WP-ThGWU6Yg-LZQP372atnaqZcM junho 2008 | Imigrantes Brasil

A vida e a obra do poeta chileno Pablo Neruda

Homem de sete instrumentos, consagrado com o Nobel de Literatura em 1971, Pablo Neruda teve também carreira marcante como diplomata e como senador, chegando a se candidatar à presidência do Chile pelo Partido Comunista, em 1969, de que desistiu em favor da candidatura de Allende. Nasceu no sul do Chile, na cidadezinha de Parral, em 12 de julho de 1904. Escreveu desde pequeno, sentindo-se destinado à poesia.

O poeta chileno Pablo Neruda (1906-73) gostava de morar bem ia muito além disso. Ele transformou suas três principais casas no seu país natal em verdadeiros santuários do culto (no bom sentido) à sua complexa personalidade. A visita às sossegadas moradas dele em Isla Negra, em Valparaiso (La Sebastiana) e na capital Santiago (La Chascona), hoje transformadas em museus, é uma saborosa viagem pelo universo do poeta, pela cultura chilena e pela história do século 20 e com escalas também no Brasil.

O prato principal é Isla Negra, onde fica a maior e mais interessante parte do acervo do poeta. Isla Negra, na verdade, não é uma ilha, mas o nome de uma pequena vila de pescadores no litoral chileno, às margens do oceano Pacífico, distante pouco mais de 100 quilômetros de Santiago.

A viagem vale não apenas pelo museu, mas também pelos belos cenários de praia. Amante do mar apesar de nunca ter sido um marinheiro de verdade, Pablo Neruda gostava de ficar perto dele, e motivos marinhos estão estalhados por toda parte em suas casas.

O poeta nacional do Chile chegou a Isla Negra em 1939, buscando refúgio para escrever seu engajado "Canto Geral". Havia apenas uma pequena casa no terreno de 5 mil metros quadrados, e Neruda foi construindo aos poucos a moradia definitiva, assessorado pelo arquiteto espanhol Germán Rodríguez Arias.

Concluída em 1965, a casa de Isla Negra paga tributo às origens do poeta. Seu formato imita os vagões de um trem, em uma referência ao fato de que seu pai, José del Carmen Reyes Morales, foi ferroviário.

Assim como La Chascona e La Sebastiana, Isla Negra está repleta de objetos de todo o mundo (3.500, espalhados pelos diversos cômodos). São obras de arte, peças de artesanato dos índios mapuches, quadros, gravuras, fotos, búzios, garrafas, mapas, instrumentos de navegação. Neruda se dizia não um colecionador, mas um "cosista" (um coisista, alguém que gosta de coisas e as acumula).

O poeta mantinha uma relação íntima com o Brasil, país que visitou várias vezes, que citou no "Canto Geral" e que homenageou com uma ode ao Rio de Janeiro. Tinha muitos amigos no país, influenciou muita gente, foi entrevistado por Clarice Lispector e citado por Carlos Drummond de Andrade, Vinicius de Moraes e Chico Buarque, entre outros.

O Brasil é uma presença sutil na casa de Santiago, seja nos quadros de Carybé (que ilustrou edições brasileiras de livros do poeta) e José Pancetti ("um grande pintor de coração puro", dizia) nas paredes, seja nas fotos de Neruda com amigos como Jorge Amado em Salvador. Também vale lembrar que o ainda hoje vivo poeta amazonense Thiago de Mello, amigo e tradutor de Neruda, morou em La Chascona no seu exílio em Santiago durante a ditadura militar brasileira.

A desigualdade na distribuição de terras no Brasil colonial

Logo após o descobrimento do Brasil (1500), a coroa portuguesa temendo invasões estrangeiras no território brasileiro, por corsários e piratas ingleses, franceses e holandeses que viviam saqueando as riquezas da terra recém descoberta, resolve colonizar o Brasil e administrar de forma eficiente.

Entre os anos de 1534 e 1536, o rei de Portugal D. João III resolveu dividir a terra brasileira em faixas, que partiam do litoral até a linha imaginária do Tratado de Tordesilhas. Estas enormes faixas de terras, conhecidas como Capitanias Hereditárias, foram doadas para nobres e pessoas de confiança do rei. Estes que recebiam as terras, chamados de donatários, tinham a função de administrar, colonizar, proteger e desenvolver a região.

Cabia também aos donatários combater os índios de tribos que tentavam resistir à ocupação do território. Em troca destes serviços, além das terras, os donatários recebiam algumas regalias, como a permissão de explorar as riquezas minerais e vegetais da região.Estes territórios seriam transmitidos de forma hereditária, ou seja, passariam de pai para filho. Fato que explica o nome deste sistema administrativo.

As dificuldades de administração das capitanias eram inúmeras. A distância de Portugal, os ataques indígenas, a falta de recursos e a extensão territorial dificultaram muito a implantação do sistema. Com exceção das capitanias de Pernambuco e São Vicente, todas acabaram fracassando. Desta forma, em 1549, o rei de Portugal criou um novo sistema administrativo para o Brasil: o Governo-Geral. Este seria mais centralizador, cabendo ao governador geral as funções antes atribuídas aos donatários.

Embora tenha vigorado por pouco tempo, o sistema das Capitanias Hereditárias deixou marcas profundas na divisão de terra do Brasil. A distribuição desigual das terras gerou posteriormente os latifúndios, causando uma desigualdade no campo. Atualmente, muitos não possuem terras, enquanto poucos possuem grandes propriedades rurais.

Principais Capitanias Hereditárias e seus donatários: São Vicente (Martim Afonso de Sousa), Santana, Santo Amaro e Itamaracá (Pêro Lopes de Sousa); Paraíba do Sul (Pêro Gois da Silveira),Espírito Santo (Vasco Fernandes Coutinho), Porto Seguro (Pêro de Campos Tourinho), Ilhéus (Jorge Figueiredo Correia), Bahia (Francisco Pereira Coutinho). Pernambuco (Duarte Coelho), Ceará (António Cardoso de Barros), Baía da Traição até o Amazonas (João de Barros, Aires da,Cunha e Fernando Álvares de Andrade).

Estas foram as primeiras imigrações que se tem conhecimento em território brasileiro com o intuito de proteger as extensas terras brasileiras dos saqueadores. Os imigrantes neste caso que eram amigos da corte portuguesa na verdade recebiam imensos latifúndios sob o pretexto de protegê-los. Desde o início das divisões das terras no Brasil já percebemos como tudo começou de forma errada e desproporcional. Até os dias de hoje percebemos que ainda permanece na cultura do nosso povo a forma incorreta de proteger os amigos do rei.

Na Malásia pobres e imigrantes caçam cães nas ruas para comer

A alta nos preços dos alimentos já está está provocando um aumento do consumo de carne de cachorro na Malásia, especialmente entre os imigrantes mais pobres.

Estes trabalhadores emigraram de países vizinhos como Bangladesh, Indonésia ou Vietnã, onde não é raro comer a carne de cachorro em algumas comunidades, informou hoje o diário local "The Star".
A maioria destes imigrantes decidiu caçar cães de rua por causa da alta do preço dos alimentos, pois devem enviar quase todo o seu salário para suas famílias. "Preferimos os filhotes porque sua carne é mais macia e nos dá muita energia", comentou um operário indonésio citado pelo jornal.

Segundo o diário "The Star", um filhote de cachorro serve como alimento para até cinco pessoas.

Um imigrante vietnamita disse que em sua província natal o cachorro é considerado importante fonte de proteínas.

Embora a carne de cachorro não seja normalmente servida na Malásia, alguns restaurantes de Kuala Lumpur a oferecem como um prato exótico, o que também acontece com macacos, lagartos, tartarugas e serpentes.

Apesar de ser uma comida ligeiramente apreciada neste país, o consumo amentou sensivelvente em função da crise dos alimentos.
globo.com

OEA é contrário as novas medidas de imigração da União Européia

O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, rechaçou nesta quinta-feira as medidas aprovadas pelo Parlamento Europeu que criminalizam a imigração e que devem afetar os milhões de latino-americanos sem documentação.

Com a nova lei, os imigrantes ilegais poderão ser detidos por até 18 meses e seriam proibidos de retornar à União Européia por cinco anos.

"Mais uma vez se aprova no mundo desenvolvido uma medida repressiva e contra os imigrantes ilegais, que afeta diretamente muitos latino-americanos", disse o secretário da OEA em comunicado.

Ele acrescentou que é uma "paródia" que este países negociem acordos comerciais e falem de alianças estratégicas quando adotam "medidas como a prisão prolongada, que tratam como deliquentes os imigrantes ilegais, e sem sequer discutir nem negociar o tema com os governos latino-americanos".

Insulza acrescentou que o fluxo migratório para os países ricos continuará enquanto os latino-americanos não encontrarem trabalho em seus países, e disse que o movimento destas pessoas é uma das consequências da globalização.

"Enquanto por um lado se insiste no caráter positivo do processo de globalização, se recusa a visualizar as conclusões que esse processo produz no movimento das pessoas e se insiste em recusar por razões políticas o que é estimulado através da globalização econômica", disse ele.

O secretário sinalizou que espera que seja possível realizar um "diálogo construtivo" com as autoridades européias que evite a violação dos direitos humanos dos latino-americanos.

Diversos governos da região também rechaçaram a medida européia que criminaliza a imigração ilegal.
Reuters/Brasil Online

Brasil e Suécia mantém ótimas relações diplomáticas e econômicas

As relações diplomáticas Brasil-Suécia foram estabelecidas em 1826. Os primeiros contingentes de imigrantes suecos chegaram ao Brasil em 1890. Em 1909 foi criada a primeira linha de transporte marítimo regular entre os dois países. Os investimentos no Brasil começaram com a pioneira Ericsson em 1924. Aumentaram e diversificaram-se a partir de 1946, concentrando-se em São Paulo, onde em 1953 foi estabelecida a Câmara de Comércio Sueco-Brasileira.

Durante o regime militar no Brasil os contatos político-diplomáticos bilaterais foram reduzidos. Em 1984 o relacionamento bilateral mudou de patamar com a Visita de Estado do Rei Carlos XVI Gustavo e Rainha Sílvia ao Brasil. Foi assinado Acordo sobre Cooperação Econômica, Industrial e Tecnológica e criada a Comissão Mista Bilateral. Desde então há fluxo regular de visitas e contatos entre autoridades dos dois países.

A presença de cerca de 180 empresas suecas no Brasil, o volume do comércio bilateral e dos investimentos suecos no país e o fluxo crescente de turistas suecos que nos visitam conferem grande vitalidade às relações Brasil-Suécia.

Recentemente a Suécia prometeu lutar pelo etanol brasileiro na União Européia. O primeiro-ministro sueco, o conservador Fredrik Reinfeldt, anunciou que seu governo vai eliminar um imposto interno sobre o etanol importado e pressionar a UE a reduzir as barreiras que limitam a entrada do etanol brasileiro na região. Os suecos querem uma estreita cooperação com o Brasil nesse setor.

A corrida pelo biocombustível na Europa é intensa. Por determinação da UE, 5,75% do combustível vendido na região até 2010 deverá vir de fontes renováveis. Vários países, porém, estão longe de atingir o percentual. Até 2020, o uso de biocombustível terá de chegar a 10%.

Dos países nórdicos a Suécia é o país com quem o Brasil tem uma relação econômica mais intensa. Café não-torrado em grão, sulfetos de minérios de cobre, álcool etílico e carne bovina desossada foram os principais produtos exportados pelo Brasil. As autopeças dominaram a pauta de importações brasileiras da Suécia.

Bolsas de estudos para estrangeiros no México

O Governo do México abriu a Convocação de Bolsas para Estrangeiros 2009.

Esta convocação estará aberta até 7 de Agosto de 2008 (ou a 5 de Dezembro para alguns programas especiais), inclui cursos de pós-graduação, mestrado, doutoramento e investigação.

Informações detalhadas sobre as universidades e programas de estudo encontram-se à disposição dos interessados na Embaixada do México, no endereço a seguir: Embaixada e Consulado do México no Brasil
Também podem consultar os seguintes websites:
http://becas.sre.gob.mx/
http://www.anuies.mx/
http://www.conacyt.mx/
http://www.studymexico.com/

Maiores informações no documento em anexo.
Documento-Bolsa de Estudo no México

Naruhito celebra 100 anos da imigração japonesa no País

Está fazendo cem anos que os primeiros imigrantes japoneses desembarcaram no Brasil.. Para comemorar esta data tão importante para os dois países o príncipe herdeiro do Japão, Naruhito, 48 anos, filho mais velho do imperador Akihito, veio visitar o Brasil e cumprir uma agenda oficial de eventos que homenagearão as famílias de imigrantes japoneses.

Também em alusão à data, o Banco Central (BC)lança hoje 2 mil unidades de moeda comemorativa, que tem em um dos lados uma imagem do navio Kasato Maru, do outro a de uma descendente trabalhando na colheita de caqui, fruto introduzido no País pelos japoneses. A moeda não tem valor corrente e será vendida por R$ 24 nas sedes regionais do BC ou no Banco do Brasil.

O povo japonês é um povo ordeiro e trabalhador por natureza e em pouco tempo que estes imigrantes se encontravam no Brasil conseguiram juntar dinheiro e comprar suas próprias terras. É de se admirar a coragem deste povo que cruzaram os oceanos em busca da terra prometida. A busca por melhores condições de vida era a meta e não pensaram duas vezes para escolher o Brasil para viverem. Apesar do Japão ser um país de culturas e valores totalmente diferentes do nosso. Além disso, eles passaram muitas dificuldades, como não ter acomodações e moradias e por ficarem instalados em estábulos.

A alimentação foi outro problema superado pelos japoneses, que introduziram legumes como beterraba, brócolis e couve-flor ao cardápio local. Eles foram os pioneiros na plantação e o cultivo dessas leguminosas e trouxeram esta tradição para o Brasil.

Embaixada e Consulados da Suécia no Brasil

Suécia
Dados do País estatuto: Monarquia Constitucional
capital: ESTOCOLMO
língua: Sueco.
Embaixada no Brasil:



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70419-900 Brasília DF
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Espanha vai pagar para que Imigrantes deixem o País

A Espanha vai começar a pagar para que os brasileiros e outros imigrantes deixem o país. A partir do dia 1º de julho, os brasileiros que estejam desempregados na Espanha poderão pedir incentivos financeiros para retornar ao Brasil. No total, a medida tem como objetivo gerar o retorno de um milhão de imigrantes de seus países de origem, como forma de reduzir a tensão na busca por trabalho no país. A reportagem apurou que o Palácio do Planalto abrirá, ainda neste ano um centro para atender os trabalhadores brasileiros que vivem na Espanha.

Segundo o jornal El País, um acordo com 19 países vai permitir que os espanhóis paguem o seguro desemprego, fundos de garantia e outros benefícios aos imigrantes que optem por deixar o país. Em troca, porém, o estrangeiro abdica de seu visto de residência e ainda não pode voltar à Espanha por pelo menos três anos.

A medida será válida apenas para os imigrantes legais, o que reduz de forma considerável o número de estrangeiros que poderão se beneficiar dos incentivos financeiros. Mesmo assim, os cálculos das autoridades espanholas indicam que a medida poderá retirar do país quase metade dos estrangeiros legalizados. Pelas contas do governo, existem cerca de 170 mil imigrantes que vivem de forma legal no país, mas que estão desempregados. Na avaliação do governo, se cada um deles levar de volta sua família e a política for mantida por pelo menos dois anos, o resultado esperado seria o desaparecimento de quase metade dos 2,2 milhões de estrangeiros vivendo de forma legal na Espanha.

Os que mais se beneficiariam seriam os marroquinos, com 37 mil desempregados vivendo na Espanha; 22 mil equatorianos também poderiam optar por deixar o país. No caso do Brasil, seriam 72 mil trabalhadores vivendo com visto na Espanha, 1,6 mil deles estão desempregados e poderiam retornar ao país com uma “bolada”. O governo brasileiro já foi informado da iniciativa e o Itamaraty vem insistindo que os governos europeus precisam garantir o respeito aos direitos humanos desses imigrantes. O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, ainda revelou que o Brasil abrirá um centro para dar apoio aos emigrantes em Madri. “Não vamos questionar se são ou não legais. Não somos a polícia. Vamos informar os brasileiros quais são seus direitos”, afirmou.

Com a desaceleração da economia espanhola, um dos temores do governo é de que o desemprego comece a subir nos próximos meses. A retirada do contingente de estrangeiros, portanto, seria parte de uma estratégia de reduzir a pressão sobre o mercado de trabalho. Um dos problemas, porém, é que a medida não atacará um dos principais problemas, que é a imigração ilegal e os milhares de estrangeiros que trabalham ou tentam sobreviver sem documentos, sem conta bancária ou casa alugada em seus nomes. Correio da Bahia

Embaixadas e Consulados do México no Brasil

Embaixada do México - Brasília - DF
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Av. das Na��es, Qd. 805, Lote 18
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Rio de Janeiro - Consulado Geral do México
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São Paulo - SP - Consulado Geral do México
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Fortaleza - CE - Consulado Honorário do México
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Imigrantes relembram origens durante festejos típicos em São Paulo

Apresentações culturais e artísticas, além de praças de alimentação com comidas típicas, atraíram hoje (15) centenas de pessoas para as comemorações da 13ª Festa do Imigrante, na antiga hospedaria dos estrangeiros e atual Memorial do Imigrante, no bairro do Brás, Zona Leste de São Paulo. Durante os festejos, além de danças folclóricas da Alemanha, Paraguai e Hungria, ocorreu o lançamento de um livro sobre os 120 anos da hospedaria.

O livro, da historiadora Soraya Moura, relata um pouco das aventuras dos imigrantes que cruzaram o oceano em busca de uma vida mais promissora em terras brasileiras. A escritora lembra, por exemplo, que a hospedaria não serviu apenas de abrigo para os recém-chegados do Exterior. Foi também um local de prisão dos estrangeiros de países inimigos, durante a Segunda Grande Guerra. "Nesse período da guerra, o litoral passou por uma devassa e muitos japoneses, alemães e italianos vieram parar em celas neste local”.

De acordo com ela, o livro narra ainda episódios de grandes epidemias. "Muitos imigrantes ficavam suscetíveis a doenças que não conheciam, como a febre amarela ou a chamada tosse comprida”, destaca Soraya Moura. Ela calcula que, entre 1887 e 1978, passaram pela hospedaria mais de 2,5 milhões de pessoas de 75 nações.

Da antiga hospedaria, hoje apenas 30% é ocupada pelo Memorial do Imigrante. O restante sedia uma entidade social, a Associação Internacional para o Desenvolvimento-Núcleo São Paulo (Assimdes-SP), que atende a homens sem moradia, a maioria migrantes pobres, vindos do Nordeste do país e também refugiados políticos.

A festa também lembrou o centenário da imigração japonesa. Durante as comemorações, chegaram ao local, no início da tarde, os participantes de uma caminhada, que começou no último dia 12, no Porto de Santos para conhecer a tocha da Amizade, trazida do Japão e que ficará 10 dias no Memorial. O roteiro da caminhada foi traçado com o objetivo de repetir a trajetória dos primeiros imigrantes daquele país. A primeira grande leva desembarcou no Porto de Santos, em 18 de junho de 1908, no navio Kasato Maru, depois de uma viagem de 52 dias desde o porto de Kobe.

Por isso, o grupo – formado em grande parte por turistas vindos do Japão – fez uma parada no município. "Tivemos, inclusive,a participação de um senhor de 90 anos na subida da Serra do mar, pela estrada velha. E quando chegamos a São Bernardo, uma família com três gerações, incluindo bebês, fez questão de se unir a nós”, contou Luis Hanada, o organizador do grupo.

O ponto alto do centenário da imigração japonesa deve ocorrer, na próxima quarta-feira (18), quando o príncipe herdeiro Nahirito, será recebido, em Brasília, pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. O Brasil tem a maior colônia de nipônicos do mundo, com 1,5 milhão de descendentes de japoneses nascidos em terras brasileiras. No próximo sábado (21), será a vez de São Paulo receber o príncipe Hahirito. No dia seguinte, domingo (22), ele viajará para o Paraná.
Marli Moreira
Agencia Brasil

Bonsai

Bonsai é a arte que utiliza métodos e técnicas muito específicas para criar árvores em tamanhos bem menores do que os normais. O significado literal da palavra bonsai é “árvore em bandeja ou em vaso”. Para a produção de árvores em miniaturas são utilizadas espécies específicas, as miniaturas têm entre 15 e 60 cm.

Apesar de fazermos associação imediata do bonsai com a cultura japonesa, foram os chineses os primeiros a cultivar árvores e arbusto em vasos de cerâmica. Mas foram os japoneses que aperfeiçoaram arte do bonsai. Existem vários estilos de bonsai, sendo os principais: Chokan, Moyogi, Shakan, kengai, Han-kengai, Fukinagashi.

Técnicas de controle do crescimento do bonsai:

* Uso de adubos com menor quantidade de nitrogênio;
* Poda das raízes;
* Restrição do crescimento das raízes pelo vaso utilizado;
* Rega em quantidades moderadas;
* Poda dos arbustos.
Por Eliene Percília
Equipe Brasil Escola
Japão - Brasil Escola

Independência do Brasil em 7 de setembro de 1822

A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante o processo da Inconfidência Mineira.

Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I recebeu uma carta das cortes de Lisboa, exigindo seu retorno para Portugal. Há tempos os portugueses insistiam nesta idéia, pois pretendiam recolonizar o Brasil e a presença de D. Pedro impedia este ideal. Porém, D. Pedro respondeu negativamente aos chamados de Portugal e proclamou : "Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico."

Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram a metrópole, pois preparavam caminho para a independência do Brasil. D. Pedro convocou uma Assembléia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas de Portugal a voltarem para o reino. Determinou também que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem o " cumpra-se ", ou seja, sem a sua aprovação. Além disso, o futuro imperador do Brasil, conclamava o povo a lutar pela independência.

O príncipe fez uma rápida viagem à Minas Gerais e a São Paulo para acalmar setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimento, pois acreditavam que tudo isto poderia ocasionar uma desestabilização social. Durante a viagem, D. Pedro recebeu uma nova carta de Portugal que anulava a Assembléia Constituinte e exigia a volta imediata dele para a metrópole..

Estas notícias chegaram as mãos de D. Pedro quando este estava em viagem de Santos para São Paulo. Próximo ao riacho do Ipiranga, levantou a espada e gritou : " Independência ou Morte !". Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil.

A independência não marcou nenhuma ruptura com o processo de nossa história colonial. As bases sócio-econômicas (trabalho escravo, monocultura e latifúndio), que representavam a manutenção dos privilégios aristocráticos, permaneceram inalteradas. O "sete de setembro" foi apenas a consolidação de uma ruptura política, que já começara 14 anos atrás, com a abertura dos portos.

Empresas aéreas de Brasil e Canadá firmam acordo que favorecem passageiros

O fluxo de passageiros entre o Brasil e o Canadá que atualmente é de 73 mil pessoas por ano, deverá ser elevado em 20 mil passageiros ao ano, com o memorando de entendimento firmado entre a TAM e AirCanadá, uma alta de 27,4%. A expectativa é do vice-presidente de Planejamento e Alianças da TAM, Paulo Castello Branco.

De acordo com o executivo, o volume terá impacto direto sobre a demanda doméstica da TAM, ao distribuir esses passageiros no Brasil. Inicialmente, a TAM deverá transportar clientes da empresa canadense, que chegarão ao Brasil por São Paulo, para cinco cidades, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília, Curitiba, e Belo Horizonte.

A Imigração dos Judeus para o Brasil

A chegada da população judaica no Brasil ocorreram gradativamente após os anos 20. A história relata que as 280 primeiras famílias foram foram alocadas no Rio Grande do Sul. Os judeus foram os primeiros a adotar o sistema de vendas de porta em porta em Porto Alegre. O Brasil tem muitas influências da maneira de comercializar dos imigrantes judeus, da venda a prestação, de produtos como tecidos e, em alguns casos, roupas feitas. Eles respeitavam a zona de trabalho dos outros e eram muitos organizados, chegaram a ter uma cooperativa na cidade.
A atividade comum de venda pelas ruas, de miudezas tais como rendas e bordados e artigos mais baratos, costumavam ser pagos à vista. Já o gravatnike levavam na mão, algumas gravatas, que oferecia aos passantes. Essas atividades eram a alternativa para os que não tinham uma profissão definida, ou para os recém-chegados. Os que praticavam algum trabalho artesanal, tratavam de se estabelecer em seu ramo.
Foi então que surgiram muitas lojas, marcenarias, que começaram com suas pequenas oficinas e terminaram transformando em grande loja de móveis. Os alfaiates acabaram por se tornarem em donos de grandes confecções. 

A vinda dos imigrantes israelitas para o país passa a ocorrer em massa a partir dos anos 30 em decorrência da perseguição nazista aos judeus. Além dos problemas econômicos, comuns aos emigrantes de outros países, os judeus sofriam perseguições religiosas e sociais em alguns países europeus onde se concentravam em maior número.
No período de 1936 a 1942 mais de 14 mil israelitas ingressaram no país fugindo das atrocidades nazistas. A população judaica entravam em sua grande maioria pelos portos de São Paulo e Rio de Janeiro. A princípio vieram para o Brasil os imigrantes judeus da Europa Central, os chamados russos, e em seguida os alemães após a ascensão do nazismo.
Em São Paulo os judeus se concentraram nas em especial no Bairro do Bom Retiro. No início suas atividades se concentravam na área comercial e as próximas gerações passaram a diversificar tornando-se industriais e profissionais liberais.

A comunidade judaica no estado, já totalmente integrada à cultura brasileira, e sem perder sua identidade, vem cultuando sua sólida tradição, marcada por vínculos de religião e crenças, culinária, música, dança e solidariedade social. Hoje os judeus de diversas origens e diferentes costumes vivem uma grande integração, formando uma comunidade dinâmica e harmônica.

Desde sua fundação, em 1948, Israel adota uma política de portas abertas para as pessoas de origem judaica que morem em qualquer parte do mundo. Basta ter apenas um avô judeu para ser acolhido pela chamada "Lei do Retorno".Esta lei oferece ajudas estatais para manutenção e moradia durante os três primeiros anos de residência, assim como isenção de altas percentagens no pagamento de impostos nacionais e locais.

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A Imigração dos Árabes e Turcos se confundem na Historia

A Turquia é um país situado em parte na Europa, em fronteira com a Grécia e a Bulgária, e em parte na Ásia, em fronteira com a Síria, Iraque e Irã. Apesar de ter uma forte influência islâmica, não é um país árabe. Como um ponto geográfico estratégico entre o Ocidente e o Oriente desde o domínio romano, o território sofreu influência das culturas latinas, gregas, bizantinas, persa e, inclusive, árabe.

Mas o que explica a confusão que se faz no Brasil entre turcos e árabes foi o fato de durante muito tempo a Turquia ser o centro do que ficou conhecido de Império Turco-Otomano. No seu auge, entre os séculos XVI e XVII, chegou a abranger parte do norte da África, da atual Arábia Saudita e da Europa. “Ela tinha muita força, estava dentro de outra ocidentalidade. Ela se formou à custa de Roma Oriental, e teve uma série de vantagens comerciais entre os dois blocos da própria Turquia, a Turquia européia e a Turquia da Península.

Na primeira década do século XX, o Império passava por um desmantelamento (se extinguiria em 1922, com a proclamação da República), mas ainda dominava a Síria. Durante uma época todos os imigrantes que vinham região chegavam ao Brasil com passaporte turco.
Para esses imigrantes que chegavam ao Brasil, a lembrança de que sua terra estava dominada era dolorosa. No começo, era muito humilhante para eles ser chamados de turcos. O povo brasileiro em geral até hoje tem dificuldades para diferenciar os turcos do libanês, o sírio.

Os dados sobre o grupo de imigrantes árabes que chegou ao Brasil no começo do século XX são imprecisos. E se o objetivo for dividir a imigração síria da libanesa, a tarefa fica um pouco mais difícil. Era na verdade só a Síria. Então os primeiros que vieram vinham com passaporte turco, como se fosse da Síria, só que não dava para saber se eram sírios ou libaneses, porque não existia essa distinção.

O Líbano surgiu como país no ano de 1916, com o tratado de Sykes-Picot, firmado entre França e Grã-Bretanha, as duas grandes potências imperialistas da época. O tratado definiu as fronteiras que hoje conhecemos do Oriente Médio, incluindo a separação de Síria e Líbano.

Igreja Luterana Promove a Festa da Costelinha em Campo Mourão

A Igreja Luterana de Campo Mourão no Parána está completando neste ano 55 anos de existência. O seu ilustre presidente Jonas Griehl vem a público convidar a todos a participarem da trigêsima (30ª) FESTA DA COSTELINHA no dia 15 de Junho que já é tradicional na cidade e região. A festa atrai a grande maioria de descendentes de Alemães que frequentam a Igreja Luterana em Campo Mourão e municípios vizinhos.

A FESTA DA COSTELINHA não é somente apreciada pelos descendentes de alemães, mas por todos outras comunidades de imigrantes, como italianos, ucranianos, russos, espanhóis, japoneses e principalmente por toda comunidade da cidade que aprecia muito e colaboram com a realização da festa.

Na festa será servida costela de boi assada na brasa a moda da casa, que segundo os churrasqueiros tem o segredo no tempero e preparo que é guardado a sete chaves, acompanhada de saladas diversas, farofas e outros. Haverá distribuição de brindes e bingo durante todo o dia para os participantes da festa.

Jonas Griehl o presidente da Igreja Luterana de Campo Mourão é descendente de alemães. Seu avô Josefh Griehl um legítimo Alemão desembarcou no Brasil com apenas 18 anos no período pós-guerra a procura de novos horizontes. Neste período a Europa estava totalmente degradada e vivia épocas difíceis. Josefh que aqui chegara com muito sacrifício casou-se com uma brasileira e formou uma grande família que se espalhara pela região sul do Brasil. Hoje a família Griehl instalada em Campo Mourão são pessoas tradicionais do município e fazem parte da história da imigração alemã.

O Brasil com muitas terras a serem exploradas e pouca mão de obra, facilitava a entrada dos imigrantes. Como estratégia militar e de forma a povoar a região Sul na divisa com a Argentina, a grande maioria destes imigrantes alemães foram alojados no Rio Grande do Sul. Posteriormente os imigrantes foram subindo para os estados de Santa Catarina, que atualmente tem a maior população de descendência alemã, mais de 20% do total, depois foram para o Paraná e Espírito Santo , posteriormente em menor escala no Rio de Janeiro e em São Paulo.

A Igreja Luterana brasileira começou a emergir a partir de 1824, nos assentamentos dos contingentes de imigrantes alemães, na região sul do país, posteriormente se espalhando por todo o território nacional. A religião, a culinária, as danças, a arquitetura, a mão-de-obra especializa na agricultura e os costumes dos imigrantes alemães implantados na região sul do Brasil, colaboraram muito para que estes estados se desenvolvessem de maneira diferenciada.

Culinária Polignanesa na Festa de São Vito Mártir

Assim como a "guimirelle", a "fava e foglie" é um dos pratos típicos italianos que por si só, são uma aula de história. Uma especialidade de Polignano a Maré.

Uma papa de fava, miolo de pão e catalônia, servida com pimentão, tomate e azeitonas pretas espeto de fígado envolto em banha rendão e folhas de louro, assado na brasa.

A Guimirella saiu da Grécia, país que colonizou a cidade por meio de Siracusa, conhecida como Neapolis Peucetta e dependente de Corinto no século 4º antes de Cristo. Polignano a Mare só tornou-se domínio de Roma no século 3º A. C.

Polignano a Mare é cidade de origem da maioria dos imigrantes italianos que ajudaram a construir o Brás. De 1900 para cá, grande parte da população de Polignano migrou para São Paulo.

A festa ocorre em São Paulo no Bairo do Brás no período de 31 de Maio a 13 de Julho sempre aos fins de semana. Confira no site abaixo a programação e outros acontecimentos.
http://www.igrejasaovito.org/

Dia do Imigrante

Dia 25 de Junho comemora-se o DIA DO IMIGRANTE. Nesta data Aquela pessoa que vai exercer sua profissão em outro país, onde a mão de obra oferece mais oportunidades. Mas este não o único motivo que leva a saída do país. A busca pelo sucesso, cursos de especialização, qualidade de vida, aproximação dos familiares são alguns dos motivos que levam a troca temporária ou permanente por outros lugares.
Quando o Brasil se tornou independente de Portugal, em 1822, já era um país muito extenso, mas pouco povoado. Era preciso ocupá-lo de fato, isto com sua própria gente, e dessa maneira garantir as fronteiras. Por esse motivo, uma das medidas do governo brasileiro foi incentivar a vinda de imigrantes europeus. Eles contribuíram para o desenvolvimento de uma vasta área do país.

O Brasil é um país de imigrantes. 



Aqui, desde o o final de 1800, chegaram para trabalhar as mais variadas etnias; portugueses, italianos, alemães, poloneses, japoneses, espanhóis, coreanos, árabes, ucranianos e oriundos de quase todos os países da Europa e Ásia.
Todos estes imigrantes, com sua força de trabalho e vontade de vencer, fizeram junto com os brasileiros um Brasil próspero e rico. Esse progresso e crescimento se deve muito a mão de obra africana, que apesar do regime escravagista, deixou sua marca genética.

Há muitos brasileiros que saem em busca de novos rumos Alguns voltam sem conseguir seus objetivos, mas há os que adotam a nova terra, porque lá alcançaram sua meta e voltam apenas para visitar ou buscar parentes, facilitando uma possível carreira fora daqui.

Devido a falta de empregos nos países preferidos pelos imigrantes, fato este devido ao aumento demográfico, as nações mais procuradas tiveram que adotar medidas anti migratórias, como a Lei Dèbret, aprovada na França em 1997 e a Lei de Responsabiidade pela Imigração em vigor nos EE.UU. no mesmo ano.

O fato é que sempre haverá imigrações, migrações, intercâmbios culturais, até porque está no íntimo do ser humano, a vontade de conhecer e conviver com novas culturas, aliada a necessidade de sobrevivência através do trabalho e especializações encontradas em outros países mais adiantados.

Brigitte Bardot é Multada por Incitar Ódio Racial Contra os Muçulmanos

Um tribunal francês multou a atriz Brigitte Bardot em US$ 24 mil (R$ 38,9 mil) por incitação ao ódio contra a comunidade muçulmana da França. A pena se refere a uma carta que Bardot escreveu em 2006 ao então ministro do Interior francês Nicolas Sarkozy, e posteriormente publicou em seu website. Na carta, a atriz, que se tornou ativista pelos direitos dos animais, criticava os muçulmanos por "atordoarem" os bichos antes de sacrificá-los para as festividades do Eid ul-Adha. "Estamos cansados de ser manipulados por toda esta população que nos destrói e destrói nosso país ao impor seus costumes", disse a atriz na carta.

Esta é quinta vez que a Brigitte Bardot, símbolo sexual nos anos 60, é punida por suas declarações contra a comunidade muçulmana na França. Em 2004, Bardot foi multada em 5 mil euros por incitações racistas em seu livro Un Cri Dans le Silence ("Um Grito no Silêncio", em tradução literal).
A França abriga a maior população muçulmana da Europa, com 5 milhões de habitantes.(1)

O Islam não é uma religião nova. Ela é a mesma verdade que Deus revelou por meio de seus profetas para toda a humanidade. Para um quinto da população mundial, o Islam é uma religião e um sistema de vida completo. Os muçulmanos seguem uma religião de paz, misericórdia, perdão, e a maioria nada tem a ver com os eventos extremamente graves que ficaram associados com sua fé.

Mais de um bilhão de pessoas de uma vasta classe de raças, nacionalidades e culturas através do globo, desde as Filipinas até a Nigéria estão unidas pela fé islâmica. Aproximadamente 18% vivem no mundo árabe; a maior comunidade islâmica do mundo é a Indonésia; partes substanciais da Ásia e da maior parte da África são muçulmanas, enquanto a minoria significativas são encontradas na União Soviética, China, América e na Europa.
Fonte:(01)BBC.Brasil

Conde Francesco Matarazzo um Italiano de Sucesso

Francesco Matarazzo chegou ao Brasil em 1881, vindo de Castellabate, no sul da Itália. Ao contrário da maioria dos imigrantes italianos, que tinham baixo nível de instrução, ele era formado em direito. Chegou aqui com 27 anos de idade, acompanhado da mulher e dois filhos.

O Conde Francesco Matarazzo é o mito por excelência de empresário e imigrante italiano que veio "do nada" e cuja ascensão econômica e social foi fruto do "trabalho árduo". Na sua história de vida o que se destaca, logo de início, é o fato de ter chegado ao Brasil, em 1881, "com as mãos abanando" e tendo apenas como referência um amigo que morava em Sorocaba.

Entretanto, Matarazzo, como a maioria dos poucos italianos que enriqueceram muito no Brasil, provinha de uma família de classe média e chegou ao Brasil trazendo alguns recursos e uma clara idéia do negócio que desejava estabelecer: uma fábrica de banha. Obteve o apoio de banqueiuros ingleses e atuou ele mesmo como banqueiro que se encarregava das remessas das economias de seus conterrâneos para a Itália.

Construiu uma imagem também vinculada aos esportes, pois foi quem doou o terreno para a construção do estádio do Palestra Itália, transformado, em 1942 - e por causa da II Guerra - na Sociedade Esportiva Palmeiras.

Dentre suas fábricas se destacam um grande moinho de trigo e de massas alimentícias. Depois criou uma tecelagem para fabricar os sacos de algodão em que a farinha era embalada. A diversificação continuou com serraria, mais tarde fábrica de cimento, indústria química e de celulose. Ao morrer em 1937, aos 82 anos de idade, Matarazzo deixou o maior grupo industrial da América Latina, com 180 fábricas.