WP-ThGWU6Yg-LZQP372atnaqZcM investigação | Imigrantes Brasil
Mostrando postagens com marcador investigação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador investigação. Mostrar todas as postagens

Meninas abusadas em rituais podem voltar a escola no Togo

Centenas de meninas togolesas entre 7 e 12 anos vão poder deixar seu trabalho como assistentes de sacerdotes dos rituais vudus para voltar a estudar, pondo fim assim a um sistema abusivo e duramente critado pelos defensores dos direitos humanos.
Depois de três anos de campanha, os militantes pró-direitos humanos comemoram uma grande vitória, já que as meninas nesse país eram afastadas de suas famílias e obrigadas a se envolver nos rituais em que muitas vezes eram objeto de abusos.

A mudança foi alcançada graças a esforço das autoridades políticas e religiosas deste pequeno país do oeste da África, onde 60% de seus cinco milhões de habitantes praticam o vudu, uma crença nascido no século XVI às margens do rio Mono, que corre entre Togo e Benin.
A decisão final só aconteceu depois de inúmeros sacrifícios de frangos e vacas e inúmeras oferendas de bebidas e alimentos às divinidades vudus. Dessa forma, "Mamá Kponu", a "mãe de todas as divinidades" no Togo, aceitou a mudança no final de maio passado.
Com seus quase 60 anos, esta mulher é considerada a "rainha sagrada" da floresta de Togoville, norte da capital Lomé, e sua autoridade se estende a dezenas de conventos que veneram cerca de 150 divinidades da influente crença vudu.
"A partir de agora, suas filhas ficarão livres dos ritos de iniciação e poderão ir à escola", declarou Togbui Gnagblondjro III, presidente dos oficiantes vudu.
"Os ritos reservados às jovens agora serão realizados durante as férias escolares", assegurou, por sua parte, Hundjenuko, uma sacerdotisa da divindade do trovão, Heviosso.

Centenas de meninas eram batizadas anualmente segundo os rituais vudu, depois de uma iniciação entre três meses e dois anos. Segundo a prática agora abolida, durante esse período as crianács deviam permanecer em conventos, servindo às divindidas, sem ver suas famílias.
Durante sua instrução, aprendiam as regras da comunidade, as danças sagradas e muitas eram escarificadas ritualmente na cabeça, no peito e nos braços para indicar a que divindidade serviam.

Segundo uma investigação da WAO-Afrique, organização não-governamental defensora da infância, algumas sofriam abusos carnais , mas, se fugissem, podiam ser repudiadas por suas famílias.
"Que alívio que estas meninas estejam finalmente a salvo", declarou deputada e ex-ministra da Infância, Christine Agnele, que durante anos lutou para abolir esta tradição.
O código da infância de Togo, que foi votado em junho de 2007, contempla penas de até cinco anos de prisão para quem tiver em seu poder uma criança a fim de privá-la de sua família.

O vudu se baseia na adoração do deus Mahu e de outras 200 divinidades. Os rituais incluem sacrifícios de animais para esses espíritos, mas seus devotos insistem que não se trata de prática de bruxaria.
AFP

Homem salta em tanque de ácido para salvar colega de trabalho

Um trabalhador da construção civil pulou em um tanque de ácido para salvar a seu colega de trabalho que caiu de 40 metros de altura através de um telhado. 

Ele desabou  dentro de um tanque de produto de limpeza de metal corrosivo industrial em Clifton, Nova Jersey, de acordo com a NBC de Nova York.
 
Gawker relata que os dois homens estavam executando  um trabalho de substituição do telhado em tubo quando o teto podre  desabou.

O segundo trabalhador, mergulhou atrás dele e com a ajuda de outros trabalhadores, foi capaz de puxar o homem para fora.
 
A vítima foi levado de helicóptero para St. Barnabas Medical Center, onde está sendo tratada por queimaduras químicas graves. De acordo com informações preliminares a condição do homem não é conhecida, mas encontra-se em risco de morte.
 
O homem que pulou atrás dele foi levado para o hospital,  porém estava lúcido e não corre maios riscos.
 
Três outros trabalhadores que ajudaram a puxar os homens para fora também foram transportados para o hospital para ser tratados por queimaduras, de acordo com a Gawker. A construção está sob investigação por falta das licenças necessárias. 

Até quando as mulheres imigrantes sofrerão assédio no trabalho?

Em um recente estudo de 150 mulheres de ascendência mexicana a trabalhar nos campos em Central Valley, na Califórnia, 80% disseram ter sofrido assédio sexual no local de tabalho.

Isso se compara a cerca de metade de todas as mulheres na força de trabalho dos EUA que dizem ter experimentado pelo menos um incidente.

Em entrevistas as mulheres camponesas  relataram que a violência sexual no local de trabalho é um problema sério e que não exergam perspectivas de melhora se não haver vontade política..
 
Ao investigar o assédio sexual de mulheres camponesas que trabalham na  Califórnia  a Comissão de Oportunidades Iguais de Trabalho concluiu que "centenas, senão milhares, de mulheres tinham tido relações sexuais com os supervisores para obter ou manter postos de trabalho.

Estudos indicam que que o assédio sexual contra as mulheres camponesas era tão gritante  contra as mulheres, que os machistas  se referiam aos campos como o "motel verde". Da mesma forma, os relatórios da EEOC  na Califórnia referiam-se ao local de trabalho como  os "campos de calcinha", porque o assédio sexual era tão difundido. 
 
Devido aos muitos obstáculos que enfrentam as mulheres camponesa, incluindo medo, vergonha, falta de informação sobre os seus direitos, a falta de recursos disponíveis para ajudá-los, a pobreza, cultural e as pressões sociais, acesso à linguagem e, para alguns, sua condição de indocumentados imigrantes, mulheres camponês poucas procuram  buscar a justiça para o assédio sexual e agressão que sofreram.
 

Mulher mantém relações incestuosas consentidas com seu pai

Quando já imaginamos ver tudo eis que surgem alguns casos bizarros  que nos deixam totalmente enojados. São seres miseráveis e desprovidos de sentimentos que não me habilito de chamar de seres humanos que proporcionam a sociedade alguns casos sinistros e macabros.

Uma jovem mulher de apenas 24 anos manteve relações sexuais com seu pai. E conforme investigações da polícia as intimidade incestuosas entre pai e filha  foram inteiramente consentidas.

Acredita-se que oficialmente este seja o primeiro processo de sexo consensual entre pai e filha acontecido em Singapura.

De acordo com relatórios anteriores, pai e filha estavam sempre por perto. Quando a menina se tornou adolescente ela participava rotineiramente de encontros de seu pai com seus amigos em cafés e restaurantes  onde ela acompanhava nas bebidas.

A relação tornou-se íntima em 2006, quando eles começaram a trocar abraços e beijos. Ela então já estava com 18 anos.

Ao longo do tempo, eles evoluíram a se tocar e acariciar um ao outro em partes íntimas quando eles estavam sozinhos no flat da família.

No dia do incidente, eles tiveram uma discussão, enquanto ele estava deitado na cama no quarto principal e ela estava checando seus e-mails no seu laptop na beira da cama.

Ela se desculpou com ele que lhe pediu um abraço. As coisas progrediram e, eventualmente, tiveram relações sexuais naquela noite.

The Straits Times informou que o tribunal ouviu a moça dizer que lamentava suas ações demonstrando-se arrependida e temia uma gravidez indesejada.

O assunto veio à tona quando o casal teve uma segunda briga. Ela então chamou um amigo e pediu que ele chamasse a polícia. Quando eles chegaram, ela lhes disse que seu pai havia lhe molestado e ele foi preso.

A moça se mudou do apartamento da família e sua mãe entrou com pedido de divórcio de seu pai.

Haverá outra audiência em um mês, quando um juiz vai decidir se dará liberdade condicional ao homem ou dará uma pena de prisão.

Mulheres são assassinadas por suspeita de imoralidade no Afeganistão

Uma mãe e sua filha foram assassinadas em sua casa no leste do Afeganistão nesta sexta-feira por homens armados que aparentemente as acusaram de "atividades imorais", segundo autoridades e vizinhos.

Os dois homens invadiram a casa desta viúva e de sua filha na cidade de Ghazni por volta das 4h local e as mataram a tiros, indicou o chefe da polícia local, Zilawar Zahid.

Este caso se soma a outras duas mortes que colocam em evidência os perigos que muitas mulheres enfrentam no Afeganistão depois que uma invasão dirigida pelos Estados Unidos há dez anos derrubou o regime talibã, que aplicava uma política repressiva contra as mulheres.

"Mataram as mulheres dentro de casa", afirmou Zahid. "Foi iniciada uma investigação para averiguar porque foram mortas e a polícia afegã prendeu dois homens relacionados ao caso", acrescentou. Este policial desmentiu que tivessem sido assassinadas a pedradas.

Um homem que vivia perto das duas mulheres, Mohamad Khan, disse que elas foram "acusadas de adultério e atividades imorais".

A Comissão Afegã Independente de Direitos Humanos registrou 1.026 casos de violência contra mulheres no segundo trimestre de 2011, em comparação com 2.700 casos em todo o ano de 2010.

Cerca de 87% das mulheres afegãs sofreram violência física, sexual ou psicológica, ou foram vítimas de um casamento forçado, de acordo com os números citados em um relatório da organização não governamental Oxfam no mês passado.