Brasil as suas artes marciais, o taekondô é bastante popular no Brasil.

TAEKONDÔ

Esta arte marcial foi criada há dois mil anos na península onde hoje estão a Coréia do Sul e a Coréia do Norte. A origem do Taekondô se confunde com a própria história do povo coreano, e a luta é considerada uma manifestação cultural do país. Atualmente, o taekondô é um esporte Olímpico e está nos Jogos Pan-americanos e Sul-americanos. É praticado em mais de 160 países, e está espalhado pelos cinco continentes. A tradução de taekondô quer dizer “o caminho dos pés e das mãos”. De acordo com sua filosofia, só há três razões para usar suas habilidades: para defesa pessoal ou da família, para defesa de sua equipe de arte marcial em torneios e para defesa de seu país.

A imigração coreana no Brasil que está comemorando 45 anos em 2008 e tem como referência muito mais do que as simples idéias formuladas quando se pensa nos imigrantes que vivem por aqui.