WP-ThGWU6Yg-LZQP372atnaqZcM agosto 2008 | Imigrantes Brasil

Praça do Japão em Curitiba

Lago de carpas na Praça do Japão, no bairro de Água Verde, em Curitiba. Ao fundo, o Memorial da Imigração Japonesa.

Numa área bem arborizada de 14 mil m², no bairro de Água Verde, está a Praça do Japão. Uma homenagem à imigração japonesa em Curitiba. Seu projeto foi iniciado em 1958 e a Praça concluída em 1962. Uma reforma, em 1993, incluiu o Portal Japonês e o Memorial da Imigração Japonesa.
A Praça do Japão segue as linhas tradicionais dos jardins japoneses. Possui lago de carpas, 30 cerejeiras enviadas do Japão, cerimônia de chá (às quintas) e museu

O Buda na Praça do Japão. O budismo é praticado por cerca de 55% dos japoneses. Buda é um título atribuído a qualquer entidade que alcance o nirvana: um estado de plenitude espiritual. O primeiro Buda foi Sidarta Gautama (480-400 a.C.), o fundador histórico do budismo. Estima-se que 300 milhões de pessoas pratiquem o budismo em todo o mundo.

A imigração japonesa no Brasil teve início em 1908, num acordo entre os governos do Brasil e do Japão. Em 28 de abril daquele ano, 781 japoneses partiram de Kobe, no Japão, à bordo do navio à vapor Kasato Maru. A maior parte dos japoneses saíram das cidades de Okinawa, Kagoshima, Fukushima e Hiroshima. Chegaram ao porto de Santos em 18 de junho de 1908, após 52 dias de viagem. Dirigiam-se, principalmente, às lavouras cafeeiras de São Paulo e norte do Paraná. Depois desses pioneiros, milhares de imigrantes japoneses continuaram a chegar ao Brasil.

No Paraná, as cidades de Maringá e Londrina são as que concentram o maior número de descendentes de imigrantes japoneses. Em Curitiba, muitos japoneses chegaram a partir de 1915, estabelecendo-se, principalmente, nos bairros de Uberaba, Campo Comprido, Santa Felicidade e Araucária. Hoje, existem cerca de 35 mil descendentes de japoneses em Curitiba.

Prêmio Empreendedor Imigrante do Ano 2008

A Plataforma sobre Políticas de Acolhimento e Integração de Imigrantes, criada para promover e divulgar os princípios básicos comuns para a integração de imigrantes definidos pela Comissão Europeia, quer premiar imigrantes que constituam exemplos de integração inovadora na sociedade Portuguesa.

Está aberto o novo concurso destinado a imigrantes, a residir em Portugal há mais de 5 anos, e que se tenham distinguido pelo papel empreendedor e responsável no contexto da sociedade portuguesa.

São destinatários do Concurso imigrantes que à data da candidatura tenham autorização de residência em Portugal e sejam residentes no país há mais de cinco anos e que à data do início da residência em não fossem cidadãos da União Européia e detenham um perfil que se enquadre nos objetivos do concurso.

O Prémio tem o valor de €20 000 (vinte mil Euros) e será entregue a 18 de Dezembro, Dia Internacional dos Imigrantes, numa cerimónia pública a realizar na Fundação Calouste Gulbenkian.
O prazo para entrega de candidaturas termina a 5 de Setembro de 2008.

Informações
Tel: 21 782 35 47/202
E-mail: plataforma.imigracao@gulbenkian.pt
Prêmio Empreendedor Imigrantes

Intercâmbio estudantil na Noruega

Para os estudantes dos países que não fazem parte da União Européia (EU), são os seguintes os programas de intercâmbio estudantil aceites pelas autoridades norueguesas:

* AFS (American Field Service)
* Rotary
* YFU (Youth for Understanding)
* STS High School Foundation
* Røde Kors Nordisk United World College
* Fulbright
* American Scandinavian Student Exchange

O estudante interessado em fazer intercâmbio na Noruega deve procurar estas organizações para maiores detalhes.

Documentação necessária:

O pedido de permissão de residência para intercambistas na Noruega terá que ser feito no país de origem do estudante. Todos os documentos deverão ser apresentados, em original, e mais uma cópia.

* Formulário de pedido para estudos na Noruega GP-7122 (em inglês)
* 1 foto 3 x 4, recente. Requisitos de fotografia. É possivel imprimir e mostrar ao fotógrafo.
* cópia do passaporte (todas as páginas)
* carta de admissão da organização de intercâmbio (AFS, Rotary, YUF, etc)

Onde entregar o formulário e os documentos?
EMBAIXADA OU CONSULADOS DA NORUEGA NO BRASIL.

Todos os documentos deverão ser apresentados, em original, e mais uma cópia.

Portanto, você deverá comparecer pessoalmente na missão diplomática e entregar o formulário de pedido, e os documentos originais e cópias. Os documentos poderem ser entregues

* para a Embaixada da Noruega em Brasília
Endereço: SES, Avenida das Nações, Quadra 807, Lote 28, CEP 70.418-900 Brasília - DF, BRASIL

Telefone: +55 61 3443 8720 / 22 / 91

Fax: +55 61 3443 2942

E-mail: emb.brasilia@mfa.no
Horário de atendimento consular:
Segunda à sexta-feira: 09h-12h
(Número do telefone a ser utilizado em situações de emergência, seja, somente em casos de extrema urgência / Telefon for bruk i alvorlige nødssituasjoner, det vil si, dersom liv og helse står på spill :
+55 61 8128 9718).

Quando sua permissão for aprovado, a mesma missão diplomática em que você fez a solicitação deverá enviar-lhe o documento da permissão.
Maiores informações você encontrará INTERCÃMBIO ESTUNDATIL

Brasil e França - A Guerra da Lagosta

A Guerra da Lagosta, como denominado jocosamente à época pela imprensa, foi um contencioso entre os governos do Brasil e da França, que se desenvolveu entre 1961 e 1963.

Episódio pouco conhecido na História das Relações Internacionais do Brasil, girou em torno da captura ilegal de lagostas, por parte de embarcações de pesca francesas, em águas territoriais no litoral Nordeste do Brasil.

Alertada por pescadores nordestinos, uma embarcação da Marinha do Brasil flagrou barcos de pesca franceses pescando lagosta clandestinamente na costa de Pernambuco, em águas territoriais brasileiras, sendo convidados a se retirar.

O episódio passou a ser referido nos meios de comunicação brasileiros como a Guerra da Lagosta, um conflito que, como a famosa Batalha de Itararé, durante a Revolução Constitucionalista de 1932, não disparou um tiro sequer.

Na imprensa francesa, diante dos protestos dos pescadores de lagostas sobre os seus supostos direitos de pesca, travou-se um aceso debate sobre o enquadramento da lagosta enquanto item de pesca e outras considerações sobre sua classificação como bem patrimonial do Brasil.

À época, a crise extrapolou as relações diplomáticas entre os dois países, de tal modo que ambos chegaram a mobilizar os seus recursos bélicos.

O primeiro a fazê-lo foi a França, que deslocou um contingente naval, mantido em prontidão, para uma área vizinha à região em conflito.

No Brasil, a opinião pública percebeu a situação como uma agressão da França aos direitos de soberania brasileiros. O presidente João Goulart (1961-1964), após reunião do Conselho de Segurança Nacional, determinou o deslocamento, para a região, de considerável contingente da Esquadra, apoiado pela Força Aérea. Em terra, o 4° Exército, com sede em Recife, então sob o comando do então general Humberto de Alencar Castello Branco, também se mobilizou.

* Embora a frase Brésil c’est pas un pays serieux (O Brasil não é um país sério), seja tradicionalmente atribuída ao então presidente da França, general Charles de Gaulle, neste contexto, na realidade foi pronunciada pelo embaixador brasileiro na França, Alves de Sousa, referindo a inabilidade com que o governo brasileiro conduzia este contencioso.
* À época, na imprensa francesa, suscitou-se uma polêmica curiosa: se a lagosta andava ou nadava. Caso nadasse, poder-se-ia considerar que a lagosta estava em águas internacionais; caso andasse, estaria em território nacional brasileiro, uma vez que se admitia à época que o fundo do mar pertencia ao Estado Brasileiro.

Fonte: www.pt.wikipedia.org - A guerra da lagosta, de Cláudio da Costa Braga, Serviço de Documentação da Marinha (SDM), Rio de Janeiro, 2004; contato com o autor: (21) 9252-9887 e (cbraga@dtm.mar.mil.br)

A origem da Holambra

A origem do município está diretamente ligada ao final da Segunda Guerra Mundial, época em que levas de imigrantes de vários países europeus buscavam novas oportunidades para recomeçar a vida em outros países, já que suas terras estavam devastadas e improdutivas, devido aos intensos bombardeios que resultaram na derrota do Exército Alemão. O Brasil foi a escolha de muitas famílias de lavradores holandeses, através da KNBTB (Katholieke Nederlandse Boer en Tuiemers Bond), que significa Organização dos Lavradores e Horticultores Católicos da Holanda.

Os contatos com o governo brasileiro resultaram na compra da Fazenda Ribeirão, em 1948, que pertencia ao grupo norte-americano Armour. O dinheiro veio do incentivo concedido pelos governos da Holanda, do Brasil e do Estado de São Paulo, governado à época por Adhemar Pereira de Barros. Nas terras encravadas entre quatro municípios: Jaguariúna, Santo Antônio de Posse, Artur Nogueira e Cosmópolis, surgiu um projeto de colonização agrícola coordenado pela Cooperativa Agropecuária Holambra (CAPH), que foi o esteio de formação da futura comunidade que se tornaria emancipada através de plebiscito, realizado em 27 de outubro de 1991. A emancipação oficial aconteceu em 30 de dezembro de 1992, após aprovação pela Assembléia Legislativa de São Paulo e a sanção do então governador Mário Covas (PSDB).

Há controvérsias, mas a explicação mais difundida e aceitável para o nome Holambra vem da junção das palavras HOL (de Holanda), AM (de América) e BRA (de Brasil), que representaria o sonho realizado das famílias dos chamados pioneiros. Vencendo inúmeras dificuldades e com muita persistência elas construíram seu patrimônio convivendo harmoniosamente com os brasileiros, apesar das diferenças religiosas e culturais.

As primeiras tentativas, de criar o famoso gado holandês, não deram certo em função de vários fatores. A agricultura, que era a proposta original, esbarrou na falta de orientação e adaptação das culturas escolhidas, principalmente a batata.

Mas nada lhes tirava a determinação de vencer, e as coisas começaram a mudar a partir da implantação de uma fábrica de ração e do abatedouro de aves, que regularmente tinham que ser ampliados para atender a demanda. O mesmo ocorreu em relação à venda de ovos e a produção de frutas cítricas, que proporcionaram bons rendimentos durante algumas décadas.

Mas o sorte da colônia começou a mudar definitivamente a partir do plantio de flores, sobretudo a partir da importação de tecnologia vinda da Holanda, terra natal dos imigrantes e onde o cooperativismo é, até hoje, palavra de ordem.

O adjetivo pátrio para quem nasce na Estância Turística de Holambra é “holambrense”. O município é conhecido em todo o país como “Cidade das Flores”, realizando todo ano, no mês de setembro, a Expoflora, a maior Festa das Flores da América Latina, que recebe aproximadamente 280 mil visitantes por edição.

Além disso, um vasto calendário de atrações (confira neste site) atrai também outros tipos de públicos, devido a realização de encontros e feiras temáticas, além das atrações que a Prefeitura da cidade promove.

Em resumo, conhecer Holambra é ter a privilegiada sensação de estar num pedacinho da Europa, mais precisamente na Terra dos Moinhos, em pleno clima tropical, e desfrutar de uma cidade que oferece atualmente um dos mais altos índices de qualidade de vida de todo o país. Isso com todas as vantagens que a hospitalidade que holandeses e brasileiros são capazes de oferecer.
www.turismoholambra.com.br

Lula rejeita controle britânico em aeroportos brasileiros

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva rejeitou, nesta sexta-feira, a sugestão britânica de mobilizar agentes em aeroportos brasileiros para controlar a imigração, e também criticou, duramente, a possibilidade de que se institucionalizem os vistos.

"Não é possível que haja oficiais ingleses nos aeroportos brasileiros fiscalizando brasileiros", disse Lula à imprensa, no Paraguai, onde assistiu à posse do novo presidente, Fernando Lugo.

Sobre a possibilidade de a Grã-Bretanha pedir vistos aos turistas brasileiros, acrescentou: "se estabelecermos essa política de visto, será um retrocesso na relação entre os dois países".

Nesta sexta, a embaixada britânica divulgou em Brasília uma nota oficial, declarando que o governo do Reino Unido estuda a possibilidade de exigir vistos de um grupo de 11 países (entre eles Brasil, Bolívia e Venezuela), mencionando no documento a idéia de colocar "oficiais de ligação" nesses países.

O chanceler Celso Amorim reconheceu que tratou do tema com as autoridades da embaixada britânica e que, como está colocada, a proposta "não pode ser aceita".

"O poder de polícia é um exercício soberano e exclusivo de cada país", declarou Amorim, ressaltando que "nada impede a cooperação, como temos com a Espanha, uma troca de experiências, mas não é aceitável ter um inspetor".

Sobre a possibilidade de a Grã-Bretanha exigir vistos dos brasileiros, Amorim comentou que o Brasil teria de aceitar, mas que aplicaria a reciprocidade.

A nota da embaixada britânica diz que "a Grã-Bretanha trabalhará com esses países para explorar medidas para reduzir o risco que significam para a Grã-Bretanha. Essas medidas podem implicar o envio de 'oficiais de ligação' britânicos ao país em questão".

Esses oficiais "estão presentes em mais de 30 países. Desempenham papel de consultoria, oferecendo treinamento (na área de detecção de fraudes, por exemplo) para as companhias aéreas e autoridades nacionais de imigração", acrescenta a nota.
www.afp.google.com

Dicas de Intercâmbio

Realizar uma viagem para outro país, conhecer outras culturas e estudar uma língua estrangeira em seu local de origem é o sonho de muitos brasileiros. Antigamente este sonho era visto como impossível, às vezes pelos altos preços cobrados em passagens, acomodações e escolas; às vezes pela dificuldade em aceitar um desafio tão grande. Mas, hoje em dia, essas dificuldades foram superadas e a chance de ter uma experiência como esta é cada vez maior.

Seja para estudar, trabalhar ou apenas conhecer qualquer local do planeta basta querer e ter força de vontade. E esta força de vontade está relacionada, principalmente, com a disposição em buscar todas as informações para tornar a estadia do estudante a mais cômoda possível.

Na Alemanha, a universidade que mais recebe alunos brasileiros é a Universidade Staatliche Hochschule Fur Musîk Karlsruhe que tem trabalhos voltados para a pesquisa em área artística. Outro estabelecimento de ensino é a Universidade Católica de Eichstätt Ingolstadt (KUEI), que recebe alunos de todas as áreas de ensino.

Já no Canadá as principais faculdades são da Universidade de Quebec em Montreal e da Universidade de Saint Marys. Ambas recebem estudantes de todas as áreas de ensino, mas particularmente de artes.

Na Espanha há mais oferta de universidades dispostas a receber alunos brasileiros, principalmente quando subsidiados por alguma instituição brasileira de ensino superior, com ênfase em mestrados e doutorados. As principais são: Universidade de Salamanca, Universidade de Barcelona, Universidade de Múrcia, Universidade de Granada e Universidade Autônoma de Barcelona.

Nos Estados Unidos as áreas de atuação mais fortes são medicina e artes. Aquelas que mais contêm convênios com universidades brasileiras são Auburn University, University of Miami - School of Medicine, University of Wyoming, Universidade de Cincinnati e Universidade de Ohio.

Na França as áreas mais fortes são comunicação, direito ambiental e até mesmo agricultura. Os principais convênios são com a Université Michel de Montaigne Bordeau III, Universidade de Limoges, Universidade de Cergy-Pontoise e Universidade de Montpellier I e II.

Na Austrália a principal universidade é a Universidade de Sydney. No Chile é a Universidade de Chile e a Pontifica Universidade Católica do Chile.

Para quem ainda não ingressou em nenhuma universidade brasileira e quer iniciar seus estudos de ensino superior fora do País é preciso pesquisar quais são as universidades que mais lhe agradam e a forma de “vestibular” de cada instituição, essa pesquisa pode ser feita pela internet, procurando em sites. As maneiras de entrar variam de país para país e algumas delas não aceitam alunos estrangeiros que ainda não morem no país já há algum tempo.

Leia:
O BRASIL NA ROTA DA NAVEGAÇÃO FRANCESA

Selo Prêmio Dardos

Recebi da amiga Cris do excelente blog NOTICIAS DA BOTA este selo "Prêmio Dardos".
"Com o Prêmio Dardos, se reconhecem os valores que cada blogueiro mostra cada dia em seu empenho por transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc…, que em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras.

O Prêmio Dardos tem certas regras:
1. Aceitar exibir a distinta imagem.
2. Linkar o blog do qual recebeu o prêmio.
3. Escolher 15 blogs para entregar o Prêmio Dardos”.

Repasso para os seguintes blogs:
AGUAS COTIDIANAS
AIRTON FARIAS BLOG
BAIXE ESSE TREM
BLOG BY VINNY
CANTINHO DO UTILIZADOR
ERAZEN
LEÕES E CORDEIROS
MEU NOME NÃO É JHONY
NIHON
QUEBRA GALHO VIRTUAL
QUERO PAZ E AMOR EM 2008
UM TUDO
VARIEDADES E CURIOSIDADES
VEM QUE AKI TEM
SINAIS

Boa sorte a todos e fiquem com Deus...

Senadora italiana faz greve da fome contra "tragédias" ligadas à imigração

Angela Maraventano, senadora italiana do partido populista Liga do Norte e prefeita adjunta da ilha de Lampedusa, onde mais de mil imigrantes clandestinos desembarcaram nos últimos dias, iniciou neste sábado uma greve da fome para protestar contra as "tragédias do mar".

"Estou disposta a morrer para que acabem as tragédias do mar e o desembarques sem fim na minha ilha", anunciou à imprensa ao iniciar sua greve da fome numa barca ancorada na entrada do porto de Lampedusa.

"Quero protestar contra o dirigente líbio Muammar Kadhafi. Ele não pode seguir permitindo que imigrantes saiam das costas de seu país em travessias que sempre acabam em tragédia", acrescentou.

A maioria dos clandestinos que chegam a Lampedusa sai das costas líbias, que estão a apenas 200 km da ilha italiana.

"Espero que meu gesto fará com que ele entenda que é preciso salvar essas pessoas. O governo italiano está começando a se mexer, e espero que notícias positivas cheguem em breve para que eu possa interromper minha greve da fome", destacou a senadora.

Somente na quinta-feira, mais de 800 clandestinos desembarcaram na pequena ilha de Lampedusa, ao sul da Sicília, obrigando as autoridades locais a instalar uma ponte aérea com outras cidades italianas para permitir o alojamento destes imigrantes.

De acordo com o ministério do Interior, o número de imigrantes clandestinos que chegaram a Lampedusa dobrou entre os primeiros semestres de 2007 e 2008.